Tag: eleições 2026

  • TSE cria conselho para monitorar desinformação e uso de IA durante a campanha eleitoral

    TSE cria conselho para monitorar desinformação e uso de IA durante a campanha eleitoral

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formalizou nesta sexta-feira a criação do Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional, com o objetivo de monitorar o uso indevido de ferramentas de inteligência artificial e a disseminação de desinformação ao longo da campanha eleitoral. A instituição da instância foi anunciada pelo tribunal em comunicado divulgado pela Agência Brasil.

    Finalidade e funcionamento do conselho

    Segundo o TSE, o novo conselho terá a função de assessorar o presidente do Tribunal, ministro Kassio Nunes Marques, nas ações destinadas a preservar a normalidade do processo eleitoral. O colegiado terá reuniões com periodicidade mensal e está previsto para atuar até 31 de dezembro.

    O tribunal informou que ainda selecionará os membros do grupo; os nomes dos participantes não foram divulgados. A composição deve reunir profissionais de diferentes áreas, conforme o TSE, incluindo especialistas em tecnologia da informação, segurança pública, relações internacionais e saúde pública.

    Regras sobre inteligência artificial e responsabilidades de provedores

    O Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional surge em complemento a normas que o próprio TSE aprovou em março sobre o uso de inteligência artificial nas eleições gerais de outubro. Essas regras alcançam candidatos e partidos e estabelecem limites para a atuação de provedores de IA.

    Entre as determinações aprovadas pelo tribunal aparece a proibição de que provedores de inteligência artificial ofereçam, mesmo quando solicitados por usuários, sugestões de candidatos para voto. A medida busca reduzir a interferência de algoritmos na livre escolha dos eleitores, segundo o TSE.

    Além disso, a Corte eleitoral passou a vedar postagens destinadas a combater a misoginia digital que contenham montagens envolvendo candidatas, bem como fotos e vídeos com nudez ou conteúdo pornográfico. O tribunal também reafirmou que provedores de internet podem ser responsabilizados pela Justiça caso não removam perfis falsos e conteúdos ilegais publicados por seus usuários.

    Contexto eleitoral e calendário

    As medidas ocorrem em um ano eleitoral em que a primeira etapa de votação está agendada para o dia 4 de outubro, quando serão escolhidos deputados federais, estaduais e distritais, governadores, senadores e o presidente da República. Caso nenhum candidato atinja mais de 50% dos votos válidos para cargos majoritários, está previsto segundo o calendário que o segundo turno ocorra em 25 de outubro, para as disputas de governador e presidente.

    O TSE tem adotado mecanismos que combinam normativas e iniciativas de monitoramento para enfrentar riscos informacionais nos meses que antecedem as urnas. A criação do conselho reflete a estratégia de manter acompanhamento contínuo do ambiente digital e de tecnologias emergentes durante o processo eleitoral.

    Fontes e atribuição

    As informações desta reportagem foram obtidas a partir de comunicado do Tribunal Superior Eleitoral e de matéria publicada pela Agência Brasil.

  • TCU entrega ao TSE lista com 6,1 mil gestores cujas contas foram rejeitadas

    TCU entrega ao TSE lista com 6,1 mil gestores cujas contas foram rejeitadas

    O Tribunal de Contas da União (TCU) entregou nesta terça-feira (4) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma lista com 6,1 mil nomes de pessoas que tiveram as contas de gestão julgadas irregulares pelo órgão nos últimos oito anos, segundo reportagem da Agência Brasil. A remessa foi feita pelo presidente do TCU, Vital do Rêgo, ao presidente do TSE, Kassio Nunes Marques.

    Entrega formal e objetivo do envio

    O envio do levantamento formaliza a transferência de informações que permitem à Justiça Eleitoral acessar decisões do tribunal de contas sobre agentes públicos. Conforme a Agência Brasil, o propósito do TCU ao encaminhar a relação é fornecer subsídios para que juízes eleitorais em todo o país analisem, nos procedimentos de registro de candidatura, se pessoas constantes da lista encontram-se em situação que as torne inelegíveis.

    Quem aparece na relação e motivos das rejeições

    A lista inclui 6.100 gestores e ex-gestores com contas consideradas irregulares pelo TCU ao longo de um período de oito anos. Entre os citados há, especificamente, 135 vereadores e 144 prefeitos de municípios de pequeno porte, além de outros agentes públicos não discriminados na reportagem.

    Segundo o tribunal, as contas são consideradas irregulares quando se reconhece a ocorrência de situações como:

    • omissão na prestação dos valores gastos;
    • dano aos cofres públicos;
    • desvio de recursos;
    • descumprimento reiterado das determinações do TCU.

    Impacto sobre as eleições e análise judicial

    Com a lista em mãos, caberá aos juízes eleitorais avaliar cada caso dentro dos processos de registro de candidatura. A identificação de contas irregulares pelo TCU corresponde a uma das causas de inelegibilidade previstas na legislação, conforme informou a Agência Brasil, mas a verificação e eventual declaração de inelegibilidade dependem do exame dos magistrados eleitorais no âmbito dos procedimentos específicos.

    O encaminhamento pelo TCU não equivale, por si só, à imposição automática de impedimento para concorrer; é parte de um conjunto de informações que a Justiça Eleitoral poderá utilizar ao decidir sobre a situação eleitoral dos citados.

    Prazos eleitorais e cronograma

    As informações foram remetidas no contexto das eleições gerais que terão o primeiro turno no dia 4 de outubro, quando serão escolhidos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República, conforme a Agência Brasil. O segundo turno está marcado para 25 de outubro e poderá ocorrer nas disputas para governador e presidente, caso nenhum dos candidatos obtenha mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno.

    Ao fornecer o levantamento, o TCU coloca à disposição da Justiça Eleitoral elementos que poderão ser examinados antes do fechamento dos registros e da homologação das candidaturas, segundo a reportagem.

    Origem das informações e atribuição

    As informações sobre o envio da lista e o conteúdo relativo ao número de nomes e aos motivos das rejeições foram divulgadas pela Agência Brasil. O TCU é o órgão responsável pelo julgamento das contas de gestão e por encaminhar decisões que eventualmente interessem a outros ramos do sistema público, como a Justiça Eleitoral.

    Até a publicação desta reportagem, a Agência Brasil não detalhou a composição completa da relação além dos totais mencionados, nem informou quais serão os próximos passos específicos adotados por magistrados eleitorais para cada caso listado. Eventuais decisões sobre inelegibilidade dependerão dos processos conduzidos pela Justiça Eleitoral.

  • Presidente do TSE diz que urna eletrônica é ‘patrimônio da democracia’ e convoca população para Semana Nacional

    Presidente do TSE diz que urna eletrônica é ‘patrimônio da democracia’ e convoca população para Semana Nacional

    O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, defendeu nesta terça-feira (3) o uso da urna eletrônica e afirmou que o equipamento é um “patrimônio da democracia brasileira”, em declaração registrada pela Agência Brasil. O pronunciamento ocorreu na sessão de abertura do TSE que marcou o retorno das atividades presenciais após o recesso de julho.

    A defesa da urna eletrônica

    Na fala de abertura, Nunes Marques enfatizou a importância do sistema eletrônico de votação para o processo democrático. O presidente do TSE apontou a necessidade de ampliar o entendimento público sobre as diversas etapas que compõem as eleições, ressaltando a evolução tecnológica, a robustez e a audibilidade do sistema.

    Transparência como pilar

    Segundo o ministro, a transparência do sistema é um elemento central para manter a confiança da sociedade nas eleições. “As portas da Justiça Eleitoral permanecem abertas para quem deseja conhecer, acompanhar e fiscalizar o processo eleitoral”, declarou, conforme reportagem da Agência Brasil. Ele afirmou que a transparência não é apenas compromisso institucional, mas um dos pilares que sustentam essa confiança.

    Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação

    O TSE promoverá a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, cuja programação incluirá demonstrações sobre o uso da urna, palestras, exposições e ações destinadas a combater a desinformação relativa ao processo eleitoral. O objetivo anunciado pelo presidente foi “ampliar o conhecimento da sociedade” e reafirmar, por meio de informação qualificada e participação cidadã, a confiança no sistema de votação.

    A iniciativa busca envolver eleitores interessados em conhecer melhor as etapas do pleito e as medidas adotadas pela Justiça Eleitoral para assegurar a integridade do processo. A reportagem da Agência Brasil citou que a Semana terá diversas atividades públicas com foco em educação eleitoral e demonstrativos técnicos.

    Calendário eleitoral e condições para o segundo turno

    O TSE lembrou também as datas previstas para as próximas eleições: o primeiro turno ocorrerá em 4 de outubro e nele serão escolhidos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República. O segundo turno está marcado para 25 de outubro e poderá acontecer nas disputas para governador e presidente quando nenhum candidato alcançar mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, excluídos brancos e nulos.

    Essas datas e as categorias de cargos que estarão em disputa constam na informação divulgada pela Agência Brasil sobre a sessão do TSE. O ministério reforçou que a Justiça Eleitoral se mantém disponível para esclarecimentos e para permitir o acompanhamento público dos procedimentos.

    Participação cidadã e combate à desinformação

    Ao convocar os eleitores para a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, o presidente Nunes Marques associou a participação da população às ações de transparência e de reforço à confiabilidade do processo. Entre as atividades previstas estão demonstrações práticas do funcionamento das urnas e programas de esclarecimento sobre como o sistema é auditado.

    O TSE indicou que, por meio dessas ações, pretende enfrentar a disseminação de informações falsas que possam gerar dúvidas sobre a lisura das eleições. A cobertura dos eventos e a possibilidade de visitação pública foram citadas como meios de facilitar o acompanhamento cidadão.

    As informações desta matéria são baseadas em reportagem da Agência Brasil sobre o pronunciamento do presidente do TSE e a programação anunciada pela Corte para a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação.

  • Democrata oficializa Wilson Grassi Júnior como candidato à Presidência

    Democrata oficializa Wilson Grassi Júnior como candidato à Presidência

    O Democrata realizou sua convenção nacional no domingo, 2 de agosto de 2026, no Rio de Janeiro, quando oficializou Wilson Grassi Júnior como candidato à Presidência da República. A deliberação confirmou o nome do postulante ao Planalto, mas deixou para a Comissão Executiva Nacional da legenda a definição do candidato a vice-presidente, com possibilidade de compor coligação.

    Decisão e posição sobre a vice

    Segundo a convenção, a indicação do vice não foi apresentada durante o evento e seguirá o trâmite interno do partido. A Comissão Executiva Nacional do Democrata ficará responsável por escolher o companheiro ou companheira de chapa, em uma decisão que poderá contemplar acordos com outras legendas interessadas em formar aliança.

    Perfil de Wilson Grassi Júnior

    Wilson Grassi Júnior nasceu em São Paulo e é formado em Medicina Veterinária. Em sua trajetória profissional, atuou como conselheiro da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo (Anclivepa-SP), participando de projeto voltado à implantação e gestão do primeiro hospital público voltado a cães e gatos, no bairro do Tatuapé, zona leste da capital paulista.

    As informações sobre sua formação e atividade profissional foram trazidas pela cobertura da convenção, organizada pelo Democrata e divulgada pela Agência Brasil.

    Histórico do partido e contexto recente

    A convenção do Democrata é a primeira realizada pela legenda depois da alteração de nome, aprovada em dezembro de 2025, quando o partido deixou de se chamar Partido da Mulher Brasileira (PMB) e passou a adotar a nova identidade. Desde a fundação da agremiação, em 2008, esta é a primeira vez que o partido indica um candidato próprio à Presidência da República.

    O evento no Rio de Janeiro, portanto, representa um marco para a legenda, que deu um passo inédito em sua trajetória ao lançar uma candidatura majoritária ao Planalto.

    Calendário das convenções e próximas oficializações

    A Agência Brasil, que acompanha os resultados das convenções nacionais dos partidos para as eleições de 2026, registrou que ainda há partidos que não definiram as datas de suas convenções nacionais. Entre eles estão Avante, Cidadania, Podemos, PP, PSDB, PSOL, Rede e Republicanos. Essas agremiações ainda precisam oficializar horários e locais para homologar candidaturas e eventuais coligações.

    Com a oficialização de Wilson Grassi Júnior, o Democrata passa a integrar a lista de legendas que já concluíram as convenções nacionais, enquanto outras siglas prosseguem com o agendamento de seus atos partidários.

    Consequências e próximos passos

    Com a homologação do candidato a presidente pelo Democrata, o foco da legenda agora se desloca para a definição do vice e para as decisões sobre eventuais alianças eleitorais. Essas escolhas internas serão determinantes para a estratégia da campanha e dependem das deliberações da Executiva Nacional e de negociações com outros partidos interessados em compor chapa.

    A cobertura das convenções e a divulgação de novas oficializações continuam sendo acompanhadas pela imprensa, incluindo a Agência Brasil, que reportou os resultados mais recentes sobre as homologações partidárias para as eleições de 2026.

    Fonte: Agência Brasil

  • PT oficializa candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência em convenção em São Paulo

    PT oficializa candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência em convenção em São Paulo

    O Partido dos Trabalhadores (PT) formalizou neste domingo (2) a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República durante convenção realizada no Expo Center Norte, na zona norte de São Paulo. A cerimônia teve início por volta das 11h e contou com a presença de lideranças e parceiros políticos do ex-presidente, conforme noticiou a Agência Brasil.

    Chapa e aliança

    Geraldo Alckmin, do PSB, foi oficializado como candidato a vice na chapa de Lula. A composição repete a parceria que foi vitoriosa nas eleições de 2022. Para a disputa de 2026, o PT informou que terá ao seu lado os partidos PSB, PCdoB, PV, PDT, PSOL e Rede, formando uma frente de aliados em apoio à candidatura.

    Convenção e participação

    O evento de convenção nacional do PT no Expo Center Norte reuniu figuras do partido e de siglas aliadas. A programação incluiu a abertura com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, seguida por falas de outros dirigentes e aliados, entre eles o ex-ministro Fernando Haddad, o próprio vice e candidato à Vice-Presidência Geraldo Alckmin, e a primeira-dama Janja Silva.

    Discursos e mensagens

    No discurso de abertura, o presidente do PT, Edinho Silva, ressaltou a importância das próximas eleições para além das fronteiras do Brasil, afirmando que a disputa terá impacto significativo na América Latina e no mundo. Ele também mencionou que o pleito definirá a soberania nacional frente a possíveis “intervencionismos”, termo usado na cobertura da Agência Brasil.

    Para encerrar a convenção, Lula falou por mais de uma hora. Em trecho destacado da sua fala, ele afirmou que o mérito de um governo se mede pelo legado que merece confiança e respeito, acrescentando que “quem fez pode prometer mais” enquanto “quem não fez não tem o que prometer”. Essas declarações foram registradas pela Agência Brasil durante o evento.

    Consequências formais e dados sobre a candidatura

    Com a oficialização na convenção, o registro da candidatura do PT segue agora o rito político da campanha, com a chapa liderada por Lula e Alckmin confirmada na convenção do partido. A aliança com as siglas mencionadas consolida o arco de apoio anunciado pelo PT para a disputa eleitoral de 2026.

    Segundo a reportagem da Agência Brasil, caso seja eleito, Luiz Inácio Lula da Silva cumprirá um quarto mandato. Aos 81 anos, ele também seria o presidente mais velho a assumir o cargo, conforme informação divulgada na cobertura do evento.

    Presença de lideranças

    • Edinho Silva abriu a convenção e fez elogios à relevância internacional das eleições.
    • Fernando Haddad, Geraldo Alckmin e a primeira-dama Janja Silva também discursaram.
    • Lula encerrou o evento com um discurso que teve duração superior a uma hora.

    As informações desta matéria têm como fonte a cobertura da Agência Brasil sobre a convenção realizada pelo PT em 2 de agosto de 2026.

  • Republicanos confirma Tarcísio de Freitas como candidato à reeleição ao governo de São Paulo

    Republicanos confirma Tarcísio de Freitas como candidato à reeleição ao governo de São Paulo

    O Partido Republicanos confirmou neste sábado, 1º de agosto de 2026, a candidatura de Tarcísio de Freitas à reeleição ao governo do estado de São Paulo, em convenção realizada na capital paulista, informou a Agência Brasil. A chapa terá como candidato a vice-governador Felício Ramuth, do MDB.

    Convenção e composição da chapa

    Na convenção, além da confirmação de Tarcísio para a disputa ao Executivo estadual, o partido aprovou a composição formal da chapa, com Ramuth na vaga de vice. O evento contou com a presença de lideranças políticas, entre elas o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, segundo a reportagem.

    Aliança partidária e candidaturas ao Senado

    O Republicanos definiu uma aliança eleitoral em São Paulo que reúne diversos partidos. A convenção validou a coligação com MDB, PL, PSD, União Brasil, PP, Podemos, PSDB, Cidadania, Solidariedade, PRD, Avante e Novo, conforme noticiado pela Agência Brasil.

    • Foram aprovadas também as candidaturas ao Senado de André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP).
    • Além dessas indicações, a convenção validou coligações e chapas para deputados federais e estaduais, sem detalhar nomes na reportagem.

    Discurso e referências pessoais

    Em seu discurso durante a convenção, Tarcísio agradeceu à esposa, Cristiane Freitas, mencionou a batalha que enfrentou contra o câncer e resgatou o início de sua trajetória política ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele afirmou que a noção de serviço público orienta sua atuação e justificou com isso a decisão de disputar a reeleição, conforme registro da Agência Brasil.

    Presença de lideranças

    O evento teve a participação de figuras do cenário político nacional: a reportagem destaca a presença de Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência da República, entre os presentes.

    Trajetória profissional e cargos anteriores

    A Agência Brasil lembra que Tarcísio de Freitas tem 51 anos, é engenheiro civil e nasceu no Rio de Janeiro. Antes de assumir o governo de São Paulo, ele ocupou cargos relevantes na administração federal e em órgãos técnicos, entre eles:

    • Ministro da Infraestrutura no governo de Jair Bolsonaro;
    • Secretário da Coordenação de Projetos da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), com responsabilidade pelo programa de privatizações, concessões e desestatizações;
    • Diretor executivo no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT);
    • Coordenador-geral de auditoria da área de transportes na Controladoria-Geral da União (CGU);
    • Consultor legislativo da Câmara dos Deputados.

    Esses dados constam na matéria publicada pela Agência Brasil e foram utilizados para contextualizar a trajetória profissional apresentada durante a convenção.

    A convenção do Republicanos em São Paulo formaliza a estratégia do partido e de seus aliados para a disputa estadual, com definição de chapa e definição de candidaturas ao Senado. A reportagem da Agência Brasil serve como fonte para os fatos relatados sobre o evento, os nomes aprovados e o histórico profissional do candidato.

  • PRTB oficializa candidatura de Leonardo Avalanche à Presidência em convenção realizada em Goiânia

    PRTB oficializa candidatura de Leonardo Avalanche à Presidência em convenção realizada em Goiânia

    O Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) oficializou a candidatura de Leonardo Avalanche à Presidência da República em convenção nacional realizada em Goiânia na quarta-feira, 29 de julho de 2026, segundo reportagem da Agência Brasil.

    O anúncio e a chapa

    Durante o evento em Goiânia, o partido confirmou Avalanche como candidato presidencial, mas informou que ainda não definiu o nome do vice na chapa. A decisão de oficializar o candidato ocorreu por meio da convenção nacional do PRTB, procedimento partidário previsto para formalizar candidaturas.

    Perfil do candidato

    Leonardo Avalanche é presidente nacional do PRTB e natural de Anápolis, no estado de Goiás. Conforme a Agência Brasil, ele atua como analista de sistemas e é bacharel em Direito. Essas informações foram divulgadas pela cobertura da convenção do partido.

    Contexto histórico do PRTB

    A convenção que lançou Avalanche marca a primeira vez desde 2014 que o PRTB lança um candidato à Presidência da República. Em 2014, o partido havia registrado a candidatura de Levy Fidelix, conforme registro da própria Agência Brasil. A retomada de uma candidatura presidencial pelo PRTB ocorre doze anos após aquela disputa presidencial mencionada na reportagem.

    Próximos passos apontados pela cobertura

    A Agência Brasil informou que continuará acompanhando os resultados das convenções nacionais dos partidos. Na cobertura citada, a reportagem indica que, na sexta-feira, 31 de julho de 2026, estavam programadas as convenções do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e do Partido Verde (PV).

    Além disso, a matéria da Agência Brasil registrou apenas os fatos relativos à oficialização da candidatura de Avalanche e à ausência, até então, de anúncio sobre o vice. A reportagem não trouxe informações sobre eventuais coligações, estratégias de campanha, cronograma de registro da candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou reações de outros atores políticos.

    O que se sabe até o momento

    • Leonardo Avalanche foi oficializado candidato à Presidência pelo PRTB em convenção em Goiânia no dia 29 de julho de 2026 (Agência Brasil).
    • O partido ainda não anunciou o candidato a vice-presidente da chapa (Agência Brasil).
    • A escolha de Avalanche representa a primeira candidatura do PRTB ao Planalto desde 2014, quando o partido lançou Levy Fidelix (Agência Brasil).
    • A Agência Brasil informou que acompanhará os resultados das convenções nacionais dos partidos e citou convenções programadas para 31 de julho de 2026, do PSTU e do PV.

    As informações desta matéria foram obtidas a partir da cobertura da Agência Brasil sobre a convenção nacional do PRTB em Goiânia.

  • Como vai funcionar a biometria nas eleições deste ano

    Como vai funcionar a biometria nas eleições deste ano

    Segundo reportagem da Agência Brasil com informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a tecnologia biométrica será utilizada em todas as seções eleitorais nas eleições deste ano como ferramenta de segurança para prevenir fraudes e conferir maior confiabilidade ao processo de votação.

    Como a biometria será aplicada no dia da votação

    O uso da impressão digital tem função de identificar o eleitor no momento de acessar a urna eletrônica. Ainda que a leitura biométrica esteja disponível em todas as seções, o cadastro prévio não é condição obrigatória para o exercício do voto: eleitores com título regular podem votar mesmo sem terem feito o registro biométrico, desde que apresentem documento de identificação exigido pela Justiça Eleitoral.

    Procedimento quando a urna não reconhece a impressão digital

    Se a urna eletrônica não identificar a biometria previamente cadastrada, a orientação é permitir até quatro tentativas de leitura da digital. Persistindo a dificuldade, a mesa receptora deve adotar outros procedimentos para confirmar a identidade do eleitor com base no cadastro.

    Quando as informações conferem, o eleitor seguirá para habilitação do voto: assina o caderno de votação ou, caso não saiba assinar, registra a impressão digital em campo próprio. Essas etapas visam garantir que o direito ao voto seja preservado mesmo diante de problemas técnicos na identificação biométrica.

    Prazos, cadastro e orientações do TSE

    O TSE informou que o prazo para cadastrar a biometria para as eleições deste ano encerrou-se em maio deste ano; por isso, não é mais possível fazer o registro biométrico antes do pleito. A orientação é que cidadãos que não se cadastraram compareçam à Justiça Eleitoral após a eleição para realizar o procedimento.

    No ato do cadastramento são coletados a fotografia, as impressões digitais de todos os dedos e a assinatura do eleitor. Esses dados são integrados ao sistema da Justiça Eleitoral com o objetivo declarado de aumentar a segurança do processo e prevenir irregularidades, como a possibilidade de um eleitor votar no lugar de outro.

    Histórico e efeitos da adoção da biometria

    A utilização de dados de impressão digital pela Justiça Eleitoral teve início em 2008. Desde então, a tecnologia passou a compor o conjunto de medidas destinadas a aperfeiçoar a identificação de votantes e permitir o cruzamento de informações cadastrais.

    Uma das funções desse cruzamento é a detecção de registros duplicados no cadastro eleitoral, possibilitando à Justiça Eleitoral identificar inconsistências e adotar medidas corretivas quando necessárias.

    O que o eleitor deve saber na prática

    • A biometria estará disponível em todas as seções eleitorais do país.
    • O cadastro biométrico não é obrigatório para votar; documento de identidade pode ser exigido.
    • Se a urna não reconhecer a digital, a leitura pode ser repetida até quatro vezes e, se necessário, outros meios de confirmação serão usados.
    • O prazo para cadastrar a biometria para estas eleições terminou em maio; o TSE recomenda cadastro após o pleito para quem não o realizou.

    As informações desta matéria foram baseadas em relatório da Agência Brasil e nas orientações prestadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).