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  • Unicef exige compromisso do próximo governador do Rio para reduzir violências contra crianças e adolescentes

    Unicef exige compromisso do próximo governador do Rio para reduzir violências contra crianças e adolescentes

    O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) cobrou, em 11 de agosto de 2026, que o próximo governador do estado do Rio de Janeiro incorpore a proteção de crianças e adolescentes como prioridade nas políticas públicas estaduais. Em evento na cidade do Rio, a organização divulgou uma agenda de recomendações estruturada em três eixos e pediu compromisso público das candidaturas.

    Dados que motivaram o apelo

    Segundo o Unicef e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, entre 2021 e 2023 foram registrados 1.261 homicídios de crianças e adolescentes no estado do Rio de Janeiro, além de mais de 12 mil casos de estupro nessa faixa etária. Para a organização, esses números apontam para uma violência persistente, tanto no âmbito familiar quanto em espaços comunitários, que interrompe vidas e compromete o futuro dos jovens.

    A agenda do Unicef: três eixos de ação

    A agenda divulgada pelo Unicef foi construída com a participação de especialistas, representantes da sociedade civil, adolescentes e jovens, e divide propostas em três eixos principais. O primeiro busca reduzir a violência letal entre crianças e adolescentes, com políticas de segurança pública que priorizem a proteção de vidas, metas claras, monitoramento e transparência.

    • Reduzir homicídios e esclarecer cada ocorrência envolvendo crianças e adolescentes, com investigação ampliada;
    • Criar uma política estadual de redução dos homicídios de adolescentes e jovens, com metas, monitoramento e participação social;
    • Implementar integralmente a Lei Estadual Ágatha Félix (9.180/2021) — conforme sugestão constante na agenda; e ampliar investigação dos homicídios de menores.

    Garantia de direitos e permanência na escola

    O segundo eixo concentra-se na educação e na inclusão produtiva. O Unicef recomenda medidas para assegurar que crianças e adolescentes tenham acesso, permaneçam e concluam a educação básica. Entre as propostas estão a busca ativa de estudantes ausentes e estratégias para prevenção de violências dentro do ambiente escolar, além de ampliar oportunidades de formação profissional e inclusão produtiva para adolescentes e jovens.

    Fortalecimento da rede de proteção e serviços especializados

    O terceiro eixo trata da ampliação e qualificação da rede de proteção às vítimas. O Unicef propõe instaurar uma governança intersetorial permanente que reúna segurança pública, educação, saúde e assistência social, além de garantir mobilidade segura para crianças e adolescentes em territórios afetados pela violência.

    • Implementação plena da Lei Federal da Escuta Protegida (13.431/2017) no estado, para evitar revitimização de crianças e adolescentes;
    • Criar, na capital, o primeiro Centro de Atendimento Integrado para crianças e adolescentes vítimas de violência e expandir o modelo para o interior do estado;
    • Ampliar o acesso a serviços especializados de proteção e atendimento e fortalecer a rede de atenção à saúde mental de crianças, adolescentes e jovens.

    Ao apresentar a agenda, a chefe do escritório do Unicef para o Rio de Janeiro, Flávia Antunes, ressaltou a necessidade de um plano que preserve vidas e faça da segurança pública uma política protetiva, com metas e governança. Ela afirmou que proteger crianças e adolescentes traz ganhos também para educação, saúde, segurança pública, economia e democracia, segundo o relato do evento.

    Pedido às candidaturas e oferta de apoio

    O Unicef lançou o chamado público às candidaturas para provocar um compromisso efetivo: “não perder mais nenhuma criança ou adolescente para a violência”, conforme declaração divulgada pela organização. Além da cobrança, o escritório do Unicef no Rio de Janeiro se ofereceu para apoiar tecnicamente o próximo governo na implementação das medidas recomendadas.

    Os dados e as propostas foram tornados públicos em evento realizado no Rio de Janeiro e divulgados pelo escritório local do Unicef, com base em levantamentos compartilhados com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. A iniciativa reforça a demanda por políticas intersetoriais e medidas concretas que possam ser acompanhadas por metas e sistemas de monitoramento.

    Fonte: Agência Brasil, com informações do Unicef.

  • MAR recebe inscrições até quarta para curso de formação de mediadores culturais

    MAR recebe inscrições até quarta para curso de formação de mediadores culturais

    O Museu de Arte do Rio (MAR), por meio de sua Escola do Olhar, mantém abertas até a próxima quarta-feira (12) as inscrições para o Curso de Formação de Mediadores Culturais 2026, cujo tema é ‘Redes entre Museus e Educação’. A informação foi divulgada pela Agência Brasil.

    Formato, vagas e calendário

    O curso será oferecido na modalidade presencial para 80 participantes, com aulas teóricas e práticas programadas para os dias 21, 22, 28 e 29 deste mês, em sessões que ocorrerão das 10h às 18h. Conforme a reportagem, já há cerca de 400 inscrições registradas até o momento.

    Critérios de seleção e diversidade

    A coordenadora de Educação dos equipamentos culturais da Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI), Patrícia Marys, afirmou que a seleção buscará garantir diversidade entre os participantes. Segundo Patrícia, serão escolhidas pessoas interessadas no tema mesmo sem formação específica, além de candidaturas provenientes de territórios periféricos da cidade do Rio de Janeiro e áreas vizinhas ao MAR.

    “Porque a nossa ideia, dentro da metodologia da Escola do Olhar, é que ela funciona como um lugar de encontro. A gente entende que esses 80 participantes, quando se encontram, funcionam na própria relação de network, de trazerem as demandas e relações que eles podem depois, futuramente, criar”, explicou Patrícia à Agência Brasil.

    Programação e parcerias entre museus

    Ao longo do curso serão realizadas quatro mesas de debate com a participação de pesquisadores, gestores culturais e especialistas em educação museal. A iniciativa contará, ainda, com educadores vindos de outros equipamentos geridos pela OEI, como o Cais das Artes (Vitória-ES) e instituições culturais de Salvador — entre elas, a Casa das Histórias de Salvador, a Galeria Mercado Modelo e o Arquivo Público de Salvador.

    “A gente vai ter uma relação de pensar territórios diferentes, tanto que vai ter essa triangulação de Rio de Janeiro, Salvador e Espírito Santo”, declarou Patrícia Marys, destacando a articulação entre os equipamentos.

    Objetivo pedagógico

    O curso pretende promover intercâmbio entre profissionais e públicos interessados em mediação cultural, reunindo perspectivas distintas para fomentar redes entre museus e educação. A participação de educadores de outras unidades administradas pela OEI visa ampliar a formação tanto do público externo quanto das próprias equipes envolvidas.

    Certificação e possibilidades de inserção profissional

    Ao final dos módulos, todos os participantes receberão certificados emitidos por três instituições: o Museu de Arte do Rio, a Co-liga Digital com a Fundação Roberto Marinho e a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Patrícia Marys ressaltou que os formandos estarão preparados para aplicar o que aprenderam.

    “Já saem prontos para por em prática o que aprenderam”, afirmou Patrícia, e acrescentou que há possibilidade de que mediadores formados pelo curso venham a integrar a equipe do MAR caso surjam vagas, já que a instituição costuma observar candidatos que participaram de suas atividades formativas.

    Gestão e histórico da Escola do Olhar

    A Escola do Olhar existe desde a abertura do Museu de Arte do Rio, há 13 anos, e o curso de formação de mediadores culturais funciona desde antes da inauguração do MAR, segundo a reportagem. A Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI) é responsável pela gestão do MAR desde 2021, papel que inclui a realização deste tipo de ação formativa.

    O resultado da seleção para as 80 vagas será divulgado na próxima sexta-feira (14). Para mais informações sobre inscrições e critérios, consulte a divulgação oficial do MAR e da Escola do Olhar, conforme reportagem da Agência Brasil.

  • Rayssa Leal vence etapa carioca da Liga Internacional de Skate Street no Maracanãzinho

    Rayssa Leal vence etapa carioca da Liga Internacional de Skate Street no Maracanãzinho

    O Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, recebeu pela primeira vez uma etapa da Street League Skateboarding (SLS) e foi palco da vitória de Rayssa Leal na competição feminina. A skatista maranhense, bicampeã olímpica, somou 20,9 pontos e ficou com o título da etapa carioca, realizada em um público numeroso.

    Vitória apertada e desempenho sob dor

    Rayssa venceu por margem mínima: 0,02 ponto à frente da japonesa Momiji Nishiya, ouro em Tóquio 2020, que terminou com 20,7. A espanhola Daniela Terol ficou em terceiro com 17,7 pontos, e a paulista Gabriela Mazetto foi quarta com 14,8. A brasileira competiu mesmo após sentir dores devido a uma queda no dia anterior ao evento.

    Em entrevista à emissora SporTV após a prova, Rayssa afirmou que não vinha andando bem no dia anterior, mas que na final entregou tudo o que pôde. Ela dedicou o título à família, em especial ao pai, registrando uma homenagem por ocasião do Dia dos Pais.

    Consequências na temporada e caminho ao Super Crown

    Esta foi a segunda vitória de Rayssa na temporada da SLS; a primeira havia sido em fevereiro, na etapa de abertura em Sidney, na Austrália. Com os pontos acumulados ao longo do ano, a atleta surge como forte candidata a disputar o Super Crown da SLS em 2026, prova que reúne os skatistas com maior pontuação do circuito.

    Rayssa já figura no histórico da competição: é tetracampeã consecutiva do Super Crown, tendo vencido as edições de 2022, 2023, 2024 e 2025, conforme registros sobre a atleta.

    O calendário da liga prevê as próximas etapas para 29 de agosto em Tempe (Estados Unidos), 3 de outubro em Paris (França) e 14 de novembro em Tóquio (Japão), com o Super Crown marcado para dezembro em São Paulo, segundo a programação divulgada pela organização.

    Final masculina: canadense leva ouro, brasileiros têm bom desempenho

    Entre os homens, o canadense Cordano Russel conquistou o título da etapa carioca com total de 27,9 pontos. O paulista Giovanni Vianna chegou a liderar em uma rodada anterior ao somar notas altas em duas manobras, mas terminou como vice-campeão com 26,9. Wallace Gabriel completou o pódio com 24,5.

    Ao todo, cinco brasileiros integraram a final masculina, que reuniu dez atletas ao todo. Nascido em Osasco (SP), Abner Pietro ficou na quinta posição com 22,6. O cearense Lucas Rabelo, campeão mundial de skate street em 2021, terminou em sétimo lugar com 15,9 pontos. O paulista Ivan Monteiro fechou a classificação na décima posição com 7,0.

    Durante a disputa, Giovanni Vianna recebeu duas notas próximas da perfeição (9,1 e 9,2) em manobras que o colocaram temporariamente na liderança, mas na rodada final Cordano Russel marcou 9,3 e superou o brasileiro.

    Organização e relevância do evento

    A etapa do Rio foi denominada Rio Takeover e faz parte da programação anual da SLS. A realização no Maracanãzinho representou a estreia do ginásio nas etapas da liga, ampliando a presença da SLS em solo brasileiro neste ano.

    Segundo a fonte, a competição reúne atletas que pontuam ao longo da temporada para classificarem-se ao Super Crown, prova final que reúne os melhores colocados no ranking anual.

    Próximos passos

    A próxima etapa está programada para o dia 29 de agosto, em Tempe (Estados Unidos), conforme o calendário divulgado pela liga. As fases seguintes incluem provas em Paris e Tóquio antes do Super Crown em São Paulo, em dezembro, completando o circuito anual.

    Fonte das informações: Agência Brasil.

  • Rio de Janeiro tem alerta para ventos de até 75,9 km/h neste domingo, diz Defesa Civil

    Rio de Janeiro tem alerta para ventos de até 75,9 km/h neste domingo, diz Defesa Civil

    A Defesa Civil emitiu, neste domingo (9), um alerta para a população da cidade do Rio de Janeiro devido à possibilidade de rajadas de vento pontuais de até 75,9 quilômetros por hora (km/h). A mudança no tempo é atribuída à aproximação e à passagem de uma nova frente fria.

    Previsão do tempo para o dia

    Segundo a previsão citada pela Agência Brasil, o dia deve começar com céu parcialmente nublado e passar a nublado ao longo do período. Há expectativa de chuvas fracas e isoladas durante a tarde e a noite.

    A temperatura máxima prevista para o domingo é de 35 graus Celsius (°C), com queda esperada a partir de segunda-feira (10) em decorrência da massa de ar associada à frente fria.

    Orientações da Defesa Civil

    Durante episódios de ventania, a Defesa Civil recomenda medidas para reduzir riscos de acidentes e danos à população. Entre as principais orientações estão:

    • Não se abrigar sob árvores ou coberturas metálicas;
    • Evitar estacionar veículos próximos a torres de transmissão;
    • Não permanecer em locais altos e sem proteção nem se deslocar durante rajadas fortes;
    • Fechar portas, janelas, persianas e cortinas dentro de casa para prevenir que estilhaços se espalhem caso haja quebra de vidros.

    Cuidados em ambientes internos e risco de quedas de objetos

    A Defesa Civil alerta ainda que objetos colocados em locais altos podem ser derrubados pelas rajadas. Em caso de falta de energia elétrica, as autoridades recomendam cautela no uso de velas para reduzir o risco de incêndio.

    Essas orientações visam diminuir lesões por impactos, quedas e cortes provocados por detritos ou vidros quebrados durante ventos fortes.

    O que fazer se encontrar situações de risco

    O posicionamento divulgado pela Defesa Civil enfatiza a prevenção: evitar movimentações desnecessárias durante os vendavais e se resguardar em locais protegidos quando possível. A agência de notícias que divulgou as recomendações foi a Agência Brasil.

    Embora o alerta seja localizado na cidade do Rio de Janeiro, as recomendações valem para moradores e visitantes que estiverem em áreas expostas, onde a combinação de vento e estruturas soltas pode aumentar perigos imediatos.

    A situação deve ser monitorada nas próximas horas conforme a frente fria avança; a queda de temperatura mencionada deve ter efeito a partir de segunda-feira (10), conforme a previsão citada pela reportagem original.

  • Criatividade de ambulantes das praias do Rio é tema de exposição fotográfica no Centro Municipal Hélio Oiticica

    Criatividade de ambulantes das praias do Rio é tema de exposição fotográfica no Centro Municipal Hélio Oiticica

    Uma nova exposição fotográfica no Centro Municipal Hélio Oiticica, no centro do Rio de Janeiro, dá visibilidade ao trabalho dos ambulantes que atuam nas praias da cidade. Segundo a Agência Brasil, ‘Não Somos Mula’, do fotógrafo Rogério Reis, reúne cerca de 120 imagens, a maioria apresentada ao público pela primeira vez, e fica em cartaz até o dia 30.

    A proposta da exposição

    Rogério Reis explica que o título remete à condição de transporte de carga associada a alguns vendedores informais nas areias, como os que carregam galões de bebidas. As fotografias e projeções feitas durante caminhadas pela orla procuram estabelecer um contraponto entre o trabalho árduo e uma leitura estética dessas ferramentas e soluções improvisadas.

    Objetos e ‘gambiarras’ como linguagem visual

    Nas imagens, elementos cotidianos — carrinhos, caixas térmicas, guarda-sóis e suportes improvisados — ganham tratamento que os aproxima de esculturas e instalações. Reis descreve seu método como uma “sistematização poética” desses artefatos, valorizando a criatividade utilizada para transportar mercadorias e organizar o trabalho nas areias.

    Onde as fotos foram feitas

    De acordo com a reportagem da Agência Brasil, a maior parte das fotos (cerca de 80%) foi realizada em Copacabana, principal área de atuação desses trabalhadores na orla. Os 20% restantes foram captados em Arpoador, Ipanema e Leblon. A mostra reúne registros que documentam rotinas, estruturas de trabalho e soluções inventivas adotadas pelos ambulantes.

    As imagens, além de uma dimensão documental, buscam oferecer uma leitura estética e lúdica dos objetos e das dinâmicas de trabalho, destacando o engenho necessário para manter a atividade em condições muitas vezes precárias.

    Contexto político e social

    A chegada da exposição coincide com um momento de confrontos entre ambulantes e a Prefeitura do Rio. A administração municipal lançou o Programa Tolerância Zero, iniciativa de ordem urbana para intensificar a fiscalização contra camelôs sem credenciais nas praias. A Prefeitura afirmou que o comércio irregular era explorado e poderia envolver facções do crime organizado.

    Em resposta, o Movimento Unido dos Camelôs (Muca) organizou protestos exigindo diálogo e afirmando que os trabalhadores têm sido tratados como se fossem criminosos. Paralelamente, o Ministério Público Federal ajuizou ação civil pública pedindo a suspensão imediata do programa.

    O procurador regional adjunto dos Direitos do Cidadão, Julio Araujo, afirmou ao Ministério Público Federal que a medida foi implementada sem diálogo com a União, sem participação ampla da sociedade e sem apresentar alternativas para a regularização dos milhares de ambulantes que dependem da atividade para garantir renda, segundo a Agência Brasil.

    Relatos dos ambulantes e proposta do fotógrafo

    Durante as caminhadas pelas praias, Reis ouviu dos ambulantes preocupações sobre o futuro do comércio nas areias, incluindo o receio de que o mercado informal possa vir a ser ocupado por empresas. A maioria desses trabalhadores é autônoma, e o fotógrafo defende a existência de políticas públicas de qualificação: em vez da repressão do Tolerância Zero, Reis sugere a criação de projetos socioeducativos para melhorar a capacitação e a organização do setor.

    A mostra, além de apresentar um registro visual da inventividade dos ambulantes, insere-se no debate público sobre a regulamentação do trabalho nas praias e sobre como políticas urbanas vêm sendo implementadas e contestadas pela sociedade civil e por órgãos públicos.

    Fonte: Agência Brasil.

  • Ventania no Rio de Janeiro adia Botafogo x Fluminense pelo Brasileirão Feminino

    Ventania no Rio de Janeiro adia Botafogo x Fluminense pelo Brasileirão Feminino

    A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) comunicou o adiamento da partida entre Botafogo e Fluminense, originalmente programada para as 21h30 de sexta-feira (7), no Estádio Nilton Santos. A decisão foi tomada em conjunto com os clubes devido às condições meteorológicas no município do Rio de Janeiro.

    Motivo do adiamento e alertas meteorológicos

    Segundo a CBF, o município do Rio entrou no estágio operacional nível 3 (de 5), indicador utilizado pelas autoridades locais para sinalizar que uma ou mais ocorrências estão afetando a cidade. O serviço de meteorologia local, Sistema Alerta Rio, informou que as rajadas de vento podem chegar a 90 quilômetros por hora nas próximas horas.

    Ainda conforme as autoridades, moradores receberam, pela manhã, alertas nos celulares sobre ventos fortes e recomendações para evitarem deslocamentos desnecessários. No início da tarde, com a ativação do Estágio 3, o governo do Estado e a Prefeitura do Rio orientaram o encerramento antecipado de atividades não essenciais.

    Reagendamento e logística do jogo

    O confronto entre Botafogo e Fluminense foi remarcado para segunda-feira (10), às 18h, mantendo-se no Estádio Nilton Santos. A alteração, de acordo com a CBF, foi acertada em comum acordo com os clubes envolvidos. A entidade não divulgou outras mudanças na tabela além do novo horário e local já confirmados.

    O adiamento implica ajuste na programação da 15ª rodada do Brasileirão Feminino, cuja sequência de partidas havia sido planejada para o fim de semana. A transferência do jogo deve ser observada por torcedores e pela organização do clube quanto à logística de acesso ao estádio e eventuais orientações que as autoridades locais venham a divulgar.

    Próximas partidas da 15ª rodada e transmissões

    Com a mudança no calendário, a 15ª rodada do Brasileirão Feminino tem sua programação iniciada no sábado (8) com dois jogos. Às 15h, Atlético-MG enfrenta Bahia na Arena Gregorão, em Contagem (MG). Às 16h, a Ferroviária recebe o Palmeiras na Arena da Fonte Luminosa, em Araraquara (SP); esta partida terá transmissão ao vivo pela TV Brasil.

    Na segunda-feira, além do confronto remarcado entre Botafogo e Fluminense às 18h, a programação inclui o jogo entre América-MG e Flamengo, às 21h, na Arena Urbsan, em Betim (MG), que também será exibido pela emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

    Orientações e próximos passos

    As autoridades locais orientaram medidas preventivas diante do agravamento das condições climáticas. A CBF e os clubes envolvidos devem acompanhar comunicados oficiais do governo do Estado e da Prefeitura do Rio, bem como as atualizações do Sistema Alerta Rio. Torcedores e público em geral foram recomendados a seguir as orientações de segurança e as notificações enviadas pelos órgãos responsáveis.

    Eventuais novas determinações sobre transporte, acessos ao estádio ou novas alterações na programação do campeonato dependem de comunicados oficiais das autoridades e da própria CBF. A reportagem baseou-se nas informações divulgadas pela CBF e em alertas do Sistema Alerta Rio, conforme publicação da Agência Brasil.

  • Principais pontos turísticos do Rio de Janeiro fecham por ventania

    Principais pontos turísticos do Rio de Janeiro fecham por ventania

    As principais atrações turísticas do Rio de Janeiro tiveram funcionamento interrompido nesta sexta-feira (7) diante da previsão e da ocorrência de ventos fortes na cidade e na região. A medida foi determinada por órgãos responsáveis pela gestão dos espaços e por concessionárias que operam o transporte para monumentos, visando a proteção de visitantes e equipes.

    Fechamentos e suspensão de transportes

    O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) informou que, desde as 13h, as concessionárias Paineiras-Corcovado e Trem do Corcovado suspenderam o transporte de turistas ao Cristo Redentor, no Parque Nacional da Tijuca. Quem já estava no mirante foi retirado de forma progressiva.

    Outras áreas do parque também foram fechadas: o Parque Lage, o Setor Floresta da Tijuca, a Vista Chinesa, a Mesa do Imperador, a Pedra da Gávea e a Pedra Bonita deixaram de receber visitantes.

    No mesmo horário, a concessionária Parque Bondinho encerrou o acesso por bondinho ao Pão de Açúcar. O fechamento incluiu a Pista Cláudio Coutinho e a trilha do Morro da Urca, segundo comunicado da empresa, que citou a necessidade de preservar a segurança de funcionários e público.

    Parques, museus e orientações das autoridades

    A Prefeitura do Rio informou que todos os parques naturais e urbanos da cidade encerraram as atividades às 12h. Diversos museus suspenderam visitas e atividades programadas: Museu Nacional (Quinta da Boa Vista), Museu do Amanhã, Museu de Arte do Rio, Museu Histórico Nacional e o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) interromperam o atendimento ao público. As administrações anunciaram a possibilidade de reagendamento de ingressos adquiridos previamente online.

    O governo do estado e a prefeitura recomendaram que instituições sem serviços essenciais adiantassem o fechamento do expediente, para permitir que trabalhadores e frequentadores retornassem para suas residências antes do agravamento dos ventos.

    Ventos registrados, impactos e situação operacional

    As medições meteorológicas indicaram ventos significativos em diferentes pontos do estado. Na Costa Verde, foi registrado vento de 74 km/h no fim da manhã. Na capital, o Serviço de Meteorologia da prefeitura apontou rajadas de 66,6 km/h no Aeroporto do Galeão entre 11h e 12h e 64,8 km/h no Santos Dumont entre 12h e 13h.

    Apesar das medições, as concessionárias dos dois aeroportos informaram, até o começo da tarde, que as operações seguiam sem alterações. A assessoria da empresa que administra o aeroporto internacional declarou à Agência Brasil que as atividades prosseguiam “no visual e sem impactos”.

    Com a ventania, as equipes de resposta registraram ao menos sete ocorrências de queda de árvore em vias da cidade até o período informado pela reportagem. O registro mais intenso de rajada no estado ocorreu em Angra dos Reis, onde foi medida velocidade de 84,7 km/h às 10h33.

    Às 13h, o município do Rio entrou em Estágio 3 na escala de atenção, que tem cinco níveis; essa classificação indica que uma ou mais ocorrências já afetam parte da rotina da população.

    Próximos passos e recomendações

    As autoridades mantêm alertas e monitoramento das condições meteorológicas e orientam a população a seguir as instruções da Defesa Civil e das administrações locais. Instituições responsáveis por espaços públicos e privados foram chamadas a priorizar a segurança e a comunicação clara sobre reagendamento de serviços e visitas.

    As informações desta matéria foram obtidas junto à Agência Brasil.

  • Trens, metrô e VLT no Rio adiantam horário de pico para 13h por previsão de ventos fortes

    Trens, metrô e VLT no Rio adiantam horário de pico para 13h por previsão de ventos fortes

    As empresas que operam o transporte sobre trilhos no Rio de Janeiro anteciparam o horário de pico para as 13h desta sexta-feira (17) em razão da previsão de ventos fortes na cidade, informou a Agência Brasil.

    Antecipação da operação e motivos

    Segundo a concessionária Trens RJ, a antecipação atende às determinações do governo do estado e da Prefeitura do Rio e visa reforçar a capacidade operacional no período de maior demanda. A medida tem o objetivo de agilizar a resposta a interferências provocadas pelos ventos e facilitar o deslocamento dos passageiros com segurança.

    A TrensRJ destacou que mantém diálogo constante com o governo estadual para acompanhar a evolução das condições climáticas e adotar medidas necessárias diante de eventuais impactos na operação. A empresa informou também que, se necessário, poderá estender o horário de funcionamento dos trens para ajudar os passageiros a retornarem para casa em segurança.

    Manutenção, riscos e prevenção

    A concessionária apontou como possíveis interferências provocadas por vento forte a queda de galhos e árvores. Mesmo quando a arborização está em calçadas, esses elementos podem atingir a rede elétrica e outras estruturas ferroviárias, comprometendo a circulação.

    Por isso, TrensRJ ressaltou a importância da realização frequente de serviços de poda preventiva e manutenção da arborização pelas prefeituras que ficam ao redor do sistema, para reduzir o risco de ocorrências que afetem a operação.

    Situação no metrô e no VLT

    O MetrôRio também antecipou seu horário de pico a partir das 13h, com a intenção de ampliar a oferta de trens e atender melhor os clientes no retorno às residências por conta dos avisos meteorológicos. A concessionária informou que o sistema opera normalmente, com intervalos regulares nas linhas 1, 2 e 4.

    A empresa responsável pelo veículo leve sobre trilhos (VLT) no centro do Rio informou que antecipou o horário de pico e reforçou as equipes de atendimento e manutenção, posicionando-as estrategicamente para agir com agilidade em caso de ocorrências relacionadas ao mau tempo.

    Orientações para motoristas na Ponte Rio–Niterói

    A previsão de ventos fortes levou a Ecovias Ponte, concessionária da Ponte Rio–Niterói, a alertar condutores sobre cuidados adicionais durante a travessia. Entre as recomendações estão reduzir a velocidade, manter distância segura do veículo à frente e prestar atenção a objetos deslocados pela força do vento.

    A concessionária pediu atenção especial a veículos altos — como caminhões, ônibus e vans — e a veículos com cargas leves ou vazias, que têm maior exposição às rajadas. Também foram destacadas orientações específicas para motociclistas: manter velocidade compatível com as condições da via, evitar manobras bruscas e aumentar a atenção a rajadas laterais que possam afetar a estabilidade.

    Em caso de equipes operacionais, viaturas de atendimento ou veículos de emergência atuando na via, a Ecovias Ponte orienta reduzir a velocidade e, quando seguro, mudar de faixa para ampliar a distância da operação, seguindo o recomendado pelo Movimento Afaste-se.

    As equipes da concessionária permanecem em monitoramento permanente das condições de tráfego e meteorológicas, em prontidão 24 horas por dia para atendimento. Motoristas podem contatar a Ecovias Ponte pelo telefone 0800 777 6683 (WhatsApp) e acompanhar as condições em tempo real pelo perfil @ecoviasponte (X e Threads), segundo a nota divulgada.

    Como acompanhar avisos e eventuais mudanças

    TrensRJ pediu que os passageiros acompanhem os canais oficiais da concessionária e sigam as orientações das equipes presentes nas estações e nos trens caso haja alterações na circulação. MetrôRio e o operador do VLT também comunicaram que têm equipes reforçadas para atuar rapidamente diante de ocorrências relacionadas ao vento.

    As recomendações das autoridades locais de antecipar o encerramento do expediente nas atividades não essenciais objetivam proporcionar tempo adicional para que as pessoas completem seu deslocamento antes da intensificação das rajadas. Todas as informações sobre alterações operacionais foram divulgadas pelas concessionárias em notas à imprensa, conforme registro da Agência Brasil.

  • Transportes do Rio antecipam horário de pico por previsão de ventania

    Transportes do Rio antecipam horário de pico por previsão de ventania

    Concessionárias de transporte do Rio de Janeiro anteciparam o horário de pico para as 13h desta sexta-feira (17) diante da previsão de ventos fortes que passaram a atingir a cidade no fim da manhã. A medida vale para os trens urbanos, o metrô e o VLT que circula pelo centro da capital, segundo comunicados das empresas.

    Antecipação e objetivo operacional

    A TrensRJ informou que ajustou a janela de maior fluxo de passageiros em conformidade com determinações do governo do Estado e da Prefeitura do Rio. O objetivo declarado é reforçar a capacidade operacional neste período e agilizar a resposta a eventuais interferências provocadas pelas rajadas de vento, para que os usuários possam se deslocar com segurança.

    De forma semelhante, o MetrôRio antecipou o horário de pico para as 13h “para ampliar a oferta de trens e melhor atender os clientes no deslocamento de retorno”, citando os avisos meteorológicos emitidos pelas autoridades. A companhia informou que o sistema opera normalmente, com intervalos regulares nas linhas 1, 2 e 4.

    Riscos previstos e medidas de prevenção

    Entre os problemas que ventos fortes podem causar, as concessionárias destacaram a queda de galhos e árvores. Mesmo quando localizadas em calçadas, essas árvores podem atingir a rede elétrica e outras estruturas das vias férreas, gerando interferência na circulação dos trens.

    Por isso, a TrensRJ ressaltou a importância de podas preventivas e da manutenção da arborização realizada por prefeituras ao redor do sistema. A empresa também informou que mantém diálogo permanente com o governo do Estado para acompanhar as condições climáticas e adotar medidas necessárias diante de eventuais impactos.

    Atendimento, continuidade da operação e orientações ao público

    As empresas disseram que reforçaram equipes de atendimento e manutenção e as posicionaram estrategicamente para atuar com agilidade em caso de ocorrências relacionadas ao mau tempo. Caso seja preciso, a TrensRJ poderá estender o horário de funcionamento dos trens para facilitar o retorno em segurança dos passageiros.

    Em nota, a concessionária orientou que os usuários acompanhem os canais oficiais para informações sobre eventuais alterações na circulação e sigam as instruções das equipes que atuam nas estações e nos trens.

    Recomendações para motoristas na Ponte Rio‑Niterói

    A previsão de ventania também motivou orientações da Ecovias Ponte aos condutores que trafegam pela Ponte Rio‑Niterói. A concessionária pediu redução de velocidade, manutenção de distância segura em relação ao veículo à frente e atenção a possíveis objetos deslocados pelo vento.

    Foi feita uma recomendação específica para veículos de maior porte — caminhões, ônibus e vans — e para veículos com cargas leves ou vazias, que ficam mais expostos aos efeitos de rajadas. Os motociclistas foram orientados a evitar manobras bruscas, manter velocidade compatível com as condições da via e atentar para rajadas laterais que possam comprometer a estabilidade.

    A Ecovias Ponte informou que equipes operacionais monitoram o tráfego e as condições meteorológicas 24 horas por dia e permanecem de prontidão para atendimento. Em caso de necessidade, os motoristas podem contatar a concessionária pelo telefone 0800 777 6683 (WhatsApp). As condições de tráfego podem ser acompanhadas em tempo real pelo perfil @ecoviasponte nas plataformas X e Threads.

    As recomendações das concessionárias e das autoridades visam reduzir riscos e facilitar o deslocamento da população enquanto a ventania persistir. Fonte: Agência Brasil.

  • Rio de Janeiro concentra quase um terço dos casos de exercício ilegal da medicina, aponta entidade

    Rio de Janeiro concentra quase um terço dos casos de exercício ilegal da medicina, aponta entidade

    O Rio de Janeiro registrou 937 ocorrências policiais relacionadas ao exercício ilegal da medicina no período de 2012 a 2023, segundo dados do Conselho Federal de Medicina (CFM) citados pela regional no Rio de Janeiro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP-RJ). A Polícia Civil do estado aponta que esse total representa quase um terço dos casos registrados no país.

    Alcance do problema e subnotificação

    A SBCP-RJ informou ainda que o número real pode ser maior, porque muitas situações não são comunicadas por vítimas que têm receio, passam por constrangimento ou desconhecem os canais de denúncia. Esse quadro de subnotificação dificulta dimensionar com precisão a extensão das práticas irregulares e os danos causados.

    Tipos de procedimentos e perfil das irregularidades

    Segundo a entidade, as ocorrências envolveram procedimentos estéticos invasivos realizados por pessoas sem formação médica ou habilitação legal para atuar na área. A regional destacou que intervenções invasivas — estéticas ou não — exigem avaliação clínica adequada, indicação correta, conhecimento anatômico e domínio técnico para execução.

    Riscos associados a intervenções feitas por não médicos

    A SBCP-RJ advertiu que a realização de atos invasivos por quem não é médico eleva significativamente a probabilidade de complicações, como infecções, deformidades permanentes, perda de função e até óbito. A entidade ressaltou que a capacidade de planejar anestesia, reconhecer e tratar intercorrências é componente essencial do atendimento seguro.

    Além disso, a instituição apontou que locais de atendimento precisam oferecer condições para reduzir risco de infecção e acesso a suporte à vida quando necessário. Consultórios e clínicas de estética, segundo a SBCP-RJ, frequentemente não reúnem infraestrutura e equipamentos para garantir esse nível de segurança.

    Orientações e pedidos de providência

    Durante a 45ª Jornada Carioca de Cirurgia Plástica, a regional pediu medidas urgentes para proteger a população e cobrou atuação das autoridades. A SBCP-RJ solicitou que a população denuncie irregularidades aos órgãos competentes e priorize a escolha de profissionais habilitados para procedimentos invasivos.

    Como orientação prática, a entidade recomenda verificar nos conselhos de medicina e na própria Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica se o profissional tem formação e habilitação para o procedimento desejado. Para os médicos, a regional pediu que comuniquem ao Conselho Federal de Medicina casos em que são acionados para atender vítimas de procedimentos inadequados, utilizando a Plataforma Medicina Segura do CFM.

    O que fazer antes de um procedimento estético invasivo

    • Confirmar registro e habilitação do profissional nos conselhos de medicina e na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica;
    • Avaliar se o local possui estrutura para atendimento seguro e equipamentos de suporte à vida; consultórios de estética podem não ter essas condições;
    • Solicitar informações claras sobre indicação clínica, riscos, planejamento anestésico e condutas em caso de intercorrências;
    • Denunciar irregularidades às autoridades competentes e, se for médico, reportar ao CFM via Plataforma Medicina Segura quando houver atendimento a vítimas.

    As informações desta matéria foram produzidas com base em dados e declarações divulgadas pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, regional do Rio de Janeiro, e em números do Conselho Federal de Medicina, conforme reportagem da Agência Brasil.