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  • Palmeiras cede empate nos acréscimos e empata com Cerro Porteño pelas oitavas da Libertadores

    Palmeiras cede empate nos acréscimos e empata com Cerro Porteño pelas oitavas da Libertadores

    O Palmeiras não conseguiu garantir vantagem no jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores ao empatar por 1 a 1 com o Cerro Porteño, nesta quarta-feira (12), no estádio Nubank Parque, em São Paulo. A partida terminou com polêmica e teve gol dos paraguaios nos acréscimos da etapa final.

    Como se desenrolou a partida

    Ao longo da primeira etapa, o time palmeirense dominou as tentativas de ataque, destacando-se as investidas do atacante Allan pelo lado direito. A principal chance do período surgiu em cobrança de escanteio: Vitor Roque pegou a sobra, obrigando o goleiro Manuel Roffo a fazer boa defesa; no rebote, Flaco López finalizou por cima.

    Na segunda etapa, o Palmeiras manteve a pressão. Jhon Arias acertou a trave aos nove minutos e teve nova oportunidade aos 13, desta vez finalizando para fora após cruzamento de Allan. O Cerro Porteño também criou oportunidades e chegou a marcar aos 24 minutos, mas o gol foi anulado pelo VAR por impedimento de Guillermo Benítez.

    Lances decisivos e expulsão

    Aos 27 minutos do segundo tempo, o empate parcial do alívio se transformou em complicação: Andreas Pereira recebeu cartão vermelho por atingir o meia adversário Mateo Klimowicz, em lance avaliado como agressão pelo árbitro. Mesmo com um a menos, o Palmeiras seguiu ofensivo e, aos 36 minutos, Flaco López aproveitou rebote dentro da área após cruzamento de Murilo e finalizou para o fundo da rede, dando vantagem ao Verdão.

    Nos minutos finais, o Cerro Porteño intensificou as investidas. O time paraguaio pressionou até os acréscimos e, aos 47, Jonatán Torres cruzou rasteiro; Pablo Vegetti não alcançou, a bola passou pelo goleiro Carlos Miguel e entrou, decretando o empate no estádio paulistano.

    Consequências imediatas e cenário para a volta

    Com o empate, a decisão da vaga será na próxima quarta-feira (19), às 19h (horário de Brasília), no estádio La Nueva Olla, em Assunção. Nas oitavas de final, uma vitória simples classifica qualquer um dos dois clubes; se o confronto terminar empatado novamente, a vaga será decidida nos pênaltis.

    O encontro de ida foi o terceiro entre as equipes nesta edição do torneio — as duas equipes já haviam se enfrentado na fase de grupos, com um empate por 1 a 1 em Assunção e vitória do Cerro Porteño por 1 a 0 em São Paulo, resultado que deu ao clube paraguaio a liderança do grupo e o direito de fazer a partida de volta das oitavas em casa.

    Outros brasileiros nas oitavas

    Além do confronto entre Palmeiras e Cerro Porteño, outros clubes do Brasil também jogaram pelas fases eliminatórias continentais nesta semana. Pelo jogo de ida das oitavas da Copa Sul-Americana, o Atlético-MG venceu o Red Bull Bragantino por 1 a 0, em Bragança Paulista, com gol de Tomás Cuello, após falha do goleiro Cleiton. O Galo tem a vantagem do empate para o jogo de volta, que ocorrerá na Arena MRV, em Belo Horizonte.

    O São Paulo também entrou em campo na disputa continental: no dia anterior, terça-feira (11), o Tricolor empatou por 1 a 1 com o Bolívar em La Paz. Robert Arboleda marcou para o São Paulo e Carlos Melgar igualou para os bolivianos. As equipes se enfrentam novamente no Morumbi na próxima terça-feira (18) e, caso haja novo empate, a decisão seguirá para os pênaltis.

    Os fatos relatados têm como fonte a Agência Brasil.

  • Senado aprova redução de tributos sobre combustíveis; texto segue para sanção

    Senado aprova redução de tributos sobre combustíveis; texto segue para sanção

    O Senado Federal aprovou, na noite de quarta-feira (12), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026, que reduz tributos federais sobre diversos combustíveis e concede benefícios fiscais a setores estratégicos. A votação terminou em 61 votos a 2. O texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados e seguirá agora para sanção presidencial, segundo a Agência Brasil.

    Objetivo e alcance da medida

    O principal objetivo do PLP é mitigar os efeitos do aumento dos preços dos combustíveis resultante da guerra entre os Estados Unidos e o Irã no Oriente Médio, evento que fechou rotas de exportação de petróleo na região e provocou forte volatilidade na cotação do barril. Além da redução de tributos sobre óleo diesel, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação, parlamentares estenderam benefícios a outros setores, como produção de etanol, fertilizantes, pesquisa de minerais críticos e terras raras.

    Medidas específicas e compensações

    O texto prevê mecanismos variados para atender a setores afetados. Entre os principais pontos estão:

    • Subvenção de R$ 1,2 bilhão a produtores de etanol hidratado, com o objetivo de manter vantagem competitiva em relação à gasolina;
    • Compensação de até R$ 750 milhões em débitos junto à Receita Federal para produtores de etanol, por meio de saldos credores do PIS/Pasep e da Cofins, proporcional à produção de 2025;
    • Possibilidade de a União conceder até R$ 5 bilhões em créditos fiscais para produção de fertilizantes, matérias-primas, remineralizadores e bioinsumos entre 2027 e 2031, com limite de R$ 1 bilhão por ano e correspondendo a até 20% dos gastos de produção nacionais;
    • Isenção do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) para mercadorias destinadas a projetos de desenvolvimento da indústria de fertilizantes, com renúncia de receita estimada em até R$ 200 milhões por ano;
    • Redução, de 50% para 30%, do limite de receita com exportação para que empresas rurais possam enquadrar-se na suspensão do pagamento do IBS e da CBS.

    Financiamento da perda de arrecadação e gatilhos fiscais

    O texto estipula que a perda de arrecadação será compensada pelas receitas extraordinárias da União geradas pelo aumento do preço do petróleo, que elevaram royalties e outras participações neste ano. Entre janeiro e março de 2026, a arrecadação federal vinculada a esses itens chegou a R$ 28 bilhões, ante R$ 9 bilhões no mesmo período de 2025, crescimento real superior a 200%, conforme o projeto.

    Para evitar que receitas extraordinárias elevem automaticamente despesas vinculadas à Receita Corrente Líquida (RCL), o PLP inclui gatilhos: caso o relatório bimestral de receitas e despesas aponte previsão de déficit fiscal, correções de determinados fundos — como o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) — ficarão limitadas à inflação mais um percentual máximo de até 2,5% no exercício seguinte. Esse mesmo mecanismo pode restringir o crescimento dos pisos constitucionais de saúde e educação (atuais 15% e 18% da RCL), sem alterar a fórmula de cálculo da RCL.

    Despesas extraordinárias e autorizações temporárias

    O texto também autoriza medidas de curto prazo nas áreas de defesa, saúde e educação: permitir aumento de até R$ 2,5 bilhões nas despesas do Ministério da Defesa fora dos limites de gastos, com desconto nos orçamentos futuros da pasta; e antecipação de até R$ 3 bilhões em despesas temporárias com saúde e educação originalmente previstas apenas para 2027. Essas autorizações foram negociadas como parte do acordo entre governo e lideranças do Congresso.

    Trâmite e contexto político

    A votação foi fruto de acordo entre o governo e lideranças do Congresso, com participação dos ministérios do Planejamento e da Fazenda. Na manhã do mesmo dia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se no Palácio da Alvorada com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para definir prioridades legislativas durante o esforço concentrado no Parlamento; também participaram José Guimarães (ministro da Secretaria de Relações Institucionais) e a líder do governo no Senado, Teresa Leitão.

    O Congresso Nacional retomou a agenda legislativa após recesso, com um calendário de esforço concentrado definido pelos presidentes da Câmara e do Senado para duas semanas: de 10 a 14 de agosto e de 31 de agosto a 3 de setembro, conforme informado no projeto.

    Fonte: Agência Brasil.

  • Congresso adia instalação de comissão que analisaria MP conhecida como ‘taxa das blusinhas’

    Congresso adia instalação de comissão que analisaria MP conhecida como ‘taxa das blusinhas’

    O Congresso Nacional decidiu adiar a instalação da comissão parlamentar mista encarregada de analisar a Medida Provisória conhecida como ‘taxa das blusinhas’, que zera a alíquota de importação de 20% sobre compras internacionais feitas pela internet de até US$ 50. A informação foi divulgada pela liderança do governo e registrada pela Agência Brasil em 12 de agosto de 2026.

    Motivo do adiamento e novo calendário

    De acordo com a liderança do governo no Congresso, a indefinição se deve à ausência de acordo sobre quem ocupará a relatoria e a presidência da comissão. Por conta disso, a previsão é que o colegiado só seja formalmente instalado daqui a três semanas, no período entre 31 de agosto e 3 de setembro, quando deputados e senadores farão um novo esforço concentrado para votar proposições consideradas prioritárias.

    Impasses anteriores e intermediação do Executivo

    A análise da MP vinha parada porque o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ainda não havia autorizado a instalação do colegiado, conforme apurado pela reportagem da Agência Brasil. O governo chegou a solicitar formalmente a criação da comissão.

    O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou que uma reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Alcolumbre no Palácio da Alvorada ajudou a destravar pautas em tramitação no Legislativo, incluindo a MP da ‘taxa das blusinhas’ e outras medidas prioritárias, segundo postagem do ministro nas redes sociais citada pela Agência Brasil.

    Medidas correlatas aprovadas e alcance do acordo

    Embora a instalação da comissão desta MP tenha sido postergada, outros cinco colegiados de medidas provisórias que estavam pendentes foram instalados, com escolha de presidentes e relatores, informou a liderança governista à Agência Brasil.

    Além disso, o mesmo acordo que viabilizou o avanço de pautas no Congresso permitiu a aprovação, tanto na Câmara quanto no Senado, do Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026. O texto reduz alíquotas de tributos federais sobre a importação, produção e comercialização de diesel rodoviário, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação, medida apresentada como forma de mitigar efeitos do aumento de preços dos combustíveis.

    Segundo a reportagem da Agência Brasil, a elevação dos preços decorreria da guerra entre os Estados Unidos e o Irã no Oriente Médio, que teria fechado a principal rota de exportação de petróleo na região e gerado oscilações na cotação do barril. O PLP também prevê incentivos fiscais para o setor de etanol, fertilizantes agrícolas, pesquisa sobre minerais críticos e terras raras, além de desonerações tributárias para a Fifa relativas à Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027, que será realizada no Brasil.

    Repercussões políticas e pautas ainda pendentes

    Ao celebrar a reunião entre o Executivo e o Senado, o ministro José Guimarães ressaltou a importância do diálogo institucional para avançar nas pautas do governo. Ele informou ainda que novos encontros com senadores estavam previstos até o fim de semana, segundo a Agência Brasil.

    Entre as prioridades ainda sem avanço está a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 de trabalho e a redução da jornada para até 40 horas semanais. Essa PEC já foi aprovada na Câmara no semestre anterior, mas encontra-se parada no Senado, onde o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, ainda não sinalizou avanço, conforme a matéria da Agência Brasil.

    Próximos passos e prazo da MP

    A instalação da comissão parlamentar mista para analisar a MP da ‘taxa das blusinhas’ foi adiada para o início do próximo esforço concentrado do Congresso, entre 31 de agosto e 3 de setembro. A medida provisória, se não apreciada e aprovada por Câmara e Senado, perde validade em 8 de setembro, segundo a Agência Brasil.

    Até a instalação do colegiado, a tramitação da MP permanece suspensa em razão da falta do colegiado responsável pela análise, e o governo e o Congresso devem seguir negociando a composição do colegiado para permitir a votação dentro do prazo legal.

    Fonte: Agência Brasil.

  • PGR pede rejeição de recurso de Bolsonaro que busca reverter proibição de visitas de Flávio

    PGR pede rejeição de recurso de Bolsonaro que busca reverter proibição de visitas de Flávio

    O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu a rejeição dos recursos apresentados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes que proibiu o senador Flávio Bolsonaro de visitá-lo na prisão domiciliar por 30 dias. A posição da PGR consta de manifestação protocolada nesta quarta-feira (12), segundo reportagem da Agência Brasil.

    Motivo da proibição de visitas

    A suspensão das visitas ocorreu após o senador Flávio Bolsonaro publicar nas redes sociais uma carta que, segundo a decisão de Moraes, fora escrita pelo ex-presidente e entregue durante uma visita. O ex-presidente cumpre prisão domiciliar e tem proibido fazer postagens nas redes sociais, inclusive por meio de terceiros. Na avaliação do ministro relator da execução penal, a divulgação da carta afrontou essa restrição.

    Argumento da PGR para rejeitar os recursos

    Na manifestação, Paulo Gonet relacionou a suspensão das visitas ao descumprimento das condições impostas ao regime de cumprimento da pena. Conforme o procurador, “a divulgação, por Flávio Bolsonaro, de conteúdo que lhe fora entregue pelo apenado durante visita [carta] contrariou uma dessas condições”.

    Gonet acrescentou que a supressão temporária da visita foi adotada como resposta imediata ao descumprimento e posteriormente ampliada diante do que qualificou como participação do apenado na produção do material divulgado. A PGR, portanto, defendeu que as medidas de Moraes devem ser mantidas.

    Contestações da defesa de Jair Bolsonaro

    Nos recursos, a defesa do ex-presidente argumentou que Flávio Bolsonaro é um dos advogados de Jair Bolsonaro e, por essa razão, teria direito assegurado de visitá-lo. Outro ponto impugnado pelos advogados foi o trecho da decisão que impede o ex-presidente de receber visitas de políticos durante o período eleitoral. A manifestação da PGR responde a esses argumentos sustentando que a suspensão decorreu do descumprimento de condição específica do regime.

    Condenação, regime e cuidados de saúde

    No ano passado, Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo relacionado à chamada trama golpista. Após ser submetido a uma cirurgia, ele obteve o direito de cumprir a pena em prisão domiciliar. O ex-presidente se recupera de uma pneumonia bacteriana, segundo a reportagem da Agência Brasil.

    Durante o cumprimento da pena, todas as visitas ao apenado devem ser previamente autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, que é o relator da execução penal. Foi esse mecanismo de autorização e controle que permitiu a imposição da suspensão das visitas em reação à divulgação do conteúdo.

    O que está em discussão

    O caso põe em confronto a restrição imposta ao detento — proibição de postar nas redes sociais e de utilizar terceiros para esse propósito — e a alegação da defesa de que determinadas pessoas têm direito de visita, por exercerem a função de advogados. A PGR, com base no relato de descumprimento, sustentou que as medidas de controle foram justificadas e que os recursos devem ser rejeitados.

    As informações sobre a manifestação do procurador e as decisões citadas foram divulgadas pela Agência Brasil.

  • Cinefoot premia Copinha, de Joaquim Salles, como Melhor Filme da mostra internacional

    Cinefoot premia Copinha, de Joaquim Salles, como Melhor Filme da mostra internacional

    O Festival de Cinema de Futebol (Cinefoot) anunciou Copinha, de Joaquim Salles, como Melhor Filme da mostra competitiva internacional entre os longas da 16ª edição do evento. A produção acompanha o percurso do Esporte Clube Macapá na edição de 2024 da Copa São Paulo de Futebol Júnior, conhecida como Copinha.

    Premiações e principais vencedores

    Além de Copinha, a mostra competitiva internacional premiou também o curta Camisa 9, dirigido por Guilherme Baptista, como Melhor Curta-Metragem. O Troféu João Saldanha, destinado a obras que ressaltam aspectos humanos e democráticos do futebol, foi concedido a Coligay, de Guto Franco e Murilo Megale. Já o Troféu Museu da Pelada premiou Várzea, documentário de D’Andrade que trata da memória do futebol amador em campos de terra.

    Copinha: foco no Macapá e na busca por visibilidade

    O longa de Joaquim Salles documenta a passagem do Esporte Clube Macapá pela Copinha de 2024, destacando a trajetória de jovens jogadores que enfrentam a dificuldade de morar longe dos grandes centros do futebol. No torneio citado, o Macapá venceu o Potyguar Seridoense-RN, empatou com o Flamengo de Guarulhos (SP) e com o Vasco, classificando-se em segundo lugar do Grupo 29 antes de ser eliminado na fase seguinte pelo Ibrachina, clube paulista com ênfase em categorias de base.

    O filme de Salles superou concorrentes de países como Argentina, Espanha e Reino Unido na votação que definiu o prêmio entre os longas. Joaquim Salles é sobrinho do cineasta Walter Salles e filho do documentarista João Moreira Salles, informação relacionada ao perfil do diretor destacada pela cobertura do festival.

    Exibições e formato de votação

    As sessões da 16ª edição do Cinefoot foram gratuitas e ocorreram em quatro salas no Rio de Janeiro entre quinta-feira da semana passada (6) e terça-feira (11). Em São Paulo, as exibições foram realizadas no Museu do Futebol entre a última sexta-feira (7) e segunda-feira (10). O prêmio de Melhor Filme da mostra competitiva internacional foi decidido por voto popular, segundo a programação do festival.

    Outros temas premiados

    O curta vencedor, Camisa 9, recupera a história de três jornalistas negros da família Baptista — Orlando e os filhos Luiz Orlando e Oswaldo — que renovaram a forma de cobrir futebol na televisão durante os anos 1980, trazendo irreverência e representatividade para a famosa mesa-redonda. Já o documentário Coligay relembra a fundação de uma torcida do Grêmio que se tornou conhecida por ser a primeira torcida 100% gay do país, surgida durante o período da ditadura militar, e foi reconhecido pelo Troféu João Saldanha.

    Várzea, vencedor do Troféu Museu da Pelada, aborda memórias ligadas ao futebol amador jogado em campos de terra e o processo de desaparecimento desses espaços, tema que dialoga com debates sobre urbanização e preservação de práticas esportivas locais.

    Contexto do festival

    A 16ª edição do Cinefoot manteve a proposta de aproximar o público de produções que tratam o futebol em suas múltiplas dimensões: esportiva, cultural e social. As exibições gratuitas em salas do Rio de Janeiro e em São Paulo permitiram acesso amplo às obras selecionadas para as mostras competitivas.

    As informações sobre vencedores, programação e exibições constam na cobertura do festival pela Agência Brasil.

  • AGU pede à Justiça da Flórida arquivamento de ação contra Alexandre de Moraes

    AGU pede à Justiça da Flórida arquivamento de ação contra Alexandre de Moraes

    A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu nesta quarta-feira (12) à Justiça da Flórida que seja arquivado o processo que Rumble e Trump Media movem contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, segundo informou a imprensa brasileira.

    Argumento central da petição

    Na petição enviada ao tribunal norte-americano, a AGU sustenta que a legislação dos Estados Unidos reconhece a imunidade e a soberania de Estados estrangeiros diante de ações judiciais em território americano. O argumento faz parte da defesa oficial do ministro, que tem suas medidas vinculadas à atuação jurisdicional no Brasil.

    Referência às decisões do STF

    A AGU também destacou que as decisões de Alexandre de Moraes contestadas pelas empresas foram referendadas pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal. A Primeira Turma do STF é composta por cinco ministros, conforme apontado pela fonte que cobriu o pedido da AGU.

    Acusações de Rumble e Trump Media e tramitação processual

    Rumble e Trump Media acusam Moraes de ordenar a suspensão de perfis pertencentes a brasileiros que vivem nos Estados Unidos, citando, entre outros, o blogueiro Allan dos Santos. As empresas alegam que essas suspensões decorreram de medidas adotadas porque os alvos são acusados de promover ataques antidemocráticos contra o Supremo.

    Em maio, um tribunal norte-americano determinou que Alexandre de Moraes fosse intimado por e-mail para apresentar defesa no processo. Essa decisão de processamento eletrõnico ocorreu depois de o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ter negado o pedido das empresas para que a notificação fosse feita por carta rogatória — procedimento usado para comunicações oficiais a pessoas que residem no exterior e que requer autorização do STJ.

    O pedido de arquivamento protocolado pela AGU constitui a resposta formal do Brasil à ação movida nos Estados Unidos, com base em argumentos de soberania e na confirmação interna das medidas questionadas.

    Implicações processuais e contexto jurídico

    O episódio combina elementos de direito internacional e de controle de decisões de autoridades judiciais nacionais por cortes estrangeiras. A AGU fundamentou-se na existência de normas norte-americanas que tratam da imunidade de jurisdição de Estados estrangeiros; além disso, vinculou a controvérsia ao aval dado por instância colegiada do Supremo.

    Segundo a cobertura da imprensa, o caso já tem histórico de instrumentalidade processual entre os sistemas jurídico brasileiro e norte-americano, com tentativas das empresas demandantes de formalizar a notificação a Moraes por meio de carta rogatória e a decisão posterior do tribunal dos EUA para intimação por e-mail.

    Fontes e próximos passos

    As informações sobre o pedido de arquivamento e a tramitação citada foram publicadas pela Agência Brasil. A matéria da agência relata a petição da AGU, as alegações das empresas autoras da ação e os atos processuais que ocorreram até maio referente à citação por e-mail e à negativa do STJ ao uso da carta rogatória.

    Não houve, na cobertura consultada, anúncio sobre decisões subsequentes do tribunal da Flórida a respeito do pedido de arquivamento, nem menção a prazos processuais específicos. Qualquer desdobramento dependerá de atos e comunicações oficiais das instâncias envolvidas.

  • Membros do Mercosul oferecem apoio à Colômbia após terremoto de magnitude 7,4

    Membros do Mercosul oferecem apoio à Colômbia após terremoto de magnitude 7,4

    Os países-membros e associados ao Mercosul divulgaram, em 12 de agosto, solidariedade e oferta de apoio à Colômbia após o terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o país na segunda-feira (10), informou a Agência Brasil.

    Oferta de ajuda e âmbito do apoio

    No comunicado, o bloco afirmou ter “total disposição” para colaborar com as autoridades colombianas nas ações de resgate e de assistência às vítimas, além de contribuir na recuperação dos estragos à infraestrutura. A nota reúne posicionamentos de Estados partes e associados do Mercosul, que também enviaram condolências às famílias das vítimas.

    Estados partes e associados que se manifestaram

    • Estados partes: Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.
    • Estados associados: Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Panamá, Peru e Suriname.

    Impacto humano e medidas na Colômbia

    Segundo as autoridades colombianas citadas pela reportagem da Agência Brasil, o forte tremor já deixou mais de 224 mortos. O abalo atingiu especialmente o coração da região cafeeira, no lado oeste do país, levando o governo colombiano a declarar estado de emergência nacional.

    O terremoto provocou o desabamento de prédios de vários andares em cidades como Cali, onde, até a manhã da divulgação da matéria, ao menos 85 mortes haviam sido confirmadas. As informações reportadas à imprensa descrevem um cenário de destruição em áreas urbanas e rurais da região afetada.

    Contexto e comparações citadas pelas autoridades

    A matéria da Agência Brasil recorda ainda comparações com eventos passados na mesma região: um terremoto que devastou a área em 1999, causando mais de 1 mil mortes, e uma catástrofe em junho deste ano que matou mais de 6,3 mil pessoas na Venezuela, país vizinho. Esses paralelos foram mencionados no levantamento sobre a magnitude do desastre atual e suas semelhanças em termos de impacto.

    O comunicado do Mercosul também enfatizou a importância de uma resposta regional unida e solidária diante de emergências e catástrofes. No âmbito nacional brasileiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou a tragédia nesta terça-feira, segundo a Agência Brasil.

    As informações reunidas neste texto têm como fonte a Agência Brasil, que divulgou os números e as declarações oficiais citadas pelo bloco e pelas autoridades colombianas.

    Próximos passos em termos de cooperação e envio de apoio concreto — como equipes de busca e salvamento, suprimentos ou logística específica — não foram detalhados no comunicado citado pela fonte. A apuração sobre eventual envio efetivo de ajuda dependerá de anúncios adicionais das autoridades envolvidas.

  • Governo lança Plano Nacional de Logística 2050 com previsão de R$ 1,225 trilhão em investimentos

    Governo lança Plano Nacional de Logística 2050 com previsão de R$ 1,225 trilhão em investimentos

    O Plano Nacional de Logística (PNL) 2050 entrou em vigor em 12 de agosto de 2026 com a proposta de orientar o planejamento e os investimentos em infraestrutura de transportes no país até o ano de 2050. Elaborado no âmbito do Planejamento Integrado de Transportes (PIT), o documento servirá como referência para aplicações públicas e privadas em rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos, segundo a Agência Brasil.

    Valor previsto e origem dos recursos

    O PNL estima um volume total de R$ 1,225 trilhão em investimentos ao longo do horizonte até 2050. Desse montante, R$ 734,4 bilhões são esperados da iniciativa privada, enquanto R$ 490,5 bilhões devem originar-se do setor público. Os recursos são destinados à manutenção e ampliação de corredores estratégicos, à ampliação de capacidade de estruturas existentes e à implantação de novos empreendimentos logísticos.

    Objetivos, eixos e prioridades

    Para enfrentar os principais gargalos identificados, o plano definiu 112 objetivos prioritários e estruturou 31 eixos de transporte: 12 rodoviários, oito ferroviários, quatro aquaviários e sete intermodais. Entre as ações previstas estão a expansão de corredores ferroviários e rodoviários, a consolidação de hidrovias e a ampliação da infraestrutura portuária, visando maior conectividade entre modos de transporte.

    Desafios atuais e foco na intermodalidade

    O PNL aponta desafios conhecidos do sistema logístico brasileiro, como a forte dependência das rodovias — que respondem por 54% da movimentação de cargas —, a baixa utilização de ferrovias e hidrovias, dificuldades de escoamento da produção e problemas de abastecimento em regiões mais isoladas. Para mitigar essas fragilidades, o plano prioriza a ampliação da intermodalidade, buscando melhorar a conexão entre rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos.

    Integração modal e papel dos portos

    Autoridades ressaltaram que os modais não existem isoladamente e que os portos atuam como nós essenciais da malha logística, mas dependem de acessos rodoviários, ferroviários e hidroviários. O PNL recomenda políticas que privilegiem o transporte ferroviário como alternativa ao aumento exclusivo da malha rodoviária, além de fortalecer as ligações entre ferrovias e portos para viabilizar grandes projetos de escoamento.

    Sustentabilidade e redução de desigualdades regionais

    O documento incorpora critérios de sustentabilidade, incluindo medidas de adaptação às mudanças climáticas, redução de emissões e proteção da biodiversidade. Também dá destaque à redução das desigualdades regionais, com prioridade a projetos nas regiões Norte e Nordeste, buscando melhorar o abastecimento interno e ampliar a integração do território nacional.

    Reações do governo e próximos passos

    Durante o lançamento em Brasília, o ministro dos Transportes, George Santoro, afirmou que o PNL pretende organizar projetos e iniciativas conforme uma visão estratégica do país, enfatizando que o plano foi estruturado a partir da definição dos problemas a serem resolvidos antes da escolha dos investimentos. Santoro destacou ainda a inclusão da cabotagem (navegação entre portos nacionais) como novidade importante e reconheceu que o transporte aéreo de cargas ainda precisa ser melhor incorporado ao planejamento.

    O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, ressaltou o papel da parceria público-privada no aumento da capacidade e eficiência de portos e aeroportos e defendeu a integração dos modais como grande desafio a ser enfrentado. Jorge Bastos, presidente da Infra — empresa federal responsável por planejar e estruturar projetos no setor de transportes —, afirmou que o plano foi elaborado para ter credibilidade e atravessar ciclos de governo.

    Segundo a Agência Brasil, o PNL 2050 funcionará como referência para a priorização de projetos e a alocação de recursos, com foco em reduzir custos logísticos, aumentar a competitividade das exportações e melhorar o abastecimento interno.

    Fonte: Agência Brasil.

  • STF ordena suspensão de pagamentos e devolução de ‘penduricalhos’ em sete tribunais

    STF ordena suspensão de pagamentos e devolução de ‘penduricalhos’ em sete tribunais

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (12) a suspensão, por parte de sete tribunais, de pagamentos que extrapolam as limitações impostas pela Corte e a devolução, por parte dos magistrados beneficiados, dos valores considerados “exorbitantes”. Decisões com conteúdo semelhante também foram proferidas pelos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes em processos conexos, segundo nota da Agência Brasil.

    O que decidiu o STF

    O plenário do Supremo definiu que verbas indenizatórias pagas além da remuneração regular de juízes não podem ultrapassar, no mês, 70% do salário do magistrado — sendo 35% referentes a adicional por tempo de serviço e outros 35% a quaisquer outras rubricas. A Corte igualmente estabeleceu quais tipos de verbas são legais e vedou que tribunais criem novas indenizações que contornem o limite.

    Com base em documentos enviados pelos tribunais, Moraes afirmou haver persistência no descumprimento dessas diretrizes. Entre as providências, ele exigiu que os tribunais listem, em 72 horas, os magistrados que receberam pagamentos fora das diretrizes, e determinou a devolução imediata de qualquer valor pago acima dos limites.

    Tribunais e valores apontados

    As medidas atingem os Tribunais de Justiça do Maranhão, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Paraná, Goiás e Rondônia. Na decisão, o ministro destacou vários pagamentos que chamaram a atenção do STF:

    • no Maranhão, a previsão de pagamento superior a R$ 3,2 milhões a um magistrado, em 12 parcelas, a título de verbas rescisórias, e mais de 300 magistrados com recebimentos de pelo menos R$ 100 mil na folha de abril;
    • no Distrito Federal, uma magistrada que recebeu R$ 490 mil em maio;
    • no Rio de Janeiro, uma juíza que recebeu R$ 202 mil;
    • no Rio Grande do Norte, um magistrado que recebeu R$ 554 mil em abril e R$ 544 mil em maio;
    • em Rondônia, 90% dos magistrados do Tribunal de Justiça receberam acima de R$ 100 mil em abril.

    Moraes citou várias rubricas que, segundo os documentos enviados, têm sido pagas em desacordo com as diretrizes do STF, incluindo auxílios e gratificações diversas como auxílio pré-escolar, licença compensatória, gratificações por função administrativa ou presidência, entre outras.

    Prazos e fiscalização

    Além do prazo de 72 horas para envio das listas de beneficiados, a decisão estabelece que os presidentes dos tribunais envolvidos têm cinco dias para comprovar a suspensão de quaisquer pagamentos fora dos limites fixados pelo Supremo. A determinação também exige a devolução imediata dos valores que excedam os tetos estabelecidos pela Corte.

    Decisões anteriores dos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin obrigaram tribunais de todo o país a remeter informações à Corte para demonstrar o cumprimento dessas diretrizes; a decisão desta quarta tomou por base os dados recebidos, apontando continuidade no pagamento de verbas além dos limites.

    Contexto e papel da imprensa

    Na decisão, Moraes citou o trabalho da imprensa na fiscalização e na divulgação de pagamentos que ultrapassaram os limites definidos pelo Supremo ao julgar ações sobre os chamados “penduricalhos”. Segundo o ministro, reportagens e documentos encaminhados pelos tribunais demonstraram a persistência de práticas incompatíveis com a decisão do plenário.

    O STF também listou, em ocasiões anteriores, que tipos de verba podem ser admitidos como legais e proibiu inovações nos quadros de indenizações que visem contornar a limitação de 70% do salário mensal.

    As decisões da Corte determinam medidas imediatas (suspensão e devolução) e prazos curtos para prestação de contas pelos tribunais, mas não detalham, na íntegra da decisão divulgada pela fonte, mecanismos específicos de cobrança caso ocorra recusa no cumprimento.

    Informações herdadas da reportagem da Agência Brasil.

  • Agressões domésticas contra mulheres crescem 28,9% em dias de jogos, diz estudo do FBSP

    Agressões domésticas contra mulheres crescem 28,9% em dias de jogos, diz estudo do FBSP

    Os registros de agressões domésticas contra mulheres aumentam de forma consistente em dias de jogos de futebol, segundo a 2ª edição do estudo “Futebol e violência contra a mulher”, elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e divulgado em 11 de agosto de 2026. A pesquisa relacionou ocorrências policiais com resultados de partidas e aponta elevações relevantes em diferentes tipos de violência.

    Dados principais do levantamento

    De acordo com o FBSP, os registros de lesão corporal dolosa decorrentes de violência doméstica contra mulheres cresceram 28,9% em dias em que houve partidas analisadas. As ameaças contra mulheres subiram 27,4% nesses dias.

    O estudo analisou a relação entre registros de ocorrência e os resultados de jogos das competições da Série A do Campeonato Brasileiro, da Copa Libertadores da América e da Copa Sul-Americana nas cinco capitais pesquisadas: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre. O recorte temporal da análise abrange o período de 2023 a 2025.

    Quem foi mais impactado

    O levantamento identifica que mulheres jovens, na faixa etária entre 15 e 29 anos, foram as mais afetadas pela piora nos indicadores em dias de jogo: a taxa de ameaças e a de lesões corporais dolosas aumentaram 44,4% nessa faixa etária quando comparadas a dias sem partidas.

    Comparação com a edição anterior

    O FBSP destaca que a nova edição segue a mesma metodologia do estudo anterior, divulgado em 2022, que cobriu o período de 2015 a 2018. Naquele levantamento, as ameaças aumentavam 23,7% em dias de partida e as lesões corporais dolosas cresciam 20,8%. Na comparação entre os dois estudos, os indicadores do novo levantamento saltaram para 27,4% (ameaças) e 28,9% (lesões), representando um acréscimo de 3,7 pontos percentuais nas ameaças e de 8,1 pontos percentuais nas lesões físicas.

    Recomendações do FBSP e papel dos clubes

    Para o FBSP, o resultado do levantamento indica que os dias de jogo funcionam como um marcador temporal de risco para a violência doméstica contra mulheres e, por isso, devem orientar ações de prevenção e resposta. Juliana Brandão, coordenadora de Gênero e Raça do FBSP, afirmou que esse conhecimento precisa guiar o planejamento das forças de segurança, com reforço a unidades especializadas, como as Delegacias da Mulher, e às patrulhas responsáveis pela fiscalização das Medidas Protetivas de Urgência.

    O relatório também chama atenção para o papel das equipes de futebol e de suas instituições: segundo Brandão, os clubes têm capacidade de influenciar comportamentos e valores e podem atuar como aliados no enfrentamento da violência, mobilizando atletas, torcidas e suas marcas para desvincular a paixão pelo futebol da violência contra a mulher.

    Implicações e próximos passos apontados pelo estudo

    O FBSP propõe que o diagnóstico não se limite à constatação do fenômeno, mas sirva de base para ações concretas de prevenção e proteção em dias de jogo. Entre as medidas apontadas estão o reforço de atendimento especializado e de fiscalização das medidas protetivas já previstas na legislação, além do engajamento institucional dos clubes e da sociedade para reduzir incidentes relacionados à violência doméstica em ocasiões esportivas.

    O estudo foi apresentado em evento na sede do Grupo Mulheres do Brasil, em São Paulo, e os dados e recomendações foram tornados públicos pela Agência Brasil, que reportou os resultados do FBSP.