Categoria: Brasil

  • Rafael Beck e Felipe Montanaro apresentam Fantasia Brasil no Cena Musical da TV Brasil

    Rafael Beck e Felipe Montanaro apresentam Fantasia Brasil no Cena Musical da TV Brasil

    O flautista Rafael Beck e o pianista Felipe Montanaro apresentam o show inédito Fantasia Brasil na edição do dia 15 de agosto de 2026 do programa Cena Musical, da TV Brasil. A apresentação foi gravada no Espaço Cultural do BNDES, no Rio de Janeiro, e inclui um repertório que reúne clássicos do cancioneiro nacional e composições próprias da dupla.

    Espetáculo e repertório

    O programa traz interpretações de sucessos de autores consagrados, como Dominguinhos, Tom Jobim, Hermeto Pascoal, Jacob do Bandolim, João Bosco, Chico Buarque, Djavan, Ivan Lins e Guilherme Arantes. Entre as músicas tocadas estão Jade, Sapato Velho, Aprendendo a Jogar, Pedras que Cantam, Isso Aqui Tá Bom Demais, Beatriz e Frevo Novo, além de composições autorais do duo — Tema pro Ricardo e 20.23.

    Na apresentação, Rafael Beck atua na flauta transversal e no piano elétrico; Felipe Montanaro toca piano acústico e sanfona. A proposta musical combina arranjos que, segundo a produção, unem técnica e sensibilidade, aproximando a tradição instrumental brasileira de novas abordagens interpretativas.

    Artistas e trajetória

    Beck e Montanaro começaram a tocar juntos em 2023 e, desde então, ganharam destaque como representantes da nova geração da música instrumental brasileira. A reportagem da Agência Brasil informa que o duo conquistou reconhecimento no país e no exterior, reflexo da atuação em repertórios que dialogam com diferentes gerações e vertentes da música brasileira.

    A gravação do show fez-se no palco do Espaço Cultural do BNDES, espaço que, desde 2017, recebe os registros do Cena Musical, conforme a própria TV Brasil. A produção do episódio é da emissora pública, com direção de Waldecir de Oliveira e apresentação de Bia Aparecida, jornalista e cantora.

    Transmissão e acessos

    Além da exibição pela TV aberta, o episódio pode ser acompanhado nas plataformas digitais da emissora. O show estará disponível no app TV Brasil Play e no canal oficial da TV Brasil no YouTube. A reportagem também lista canais oficiais e formas de acesso à programação, incluindo a página de sintonia da emissora.

    O Cena Musical é oferecido pela TV Brasil em janela semanal e pode ser visto pelo canal aberto, por TV por assinatura e via parabólica. A emissora disponibiliza conteúdos no site e por aplicativos para Android e iOS, segundo informações divulgadas pela própria TV Brasil à Agência Brasil.

    Nova temporada do Cena Musical

    A nova temporada do programa reúne depoimentos dos convidados e imagens de bastidores das gravações, além das performances. Entre os nomes confirmados para a sequência de episódios estão artistas como Áurea Martins, Cristóvão Bastos, Lula Queiroga e Marcos Sacramento, segundo a Agência Brasil.

    Em declaração citada pela reportagem, a apresentadora Bia Aparecida afirma que está feliz com a estreia da nova temporada e ressalta a variedade regional, rítmica e geracional que o programa busca abranger. O diretor artístico Waldecir de Oliveira descreve a atração como um espaço plural para ampliar a visibilidade de artistas de diferentes trajetórias e fortalecer a circulação da produção musical nacional.

    Serviço

    Programa: Cena Musical — episódio Fantasia Brasil (Rafael Beck e Felipe Montanaro)
    Data e horário de exibição: 15 de agosto de 2026, às 23h59 (TV Brasil)
    Local da gravação: Espaço Cultural do BNDES, Rio de Janeiro
    Onde assistir: transmissão na TV Brasil, app TV Brasil Play e canal da TV Brasil no YouTube.

    Estas informações foram apuradas pela Agência Brasil e divulgadas pela TV Brasil.

  • ABI lança edição especial ao lembrar 50 anos do atentado contra sua sede durante a ditadura

    ABI lança edição especial ao lembrar 50 anos do atentado contra sua sede durante a ditadura

    Na próxima quarta-feira, 19 de agosto, completa-se meio século do atentado à sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), ocorrido em 1976. Para marcar a data, a ABI publicou neste sábado (15 de agosto de 2026) uma edição especial do seu boletim, reunindo documentos da época, fotografias e relatórios confidenciais que mostram o contexto de violência política em que o ataque ocorreu, segundo informações da Agência Brasil.

    O ataque e seus efeitos imediatos

    A explosão aconteceu no sétimo andar do prédio da ABI, localizado no número 71 da Rua Araújo Porto Alegre, no centro do Rio de Janeiro. O artefato destruiu dois banheiros próximos à sala da presidência da entidade e provocou danos em salas vizinhas, no sistema de elevadores e em outros dois andares do edifício de 13 pavimentos, inaugurado em 1938. Não houve registro de feridos.

    Um panfleto deixado no local identificou a autoria: o grupo paramilitar de extrema-direita Aliança Anticomunista Brasileira (AAB). No material, a organização acusava a ABI de estar “totalmente dominada pelos comunistas” e anunciava que o ataque constituiu a “primeira advertência”, conforme relato da associação.

    Fontes e acervo da publicação

    A edição especial do Boletim da ABI foi organizada pelo conselheiro Geraldo Cantarino e tem como base, entre outras fontes, a edição do boletim produzida logo após o atentado, em julho-agosto de 1976. A publicação também incorpora documentos produzidos por órgãos de informação da ditadura, incluindo um informe confidencial do Serviço Nacional de Informações (SNI) de setembro de 1976, disponibilizado pelo projeto Memórias Reveladas do Arquivo Nacional.

    Segundo a ABI, o informe do SNI evidencia o alto nível de detalhamento com que os órgãos de segurança monitoravam acontecimentos, reuniões e deslocamentos da entidade naquela época. “Esse registro ajuda a dimensionar o aparato de vigilância política que atuava naquele período”, afirma a associação, citada na matéria da Agência Brasil.

    Outros atentados e contexto político

    A publicação da ABI lembra que o atentado contra sua sede não foi um caso isolado. No mesmo dia, uma bomba atribuída à AAB foi colocada na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no Rio de Janeiro, mas não chegou a explodir devido a uma falha no mecanismo de detonação.

    Na madrugada seguinte, 20 de agosto, coquetéis molotov foram atirados contra a 1ª Auditoria da 3ª Circunscrição Militar, em Porto Alegre, causando princípio de incêndio. Pouco mais de duas semanas depois, em 4 de setembro de 1976, uma bomba caseira explodiu no Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), em São Paulo. O Jornal do Brasil registrou que, entre agosto e novembro daquele ano, ocorreram nove atentados no Rio de Janeiro, sendo oito deles reivindicados pela AAB.

    A publicação contextualiza ainda o pano de fundo político: naquele período o país vivia um processo de “distensão” da ditadura militar, defendida pelo então presidente Ernesto Geisel como uma abertura “lenta, gradual e segura”; grupos radicais de extrema-direita reagiam a essas perspectivas de afrouxamento do regime, de acordo com a ABI.

    Memória, imprensa e vigilância democrática

    A edição especial traz fotografias das áreas atingidas no prédio e relata que o endereço permanece até hoje como sede da ABI. A associação destaca o papel da imprensa livre na resistência a regimes autoritários e a necessidade de vigilância contínua contra a censura e a violência política.

    O atual presidente da ABI, Octávio Costa, enfatiza que, ao defender a liberdade de imprensa e os direitos humanos, a entidade também se tornou alvo de grupos intolerantes. Em comunicado citado pela Agência Brasil, ele conclui que “A Casa do Jornalista permanecerá vigilante diante de qualquer ameaça ao Estado Democrático de Direito”.

    Comemoração dos 50 anos

    Na tarde de 19 de agosto, às 17h, a ABI fará um ato no próprio sétimo andar do prédio em memória do atentado. Durante a cerimônia será colocada uma placa com uma frase de repúdio ao terrorismo e em defesa da democracia, segundo a associação.

  • Juventude-SE vence Portuguesa-AP por 2 a 0 e leva vantagem à volta da semifinal da Série A3

    Juventude-SE vence Portuguesa-AP por 2 a 0 e leva vantagem à volta da semifinal da Série A3

    O Juventude-SE saiu na frente da Portuguesa-AP na semifinal do Campeonato Brasileiro Feminino Série A3 ao vencer por 2 a 0 neste sábado (15), no Estádio Augusto Antunes, em Santana, no Amapá. A partida, transmitida ao vivo pela TV Brasil, contou com dois gols no segundo tempo e deixou a equipe sergipana em vantagem para o jogo de volta.

    Como foi a partida

    O primeiro tempo foi prejudicado pelo forte calor em Santana, com temperatura próxima de 33ºC e umidade relativa em torno de 54%, condições que, segundo a cobertura da partida, dificultaram a movimentação das equipes. Ainda assim, as donas da casa tiveram a chance mais clara aos sete minutos, quando Fernanda finalizou na saída da goleira Monique, que fez a defesa para o Juventude.

    Nos acréscimos do primeiro tempo, a Portuguesa levou perigo em cobrança de falta pela esquerda: a meia Loura Soure buscou o ângulo e acertou a trave por muito pouco.

    Decisão no segundo tempo

    O Juventude abriu o placar aos 15 minutos do segundo tempo. A atacante Laureen recebeu passe de Fernanda dentro da área, girou e finalizou com precisão para marcar o primeiro gol. Aos 31, a lateral Sara avançou pela direita e lançou na área; a bola surpreendeu a goleira Kadja e entrou diretamente no gol, ampliando a vantagem visitante.

    Nos acréscimos, aos 52 minutos, houve pênalti para a Portuguesa após Sara derrubar Aninha Belém na área. A cobrança de Loura Soure foi fraca e defendida pela goleira Monique, encerrando o jogo em 2 a 0 a favor do Juventude.

    Classificação e confronto de volta

    Com a vitória, o Juventude-SE leva uma vantagem que lhe permite perder por um gol de diferença na partida de volta e ainda assim garantir a vaga na final. A Portuguesa-AP precisa vencer por três gols ou mais de saldo no tempo normal para avançar direto; se a soma dos placares terminar empatada, a classificação será decidida nos pênaltis. A partida de volta está marcada para a sexta-feira, 21 de agosto, às 21h (horário de Brasília), no Batistão, em Estância (SE), com nova transmissão da TV Brasil.

    Contexto da competição

    Os quatro clubes que chegaram às semifinais — Juventude-SE, Portuguesa-AP, Planalto-GO e Realidade Jovem — já garantiram vaga na edição seguinte da Série A2 do Brasileirão Feminino. A CBF planeja expandir a disputa para 18 clubes na próxima temporada, segundo a reportagem da Agência Brasil.

    Na outra semifinal, o Planalto-GO enfrenta o Realidade Jovem. O jogo de ida será na segunda-feira (17), às 21h, no Estádio Aníbal Toledo, em Aparecida de Goiânia (GO), e a partida de volta acontece no domingo (23), às 11h, no Teixeirão, em São José do Rio Preto (SP). Ambas as partidas também serão exibidas pela TV Brasil, da EBC.

    Campanhas e retrospecto

    Tanto Portuguesa quanto Juventude chegaram invictas às semifinais. A Portuguesa disputou dez partidas: seis vitórias e quatro empates, com 29 gols marcados e 19 sofridos. A vaga na semifinal e na Série A2 veio após dois triunfos sobre o Tiradentes-PA (5 a 2 em casa e 3 a 2 fora).

    O Juventude teve campanha ainda mais dominante, com nove vitórias e um empate em dez jogos, 25 gols marcados e apenas quatro sofridos. Nas quartas de final, o Tricolor da Piauitinga eliminou o Prosperidade com vitórias por 2 a 0, no Estádio Humberto Scaramussa (Vargem Alta-ES), e por 2 a 1, no Batistão.

    As informações deste texto são baseadas na reportagem da Agência Brasil.

  • Fluminense encerra jejum e vira sobre o Palmeiras por 3 a 2 no Maracanã

    Fluminense encerra jejum e vira sobre o Palmeiras por 3 a 2 no Maracanã

    O Fluminense venceu o Palmeiras por 3 a 2 neste sábado (15) no Maracanã, encerrando uma sequência de oito partidas sem triunfo e impedindo que o adversário ampliasse sua vantagem na liderança do Campeonato Brasileiro. A partida abriu a 23ª rodada da competição e teve reviravolta nos minutos finais.

    Interinidade e cenário técnico

    O time carioca foi comandado pelo auxiliar técnico Marcão de forma interina. A mudança de comando ocorreu após a demissão de Luís Zubeldia, anunciada na quinta-feira (13), depois do empate por 0 a 0 com o Independiente Rivadavia (Argentina) na terça (11), no jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores, também no Rio de Janeiro, conforme informou a Agência Brasil.

    Como se desenrolou o jogo

    O Palmeiras largou na frente aos nove minutos, quando Gustavo Gómez subiu mais alto na área e, após cobrança de escanteio do lateral Joaquín Piquerez, cabeceou para abrir o placar. O goleiro do Fluminense, Fábio, não conseguiu evitar o tento.

    O Tricolor buscou o empate ainda no primeiro tempo. Aos 42 minutos, Agustín Canobbio avançou pela direita e cruzou para Hulk, que cabeceou para igualar o marcador. Foi o segundo gol do atacante com a camisa do Fluminense.

    No segundo tempo, o Palmeiras voltou à frente aos 36 minutos, quando Flaco López desviou de cabeça um lançamento do goleiro Carlos Miguel e deixou Maurício livre; o meio-campista, que havia entrado pouco antes no lugar de Andreas Pereira, finalizou na saída do goleiro adversário para marcar.

    A virada do Fluminense começou três minutos depois. Aos 39, Guga cruzou da direita, Germán Cano cabeceou na trave, e Kevin Serna aproveitou a sobra para empatar a partida. Já nos acréscimos, aos 46 minutos, Guga foi lançado por Martinelli e fez um cruzamento próximo à linha, que resultou em escorada e em cabeçada final de Cano para garantir a vitória do Tricolor.

    Impacto na tabela

    Com o resultado, o Fluminense chegou a 38 pontos e permaneceu na quarta posição, dentro do grupo que garante vaga na Libertadores de 2027 — o chamado G-5, segundo a apuração da Agência Brasil. O Palmeiras permaneceu com 48 pontos e viu a possibilidade de aumentar a diferença na liderança ser prejudicada pela derrota.

    Antes da rodada, a diferença entre Palmeiras e o vice-líder Flamengo era de seis pontos; dependendo do confronto do Rubro-Negro no domingo (16) contra o Mirassol, essa vantagem poderia cair para três. O Flamengo enfrenta o Mirassol no estádio Maião, em Mirassol (SP), às 18h30 (horário de Brasília), conforme informado pela fonte.

    Sequência e próximos jogos

    A vitória interrompeu uma série negativa do Fluminense composta por sete empates e uma derrota nas partidas imediatamente anteriores. Não há informações adicionais sobre a programação de treinos, confirmações de permanência de comissão técnica ou próximas partidas do Tricolor além do que foi divulgado pela Agência Brasil.

    Os dados desta reportagem foram obtidos a partir da cobertura esportiva da Agência Brasil.

  • Grupo Harmonia Enlouquece, formado por pacientes do CPRJ, lança quinto álbum em 25º aniversário

    Grupo Harmonia Enlouquece, formado por pacientes do CPRJ, lança quinto álbum em 25º aniversário

    O Centro Psiquiátrico do Rio de Janeiro (CPRJ) marcou o dia 15 de agosto de 2026 com o lançamento do quinto álbum do grupo Harmonia Enlouquece. Intitulado O Quinto dos Infernos, o disco reúne 13 faixas e celebra os 25 anos da banda, que nasceu em 7 de abril de 2001, no Dia Mundial da Saúde.

    O álbum e o repertório

    O trabalho contém 13 músicas, das quais 11 são inéditas e têm autoria de Hamilton de Jesus Assunção, paciente do CPRJ e responsável pela maior parte do repertório do grupo. Ao longo das duas décadas e meia de atividade, o Harmonia Enlouquece acumulou 65 gravações; segundo o compositor, 62 dessas canções são de sua autoria.

    Hamilton já se tratava no CPRJ desde 1998 e iniciou seu acompanhamento psiquiátrico em 1984 no Posto de Assistência Médica (PAM) Venezuela, antes de integrar o centro. Em depoimento à reportagem, ele ressaltou o papel da música na elevação do estado de ânimo: “Música é uma coisa maravilhosa. Ela levanta o nosso astral, mesmo quando ele está em baixa.”

    História e funcionamento do grupo

    O Harmonia Enlouquece reúne pacientes e profissionais de saúde do CPRJ, unidade vinculado à Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ). Atualmente, o grupo conta com 13 integrantes, entre os quais nove são pessoas em tratamento e os demais, colaboradores. Mais de 75 pessoas já passaram pelo grupo desde sua criação.

    A iniciativa começou quando o psicólogo Sidney Dantas convidou Hamilton para participar de uma oficina de música que realizava no centro. Francisco Sayão, diretor-geral do CPRJ, participa do grupo tocando violão básico e destaca que o cantor e compositor é a base do repertório: “Ele faz a letra, a música e interpreta. Sem ele, a gente não tem o que cantar. Noventa e cinco por cento das músicas são dele”, afirmou Sayão à Agência Brasil.

    Ligações com políticas culturais e reconhecimento

    O CPRJ é reconhecido como referência nacional em práticas de psiquiatria humanizada que incorporam elementos culturais, escuta e protagonismo dos pacientes no tratamento. Desde 2016, o Ponto de Cultura do centro promove, uma vez por mês, encontros que reúnem integrantes de instituições como o Instituto de Psiquiatria da UFRJ (Ipub), o Instituto Municipal Philippe Pinel, centros de Atenção Psicossocial (CAPs), pacientes internados e do hospital/dia.

    O grupo também foi premiado recentemente com o Prêmio Asas (Aldir Blanc-RJ), reconhecimento que integra a trajetória de criação e visibilidade do trabalho artístico desenvolvido no serviço de saúde mental.

    Lançamento no MuhCab e atividades programadas

    O lançamento do álbum foi realizado no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MuhCab). A atividade incluiu uma exposição com linha do tempo do CPRJ entre 2001 e 2026 e a exibição do documentário Harmonia Enlouquece – Um mergulho musical pela saúde mental, dirigido por Flávia Lima, que retrata a trajetória da banda.

    A programação também contou com uma roda de conversa sobre música, inclusão e saúde mental. O diretor-geral do CPRJ informou a intenção de abrir uma agenda de visitação a partir das 16h, em horário que não interfira no atendimento da unidade, para que o público possa conhecer o grupo e as atividades do centro.

    Rádio interna e planos digitais

    O CPRJ mantém uma rádio interna que transmite as músicas do grupo nas salas e pátios da unidade. Segundo a direção, há planos para ampliar a programação e operar a rádio em formato online em tempo integral, com a produção de podcasts, assim que a aparelhagem estiver concluída; a equipe para esse projeto está quase formada.

    Fonte das informações: Agência Brasil.

  • Prazo para registro de candidaturas às eleições termina neste sábado

    Prazo para registro de candidaturas às eleições termina neste sábado

    O prazo para o registro de candidaturas para os cargos que estarão em disputa nas eleições de outubro termina neste sábado (15). Segundo a Agência Brasil, a Justiça Eleitoral já recebeu cerca de 18 mil pedidos até o momento.

    Prazo e como fazer o registro

    Partidos e federações têm até as 19h deste sábado para encaminhar os pedidos de registro de candidatura de forma eletrônica. O envio é realizado por meio do Sistema de Candidaturas (CANDex) da Justiça Eleitoral, plataforma destinada ao protocolo desses requerimentos.

    O procedimento eletrônico concentra o envio dos pedidos e de documentação associada, conforme os requisitos definidos pela legislação eleitoral. Após o encerramento do prazo, não há possibilidade de submissão por meio desse sistema.

    Análise e critérios de julgamento

    Após a conclusão do período de registro, a Justiça Eleitoral passará a analisar cada pedido para decidir se será deferido ou indeferido. A avaliação envolve a verificação de situações de inelegibilidade previstas na legislação, entre elas as previstas pela Lei da Ficha Limpa, além da conferência da documentação obrigatória.

    Quem julga cada cargo

    • As candidaturas à Presidência da República serão analisadas pelos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
    • Os pedidos para senador, governador, deputado federal, deputado distrital e deputado estadual serão julgados pelos juízes eleitorais dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).

    Além da verificação documental e das regras de elegibilidade, os registros podem ser alvo de impugnação. Conforme informado pela Agência Brasil, candidatos, partidos e o Ministério Público Eleitoral (MPE) podem apresentar pedidos de impugnação contra registros de candidatura.

    Calendário eleitoral e próximos passos

    Com o encerramento do prazo de registro, a fase seguinte é a apreciação dos pedidos pela Justiça Eleitoral. A decisão sobre deferimento ou indeferimento dos registros antecede a definição das candidaturas que constarão nas urnas no dia da votação.

    O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro, quando serão escolhidos deputados federais, estaduais e distritais, senadores, governadores e o presidente da República. Caso nenhum candidato a governador ou à Presidência obtenha mais de 50% dos votos válidos (excluídos brancos e nulos) no primeiro turno, haverá segundo turno em 25 de outubro.

    As informações sobre prazos e procedimentos foram divulgadas pela Agência Brasil, a partir de dados e comunicados da Justiça Eleitoral.

  • Porto Alegre reúne marchantes e praticantes da Quimbanda contra a intolerância religiosa

    Porto Alegre reúne marchantes e praticantes da Quimbanda contra a intolerância religiosa

    Porto Alegre se tornou neste sábado (15) palco de mobilizações contra a intolerância religiosa com a realização da 3ª Marcha dos Quimbandeiros e do 19º Encontro Internacional de Quimbandeiros. As iniciativas, organizadas pela Sociedade Beneficente Cultural Oxum e Oxalá, foram coordenadas por Pai Ricardo de Oxum, babalorixá do terreiro de batuque e liderança tradicional das religiões de matriz africana no Rio Grande do Sul.

    Programação e objetivos dos eventos

    A marcha, prevista para as 14h, e o encontro, com início às 20h, buscavam transformar Porto Alegre em referência para sacerdotes e praticantes da Quimbanda no Brasil e nos países vizinhos. Segundo a organização, a mobilização tem finalidade de dar visibilidade às práticas religiosas, refutar estigmas sobre entidades como Exu e Pomba‑Gira e relatar casos de preconceito sofridos por terreiros e fiéis.

    Na edição anterior, a marcha reuniu cerca de 2 mil pessoas, segundo relato do organizador à Agência Brasil. O formato combina manifestação de rua, com trio elétrico e cantos de pontos, e relatos de experiências de intolerância trazidos por participantes de diversos municípios.

    Contexto regional e dados de referência

    O Rio Grande do Sul é apontado pelo Censo Demográfico 2022 do IBGE como o estado com maior percentual de seguidores de umbanda e candomblé em relação à sua população (3,19%). Outros estados com índices relevantes citados são Rio de Janeiro (2,58%), São Paulo (1,47%), Bahia (1%) e Distrito Federal (0,85%).

    Para os organizadores, a mobilização está diretamente ligada ao histórico de preconceito no estado. Pai Ricardo afirmou à Agência Brasil que, há quase duas décadas, o encontro foi criado como resposta a episódios em que praticantes eram impedidos de se manifestar em público ou sofriam intervenções policiais por celebrarem sua fé nas ruas.

    Além dos números do IBGE, a Direção citada na reportagem também recorreu a dados do Disque 100: entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026 o canal registrou 2.774 denúncias de intolerância religiosa. Nos casos em que a fé da vítima foi identificada, umbanda teve 228 registros e candomblé 161 — indicadores que, segundo Pai Ricardo, apontam para um racismo religioso estrutural.

    Internacionalização e experiências em países vizinhos

    O Encontro de Quimbandeiros, em sua 19ª edição, já ganhou audiência e participação internacional, com presença de praticantes da Argentina, do Uruguai e do Chile, segundo o organizador. Pai Ricardo relatou à Agência Brasil que a resistência à manifestação das práticas é mais explícita na Argentina, onde denúncias de vizinhos podem resultar em retirada de tambores pela polícia sem diálogo. No Uruguai e no Chile, avaliou, a religião enfrenta obstáculos que dificultam seu crescimento e visibilidade pública.

    Desmistificação de Exu e Pomba‑Gira e reconhecimento cultural

    Uma das frentes do evento foi a explicação sobre as entidades conhecidas como Exu e Pomba‑Gira. Pai Ricardo destacou que essas figuras, de origens diversas, não correspondem à ideia de mal propagada por preconceito e que atuam em diferentes campos da vida — amor, família, trabalho — conforme declaração à Agência Brasil. Ele citou ainda a experiência do desfile da escola de samba Grande Rio em 2022 como exemplo de ação cultural que ajudou a popularizar interpretações mais articuladas sobre Exu.

    Além das atividades culturais e de protesto, o Encontro em Porto Alegre ocorreu em um espaço doado pela prefeitura, que abriga um monumento a Exu — descrito na reportagem como o primeiro em área aberta no Brasil — implantado há cinco anos, segundo o organizador.

    Mobilização e próximos passos

    Os organizadores veem a marcha e o encontro como espaços para partilha de relatos e fortalecimento da resistência. Relatos de discriminação vindos de diferentes municípios foram parte da programação, com cartazes e manifestações públicas contra a intolerância religiosa. O ato de quatro meses antes, quando Pai Ricardo liderou um ato inter‑religioso em homenagem a São Jorge junto à Igreja São Jorge de Porto Alegre, também foi citado como exemplo de diálogo inter‑religioso.

    As informações desta matéria são baseadas em relatos e dados publicados pela Agência Brasil.

  • Risco de desertificação avança no Brasil e ameaça segurança hídrica e alimentar

    Risco de desertificação avança no Brasil e ameaça segurança hídrica e alimentar

    A desertificação no Brasil é um processo de degradação do solo em que terras antes capazes de reter água e sustentar vida perdem essas condições — resultado tanto de pressões humanas quanto de variações climáticas. Estima-se que 39 milhões de pessoas vivam em áreas ameaçadas e que 18% do território nacional seja classificado como Área Suscetível à Desertificação (ASD), aponta boletim da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

    O que é desertificação e onde ela avança

    Ao contrário da imagem comum de desertos hiperáridos como o Saara, a desertificação compreende um espectro de climas em que há menor disponibilidade hídrica e perda de produtividade. No Brasil, a expansão identificada entre 2000 e 2020 levou a área afetada de 1,35 milhão para 1,51 milhão de km² — um acréscimo de 170 mil km², equivalente à soma dos territórios de Pernambuco, Paraíba e Alagoas.

    Os níveis de aridez variam no país: subúmido seco, semiárido e árido, definidos pelo índice de aridez. Em 2023, uma área de cerca de 6 mil km² entre Pernambuco e Bahia foi classificada como a primeira região árida brasileira, com base em análises do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

    Populações e impactos

    As consequências atingem em primeiro lugar populações vulneráveis e tradicionais: sertanejos, agricultores familiares, povos indígenas, quilombolas, geraizeiros, pantaneiros e pampeiros. Representantes da sociedade civil destacam que essas comunidades sentem antes os efeitos por dependerem diretamente da água e da biodiversidade locais.

    Os impactos, entretanto, extrapolam as áreas degradadas: afetam a produção de alimentos, a disponibilidade de água, a economia local e contribuem para elevação de temperatura, com efeitos que chegam às cidades. Em resposta, organizações e governantes levarão o tema à 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), marcada para 17 a 28 de agosto na Mongólia.

    Caatinga: riscos e papel para o clima

    Entre os biomas brasileiros, a Caatinga concentra os níveis mais severos de degradação. Cerca de 11% do bioma está em situação crítica ou severa — aproximadamente 100 mil km² — e 42,6% da vegetação nativa já foi suprimida. Pesquisas do Instituto Nacional do Semiárido (Insa) e do Observatório da Caatinga e da Desertificação (OCA) mostram que o bioma tem papel relevante no sequestro de carbono e na manutenção do equilíbrio climático.

    Segundo monitoramento citado pelo Insa, a Caatinga aproveita carbono com eficiência superior a outros biomas do país e armazena cerca de 72% desse carbono no solo — estimado em torno de 125 toneladas por hectare. Um estudo publicado em 2025 na revista Science of the Total Environment indicou que, em 2022, a Caatinga foi responsável por cerca de 50% do sequestro líquido de carbono do Brasil.

    Políticas e iniciativas de restauração

    O Brasil assinou a Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD) em 1997 e, em março de 2026, lançou o Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB-Brasil 2025–2043). O plano propõe o enfrentamento do problema por meio de políticas que articulam meio ambiente, saúde, educação, assistência social, infraestrutura e inovação.

    Em junho de 2026 foi lançado o Programa Recaatingar, cuja meta declarada é recuperar produtivamente 10 milhões de hectares de terras degradadas na Caatinga nos próximos 20 anos. O Departamento de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (DCDE), ligado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, informou que o programa se baseia em conhecimentos tradicionais e tecnologias sociais para promover segurança hídrica, restauração socioprodutiva e adaptação climática.

    Resultados e tecnologias sociais

    Antes do Recaatingar, práticas sociais e tecnológicas já haviam mostrado resultados: 36 mil hectares em conservação, 2 mil hectares em recuperação ativa, 15 sistemas de agrocaatinga, 31 planos de manejo implementados e mais de 280 enxames de abelhas nativas restabelecidos na paisagem, segundo levantamento citado pelo Insa. Técnicas como manejo agrossilvipastoril, sistemas agroflorestais, rotação de culturas e barragens subterrâneas são apontadas como formas de devolver água, carbono e fertilidade ao solo.

    A Agência Brasil acompanhará a COP17 diretamente da Mongólia e publicará uma série de reportagens sobre os desdobramentos internacionais e os reflexos das decisões na realidade brasileira, em parceria com a UNCCD.

  • Envelhecimento da população reduz eleitorado jovem em 22% entre 2010 e 2026, aponta levantamento

    Envelhecimento da população reduz eleitorado jovem em 22% entre 2010 e 2026, aponta levantamento

    Um levantamento do Instituto Nexus, feito a pedido da Agência Brasil com base em informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aponta mudança significativa no perfil do eleitorado brasileiro entre 2010 e 2026: a participação proporcional dos eleitores com idades entre 16 e 24 anos caiu 22% no período.

    Queda em números absolutos e relativos

    Em termos absolutos, a quantidade de brasileiros nessa faixa etária aptos a votar recuou de 24,7 milhões, em 2010, para 19,2 milhões, em 2026 — uma redução de 5,5 milhões de eleitores. Enquanto isso, o universo total de eleitores cresceu 17%, passando de 135,8 milhões para 158,8 milhões, o que fez a participação dos jovens cair de 18,2% para 12,5% do eleitorado.

    Paralelamente a essa perda de peso eleitoral jovem, o número de eleitores com 60 anos ou mais cresceu cerca de 74% desde 2010, atingindo mais de 36,8 milhões de pessoas, segundo os dados do TSE citados pelo estudo.

    Comparação regional e participação nas urnas

    O levantamento também identificou variações regionais na presença de jovens entre os eleitores. Estados do Sul e Sudeste — que incluem os maiores colégios eleitorais do país — mostram as menores proporções de eleitores até 24 anos. O Rio Grande do Sul é o estado com o eleitorado mais envelhecido, onde jovens até 24 anos representam apenas 9% do total.

    • Estados com menor proporção de jovens: Rio Grande do Sul (9%); Rio de Janeiro (10%); São Paulo, Santa Catarina, Espírito Santo, Minas Gerais e Paraná (11% cada, conforme o levantamento).
    • Estados com maior proporção de jovens: Roraima, Acre, Amapá e Amazonas (18% cada); Maranhão (17%); Pará e Tocantins (16% cada).

    Quanto ao comparecimento às urnas, o estudo distingue entre faixas etárias: entre os jovens de 18 a 24 anos — grupo em que o voto é obrigatório — o percentual de comparecimento no primeiro turno foi de 78,5%. Entre os adolescentes de 16 e 17 anos, cujo voto é facultativo, 82,9% compareceram às urnas. A média nacional de participação no pleito citado foi de 79,1% dos eleitores aptos.

    Implicações políticas e interpretações de especialistas

    O CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, analisou que, em um cenário de intensa polarização e decisões eleitorais por margens reduzidas, cada eleitor passa a ter relevância estratégica. Segundo Tokarski, a força absoluta do voto jovem vem diminuindo anualmente, sobretudo em comparação com o aumento do eleitorado de 60 anos ou mais.

    O professor Hilton Fernandes, do Laboratório de Opinião Pública e Mídias Digitais da Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), observou que as campanhas presidenciais ainda não deixaram claro como vão direcionar propostas ao público jovem. Fernandes lembrou que, em 2022, houve iniciativas que buscaram engajar jovens por meio de temas como desenvolvimento de jogos eletrônicos e facilidades para aquisição de produtos eletrônicos, mais pela mobilização do que pelo volume direto de votos.

    Fernandes acrescentou que as prioridades do eleitor jovem tendem a girar em torno do primeiro emprego e da formação profissional, e que o voto pode ser moldado por contextos familiares, econômicos e regionais. Ele ressalta que o eleitor jovem não é um bloco homogêneo: diferenças culturais e econômicas podem conduzir preferências distintas e maior receptividade a discursos que prometem mudanças radicais.

    Consequências para estratégias eleitorais

    O estudo conclui que a nova distribuição etária do eleitorado altera a “geografia eleitoral” do país, tirando os jovens do centro das estratégias políticas nos maiores colégios eleitorais. Tokarski apontou que essa perda de representatividade entre os grandes estados pode modificar prioridades de campanha e direcionamento de recursos, embora os dados não indiquem como partidos ou candidaturas específicas reagirão no futuro.

    O levantamento do Instituto Nexus foi encomendado pela Agência Brasil e baseou-se em dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As interpretações de impactos políticos constam nas análises de especialistas citados pelo estudo.

  • Petrobras identifica presença de hidrocarbonetos em poço na Foz do Amazonas

    Petrobras identifica presença de hidrocarbonetos em poço na Foz do Amazonas

    A Petrobras anunciou à imprensa, em 14 de agosto de 2026, a identificação de hidrocarbonetos em um poço exploratório em perfuração no bloco FZA-M-59, situado na bacia sedimentar da Foz do Amazonas, na margem equatorial brasileira. A informação foi divulgada por meio de nota da própria empresa à Agência Brasil.

    Localização e características do poço

    O poço em questão, denominado Morpho (1-BRSA-1405-APS), encontra-se a cerca de 175 km da costa do estado do Amapá, em lâmina d’água de 2.886 metros. Trata-se de uma perfuração em águas profundas na margem equatorial brasileira, na área operada pela Petrobras.

    Como foi feita a identificação

    Segundo a Petrobras, o intervalo portador de hidrocarbonetos foi identificado por meio de perfis elétricos e por indicativos em rocha durante as operações de perfuração. A nota da empresa explica que tais sinais apontaram para a presença de hidrocarbonetos, que abrangem petróleo e gás natural.

    Próximos passos e cuidados operacionais

    A estatal informou que as operações de perfuração continuam em curso com o objetivo de dar sequência à avaliação exploratória do poço. A empresa ressaltou que essas atividades seguem protocolos que priorizam a segurança e o respeito ao meio ambiente e às populações locais.

    Contexto estratégico

    De acordo com a Petrobras, a atuação no bloco FZA-M-59 está alinhada à estratégia da companhia de recomposição das reservas de petróleo e gás por meio de exploração em áreas de fronteira. A estatal afirmou ainda que essa estratégia visa contribuir para o atendimento à demanda energética do país durante o processo de transição energética.

    Participação e origem do bloco

    A Petrobras é operadora do bloco FZA-M-59 e detém 100% de participação na área, que foi adquirida na 11ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em 2013, sob o regime de concessão. A informação sobre a aquisição do bloco foi mencionada pela empresa na divulgação à Agência Brasil.

    A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, comentando o achado, disse que o resultado confirma o otimismo da companhia em relação à margem equatorial brasileira e destacou a dedicação da equipe. Em suas palavras, a descoberta na costa do Amapá seria a primeira da empresa nessa faixa costeira — um ponto apresentado pela executiva na nota publicada.

    A Petrobras reforçou que a continuidade das operações terá foco na avaliação exploratória, sem fazer anúncios sobre volumes ou estimativas de reservas por enquanto. A estatal também enfatizou o compromisso com práticas seguras e com o respeito ao meio ambiente e às pessoas envolvidas ou afetadas pelas atividades.