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  • Rio Grande do Sul inicia semana sob alerta vermelho de tempestade

    Rio Grande do Sul inicia semana sob alerta vermelho de tempestade

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que a faixa do litoral-sul até o sudoeste do Rio Grande do Sul começa a semana sob alerta vermelho de grande perigo para tempestade. O comunicado aponta risco de alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de encostas nas áreas afetadas.

    Alerta vermelho no Rio Grande do Sul

    Segundo o Inmet, a intensidade do alerta é maior na porção meridional do estado, enquanto o restante do território gaúcho permanece sob alertas de menor gravidade que diminuem ao norte. A Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul registrou, na madrugada, ocorrência de granizo em três municípios, com um total de 92 pessoas afetadas, conforme informado à imprensa.

    Ocorrências e situação nas cidades

    Na capital, Porto Alegre, a temperatura mínima registrada foi de 18 °C. A previsão para cidades próximas e regiões do Sul segue com variação de nebulosidade: no leste do Paraná e de Santa Catarina a manhã começou com nevoeiro, mas a previsão aponta dissipação da névoa e evolução para um dia de sol e calor.

    Previsão para o Sudeste e demais regiões

    No Sudeste, o dia amanheceu com nevoeiro no leste de São Paulo, no Rio de Janeiro e no sul do Espírito Santo, com predominância de muitas nuvens na faixa litorânea. Já no interior de São Paulo e Minas Gerais, a previsão é de céu ensolarado, temperaturas elevadas e umidade relativa do ar baixa. Em Belo Horizonte a mínima prevista para a segunda-feira é de 15 °C, e no Rio de Janeiro a máxima pode chegar a 32 °C.

    Na Região Norte, há previsão de instabilidade no noroeste do Amazonas e em Roraima, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Também podem ocorrer chuvas isoladas no norte do Amazonas e na faixa litorânea entre Amapá e Pará. Parte da região Norte, no entanto, segue com baixa umidade e temperaturas elevadas; a mínima prevista é 22 °C em Rio Branco e a máxima 38 °C em Palmas.

    O Nordeste apresenta contraste entre calor e poucas nuvens em áreas como oeste da Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí e grande parte do Maranhão, enquanto o leste da Bahia, Sergipe e Alagoas têm previsão de aumento de instabilidades e pancadas de chuva. Há também possibilidade de chuva isolada no litoral de Pernambuco e do Maranhão.

    Centro-Oeste: clima seco e alerta de baixa umidade

    No Centro-Oeste, o tempo segue firme, ensolarado e com poucas nuvens, mantendo o calor. Grande parte da região está sob alerta laranja de perigo por umidade relativa do ar entre 20% e 12%, condição que representa risco à saúde por ressecamento da pele e desconforto em olhos, boca e nariz. A previsão indica mínima de 17 °C em Brasília e máxima de até 40 °C em Cuiabá.

    As informações sobre os alertas e as ocorrências divulgadas nesta segunda-feira (17) foram divulgadas à imprensa pela Agência Brasil com base em dados do Instituto Nacional de Meteorologia e da Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul.

    O que está em destaque

    • Alerta vermelho para tempestade no litoral-sul ao sudoeste do Rio Grande do Sul (Inmet).
    • Riscos apontados: alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de encostas.
    • Três municípios registraram ocorrências por granizo durante a madrugada; 92 pessoas foram afetadas (Defesa Civil do RS).
    • Condições variadas no país: nevoeiro no litoral Sul e Sudeste, calor e baixa umidade no Centro-Oeste, instabilidades isoladas no Norte e no Nordeste.
  • Governo federal reconhece situação de emergência em 19 municípios do Rio Grande do Sul após temporais de julho

    Governo federal reconhece situação de emergência em 19 municípios do Rio Grande do Sul após temporais de julho

    A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil reconheceu, por meio da Portaria nº 2.579, a situação de emergência em 19 municípios do Rio Grande do Sul atingidos por eventos climáticos extremos ocorridos no mês de julho. A informação foi divulgada pela Agência Brasil.

    Municípios e tipos de eventos registrados

    O reconhecimento federal cobre cidades que sofreram diferentes formas de impacto meteorológico. Entre os locais citados pela fonte estão Arroio do Tigre, Campina das Missões e Cerro Grande do Sul, afetados por chuvas intensas. A prefeitura de Boqueirão do Leão teve a medida justificada por enxurradas.

    Ocorrências de outros tipos também constam na portaria: Giruá foi atingida por um tornado; Itaqui registrou danos provocados por vendaval; e Ubiretama teve prejuízos relacionados à queda de granizo. A portaria, segundo a Agência Brasil, lista ainda outras cidades contempladas — ao todo, 19 municípios tiveram a situação de emergência reconhecida.

    Impactos no território e nas pessoas

    Os temporais que atingiram o estado desde julho provocaram uma série de transtornos. Conforme dados fornecidos pela Defesa Civil do Rio Grande do Sul, mais de 2,6 mil pessoas ficaram desalojadas em 118 municípios. Entre os danos relatados estão destelhamentos, quedas de árvores e postes de energia e enchentes em diversos rios, com destaque para o Guaíba.

    A passagem de um ciclone bomba pela região também foi associada a efeitos severos: a Defesa Civil estadual registrou uma morte e cinco pessoas feridas em consequência do evento. Essas informações constam no levantamento citado pela Agência Brasil.

    O que o reconhecimento federal permite

    Com o reconhecimento da situação de emergência pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, as prefeituras dos municípios atingidos passam a ter autorização para solicitar recursos da União. Esses recursos destinam-se a ações imediatas de assistência à população, incluindo a distribuição de alimentos, água potável e kits de higiene e limpeza.

    Além disso, os pedidos podem englobar apoio para restabelecimento de serviços essenciais e para a recuperação de áreas danificadas. A medida, conforme a portaria citada pela Agência Brasil, visa reduzir os impactos humanitários e acelerar a resposta a danos materiais e de infraestrutura.

    Contexto recente e abrangência dos temporais

    Os temporais que atingiram o Rio Grande do Sul tiveram caráter abrangente e prolongado ao longo de julho, mobilizando equipes de atendimento e monitoramento. A soma de eventos — chuvas intensas, enxurradas, tornados, vendavais e granizo — explica a multiplicidade de frentes de assistência necessárias às populações afetadas.

    A portaria federal reconhecendo a emergência é um passo administrativo que busca facilitar a chegada de recursos e ações coordenadas entre esferas de governo para enfrentar os efeitos acumulados desses fenômenos.

    Próximos passos e acompanhamento

    Com o reconhecimento, as prefeituras interessadas devem encaminhar pedidos formais à União para acessar os recursos previstos. A fonte da informação, Agência Brasil, indica que a portaria especifica os municípios contemplados, mas não traz, na matéria consultada, a lista completa no texto reproduzido aqui.

    Cabe às administrações locais e às defesas civis municipais informar as demandas concretas e priorizar ações imediatas de socorro e medidas para proteger populações vulneráveis até a execução das obras de recuperação.

    As informações sobre os municípios afetados e os números de desalojados e vítimas foram obtidas junto à Agência Brasil e à Defesa Civil do Rio Grande do Sul, conforme divulgado pela reportagem original.

  • Inmet coloca centro do Rio Grande do Sul e centro-sul de Santa Catarina em alerta laranja por chuva e ventos

    Inmet coloca centro do Rio Grande do Sul e centro-sul de Santa Catarina em alerta laranja por chuva e ventos

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas meteorológicos válidos para diferentes regiões do país nesta quarta-feira (12). A área de maior preocupação abrange a faixa que vai do centro do Rio Grande do Sul até o centro-sul de Santa Catarina, onde o instituto classificou o risco como alerta laranja de perigo, por possibilidade de grandes volumes de chuva e ventos intensos de até 100 km/h, segundo noticiou a Agência Brasil.

    Sul do país: áreas em alerta e previsão de vento forte

    No Rio Grande do Sul, além da área central em alerta laranja, o litoral sul e o sudoeste do estado também têm previsão de chuva, porém com menor intensidade. Em Santa Catarina, a porção centro-sul integra a área de alerta laranja; o oeste catarinense aparece sob alerta amarelo de perigo potencial.

    O Inmet destaca o risco de rajadas fortes na área sob alerta laranja, que podem provocar efeitos localizados. As autoridades estaduais e municipais costumam acompanhar essas emissões para avaliar necessidade de medidas de proteção à população e infraestrutura.

    Temperaturas previstas no Sul e demais regiões

    Além das condições de chuva e vento, a região Sul segue com temperaturas amenas. A previsão aponta que, nesta quarta-feira (12), a máxima em Florianópolis não deve passar de 19°C, enquanto Porto Alegre pode registrar mínima de 12°C.

    Em outras partes do país, o padrão térmico muda bastante: o Norte e o Nordeste seguem com calor significativo, o Sudeste apresenta elevação de nuvens na faixa litorânea e o Centro-Oeste tem temperaturas elevadas, conforme descrito a seguir.

    Demais regiões: Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste

    Na Região Norte, o Inmet prevê muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas entre o oeste e o norte do Amazonas e o noroeste de Roraima. O instituto também aponta possibilidade de chuva forte nas demais áreas de Roraima e no oeste do Acre. Em parte do Acre, no extremo norte de Rondônia, no leste do Amapá e no nordeste do Pará, especialmente na faixa litorânea, o tempo deve permanecer mais firme.

    No Nordeste, são esperadas pancadas de chuva no litoral leste da Bahia e de Sergipe, além de chuva isolada ao longo da faixa litorânea. No interior da região, predomina poucas nuvens, calor intenso e baixa umidade do ar. As máximas previstas incluem 36°C em Teresina, com mínimas de 22°C em Maceió e Recife; em Fortaleza, a mínima noturna não deve ficar abaixo de 26°C.

    O Sudeste terá muitas nuvens na faixa leste, com chance de chuva isolada no litoral norte de São Paulo, litoral do Rio de Janeiro e litoral do Espírito Santo; em Minas Gerais, as nuvens ficam concentradas também na faixa leste. As temperaturas sobem no interior da região, com máxima prevista de 29°C em Belo Horizonte e mínima de 14°C em São Paulo.

    No Centro-Oeste, persiste alerta laranja de perigo por baixa umidade relativa do ar até as 18h desta quarta. A área de maior preocupação inclui Goiás, Distrito Federal, leste de Mato Grosso, centro-sul do Tocantins, sul do Maranhão, parte do Piauí e oeste da Bahia, estendendo-se pelo oeste de Minas Gerais até o extremo norte de Mato Grosso do Sul. As temperaturas seguem elevadas na região: mínimas de 16°C em Brasília e Goiânia, e máxima de até 35°C em Cuiabá.

    Fontes e recomendações

    As informações desta matéria foram divulgadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e reproduzidas pela Agência Brasil. Em caso de dúvidas sobre implicações locais dos alertas, recomenda-se acompanhar os comunicados oficiais do Inmet e das defesas civis estaduais e municipais.

  • Rio Grande do Sul contabiliza 2.686 desalojados após tempestades; 117 municípios registraram danos

    Rio Grande do Sul contabiliza 2.686 desalojados após tempestades; 117 municípios registraram danos

    A Defesa Civil do Rio Grande do Sul atualizou, na manhã de domingo (9), o número de pessoas desalojadas por tempestades decorrentes de uma linha de instabilidade associada a uma frente fria. O balanço aponta 2.686 desalojados e danos em 117 municípios, entre destelhamentos, quedas de árvores e de postes de energia.

    Balanço geral e definição de desalojados

    Segundo o levantamento, os estragos foram provocados por fortes chuvas e ventos formados pela frente fria que atingiu o estado. A Defesa Civil esclareceu que o termo “desalojados” refere-se às pessoas que tiveram de sair de suas casas e foram para a residência de amigos ou parentes. Apenas uma pessoa ficou desabrigada — ou seja, necessitou de acolhimento pelo poder público —, registrada no município de Montenegro.

    Vítimas e feridos

    O balanço da Defesa Civil registra, desde a sexta-feira (7), um óbito e cinco feridos relacionados aos eventos meteorológicos. A vítima fatal foi um homem que sofreu um acidente na rodovia estadual RS-124, em Montenegro, enquanto trafegava de moto; não há informações adicionais sobre sua identificação divulgadas pela corporação.

    Dos cinco feridos, um em Novo Hamburgo ficou em situação que “exige mais atenção”, após se enroscar em fios durante o vendaval enquanto estava em trânsito. Em Osório, um militar foi atingido por um estilhaço enquanto estava dentro de uma viatura em atendimento. Em Dom Feliciano, outras três pessoas tiveram ferimentos leves, conforme relatado pela Defesa Civil.

    Municípios mais afetados

    Entre os locais com maior número de desalojados está Minas do Leão, com 500 pessoas que precisaram deixar suas residências e buscar abrigo em casas de conhecidos. Novo Hamburgo aparece em seguida, com 480 desalojados, e Sapiranga com 360. O balanço geral aponta impactos em 117 municípios gaúchos, espalhando-se por diferentes regiões do estado.

    Fenômeno meteorológico: frente fria e ciclone bomba

    A Defesa Civil atribuiu os danos à frente fria que formou uma linha de instabilidade e provocou as tempestades no Rio Grande do Sul. A nota oficial também informa que outro fenômeno meteorológico, identificado como ciclone bomba, se formou entre a Argentina e o Uruguai e deslocou-se pelo oceano, produzindo ventos na costa gaúcha, mas sem maiores impactos sobre o continente.

    Em comunicado divulgado à imprensa, a Defesa Civil diferenciou os efeitos dos dois sistemas: enquanto a frente fria foi apontada como causa direta das ocorrências no interior e áreas costeiras, o ciclone bomba teria atuado principalmente no mar, com influência limitada sobre o território estadual.

    Impactos observados e incertezas

    Os danos relatados incluem principalmente destelhamentos e quedas de árvores e postes, o que resultou em riscos para a circulação e fornecimento de energia em pontos diversos. O relatório divulgado não detalha ainda os custos ou a extensão total dos prejuízos materiais, tampouco indica ações específicas de recuperação além do registro das ocorrências.

    A Defesa Civil atualizou os números em 9 de agosto, com referência aos acontecimentos iniciados na sexta-feira (7). O órgão ainda não divulgou identificação da vítima que morreu em Montenegro, nem houve detalhamento sobre o atendimento médico aos feridos além das informações já prestadas.

    As informações deste texto foram compiladas a partir de balanço divulgado pela Defesa Civil do Rio Grande do Sul e reportado pela Agência Brasil.

  • Inmet e Defesa Civil emitiram alertas por tempestades com ventos de até 100 km/h no Rio Grande do Sul

    Inmet e Defesa Civil emitiram alertas por tempestades com ventos de até 100 km/h no Rio Grande do Sul

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e a Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiram alertas sobre a possibilidade de tempestades severas no estado entre quinta-feira, 6 de agosto, e sexta-feira, 7 de agosto. As informações divulgadas apontam para risco elevado de ventos fortes, chuva intensa e queda de granizo que devem afetar grande parte do território gaúcho.

    Alerta do Inmet

    O Inmet colocou grande parte do Rio Grande do Sul em alerta vermelho — o grau máximo do sistema de avisos do instituto — com exceção das regiões norte e nordeste. Esse nível é acionado em cenários que preveem chuva superior a 60 milímetros por hora ou acima de 100 milímetros em 24 horas, ventos com velocidade superior a 100 km/h e ocorrência de granizo.

    Segundo o instituto, condições como essas elevam o risco de danos a edificações, interrupção no fornecimento de energia elétrica, prejuízos em plantações, queda de árvores, alagamentos e transtornos para o transporte rodoviário.

    Alerta da Defesa Civil do RS

    A Defesa Civil estadual emitiu aviso laranja para quase todo o Rio Grande do Sul, exceto uma pequena área ao norte localizada entre os municípios de Erechim, Vacaria e São José dos Ausentes. O nível laranja indica alerta para tempestades severas e risco de tornados.

    O órgão detalhou que, entre a tarde e a noite de quinta-feira, há probabilidade de tempestades severas em grande parte do estado, com rajadas que podem superar 100 km/h, queda acentuada de granizo e chuva muito intensa em pontos isolados. A previsão de acumulados foi estimada entre 10 mm e 60 mm por dia, com locais específicos chegando a 100 mm.

    Por que isso está ocorrendo

    As mudanças no tempo foram atribuídas à passagem de uma frente fria vinda do Sul combinada com a formação de um ciclone bomba sobre o oceano, na altura do Uruguai. O fenômeno — também chamado de ciclogênese explosiva — envolve uma queda de pressão muito rápida e acentuada em até 24 horas quando massas de ar frio e quente interagem.

    Riscos previstos

    • Danos em edificações e estruturas;
    • Interrupção no fornecimento de energia elétrica;
    • Prejuízos em lavouras e plantações;
    • Queda de árvores e galhos;
    • Alagamentos e transtornos no transporte rodoviário;
    • Possibilidade de tornados e queda de granizo em áreas pontuais.

    Como receber alertas e recomendações

    O Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional orientou a população a acompanhar os sistemas de aviso de emergência da Defesa Civil por meio de noticiários na internet, rádio e televisão. Para receber mensagens diretamente no celular, o ministério informou que é possível enviar um SMS com o CEP para 40199 ou mandar mensagem via WhatsApp para o número (61) 2034-4611.

    As autoridades responsáveis pedem atenção aos comunicados oficiais e às orientações das equipes de Defesa Civil locais para reduzir riscos e adotar medidas de proteção em frente a possíveis danos materiais e riscos à segurança.

    As informações deste texto são baseadas em comunicado da Agência Brasil, com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), da Defesa Civil do Rio Grande do Sul e do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional.

  • Rio Guaíba se aproxima da cota de alerta em Porto Alegre

    Rio Guaíba se aproxima da cota de alerta em Porto Alegre

    O Rio Guaíba, em Porto Alegre (RS), apresenta elevação contínua e está sob monitoramento da Defesa Civil municipal por risco de inundação nos próximos dias. O Centro de Monitoramento e Alertas (Cemadec) informou que o rio entrou na cota de atenção na quarta-feira, 29 de julho, após alcançar 1,90 metro no ponto de observação do Cais Mauá C6.

    Nível atual e proximidade da cota de alerta

    Conforme os dados divulgados pela Defesa Civil e registrados pela Agência Brasil, o acúmulo de água no Guaíba seguiu aumentando e, na última atualização anterior ao fechamento desta matéria, o nível chegou a 2,54 metros. A cota de alerta para inundação está fixada em 2,60 metros; portanto, uma elevação acima desse patamar nas horas seguintes acionaria o status de alerta para a cidade.

    Áreas com maior potencial de impacto

    A Defesa Civil aponta que, caso a cota de alerta seja alcançada, algumas áreas de Porto Alegre podem sofrer impactos. Entre elas está o Bairro Arquipélago, formado pelas ilhas da Pintada, Grande dos Marinheiros, Flores e Pavão. Também podem ocorrer danos nas áreas ribeirinhas das regiões Sul e Extremo Sul da capital, conforme os pontos de monitoramento e a avaliação técnica do órgão.

    Avisos e vigência do alerta

    Após atualização dos modelos hidrológicos e confirmação da tendência de elevação do nível do Guaíba, a Defesa Civil elevou o aviso hidrológico para alerta nível laranja. A vigência desse aviso foi determinada das 15h de quinta-feira (30) até as 18h da próxima segunda-feira (3), conforme informado pela autoridade municipal e noticiado pela Agência Brasil.

    Outros rios em situação de inundação no estado

    Além do Guaíba, o monitoramento apontou que outros cursos d’água do Rio Grande do Sul já ultrapassaram suas cotas de inundação nos respectivos pontos de observação. Entre eles estão os rios Taquari, Caí, Gravataí e dos Sinos. A ocorrência desses eventos indica que há áreas com alagamentos em diferentes bacias do estado, segundo o comunicado da Defesa Civil regional repercutido pela Agência Brasil.

    As informações divulgadas ressaltam que a situação é dinâmica e depende das próximas horas de precipitação, do comportamento das descargas nas bacias e das atualizações dos modelos de previsão hidrológica. A Defesa Civil tem acompanhado os níveis e emitido avisos conforme as medições e projeções técnicas.

    Moradores das zonas ribeirinhas e usuários de áreas baixas devem observar comunicados oficiais e orientações das autoridades locais. Em caso de necessidade, a Defesa Civil costuma indicar medidas de autoproteção, deslocamento para áreas mais altas e atenção às orientações das equipes de emergência; essas recomendações são parte das rotinas adotadas em situações de alerta hidrológico.

    Os dados e avisos citados nesta matéria foram divulgados pelo Centro de Monitoramento e Alertas da Defesa Civil de Porto Alegre (Cemadec) e reportados pela Agência Brasil.

  • Novas tempestades no Rio Grande do Sul provocam destelhamentos e deixam famílias desalojadas

    Novas tempestades no Rio Grande do Sul provocam destelhamentos e deixam famílias desalojadas

    Uma nova onda de tempestades atingiu o Rio Grande do Sul desde o último domingo (25), trazendo granizo, fortes rajadas de vento e chuvas intensas. O episódio provocou destelhamento de centenas de casas, quedas de árvores, cortes no fornecimento de energia elétrica e alagamentos em diversos municípios do estado.

    Municípios atingidos e impacto humano

    Segundo o balanço mais recente da Defesa Civil estadual, ao menos seis municípios foram afetados pelas intempéries: Boa Vista do Cadeado, Cachoeira do Sul, Cruz Alta, Dom Pedrito, Não me Toque e Santo Antônio das Missões. Em Cachoeira do Sul, 20 pessoas ficaram desalojadas.

    Além dos desalojados, as ocorrências registradas incluem interrupções de energia, árvores caídas sobre vias e propriedades e centenas de imóveis com telhados comprometidos pelo vento e pelo granizo. O relato das ocorrências foi divulgado pelas autoridades responsáveis pelo levantamento inicial dos danos.

    Previsão meteorológica e avisos do Inmet

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que a situação é influenciada por uma frente fria prevista para se deslocar pelo Oceano Atlântico nas proximidades da Região Sul na terça-feira (28). Esse sistema favorece a redução da pressão atmosférica e a formação de nuvens carregadas, potencializando chuvas e tempestades desde o Paraguai até o Rio Grande do Sul.

    O Inmet emitiu avisos em praticamente todo o estado: aviso vermelho de grande perigo para acumulados de chuva que podem superar 100 milímetros em 24 horas; aviso laranja de perigo para tempestades, incluindo a possibilidade de queda de granizo; e previsão de aumento dos ventos sobre o Sul do Brasil.

    Deslocamento das áreas de instabilidade

    De acordo com o Inmet, as áreas de instabilidade continuam a se movimentar ao longo da semana. Na quarta-feira (29), os sistemas devem avançar para o norte, alcançando o Paraná e o sul de Mato Grosso do Sul. Santa Catarina e o próprio Rio Grande do Sul permanecem sob condições para chuva e trovoadas, com aviso amarelo de perigo potencial para tempestades nessas regiões.

    Esses deslocamentos indicam que, embora a intensidade dos eventos possa variar localmente, o quadro de tempo severo não está restrito a um único dia e pode afetar uma faixa mais ampla do Sul do Brasil nos próximos dias.

    Contexto e limites das informações disponíveis

    As informações sobre os impactos no terreno e o número de desalojados constam do levantamento divulgado pela Defesa Civil estadual; os dados sobre a evolução dos sistemas atmosféricos e os avisos de perigo foram repassados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Até o momento, não há detalhamento público sobre medidas de socorro, pontos de atendimento ou estimativa consolidada de prejuízos materiais por parte das autoridades citadas.

    Por se tratar de um evento em curso, os números e o alcance dos danos podem ser atualizados pelas equipes de resposta e monitoramento nas próximas horas e dias.

    Onde houve registros de maiores impactos

    As ocorrências reportadas concentraram-se nas cidades mencionadas pela Defesa Civil: Boa Vista do Cadeado, Cachoeira do Sul, Cruz Alta, Dom Pedrito, Não me Toque e Santo Antônio das Missões. Em Cachoeira do Sul foram contabilizadas 20 pessoas desalojadas; em outros municípios houve relatos de destelhamentos, ao todo na ordem de centenas de residências segundo o levantamento inicial.

  • Defesa Civil alerta: tempestades severas e risco de inundações atingem Rio Grande do Sul

    Defesa Civil alerta: tempestades severas e risco de inundações atingem Rio Grande do Sul

    A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um alerta de risco meteorológico e hidrológico elevado para o estado entre segunda-feira (27) e quarta-feira (29). Segundo o órgão, a instabilidade atmosférica deve se intensificar entre os dias 27 e 28, trazendo tempestades severas com potencial para causar danos e provocar cheias em diversos pontos.

    Previsão e fenômenos esperados

    De acordo com a Defesa Civil, as tempestades previstas podem vir acompanhadas de chuva intensa e volumosa, granizo de grande porte e rajadas de vento que podem superar os 90 km/h. O órgão também mantém a possibilidade de ocorrência de tornados em parte do estado durante o período de instabilidade.

    Os acumulados de precipitação apontados no alerta são significativos: em algumas localidades, a chuva pode ultrapassar 100 milímetros em apenas 12 horas e exceder 200 milímetros no período de 48 horas, especialmente ao longo do dia 28 de julho.

    Quando e onde as condições se agravam

    Segundo a previsão, a instabilidade aumenta entre segunda (27) e terça (28) e ainda atua na madrugada de quarta-feira (29). As regiões com maior vulnerabilidade, conforme o comunicado da Defesa Civil, incluem o norte, noroeste, nordeste, a serra, os vales e o litoral norte do estado.

    Durante esse intervalo, a combinação de volumes elevados de chuva e ventos intensos mantém risco para impactos localizados por queda de granizo e situações de violência do vento, que podem afetar estruturas, áreas agrícolas e a rede de distribuição elétrica e de comunicações.

    Risco hidrológico e rios com maior atenção

    A Defesa Civil alerta também para o risco hidrológico decorrente dos grandes volumes de chuva, que, somados aos níveis já elevados em alguns cursos d’água, aumentam a possibilidade de cheias e extravasamento de arroios e pequenos cursos d’água. Alagamentos urbanos e inundações são citados como consequências prováveis em áreas vulneráveis.

    O órgão aponta como foco de atenção as bacias dos rios Uruguai, Quaraí, Ibirapuitã, Santa Maria, Ibicuí, Jacuí e Sinos. Atualmente, há monitoramento que registra pontos do Uruguai, do Jacuí e do Sinos acima da cota de inundação, condição que pode persistir conforme a continuidade das precipitações.

    Municípios com potencial de inundação

    A Defesa Civil especificou trechos e municípios onde a possibilidade de inundação merece atenção: o rio Ibirapuitã em Alegrete; o rio Santa Maria em Dom Pedrito e Rosário do Sul; o rio Ibicuí em Manoel Viana; e o rio Quaraí no município de Quaraí. Essas localidades foram citadas com base na projeção de elevação dos níveis hídricos diante da chuva prevista.

    Além das áreas ribeirinhas, a combinação de chuva intensa e solo já úmido pode agravar alagamentos urbanos em centros com drenagem comprometida.

    Fonte e monitoramento

    As informações e projeções citadas foram divulgadas pela Defesa Civil do Rio Grande do Sul e reportadas pela Agência Brasil. O acompanhamento das condições meteorológicas e hidrológicas seguirá nos próximos dias por órgãos estaduais responsáveis pelo monitoramento, conforme indicado no comunicado do órgão.

    Em razão da natureza dinâmica dos eventos, a defesa civil mantêm o monitoramento e a emissão de alertas de acordo com a evolução das condições atmosféricas e dos níveis dos rios.

    Fonte: Defesa Civil do Rio Grande do Sul / Agência Brasil.

  • Inmet emite alerta amarelo para tempestades em todo o Rio Grande do Sul; áreas seguem em risco de enchentes

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta amarelo para tempestades que podem alcançar todo o estado do Rio Grande do Sul no início desta semana, com maior intensidade prevista para a segunda-feira (27).

    O que o alerta indica

    O Inmet sinaliza possibilidade de chuva intensa — estimada entre 20 e 30 mm por hora ou até 50 mm no acumulado diário — ventos fortes de 40 a 60 km/h e queda de granizo. O instituto classifica o amarelo como perigo potencial, o primeiro dentre os três níveis de aviso que utiliza (amarelo, laranja e vermelho).

    Possíveis impactos

    • Baixo risco de corte de energia elétrica;
    • Possibilidade de danos em plantações;
    • Queda de galhos de árvores;
    • Risco de alagamentos em pontos vulneráveis.

    Risco de inundações e áreas mais afetadas

    A Defesa Civil do Rio Grande do Sul mantém o estado em alerta laranja para risco de inundações até quarta-feira (29). Duas regiões tiveram aviso vermelho; o perímetro citado inclui as áreas de Uruguaiana, Alegrete, São Gabriel, Rio Pardo e Canoas.

    Rios com risco de cheia (trechos indicados)

    • Baixo rio Uruguai (de São Borja a Uruguaiana);
    • Rio Jacuí (a partir de Dona Francisca até o Delta);
    • Rio dos Sinos (São Leopoldo);
    • Rio Ibirapuitã (Alegrete);
    • Rio Santa Maria (Dom Pedrito e Rosário do Sul);
    • Rio Ibicuí (Manoel Viana);
    • Rio Quaraí (Quaraí).

    Escalas de aviso da Defesa Civil do RS

    A Defesa Civil estadual adota cinco níveis de aviso: verde (normal), amarelo (atenção), laranja (alerta), vermelho (inundação) e roxo (inundação extrema).

    Fonte: Agência Brasil, com informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e da Defesa Civil do RS.