Categoria: Brasil

  • Estudo aponta subdiagnóstico da doença renal crônica no Brasil e baixa solicitação de exames

    Estudo aponta subdiagnóstico da doença renal crônica no Brasil e baixa solicitação de exames

    Um levantamento publicado no Brazilian Journal of Nephrology e divulgado pela Agência Brasil aponta que a doença renal crônica (DRC) pode estar subdiagnosticada no Brasil devido à baixa frequência de solicitação de exames essenciais na rotina clínica. A pesquisa, realizada com colaboração de universidades e institutos de saúde, reforça a preocupação de que muitos casos não sejam detectados em estágio inicial.

    Amplitude do problema e dados nacionais

    A Sociedade Brasileira de Nefrologia estima que a DRC afeta mais de 20 milhões de brasileiros, equivalente a cerca de 10% da população. Deste total, mais de 170 mil pessoas dependem de terapia renal substitutiva, segundo o Censo Brasileiro de Diálise 2024. Entretanto, o estudo sugere que o número real de pacientes em diálise pode ser ainda maior se houver falhas no diagnóstico precoce.

    Subdiagnóstico entre pacientes de alto risco

    Os pesquisadores avaliaram a frequência com que dois exames considerados centrais para o rastreamento e o diagnóstico da DRC — dosagem de creatinina no sangue e pesquisa de proteína na urina (albuminúria) — são solicitados entre pacientes com fatores de risco, em especial diabetes e hipertensão. A amostra incluiu mais de 14 mil pessoas.

    O levantamento revelou que a combinação desses exames é raramente pedida: menos de 5% dos participantes que realizaram creatinina tiveram também a albuminúria solicitada. Mesmo após a realização de uma campanha nacional de rastreamento, a proporção permaneceu crítica, abaixo de 7%.

    Testes pouco solicitados e reação à campanha de rastreamento

    O baixo índice de solicitação da albuminúria, mesmo entre aqueles que já fizeram o exame de creatinina, indica uma lacuna na prática clínica que pode impedir a detecção precoce da doença. A pesquisa destaca que essa resistência ou falta de hábito em pedir o rastreamento completo compromete a identificação de pacientes nos estágios iniciais, quando a DRC costuma ser assintomática.

    Consequências clínicas e importância do diagnóstico precoce

    Segundo os autores do estudo, identificar a DRC de forma precoce tem impacto direto no manejo do paciente: permite medidas que preservam a função renal, reduzem eventos cardiovasculares e podem melhorar qualidade e expectativa de vida, além de possibilitar atrasar ou evitar a necessidade de diálise. A Organização Mundial da Saúde projeta que a DRC será a quinta principal causa de morte no mundo até 2040, reforçando a relevância do tema.

    Colaborações e fontes

    A pesquisa contou com a colaboração de especialistas vinculados a instituições como a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Escola Bahiana de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia e Arbor Research Collaborative for Health. Os dados gerais sobre prevalência e pacientes em terapia substitutiva foram citados a partir da Sociedade Brasileira de Nefrologia e do Censo Brasileiro de Diálise 2024.

    Fatores de risco e prevenção conforme o Ministério da Saúde

    O Ministério da Saúde indica que os principais fatores de risco para a DRC incluem histórico de doenças do aparelho circulatório, histórico familiar de DRC e uso de agentes nefrotóxicos que exigem ajuste em caso de função renal alterada. A pasta ressalta que a prevenção está ligada ao estilo e às condições de vida: controle do diabetes, da hipertensão, obesidade, doenças cardiovasculares e cessação do tabagismo são apontados como medidas centrais.

    O estudo e os dados oficiais chamam atenção para a necessidade de ampliar a atenção ao rastreamento em populações de risco e para a revisão de práticas clínicas que negligenciam exames complementares simples, mas essenciais, ao diagnóstico precoce da doença renal crônica.

  • Anitta diz que fé e ancestralidade guiaram criação de álbum Equilibrivm II

    Anitta diz que fé e ancestralidade guiaram criação de álbum Equilibrivm II

    Em entrevista especial ao programa Sem Censura, exibido pela TV Brasil, a cantora Anitta detalhou a trajetória que desembocou no álbum Equilibrivm II. Segundo a artista, o oitavo disco da carreira, com 17 faixas, mistura atabaques, agogôs, sanfonas e batidas de funk e tem como base experiências de fé, ancestralidade e busca por equilíbrio.

    Origens religiosas e referências pessoais

    Anitta afirmou que a ligação com as religiões afro-brasileiras a acompanha desde a infância. Ela disse ser devota do candomblé e registrou ser filha de Logunedé, orixá associado a aspectos como beleza e inteligência. A cantora contou que, ainda menina, frequentava aos domingos a igreja com a mãe, enquanto o pai participava de práticas de umbanda e depois passou a atuar como pai de santo no candomblé.

    Essas referências, conforme a própria artista explicou, não são apenas um recorte estético para o álbum, mas elementos conectados à sua história pessoal e espiritualidade que acabaram por se refletir nas escolhas sonoras do disco.

    Silêncio público, cobrança e o processo de fé

    Anitta relatou que, em 2018, passou por um período em que recebeu muitas cobranças por não se posicionar politicamente nas redes sociais. Ela explicou que, naquele momento, vivia um processo religioso intenso: “fazendo santo” — prática que, nas palavras da cantora, a levou a um período de reclusão no terreiro.

    A artista descreveu que, durante essa fase, chegou a permanecer deitada com o santo de cabeça no terreiro por aproximadamente um mês, o que a levou a optar por falar publicamente sobre sua relação com o candomblé apenas depois.

    Desgaste físico, terapia e o retiro criativo

    Outra dimensão mencionada por Anitta foi o desgaste físico causado pela rotina profissional. Ela disse que enfrentou um período em que tinha folga, em média, apenas uma vez por mês, viajava com frequência e dormia em voos por grande parte da semana, situações que, segundo a cantora, afetaram a capacidade de recuperação do corpo e geraram um quadro de inflamação.

    Há cerca de quatro anos, Anitta afirmou ter procurado a terapeuta Max Tovar. A cantora relatou ter participado de um retiro conduzido por essa aproximação terapêutica, onde escreveu parte das falas e reflexões que passaram a integrar Equilibrivm II.

    Influências culturais e equipe do projeto

    No programa, Anitta também comentou a influência da cantora Carmen Miranda em sua trajetória. Ela disse que, ao ler o primeiro livro sobre Miranda, identificou semelhanças de personalidade e refletiu sobre os limites da exposição pública. A artista mencionou ter visto um trecho de Miranda dançando e tropeçando, episódio que a levou a dizer que precisava “mudar esse final” em sua própria carreira, em referência à preocupação com saúde e exposição.

    O episódio de Sem Censura em que a entrevista foi exibida contou com apresentação de Cissa Guimarães e a participação de Nídia Aranha, diretora artística do projeto e diretora criativa de Equilibrivm II, do babalorixá e antropólogo Rodney William, do jornalista e empresário Hugo Gloss e da debatedora Luana Xavier. A edição especial foi exibida na terça-feira (11), conforme registro do programa e comunicado da TV Brasil.

    Onde assistir

    O programa especial com a entrevista foi veiculado pela TV Brasil; a emissora disponibilizou a edição completa à audiência, conforme menciona a cobertura da Agência Brasil.

    As declarações e informações sobre o álbum e o processo criativo foram relatadas durante a participação de Anitta no Sem Censura e registradas pela Agência Brasil, com base na transmissão da TV Brasil.

  • Setor de serviços fica estável em junho e avança 2% no primeiro semestre de 2026

    Setor de serviços fica estável em junho e avança 2% no primeiro semestre de 2026

    O setor de serviços brasileiro encerrou o primeiro semestre de 2026 com expansão de 2% em relação aos primeiros seis meses de 2025, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 12 de agosto de 2026.

    Desempenho de junho e variações recentes

    Em junho, o setor não registrou variação na comparação com maio, permanecendo estável. Na comparação interanual, junho de 2026 cresceu 2% sobre junho de 2025. No acumulado dos últimos 12 meses, o volume de serviços avançou 2,6%.

    O segundo trimestre de 2026 apresentou crescimento de 0,4% em relação ao primeiro trimestre do ano. Segundo a divulgação do IBGE, ao longo de 2026 apenas dois meses mostraram crescimento na comparação com o mês imediatamente anterior, sem especificar quais.

    Posição em relação ao período pré-pandemia e ao pico histórico

    Com os resultados de junho, o setor de serviços está 19,9% acima do nível registrado antes da pandemia de covid-19 (fevereiro de 2020). Em relação ao maior patamar já observado, alcançado em outubro de 2025, o setor permanece 0,3% abaixo.

    O gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, avaliou que o setor opera muito próximo do ponto mais alto observado, mas de forma acomodada, sem sinais claros de aceleração nem de queda acentuada, conforme informado pelo IBGE.

    Desempenho por atividades e abrangência da pesquisa

    No confronto do primeiro semestre de 2026 com igual período de 2025, três das cinco atividades de maior agregação acompanhadas pelo IBGE apresentaram crescimento. Entre os recortes divulgados, os serviços profissionais, administrativos e complementares registraram alta de 2,4% no semestre. Por outro lado, o grupo que reúne transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio apontou queda de 1,2% na mesma comparação.

    Do total de 166 tipos de serviços pesquisados, 47,6% tiveram desempenho positivo no semestre. O IBGE também observa que, em relação aos semestres anteriores, a taxa de crescimento acumulada no primeiro semestre de 2026 é menos intensa — nos primeiros seis meses de 2025 a expansão acumulada havia sido de 2,7%, segundo a comparação trazida pela pesquisa.

    Atividades turísticas (Iatur)

    A PMS inclui o Índice de Atividades Turísticas (Iatur), formado por 22 dos 166 serviços investigados, como hotéis, agências de viagem, bufê e transporte aéreo de passageiros. O Iatur recuou 3,4% em junho ante maio. No acumulado do ano há redução de 0,9%, enquanto em 12 meses as atividades turísticas apresentam alta de 1%.

    Em relação ao nível pré-pandemia, as atividades turísticas estão 6,6% acima; em comparação com o maior nível já registrado, alcançado em dezembro de 2024, permanecem 6,2% abaixo.

    Informações regionais e cobertura

    A Pesquisa Mensal de Serviços divulgou informações de 17 unidades da federação, abrangendo regiões do Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste. As unidades listadas pelo IBGE foram: Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Distrito Federal, Amazonas, Pará, Mato Grosso, Alagoas e Rio Grande do Norte.

    Vale destacar que, embora os bancos sejam classificados como atividade de serviços, as instituições financeiras não integram a PMS do IBGE.

    Os dados publicados pelo IBGE e divulgados pela Agência Brasil permitem acompanhar tanto a evolução recente quanto os recuos e avanços setoriais, fornecendo subsídios para análise da dinâmica do mercado de trabalho e da atividade econômica relacionada a transporte, turismo, alimentação, beleza, internet e tecnologia da informação, entre outros segmentos que compõem o setor de serviços.

  • Inmet coloca centro do Rio Grande do Sul e centro-sul de Santa Catarina em alerta laranja por chuva e ventos

    Inmet coloca centro do Rio Grande do Sul e centro-sul de Santa Catarina em alerta laranja por chuva e ventos

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas meteorológicos válidos para diferentes regiões do país nesta quarta-feira (12). A área de maior preocupação abrange a faixa que vai do centro do Rio Grande do Sul até o centro-sul de Santa Catarina, onde o instituto classificou o risco como alerta laranja de perigo, por possibilidade de grandes volumes de chuva e ventos intensos de até 100 km/h, segundo noticiou a Agência Brasil.

    Sul do país: áreas em alerta e previsão de vento forte

    No Rio Grande do Sul, além da área central em alerta laranja, o litoral sul e o sudoeste do estado também têm previsão de chuva, porém com menor intensidade. Em Santa Catarina, a porção centro-sul integra a área de alerta laranja; o oeste catarinense aparece sob alerta amarelo de perigo potencial.

    O Inmet destaca o risco de rajadas fortes na área sob alerta laranja, que podem provocar efeitos localizados. As autoridades estaduais e municipais costumam acompanhar essas emissões para avaliar necessidade de medidas de proteção à população e infraestrutura.

    Temperaturas previstas no Sul e demais regiões

    Além das condições de chuva e vento, a região Sul segue com temperaturas amenas. A previsão aponta que, nesta quarta-feira (12), a máxima em Florianópolis não deve passar de 19°C, enquanto Porto Alegre pode registrar mínima de 12°C.

    Em outras partes do país, o padrão térmico muda bastante: o Norte e o Nordeste seguem com calor significativo, o Sudeste apresenta elevação de nuvens na faixa litorânea e o Centro-Oeste tem temperaturas elevadas, conforme descrito a seguir.

    Demais regiões: Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste

    Na Região Norte, o Inmet prevê muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas entre o oeste e o norte do Amazonas e o noroeste de Roraima. O instituto também aponta possibilidade de chuva forte nas demais áreas de Roraima e no oeste do Acre. Em parte do Acre, no extremo norte de Rondônia, no leste do Amapá e no nordeste do Pará, especialmente na faixa litorânea, o tempo deve permanecer mais firme.

    No Nordeste, são esperadas pancadas de chuva no litoral leste da Bahia e de Sergipe, além de chuva isolada ao longo da faixa litorânea. No interior da região, predomina poucas nuvens, calor intenso e baixa umidade do ar. As máximas previstas incluem 36°C em Teresina, com mínimas de 22°C em Maceió e Recife; em Fortaleza, a mínima noturna não deve ficar abaixo de 26°C.

    O Sudeste terá muitas nuvens na faixa leste, com chance de chuva isolada no litoral norte de São Paulo, litoral do Rio de Janeiro e litoral do Espírito Santo; em Minas Gerais, as nuvens ficam concentradas também na faixa leste. As temperaturas sobem no interior da região, com máxima prevista de 29°C em Belo Horizonte e mínima de 14°C em São Paulo.

    No Centro-Oeste, persiste alerta laranja de perigo por baixa umidade relativa do ar até as 18h desta quarta. A área de maior preocupação inclui Goiás, Distrito Federal, leste de Mato Grosso, centro-sul do Tocantins, sul do Maranhão, parte do Piauí e oeste da Bahia, estendendo-se pelo oeste de Minas Gerais até o extremo norte de Mato Grosso do Sul. As temperaturas seguem elevadas na região: mínimas de 16°C em Brasília e Goiânia, e máxima de até 35°C em Cuiabá.

    Fontes e recomendações

    As informações desta matéria foram divulgadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e reproduzidas pela Agência Brasil. Em caso de dúvidas sobre implicações locais dos alertas, recomenda-se acompanhar os comunicados oficiais do Inmet e das defesas civis estaduais e municipais.

  • ANP atualiza regras para comercialização e injeção de biometano nas redes de gás

    ANP atualiza regras para comercialização e injeção de biometano nas redes de gás

    A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) atualizou o conjunto de regras que disciplinam a comercialização, o transporte e a utilização do biometano no Brasil por meio da Resolução n.° 1.006/2026. A norma estabelece novos padrões de qualidade e amplia exigências de monitoramento e segurança para as unidades produtoras.

    O que a resolução define sobre o biometano

    A resolução consolida especificações técnicas para o combustível renovável obtido pela purificação do biogás produzido em diferentes origens, incluindo aterros sanitários, estações de tratamento de esgoto e instalações que tratam resíduos orgânicos. Também engloba outras formas de produção a partir de matérias‑primas renováveis. A medida reforça a definição do produto e padroniza critérios para sua comercialização nos segmentos veicular, residencial, comercial e industrial (Fonte: Agência Brasil).

    Mistura com gás natural e injeção em redes

    Uma das novidades centrais da Resolução n.° 1.006/2026 é a permissão para a mistura do biometano com o gás natural convencional. A norma autoriza a injeção do biometano nas redes de transporte e distribuição, desde que o produto final resultante cumpra as especificações de qualidade exigidas para o gás natural. Essa condição estabelece uma salvaguarda técnica para que a composição do gás injetado não comprometa a compatibilidade com as infraestruturas e os usos finais autorizados (Fonte: Agência Brasil).

    Exigências de controle de qualidade e certificação

    A ANP ampliou o conjunto de exigências relacionadas ao controle da qualidade do biometano. Produtores passam a ser obrigados a realizar análises periódicas das características físico‑químicas do combustível e a emitir certificados que comprovem a conformidade do produto comercializado. O monitoramento deve abranger parâmetros como teor de metano, dióxido de carbono, oxigênio, enxofre, sulfeto de hidrogênio e umidade, entre outros indicados pela agência.

    O objetivo declarado dessas medidas é garantir que o biometano atenda aos padrões exigidos para sua utilização em diferentes aplicações e, quando misturado ao gás natural, mantenha a qualidade necessária para circulação nas redes de transporte e distribuição (Fonte: Agência Brasil).

    Regras adicionais para biometano de aterros e estações de tratamento

    Para o biometano produzido a partir de aterros sanitários e de estações de tratamento de esgoto, a resolução introduz requisitos suplementares de segurança e de controle de contaminantes. As normas preveem a verificação de metais pesados, de compostos orgânicos e de micro‑organismos. Nesses casos, os produtores devem elaborar análises de risco baseadas em metodologia internacional, conforme determina a ANP.

    Além disso, a norma exige a instalação de filtros específicos destinados à retenção de micro‑organismos nas unidades que obtêm biometano por purificação de biogás. Essa medida foi incluída para reforçar a segurança do combustível nos momentos anteriores à sua injeção em redes de distribuição ou à sua utilização por consumidores finais (Fonte: Agência Brasil).

    Atualização do marco regulatório

    A ANP informa que a Resolução n.° 1.006/2026 atualiza o marco regulatório do setor e substitui normas publicadas em 2022. A mudança altera dispositivos de regulamentações anteriores relativos às especificações do gás natural e às autorizações de operação de unidades produtoras de biometano.

    Com a publicação da nova resolução, os produtores e agentes do setor deverão adequar seus procedimentos de monitoramento, controle e certificação às regras vigentes, incluindo a adoção de análises de risco para determinados tipos de matéria‑prima e a instalação dos filtros exigidos quando aplicável (Fonte: Agência Brasil).

    A ANP não detalhou no comunicado consultado prazos específicos de transição ou de implementação das novas obrigações, apenas declarou o caráter substitutivo da norma em relação às regras de 2022 (Fonte: Agência Brasil).

  • Agressões domésticas contra mulheres crescem 28,9% em dias de jogos, diz estudo do FBSP

    Agressões domésticas contra mulheres crescem 28,9% em dias de jogos, diz estudo do FBSP

    Os registros de agressões domésticas contra mulheres aumentam de forma consistente em dias de jogos de futebol, segundo a 2ª edição do estudo “Futebol e violência contra a mulher”, elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e divulgado em 11 de agosto de 2026. A pesquisa relacionou ocorrências policiais com resultados de partidas e aponta elevações relevantes em diferentes tipos de violência.

    Dados principais do levantamento

    De acordo com o FBSP, os registros de lesão corporal dolosa decorrentes de violência doméstica contra mulheres cresceram 28,9% em dias em que houve partidas analisadas. As ameaças contra mulheres subiram 27,4% nesses dias.

    O estudo analisou a relação entre registros de ocorrência e os resultados de jogos das competições da Série A do Campeonato Brasileiro, da Copa Libertadores da América e da Copa Sul-Americana nas cinco capitais pesquisadas: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre. O recorte temporal da análise abrange o período de 2023 a 2025.

    Quem foi mais impactado

    O levantamento identifica que mulheres jovens, na faixa etária entre 15 e 29 anos, foram as mais afetadas pela piora nos indicadores em dias de jogo: a taxa de ameaças e a de lesões corporais dolosas aumentaram 44,4% nessa faixa etária quando comparadas a dias sem partidas.

    Comparação com a edição anterior

    O FBSP destaca que a nova edição segue a mesma metodologia do estudo anterior, divulgado em 2022, que cobriu o período de 2015 a 2018. Naquele levantamento, as ameaças aumentavam 23,7% em dias de partida e as lesões corporais dolosas cresciam 20,8%. Na comparação entre os dois estudos, os indicadores do novo levantamento saltaram para 27,4% (ameaças) e 28,9% (lesões), representando um acréscimo de 3,7 pontos percentuais nas ameaças e de 8,1 pontos percentuais nas lesões físicas.

    Recomendações do FBSP e papel dos clubes

    Para o FBSP, o resultado do levantamento indica que os dias de jogo funcionam como um marcador temporal de risco para a violência doméstica contra mulheres e, por isso, devem orientar ações de prevenção e resposta. Juliana Brandão, coordenadora de Gênero e Raça do FBSP, afirmou que esse conhecimento precisa guiar o planejamento das forças de segurança, com reforço a unidades especializadas, como as Delegacias da Mulher, e às patrulhas responsáveis pela fiscalização das Medidas Protetivas de Urgência.

    O relatório também chama atenção para o papel das equipes de futebol e de suas instituições: segundo Brandão, os clubes têm capacidade de influenciar comportamentos e valores e podem atuar como aliados no enfrentamento da violência, mobilizando atletas, torcidas e suas marcas para desvincular a paixão pelo futebol da violência contra a mulher.

    Implicações e próximos passos apontados pelo estudo

    O FBSP propõe que o diagnóstico não se limite à constatação do fenômeno, mas sirva de base para ações concretas de prevenção e proteção em dias de jogo. Entre as medidas apontadas estão o reforço de atendimento especializado e de fiscalização das medidas protetivas já previstas na legislação, além do engajamento institucional dos clubes e da sociedade para reduzir incidentes relacionados à violência doméstica em ocasiões esportivas.

    O estudo foi apresentado em evento na sede do Grupo Mulheres do Brasil, em São Paulo, e os dados e recomendações foram tornados públicos pela Agência Brasil, que reportou os resultados do FBSP.

  • Pesquisadora alerta que ondas de calor são negligenciadas e podem aumentar com o El Niño

    Pesquisadora alerta que ondas de calor são negligenciadas e podem aumentar com o El Niño

    Aquecimento extremo e ondas de calor seguem sem a atenção necessária no Brasil, segundo pesquisadores. Em painel realizado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, especialistas alertaram que o fenômeno El Niño pode tornar 2026 um ano de temperaturas excepcionalmente altas e que o país precisa acelerar medidas de adaptação.

    Mortes atribuídas às ondas de calor e visão de negligência

    Renata Libonati, professora do Departamento de Meteorologia da UFRJ e integrante do Comitê de Especialistas em Monitoramento Climático da Organização Meteorológica Mundial (OMM), apresentou estimativas baseadas em dados do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo ela, foram identificadas 50 mil mortes ligadas a ondas de calor no período de 2000 a 2020 em 14 regiões metropolitanas do país.

    Libonati comparou esse total com o número de óbitos por deslizamentos de terra no mesmo período, afirmando que as mortes por calor seriam cerca de 20 vezes maiores. Para a pesquisadora, esse contraste evidencia que as ondas de calor não recebem a devida prioridade em políticas públicas e preparação para desastres.

    El Niño aumenta frequência e acoplamento de eventos extremos

    Os especialistas no painel explicaram que o El Niño altera a circulação dos ventos e o clima global, o que pode elevar a frequência e intensidade de ondas de calor no Brasil. Renata Libonati ressaltou ainda que o fenômeno tende a favorecer o acoplamento entre ondas de calor, secas e incêndios, ampliando as condições favoráveis à propagação do fogo.

    Dados apresentados indicam que, nos últimos 40 anos, as condições de perigo elevado de fogo aumentaram cerca de 18% durante anos de El Niño nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, segundo Libonati. Esse vínculo entre seca, calor e fogo é apresentado como consequência de um contexto de mudança climática já em curso.

    Impactos regionais diferenciados e efeitos além do clima

    José Marengo, pesquisador do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), destacou que os efeitos do El Niño variam conforme a região. No Sul, a tendência é de aumento das chuvas e maior risco de enchentes; no Norte e Nordeste, redução das precipitações e maior risco de seca; no Centro-Oeste, atraso da estação chuvosa e mais ondas de calor; e no Sudeste, temperaturas elevadas com irregularidade das chuvas.

    Marengo enfatizou que “o El Niño não cria problemas; ele agrava a situação de problemas que já existem” e alertou que os impactos extrapolam a esfera meteorológica, podendo atingir produção de alimentos, transporte, fornecimento de energia e a economia em geral.

    Adaptação, desigualdade e responsabilidade pública

    Paulo Artaxo, pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) e colaborador em relatórios do IPCC, afirmou que o Brasil precisa acelerar processos de adaptação a um clima com temperaturas médias já mais altas. Artaxo citou que o aquecimento médio do país está próximo de 2°C e defendeu que lições de desastres anteriores deveriam orientar governos para reduzir danos futuros.

    Os pesquisadores destacaram também a dimensão social do risco: eventos extremos atingem de forma desigual as populações mais vulneráveis. A vulnerabilidade é associada ao acesso desigual a serviços de saúde, condições de moradia, exposição ao ar livre e capacidade de usar mecanismos de refrigeração, como ar-condicionado. Como exemplo, foi citado o contraste entre pessoas que conseguem se resfriar com ar-condicionado e moradores de comunidades que vivem em casas com telhados de zinco, mais expostas ao calor noturno.

    Ao final do painel, os especialistas reafirmaram a necessidade de estratégias de adaptação que considerem desigualdades sociais e a importância de integrar alertas climáticos em políticas de saúde pública e de gestão de riscos. As informações e declarações mencionadas foram divulgadas pela Agência Brasil durante o evento de 11 de agosto de 2026.

  • Senado aprova programa para incentivar produção nacional de fertilizantes

    Senado aprova programa para incentivar produção nacional de fertilizantes

    O plenário do Senado aprovou, em votação simbólica na tarde de terça-feira (11), o Projeto de Lei 699/2023, que institui o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert). A proposta, que já havia tramitado na Câmara dos Deputados, cria incentivos fiscais e um fundo destinado a apoiar a produção nacional desses insumos essenciais para a agricultura brasileira. Após a aprovação pelos senadores, o texto seguirá para sanção presidencial.

    O que prevê o Profert

    O substitutivo aprovado traz medidas para estimular a fabricação de fertilizantes em solo brasileiro. Entre os dispositivos estão isenções de tributos relacionadas à importação de máquinas necessárias para montar plantas industriais e benefícios para o estabelecimento de unidades de produção no país. Também está prevista a constituição de um fundo que terá a função de apoiar financeiramente projetos destinados à produção nacional desses insumos.

    Origem do texto e apoio parlamentar

    O texto votado no Senado é um substitutivo oriundo da Câmara dos Deputados, com adaptações de redação indicadas pela relatora no Senado, senadora Tereza Cristina (PP-MS). Em Plenário, a relatora defendeu o projeto como um instrumento para reduzir a dependência brasileira de fertilizantes importados e afirmou que a iniciativa busca recuperar a soberania do país nessa área estratégica para o setor agrícola.

    Contexto: dependência de importações e principais insumos

    O debate sobre o programa ocorre em um contexto de forte dependência externa: o Brasil importa mais de 80% dos fertilizantes usados pelo agronegócio, segundo dados citados no processo legislativo. Em 2025, a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA) registrou a importação de 43,3 milhões de toneladas de fertilizantes intermediários. Entre os produtos mais importados estão o cloreto de potássio, a ureia e o fosfato monoamônico (MAP).

    Essa elevada necessidade de compras no mercado internacional torna o setor sensível a variações de preços, oscilações cambiais e a fatores geopolíticos, já que nos últimos anos parte importante desses insumos veio de países como Rússia e China.

    Trâmite e calendário legislativo

    Com a aprovação no Senado, o projeto será encaminhado à Presidência da República para sanção. A votação no Senado foi realizada após o retorno do recesso legislativo e integra a semana de esforço concentrado prevista na Casa. Segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), o calendário prevê duas semanas de trabalho intenso antes das eleições: entre 10 e 14 de agosto e entre 31 de agosto e 3 de setembro. Esse mesmo cronograma também será seguido pela Câmara dos Deputados.

    No mesmo período de esforço concentrado, há expectativa de votação de medidas provisórias que abrem crédito extraordinário e precisam do aval do Congresso para não perderem validade nas próximas semanas. A aprovação do Profert ocorre no meio desse esforço legislativo.

    O que são fertilizantes e por que importá-los menos é objetivo

    Fertilizantes são insumos que fornecem nutrientes essenciais às plantas e são fundamentais para o desenvolvimento de folhas, raízes, frutos e sementes. Os principais tipos são os fertilizantes nitrogenados, fosfatados e potássicos, conhecidos pela sigla NPK, que correspondem ao nitrogênio, fósforo e potássio, respectivamente. A produção agrícola brasileira, especialmente em culturas como soja, milho e cana-de-açúcar, depende intensamente desses produtos.

    As medidas previstas no Profert visam, conforme os defensores do projeto, reduzir a exposição do setor a fatores externos que afetam oferta e preço, fortalecendo a indústria doméstica do setor. A fonte das informações sobre a votação e os dados sobre importações é a Agência Brasil e a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), citadas no processo de tramitação.

    Fonte

    Informações: Agência Brasil; dados de importação: ANDA.

  • Discord entrega à AGU proposta para reforçar proteção de crianças e adolescentes

    Discord entrega à AGU proposta para reforçar proteção de crianças e adolescentes

    A empresa Discord encaminhou à Advocacia-Geral da União (AGU) uma proposta que prevê adoção de medidas para reforçar a segurança dos usuários na sua plataforma, com foco especial em crianças e adolescentes, informou a AGU em nota nesta terça-feira (11).

    Proposta entregue e tramitação

    Segundo o comunicado do órgão, representantes da companhia apresentaram o documento na segunda-feira (10), quatro dias após uma reunião com servidores da AGU, do Ministério da Justiça e Segurança Pública e da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) para tratar de falhas na verificação de idade e na proteção de menores.

    A AGU não divulgou os termos da proposta. O órgão declarou que fará a análise das medidas, procedimentos e mecanismos apresentados em parceria com os demais órgãos federais. Se for considerada adequada, a análise poderá evoluir para a construção de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), com compromissos, obrigações, mecanismos de acompanhamento e prazos para adequação da plataforma às exigências legais brasileiras.

    Motivação: investigação e ECA Digital

    A reunião com a plataforma foi agendada depois da repercussão do caso de uma adolescente de 13 anos que foi induzida a tirar a própria vida durante uma transmissão ao vivo por canais do Discord, ocorrida em 22 de julho. Esse episódio vem sendo investigado na Operação Lívia, conforme informou a AGU.

    No encontro da semana passada, representantes do Discord manifestaram disposição para cumprir as exigências legais e corrigir eventuais falhas identificadas. A AGU ressalta que a identificação de falhas nos mecanismos de verificação de idade e de proteção, previstos na Lei 15.211/2025 — o chamado ECA Digital — suscitou preocupação quanto à efetividade das medidas adotadas pela plataforma para prevenir o acesso e a exposição de crianças e adolescentes a situações de risco.

    Posicionamento do Discord e consequências possíveis

    Em nota incluída na atualização da matéria, o Discord afirmou que não tolera grupos ou indivíduos que promovam ou incentivem a violência e que está cooperando com as autoridades policiais na investigação do caso citado. A empresa disse manter diálogo contínuo com autoridades brasileiras, incluindo o Ministério da Justiça, e que tem atuado de forma proativa ao reportar indivíduos às autoridades policiais, “contribuindo para operações que resultaram em prisões”.

    O comunicado da plataforma também destacou que conta com equipes especializadas dedicadas a detectar ameaças graves, identificar possíveis vítimas, remover conteúdos que violem suas políticas internas e tomar medidas contra responsáveis por condutas violentas. Essas equipes, afirmou o Discord, atuam para mitigar comportamentos de alto risco, monitorar novos grupos, restringir reincidência e, quando adequado, fornecer informações às autoridades policiais e a organizações do setor.

    Apesar da busca por uma solução consensual, a AGU deixou claro que essa alternativa não impede que a União adote medidas administrativas e judiciais cabíveis para garantir o cumprimento da legislação e a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.

    O que se espera agora

    • A análise conjunta da proposta pelo conjunto de órgãos federais envolvidos (AGU, Ministério da Justiça e ANPD).
    • Eventual negociação e assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta, se as medidas forem consideradas suficientes.
    • A possibilidade de adoção de medidas administrativas ou judiciais caso persistam falhas na conformidade com a legislação.

    As informações sobre a proposta e os próximos passos foram prestadas pela AGU e pelo Discord, conforme nota e posicionamento divulgados pelas partes. A matéria foi atualizada para acrescentar o posicionamento do Discord, conforme registrado pela Agência Brasil.

  • Calderano vence anfitrião e avança no Smash Europe em Malmö

    Calderano vence anfitrião e avança no Smash Europe em Malmö

    Hugo Calderano iniciou sua participação na chave principal do Smash Europe, em Malmö, com uma vitória rápida e convincente sobre o mesatenista sueco William Bergenblock. O confronto terminou em 3 sets a 0, com parciais de 11/1, 11/7 e 11/6, concluído em 19 minutos, segundo informações da Agência Brasil.

    Vitória rápida e classificação

    O carioca, que figura entre os principais tenistas de mesa do circuito, fez valer o papel de favorito diante do representante local. A vitória garantiu a continuidade do brasileiro no torneio, que integra o circuito internacional e oferece pontos importantes para o ranking mundial (2.000 pontos na pontuação do evento, conforme a organização).

    Próximo adversário e programação

    Calderano tem previsão de voltar às mesas na quinta-feira (13), em horário ainda indefinido, para enfrentar o japonês Maharu Yoshimura, que aparece no ranking mundial em posição superior ao suíço mencionado na cobertura original (51º, conforme a fonte). A transmissão ao vivo do evento está sendo feita pelo canal da Federação Internacional de Tênis de Mesa (World Table Tennis) no YouTube, conforme divulgado pela organização.

    Desempenho brasileiro nas duplas

    No torneio de duplas mistas, a parceria entre Hugo Calderano e Bruna Takahashi — apelidada pela torcida de “Calderashi” — tem estreia marcada para quarta-feira (12), às 13h (horário de Brasília). A dupla, vice-líder do ranking, enfrenta os chilenos Gustavo Gomez e Daniela Ortega, que ocupam a 34ª colocação no ranking de duplas, de acordo com a informação disponível.

    Ainda pela categoria de duplas, Guilherme Teodoro e Leonardo Iizuka avançaram à segunda rodada ao vencerem os taiwaneses Kuo Guan-Hong e Feng Yi-Hsin por 3 sets a 1, com parciais de 13/11, 7/11, 11/9 e 11/8. O próximo compromisso dos brasileiros será diante dos vice-líderes do ranking, Wong Chun Ting e Chan Baldwin (Taiwan), em confronto programado para as 9h20 de quarta-feira (12).

    Por outro lado, a dupla formada por Guilherme Teodoro e a chilena Paulina Vega foi eliminada na estreia das duplas mistas, ao perder para os norte-americanos Jishan Liang e Sally Moyland por 3 sets a 0 (11/9, 11/7 e 11/0).

    Resultados recentes das brasileiras

    Na véspera dos jogos citados, a brasileira Bruna Takahashi foi eliminada na primeira rodada da chave de simples feminina. Ela perdeu na estreia para a alemã Sabine Winter, terceira do mundo, por 3 sets a 2, com as seguintes parciais: 11/6, 9/11, 10/12, 11/7 e 5/11, conforme registro da cobertura.

    Os resultados ressaltam a presença de diversos jogadores brasileiros nas chaves de simples e duplas do Smash Europe, com desempenhos que variam entre avanço de fases e eliminações precoces. A participação nacional inclui confrontos individuais e em dupla, com transmissão disponível pela World Table Tennis no YouTube para quem quiser acompanhar ao vivo.

    As informações desta matéria foram obtidas por meio de reportagem da Agência Brasil sobre a participação dos atletas brasileiros no Smash Europe em Malmö.