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  • Crescimento das bicicletas elétricas desafia cidades e regulações no Brasil

    Crescimento das bicicletas elétricas desafia cidades e regulações no Brasil

    O número de bicicletas elétricas, autopropelidos e ciclomotores em circulação no Brasil aumentou de forma acelerada na última década. Dados do setor citados pela Agência Brasil mostram que a frota passou de 7,6 mil unidades em 2016 para 284 mil em 2024, um crescimento de 37 vezes. O fenômeno é tema de reportagem exibida pela TV Brasil em 17 de agosto de 2026, às 23h.

    Crescimento rápido e presença nas grandes cidades

    Esses veículos já fazem parte da rotina de metrópoles como Rio de Janeiro e São Paulo, e têm sido adotados como alternativa para deslocamentos curtos. Para representantes do setor, a popularidade decorre da percepção de que eles resolvem problemas cotidianos de mobilidade. Ao mesmo tempo, o aumento exponencial do uso ampliou a presença desses veículos nas vias e calçadas, gerando pontos de atrito com pedestres, ciclistas e motoristas.

    Como a legislação classifica os veículos

    A regulamentação atual sobre esses modelos está no Conselho Nacional de Trânsito (Contran), cuja resolução mais recente data de 2023. A norma divide os equipamentos em três categorias principais: bicicletas elétricas, autopropelidos e ciclomotores. As bicicletas elétricas exigem propulsão humana e oferecem assistência ao pedal. Já os autopropelidos podem ter pedal ou não e dispõem de propulsão própria, sem necessidade de esforço do condutor, com velocidade limitada a 32 km/h. Os ciclomotores também são autopropelidos, mas podem atingir até 50 km/h.

    As diferenças na classificação implicam em requisitos distintos: bicicletas elétricas e autopropelidos não demandam habilitação do condutor nem licenciamento do veículo. Por outro lado, ciclomotores exigem habilitação na categoria A ou autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC), além de registro e licenciamento.

    Debate sobre exigência de habilitação e segurança

    Profissionais e ativistas do setor criticam a flexibilização de nomenclaturas e a consequente autorização de uso em espaços que antes eram vedados. Representantes da Comissão de Segurança do Ciclismo do Rio de Janeiro destacam que a mudança feita pela resolução do Contran em 2023 alterou dispositivos de mobilidade, transformando alguns modelos que antes eram classificados como ciclomotores em autopropelidos, com impacto sobre onde e por quem podem ser utilizados.

    Essa alteração, afirmam, facilita o acesso de jovens e crianças a equipamentos que circulam em vias ou infraestruturas cicloviárias, e levanta a discussão sobre a necessidade de habilitação para operar certos modelos.

    Riscos concretos e tragédias citadas na reportagem

    O crescimento do uso também foi marcado por episódios trágicos. A reportagem da TV Brasil relata a morte de um menino de 9 anos e de sua mãe na zona norte do Rio de Janeiro, quando estavam em um autopropelido e foram atropelados por um ônibus em março deste ano. Familiares ouvidos pela reportagem ressaltam o impacto individual e o sofrimento provocado por acidentes que, ainda que possam parecer raros em estatísticas, são devastadores para quem os vivencia.

    Adaptação urbana e próximos passos

    Acadêmicos entrevistados ressaltam que as cidades não foram planejadas originalmente para essa nova gama de veículos. Segundo pesquisadores da área de mobilidade, o desafio é permitir a expansão da micromobilidade sem abrir mão da segurança e da ordenação do espaço público. A proposta sugerida por especialistas é buscar um equilíbrio: reconhecer a função desses veículos na matriz de transporte urbano, ao mesmo tempo em que se evita uma situação descontrolada por falta de regras e infraestrutura adequada.

    Ao abordar o tema, a reportagem exibida pela TV Brasil propõe uma reflexão sobre como integrar os novos veículos ao cotidiano urbano, ponderando benefícios, riscos e ajustes regulatórios necessários. Fonte: Agência Brasil.

  • TV Brasil transmite Botafogo x São Paulo pelo Brasileirão Feminino A1 neste domingo

    A TV Brasil exibe neste domingo (16), a partir das 10h45, o jogo entre Botafogo e São Paulo, válido pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro Feminino Série A1. A partida será realizada no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, e a informação sobre a transmissão foi divulgada pela Agência Brasil.

    Situação das equipes

    O Botafogo chega ao duelo na última posição da tabela e tenta interromper um período sem vitórias: segundo a Agência Brasil, a equipe carioca não vence desde fevereiro, quando superou o Juventude-RS. Em casa, busca reencontrar os três pontos diante de um adversário que tem desempenho superior na competição.

    O São Paulo, por sua vez, aparece como vice-líder do torneio com 35 pontos, acumulando 11 vitórias em 15 partidas até a 16ª rodada. O Tricolor está a dois pontos do primeiro colocado, o Corinthians, e entra em campo com chances de subir na classificação, conforme reportagem da Agência Brasil.

    Transmissão e equipe

    A cobertura da TV Brasil integra a estratégia do canal público de ampliar a visibilidade do futebol feminino no país. Pelo terceiro ano seguido, a emissora transmite jogos da elite da modalidade, além de partidas decisivas das Séries A2 e A3 a partir das semifinais, e as finais das categorias de base Sub-17 e Sub-20, segundo a Agência Brasil.

    A equipe responsável pelas transmissões do Brasileirão Feminino é formada por profissionais mulheres: a narradora Luciana Zogaib; as comentaristas Brenda Balbi e Rachel Motta; e as repórteres Marília Arrigoni e Verônica Dalcanal, conforme informado pela Agência Brasil.

    Alcance e como acompanhar

    Além da exibição na TV aberta, a programação da TV Brasil pode ser retransmitida pelos integrantes da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) em seus estados, ampliando o alcance das partidas. O público pode sintonizar o canal pelo sinal aberto, por assinatura ou via parabólica; instruções sobre como sintonizar estão disponíveis no site da emissora, segundo a mesma fonte.

    Quem prefere plataformas digitais pode assistir pelo TV Brasil Play, acessível tanto via site quanto por aplicativo para dispositivos Android e iOS, ou pela WebTV da emissora, conforme comunicado da Agência Brasil.

    Formato do campeonato e participantes

    A edição 2026 do Brasileirão Feminino Série A1 reúne 18 clubes. Na fase de classificação, os times se enfrentam em turno único; os oito primeiros colocados avançam à fase seguinte. A partir das quartas de final, as disputas são em formato mata-mata, com jogos de ida e volta, conforme detalha a Agência Brasil.

    As 18 equipes que compõem a Série A1 são: América (MG), Atlético Mineiro, Bahia, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Ferroviária, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Juventude, Mixto (MT), Palmeiras, Red Bull Bragantino, Santos, São Paulo e Vitória.

    Prêmio e participação do público

    A TV Brasil mantém também o Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas, que reconhece atletas, treinadores, dirigentes, departamentos e clubes de destaque na temporada. A emissora informa que a categoria Craque da Torcida conta com votação popular gratuita e sem limite de votos; o processo de escolha está aberto até 31 de outubro no endereço ebc.com.br/premiotvbrasilpetrobrasparaelas.

    Como serviço, a emissora disponibiliza links para orientar o público sobre como sintonizar a transmissão e acessar os conteúdos pelo aplicativo ou pela WebTV.

    Fonte: Agência Brasil.

  • Rafael Beck e Felipe Montanaro apresentam Fantasia Brasil no Cena Musical da TV Brasil

    Rafael Beck e Felipe Montanaro apresentam Fantasia Brasil no Cena Musical da TV Brasil

    O flautista Rafael Beck e o pianista Felipe Montanaro apresentam o show inédito Fantasia Brasil na edição do dia 15 de agosto de 2026 do programa Cena Musical, da TV Brasil. A apresentação foi gravada no Espaço Cultural do BNDES, no Rio de Janeiro, e inclui um repertório que reúne clássicos do cancioneiro nacional e composições próprias da dupla.

    Espetáculo e repertório

    O programa traz interpretações de sucessos de autores consagrados, como Dominguinhos, Tom Jobim, Hermeto Pascoal, Jacob do Bandolim, João Bosco, Chico Buarque, Djavan, Ivan Lins e Guilherme Arantes. Entre as músicas tocadas estão Jade, Sapato Velho, Aprendendo a Jogar, Pedras que Cantam, Isso Aqui Tá Bom Demais, Beatriz e Frevo Novo, além de composições autorais do duo — Tema pro Ricardo e 20.23.

    Na apresentação, Rafael Beck atua na flauta transversal e no piano elétrico; Felipe Montanaro toca piano acústico e sanfona. A proposta musical combina arranjos que, segundo a produção, unem técnica e sensibilidade, aproximando a tradição instrumental brasileira de novas abordagens interpretativas.

    Artistas e trajetória

    Beck e Montanaro começaram a tocar juntos em 2023 e, desde então, ganharam destaque como representantes da nova geração da música instrumental brasileira. A reportagem da Agência Brasil informa que o duo conquistou reconhecimento no país e no exterior, reflexo da atuação em repertórios que dialogam com diferentes gerações e vertentes da música brasileira.

    A gravação do show fez-se no palco do Espaço Cultural do BNDES, espaço que, desde 2017, recebe os registros do Cena Musical, conforme a própria TV Brasil. A produção do episódio é da emissora pública, com direção de Waldecir de Oliveira e apresentação de Bia Aparecida, jornalista e cantora.

    Transmissão e acessos

    Além da exibição pela TV aberta, o episódio pode ser acompanhado nas plataformas digitais da emissora. O show estará disponível no app TV Brasil Play e no canal oficial da TV Brasil no YouTube. A reportagem também lista canais oficiais e formas de acesso à programação, incluindo a página de sintonia da emissora.

    O Cena Musical é oferecido pela TV Brasil em janela semanal e pode ser visto pelo canal aberto, por TV por assinatura e via parabólica. A emissora disponibiliza conteúdos no site e por aplicativos para Android e iOS, segundo informações divulgadas pela própria TV Brasil à Agência Brasil.

    Nova temporada do Cena Musical

    A nova temporada do programa reúne depoimentos dos convidados e imagens de bastidores das gravações, além das performances. Entre os nomes confirmados para a sequência de episódios estão artistas como Áurea Martins, Cristóvão Bastos, Lula Queiroga e Marcos Sacramento, segundo a Agência Brasil.

    Em declaração citada pela reportagem, a apresentadora Bia Aparecida afirma que está feliz com a estreia da nova temporada e ressalta a variedade regional, rítmica e geracional que o programa busca abranger. O diretor artístico Waldecir de Oliveira descreve a atração como um espaço plural para ampliar a visibilidade de artistas de diferentes trajetórias e fortalecer a circulação da produção musical nacional.

    Serviço

    Programa: Cena Musical — episódio Fantasia Brasil (Rafael Beck e Felipe Montanaro)
    Data e horário de exibição: 15 de agosto de 2026, às 23h59 (TV Brasil)
    Local da gravação: Espaço Cultural do BNDES, Rio de Janeiro
    Onde assistir: transmissão na TV Brasil, app TV Brasil Play e canal da TV Brasil no YouTube.

    Estas informações foram apuradas pela Agência Brasil e divulgadas pela TV Brasil.

  • Juventude-SE vence Portuguesa-AP por 2 a 0 e leva vantagem à volta da semifinal da Série A3

    Juventude-SE vence Portuguesa-AP por 2 a 0 e leva vantagem à volta da semifinal da Série A3

    O Juventude-SE saiu na frente da Portuguesa-AP na semifinal do Campeonato Brasileiro Feminino Série A3 ao vencer por 2 a 0 neste sábado (15), no Estádio Augusto Antunes, em Santana, no Amapá. A partida, transmitida ao vivo pela TV Brasil, contou com dois gols no segundo tempo e deixou a equipe sergipana em vantagem para o jogo de volta.

    Como foi a partida

    O primeiro tempo foi prejudicado pelo forte calor em Santana, com temperatura próxima de 33ºC e umidade relativa em torno de 54%, condições que, segundo a cobertura da partida, dificultaram a movimentação das equipes. Ainda assim, as donas da casa tiveram a chance mais clara aos sete minutos, quando Fernanda finalizou na saída da goleira Monique, que fez a defesa para o Juventude.

    Nos acréscimos do primeiro tempo, a Portuguesa levou perigo em cobrança de falta pela esquerda: a meia Loura Soure buscou o ângulo e acertou a trave por muito pouco.

    Decisão no segundo tempo

    O Juventude abriu o placar aos 15 minutos do segundo tempo. A atacante Laureen recebeu passe de Fernanda dentro da área, girou e finalizou com precisão para marcar o primeiro gol. Aos 31, a lateral Sara avançou pela direita e lançou na área; a bola surpreendeu a goleira Kadja e entrou diretamente no gol, ampliando a vantagem visitante.

    Nos acréscimos, aos 52 minutos, houve pênalti para a Portuguesa após Sara derrubar Aninha Belém na área. A cobrança de Loura Soure foi fraca e defendida pela goleira Monique, encerrando o jogo em 2 a 0 a favor do Juventude.

    Classificação e confronto de volta

    Com a vitória, o Juventude-SE leva uma vantagem que lhe permite perder por um gol de diferença na partida de volta e ainda assim garantir a vaga na final. A Portuguesa-AP precisa vencer por três gols ou mais de saldo no tempo normal para avançar direto; se a soma dos placares terminar empatada, a classificação será decidida nos pênaltis. A partida de volta está marcada para a sexta-feira, 21 de agosto, às 21h (horário de Brasília), no Batistão, em Estância (SE), com nova transmissão da TV Brasil.

    Contexto da competição

    Os quatro clubes que chegaram às semifinais — Juventude-SE, Portuguesa-AP, Planalto-GO e Realidade Jovem — já garantiram vaga na edição seguinte da Série A2 do Brasileirão Feminino. A CBF planeja expandir a disputa para 18 clubes na próxima temporada, segundo a reportagem da Agência Brasil.

    Na outra semifinal, o Planalto-GO enfrenta o Realidade Jovem. O jogo de ida será na segunda-feira (17), às 21h, no Estádio Aníbal Toledo, em Aparecida de Goiânia (GO), e a partida de volta acontece no domingo (23), às 11h, no Teixeirão, em São José do Rio Preto (SP). Ambas as partidas também serão exibidas pela TV Brasil, da EBC.

    Campanhas e retrospecto

    Tanto Portuguesa quanto Juventude chegaram invictas às semifinais. A Portuguesa disputou dez partidas: seis vitórias e quatro empates, com 29 gols marcados e 19 sofridos. A vaga na semifinal e na Série A2 veio após dois triunfos sobre o Tiradentes-PA (5 a 2 em casa e 3 a 2 fora).

    O Juventude teve campanha ainda mais dominante, com nove vitórias e um empate em dez jogos, 25 gols marcados e apenas quatro sofridos. Nas quartas de final, o Tricolor da Piauitinga eliminou o Prosperidade com vitórias por 2 a 0, no Estádio Humberto Scaramussa (Vargem Alta-ES), e por 2 a 1, no Batistão.

    As informações deste texto são baseadas na reportagem da Agência Brasil.

  • TV Brasil transmite Atlético-MG x Grêmio pela 16ª rodada do Brasileirão Feminino A1

    TV Brasil transmite Atlético-MG x Grêmio pela 16ª rodada do Brasileirão Feminino A1

    A TV Brasil exibirá ao vivo, na noite desta sexta-feira (14), o confronto entre Atlético-MG e Grêmio pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro Feminino Série A1. A transmissão foi anunciada pela emissora pública e tem início previsto para as 20h45, com imagens direto da Arena MRV, em Belo Horizonte (MG), conforme comunicado da Agência Brasil.

    Contexto esportivo dos clubes

    As equipes chegam ao encontro em momentos distintos na competição. O Atlético-MG está na 13ª posição da tabela, com 13 pontos, e busca voltar a vencer após passar por quatro partidas sem triunfo. Já o Grêmio aparece na 6ª colocação, com 24 pontos, e chega ao duelo sustentando sequência invicta superior a cinco jogos. Esses números constam do levantamento divulgado pela Agência Brasil sobre a situação no Brasileirão Feminino A1.

    Transmissão e objetivo editorial da emissora

    A exibição integra a estratégia da TV Brasil — chamada pela emissora de “a tela do futebol feminino” — para ampliar a visibilidade da modalidade no país. Pelo terceiro ano consecutivo, o canal público transmite partidas da elite do futebol feminino brasileiro. Além dos jogos da Série A1, a programação inclui exibições dos confrontos decisivos das Séries A2 e A3 a partir das semifinais e as decisões das categorias de base do Brasileirão Feminino Sub-17 e Sub-20, segundo a agência.

    Onde assistir

    • Canal aberto e parabólica: TV Brasil.
    • TV por assinatura: sinal da emissora conforme operadora.
    • TV Brasil Play: disponível pelo site (http://tvbrasilplay.com.br) e por aplicativo gratuito para Android e iOS.
    • WebTV: transmissão ao vivo também acessível pela WebTV da emissora (https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv).

    Equipe de transmissão

    A cobertura que a TV Brasil disponibiliza para o Brasileirão Feminino conta com uma equipe composta por mulheres. Na narração está Luciana Zogaib; as análises ficam por conta das comentaristas Brenda Balbi e Rachel Motta; e o trabalho de reportagem em campo será realizado por Marília Arrigoni e Verônica Dalcanal. A composição da equipe foi destacada pela Agência Brasil como parte do compromisso da emissora com a promoção da modalidade e com a presença feminina na produção esportiva.

    Formato do campeonato e participação das equipes

    A edição de 2026 do Brasileirão Feminino Série A1 reúne 18 clubes. Na fase de classificação, todos se enfrentam em turno único; os oito melhores avançam à segunda fase. A partir das quartas de final, as disputas ocorrem em sistema de mata-mata, com confrontos de ida e volta — informação presente no material divulgado pela TV Brasil e citado pela Agência Brasil.

    Os clubes participantes da Série A1 em 2026, conforme relação divulgada pela emissora, são: América (MG), Atlético Mineiro, Bahia, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Ferroviária, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Juventude, Mixto (MT), Palmeiras, Red Bull Bragantino, Santos, São Paulo e Vitória.

    Rede de retransmissão

    A visibilidade das transmissões é potencializada pela parceria com os canais que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), que podem retransmitir a programação da TV Brasil em seus estados, ampliando o alcance das partidas para diferentes regiões do país.

    Para acompanhar a partida e outras transmissões do Brasileirão Feminino pela TV Brasil, o público pode consultar informações de sintonia e acesso no site da emissora (https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar) e pelas páginas oficiais da TV Brasil nas redes sociais.

    As informações desta reportagem foram obtidas a partir de material publicado pela Agência Brasil.

  • Brasil no Mundo analisa vídeo do Departamento de Estado, corrida espacial e eleições primárias dos EUA

    Brasil no Mundo analisa vídeo do Departamento de Estado, corrida espacial e eleições primárias dos EUA

    A TV Brasil exibe nesta quinta-feira (13) uma edição inédita do Brasil no Mundo, programa dedicado a analisar eventos internacionais e seus impactos no Brasil. Nesta edição, os jornalistas Cristina Serra, Jamil Chade e Yan Boechat comentam um vídeo divulgado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos em que o órgão afirma que seu domínio sobre o continente americano “nunca mais será questionado”.

    Vídeo do Departamento de Estado e debate sobre influência regional

    Os apresentadores promovem discussão sobre as implicações do conteúdo divulgado pelo Departamento de Estado dos EUA. O material divulgado pelo governo norte-americano é tratado no programa como elemento para examinar as pautas de poder e influência na região das Américas. O episódio procura esclarecer o alcance simbólico e político desse posicionamento e como ele pode ser interpretado por diferentes atores internacionais e pelo Brasil.

    Eleição primária dos EUA em 2026

    Outra pauta central do Brasil no Mundo são as eleições primárias nos Estados Unidos para 2026. A equipe do programa analisa o cenário eleitoral norte-americano, os principais efeitos que a disputa interna nos partidos pode ter sobre a política externa dos EUA e as repercussões para governos e setores brasileiros que mantêm relação com Washington. A cobertura busca oferecer contexto para que a audiência compreenda como processos eleitorais nos Estados Unidos podem refletir no Brasil.

    Corrida espacial entre China e Estados Unidos

    Para aprofundar o tema tecnológico e estratégico, o programa recebe a professora Ana Penido, do Instituto de Relações Internacionais e Defesa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A convidada analisa a chamada nova corrida espacial entre China e Estados Unidos, abordando dimensões de competição científica, militar e econômica que marcam a atuação dos dois países no espaço.

    Ana Penido traz à mesa seu conhecimento acadêmico, que inclui graduação em ciências sociais pela UFMG, mestrado em estudos estratégicos e doutorado em relações internacionais pelo Programa San Tiago Dantas (Unesp/Unicamp/PUC-SP), além de pós-doutorado em ciência política pela Unicamp. Sua pesquisa se concentra em geopolítica, estratégia, política de defesa e forças armadas.

    Atualização sobre Gaza

    Além das pautas sobre poder e tecnologia, Ana Penido também atualiza o panorama sobre Gaza durante a participação. O programa procura oferecer informações e análise contextualizada sobre a situação na região, com foco nas implicações humanitárias e nas repercussões diplomáticas que interessam ao público brasileiro.

    O Brasil no Mundo é apresentado por Cristina Serra, Jamil Chade e Yan Boechat. Cristina Serra tem cerca de quatro décadas de experiência no jornalismo, incluindo passagem de 26 anos pela Globo e atuação como correspondente em Nova York. Jamil Chade atua há duas décadas como correspondente em Genebra, com contribuições a veículos como BBC, CNN e The Guardian. Yan Boechat cobre conflitos internacionais há 20 anos e já realizou reportagens em diversas regiões do mundo.

    O programa também já contou com convidados como o embaixador André Corrêa do Lago, o geógrafo Elias Jabbour e a economista Juliana Furno, ampliando debates sobre política internacional, meio ambiente e economia global.

    O Brasil no Mundo vai ao ar às quintas-feiras, a partir das 21h, na TV Brasil. Há reprise na madrugada de quinta para sexta às 3h. A programação da emissora pode ser acompanhada pelo canal aberto, por assinatura e parabólica. Orientações sobre como sintonizar estão disponíveis no site da TV Brasil: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.

    Além da transmissão tradicional, os programas da emissora podem ser vistos pelo TV Brasil Play (http://tvbrasilplay.com.br) e pelo aplicativo gratuito para Android e iOS. A TV Brasil também disponibiliza sua programação na WebTV e nas redes sociais oficiais da emissora, incluindo Instagram, YouTube, X, Facebook e TikTok.

    Fonte: Agência Brasil.

  • Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas abre votação popular para eleger Craque da Torcida

    Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas abre votação popular para eleger Craque da Torcida

    A votação popular para a categoria Craque da Torcida do Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas foi aberta em 12 de agosto e segue até 31 de outubro. A disputa é parte da primeira edição do prêmio, criado em parceria entre a TV Brasil e a Petrobras para reconhecer o desempenho e a relevância de protagonistas do futebol feminino no país.

    Como funciona a votação

    Cada clube da elite do futebol feminino brasileiro indicou uma atleta para representar sua torcida na categoria Craque da Torcida. O público pode acessar a plataforma oficial do prêmio e votar gratuitamente, sem necessidade de cadastro, e com possibilidade de registro de votos ilimitados durante o período de votação.

    A dinâmica da categoria difere das demais do prêmio: enquanto a Craque da Torcida é definida exclusivamente pelos votos populares, as outras categorias terão processos técnicos de escolha, conforme regulamento divulgado pela organização.

    Categorias, júri técnico e exceções

    Além da votação pública para a Craque da Torcida, o Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas prevê premiar atletas, treinadores, dirigentes, departamentos de futebol feminino e clubes que se destacarem ao longo da temporada de 2026. A maioria das categorias será definida por votação técnica.

    O colégio eleitoral das categorias técnicas será composto por três representantes de cada clube da elite feminina: a capitã,(o) treinador(a) e um(a) dirigente responsável pelo departamento de futebol feminino. Cada um votará individualmente, observando critérios específicos previstos no regulamento.

    Há duas exceções no processo: a própria Craque da Torcida, escolhida pelo público, e o Prêmio Especial Futebol Feminino Contra o Feminicídio, que será avaliado por um júri técnico formado por especialistas, segundo a organização.

    Cerimônia, calendário e transmissão

    Os votos poderão ser registrados até 31 de outubro. As três finalistas da categoria Craque da Torcida serão anunciadas no início de novembro; a revelação da vencedora ocorrerá na cerimônia de entrega do prêmio, marcada para 15 de novembro de 2026 no Museu do Futebol, em São Paulo.

    A cerimônia terá transmissão pela TV Brasil, emissoira pública que, segundo a direção da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), tem ampliado sua presença na cobertura do futebol feminino ao exibir campeonatos da modalidade e competições de base.

    Objetivos e contexto da iniciativa

    O Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas surge com a proposta de preencher uma lacuna histórica: a inexistência de uma premiação exclusiva dedicada ao futebol feminino no Brasil. A iniciativa pretende valorizar tanto o desempenho esportivo quanto as boas práticas de gestão, a responsabilidade social e a visibilidade das protagonistas do futebol feminino dentro e fora de campo.

    Antonia Pellegrino, presidente da EBC, destacou o papel da emissora pública na consolidação da presença do futebol feminino na mídia e afirmou que o prêmio reforça esse compromisso em um momento considerado decisivo para o esporte, ante a realização da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil (declarações conforme Agência Brasil).

    Próximos passos e participação das torcidas

    A organização do prêmio anunciou uma campanha com o mote “Celebrando quem faz história no futebol feminino”, que prevê ações ao longo da temporada para aproximar atletas e público, aumentar a identificação com a modalidade e incentivar a participação das torcidas.

    Com a votação aberta ao público para a categoria Craque da Torcida e os processos técnicos definidos para as demais categorias, a iniciativa busca combinar reconhecimento simbólico e técnico para destacar contribuições dentro e fora do gramado.

  • Anitta diz que fé e ancestralidade guiaram criação de álbum Equilibrivm II

    Anitta diz que fé e ancestralidade guiaram criação de álbum Equilibrivm II

    Em entrevista especial ao programa Sem Censura, exibido pela TV Brasil, a cantora Anitta detalhou a trajetória que desembocou no álbum Equilibrivm II. Segundo a artista, o oitavo disco da carreira, com 17 faixas, mistura atabaques, agogôs, sanfonas e batidas de funk e tem como base experiências de fé, ancestralidade e busca por equilíbrio.

    Origens religiosas e referências pessoais

    Anitta afirmou que a ligação com as religiões afro-brasileiras a acompanha desde a infância. Ela disse ser devota do candomblé e registrou ser filha de Logunedé, orixá associado a aspectos como beleza e inteligência. A cantora contou que, ainda menina, frequentava aos domingos a igreja com a mãe, enquanto o pai participava de práticas de umbanda e depois passou a atuar como pai de santo no candomblé.

    Essas referências, conforme a própria artista explicou, não são apenas um recorte estético para o álbum, mas elementos conectados à sua história pessoal e espiritualidade que acabaram por se refletir nas escolhas sonoras do disco.

    Silêncio público, cobrança e o processo de fé

    Anitta relatou que, em 2018, passou por um período em que recebeu muitas cobranças por não se posicionar politicamente nas redes sociais. Ela explicou que, naquele momento, vivia um processo religioso intenso: “fazendo santo” — prática que, nas palavras da cantora, a levou a um período de reclusão no terreiro.

    A artista descreveu que, durante essa fase, chegou a permanecer deitada com o santo de cabeça no terreiro por aproximadamente um mês, o que a levou a optar por falar publicamente sobre sua relação com o candomblé apenas depois.

    Desgaste físico, terapia e o retiro criativo

    Outra dimensão mencionada por Anitta foi o desgaste físico causado pela rotina profissional. Ela disse que enfrentou um período em que tinha folga, em média, apenas uma vez por mês, viajava com frequência e dormia em voos por grande parte da semana, situações que, segundo a cantora, afetaram a capacidade de recuperação do corpo e geraram um quadro de inflamação.

    Há cerca de quatro anos, Anitta afirmou ter procurado a terapeuta Max Tovar. A cantora relatou ter participado de um retiro conduzido por essa aproximação terapêutica, onde escreveu parte das falas e reflexões que passaram a integrar Equilibrivm II.

    Influências culturais e equipe do projeto

    No programa, Anitta também comentou a influência da cantora Carmen Miranda em sua trajetória. Ela disse que, ao ler o primeiro livro sobre Miranda, identificou semelhanças de personalidade e refletiu sobre os limites da exposição pública. A artista mencionou ter visto um trecho de Miranda dançando e tropeçando, episódio que a levou a dizer que precisava “mudar esse final” em sua própria carreira, em referência à preocupação com saúde e exposição.

    O episódio de Sem Censura em que a entrevista foi exibida contou com apresentação de Cissa Guimarães e a participação de Nídia Aranha, diretora artística do projeto e diretora criativa de Equilibrivm II, do babalorixá e antropólogo Rodney William, do jornalista e empresário Hugo Gloss e da debatedora Luana Xavier. A edição especial foi exibida na terça-feira (11), conforme registro do programa e comunicado da TV Brasil.

    Onde assistir

    O programa especial com a entrevista foi veiculado pela TV Brasil; a emissora disponibilizou a edição completa à audiência, conforme menciona a cobertura da Agência Brasil.

    As declarações e informações sobre o álbum e o processo criativo foram relatadas durante a participação de Anitta no Sem Censura e registradas pela Agência Brasil, com base na transmissão da TV Brasil.

  • Ventania no Rio de Janeiro adia Botafogo x Fluminense pelo Brasileirão Feminino

    Ventania no Rio de Janeiro adia Botafogo x Fluminense pelo Brasileirão Feminino

    A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) comunicou o adiamento da partida entre Botafogo e Fluminense, originalmente programada para as 21h30 de sexta-feira (7), no Estádio Nilton Santos. A decisão foi tomada em conjunto com os clubes devido às condições meteorológicas no município do Rio de Janeiro.

    Motivo do adiamento e alertas meteorológicos

    Segundo a CBF, o município do Rio entrou no estágio operacional nível 3 (de 5), indicador utilizado pelas autoridades locais para sinalizar que uma ou mais ocorrências estão afetando a cidade. O serviço de meteorologia local, Sistema Alerta Rio, informou que as rajadas de vento podem chegar a 90 quilômetros por hora nas próximas horas.

    Ainda conforme as autoridades, moradores receberam, pela manhã, alertas nos celulares sobre ventos fortes e recomendações para evitarem deslocamentos desnecessários. No início da tarde, com a ativação do Estágio 3, o governo do Estado e a Prefeitura do Rio orientaram o encerramento antecipado de atividades não essenciais.

    Reagendamento e logística do jogo

    O confronto entre Botafogo e Fluminense foi remarcado para segunda-feira (10), às 18h, mantendo-se no Estádio Nilton Santos. A alteração, de acordo com a CBF, foi acertada em comum acordo com os clubes envolvidos. A entidade não divulgou outras mudanças na tabela além do novo horário e local já confirmados.

    O adiamento implica ajuste na programação da 15ª rodada do Brasileirão Feminino, cuja sequência de partidas havia sido planejada para o fim de semana. A transferência do jogo deve ser observada por torcedores e pela organização do clube quanto à logística de acesso ao estádio e eventuais orientações que as autoridades locais venham a divulgar.

    Próximas partidas da 15ª rodada e transmissões

    Com a mudança no calendário, a 15ª rodada do Brasileirão Feminino tem sua programação iniciada no sábado (8) com dois jogos. Às 15h, Atlético-MG enfrenta Bahia na Arena Gregorão, em Contagem (MG). Às 16h, a Ferroviária recebe o Palmeiras na Arena da Fonte Luminosa, em Araraquara (SP); esta partida terá transmissão ao vivo pela TV Brasil.

    Na segunda-feira, além do confronto remarcado entre Botafogo e Fluminense às 18h, a programação inclui o jogo entre América-MG e Flamengo, às 21h, na Arena Urbsan, em Betim (MG), que também será exibido pela emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

    Orientações e próximos passos

    As autoridades locais orientaram medidas preventivas diante do agravamento das condições climáticas. A CBF e os clubes envolvidos devem acompanhar comunicados oficiais do governo do Estado e da Prefeitura do Rio, bem como as atualizações do Sistema Alerta Rio. Torcedores e público em geral foram recomendados a seguir as orientações de segurança e as notificações enviadas pelos órgãos responsáveis.

    Eventuais novas determinações sobre transporte, acessos ao estádio ou novas alterações na programação do campeonato dependem de comunicados oficiais das autoridades e da própria CBF. A reportagem baseou-se nas informações divulgadas pela CBF e em alertas do Sistema Alerta Rio, conforme publicação da Agência Brasil.

  • Sampaio Basquete conquista a Liga Nacional de Basquete Feminino 2026 após vitória sobre Campinas

    Sampaio Basquete conquista a Liga Nacional de Basquete Feminino 2026 após vitória sobre Campinas

    O Sampaio Basquete sagrou-se campeão da Liga Nacional de Basquete Feminino 2026 ao bater o Campinas por 81 a 49 na manhã de domingo, 2 de agosto de 2026. Com o resultado, a equipe maranhense encerrou a série final em 3 a 1, conforme reportagem da Agência Brasil.

    O jogo decisivo

    A partida que definiu o título foi marcada pela superioridade do Sampaio, que atuou como visitante e controlou o confronto desde os momentos iniciais. O placar elástico reflete a diferença mostrada pela equipe na partida final, garantindo a conquista sem necessidade de um quinto jogo na série.

    Destaques individuais

    A ala-pivô Mari Dias foi a cestinha do jogo, com 14 pontos, e recebeu o reconhecimento como a melhor jogadora do duelo decisivo. Já Monique, também ala, foi apontada como a melhor das finais, ao terminar o confronto decisivo com 11 pontos e oito rebotes, informa a Agência Brasil.

    Histórico do clube e contexto da temporada

    Esse é o quarto título do Sampaio Basquete na Liga Nacional de Basquete Feminino. Os troféus anteriores do clube foram conquistados nas temporadas 2015-2016, 2019 e 2022. A conquista de 2026 interrompe uma sequência de três vices consecutivos pelo Sampaio, todos em finais contra o Sesi Araraquara, segundo a reportagem.

    A edição 2026 do campeonato teve sua transmissão em TV aberta com exclusividade pela TV Brasil ao longo de toda a temporada, conforme informado pela fonte.

    O que a conquista representa

    Além de acrescentar mais um título ao histórico do Sampaio Basquete na principal liga feminina do país, a vitória representa o retorno do clube ao topo da competição após as finais perdidas nas edições imediatamente anteriores. A performance no jogo decisivo e o reconhecimento das atletas destacam a força do elenco na campanha campeã.

    Os números individuais mencionados pela Agência Brasil — 14 pontos de Mari Dias e 11 pontos com oito rebotes de Monique na final — foram determinantes para o desfecho favorável ao time maranhense. A cobertura em TV aberta pela emissora pública garantiu visibilidade nacional à decisão.

    Relatos indicam que o domínio do Sampaio nesta final também se refletiu na série como um todo, vencendo o Campinas em três dos quatro confrontos disputados na final. A diferença no último jogo consolidou a vantagem acumulada ao longo dos duelos decisivos.

    Fonte: Agência Brasil.