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  • Petrobras encontra petróleo no poço Morpho, na Margem Equatorial (Amapá)

    Petrobras encontra petróleo no poço Morpho, na Margem Equatorial (Amapá)

    A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (17) a descoberta de petróleo no poço exploratório chamado Morpho, localizado no bloco BM-FZA-59, na Margem Equatorial, em águas profundas na costa do Amapá, conforme reportagem da Agência Brasil. A estatal informou que a operação de perfuração ainda está em curso e que serão realizados estudos posteriores para estimar o volume encontrado e determinar se a área pode ser explorada comercialmente.

    Localização e progresso da perfuração

    O poço Morpho está situado a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá e aproximadamente 500 quilômetros da foz do rio Amazonas. A lâmina d’água no local é de 2.886 metros. Segundo a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, a campanha exploratória já atingiu cerca de 3 mil metros na coluna de água e outros 3 mil metros perfurados em rocha, restando em torno de 1 mil metros até o objetivo final do poço.

    Investimentos e custos operacionais

    Magda Chambriard afirmou que a campanha exploratória em curso na região teve início em agosto do ano anterior e que, desde então, a Petrobras já desembolsou cerca de US$ 3 bilhões. A presidente também informou que as operações de exploração na área têm custo aproximado de US$ 1 milhão por dia. A Petrobras é operadora do bloco BM-FZA-59 e detém 100% da participação nessa área, adquirida na 11ª Rodada de Licitações da ANP, em 2013, sob o regime de concessão.

    O que a descoberta significa e próximos passos

    Embora os indícios apontem para a presença de petróleo, a Petrobras destacou que a simples identificação de hidrocarbonetos em um poço exploratório não assegura a existência de uma reserva comercialmente viável. Após a conclusão da perfuração — prevista para ocorrer em aproximadamente 15 a 20 dias, segundo a estatal — serão necessários estudos que analisem o volume recuperável, as propriedades do reservatório e a viabilidade técnica e econômica de uma eventual produção.

    A companhia informou também que pretende dar continuidade às atividades exploratórias na Margem Equatorial e que há outros poços previstos no programa da região. Além disso, a Petrobras protocolou pedidos de licenciamento no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para novas perfurações na área.

    Repercussão política e posição sobre energia

    Durante visita à região no mesmo dia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou a descoberta, destacando a importância do achado para o futuro da produção petrolífera do país. Ao mesmo tempo, o presidente afirmou que a nova frente exploratória não altera a estratégia brasileira de investimentos em fontes renováveis, como biocombustíveis, e que o país seguirá apostando em inovação nesse setor.

    Riscos, incertezas e contexto regulatório

    A Petrobras e autoridades têm enfatizado que há incertezas até a conclusão dos estudos. Aspectos técnicos do reservatório, custos futuros de desenvolvimento e critérios ambientais e regulatórios ligados ao licenciamento pelo Ibama serão determinantes para qualquer decisão de investimento em produção. A confirmação do potencial econômico dependerá das avaliações subsequentes previstas pela companhia.

    Pontos-chave

    • Local do poço: bloco BM-FZA-59, Margem Equatorial, a ~175 km da costa do Amapá;
    • Profundidade: lâmina d’água de 2.886 m; perfuração já avançou ~3.000 m em coluna d’água e ~3.000 m em rocha, faltando ~1.000 m;
    • Investimentos: US$ 3 bilhões já aplicados desde o início da campanha exploratória em agosto do ano anterior;
    • Custo operacional informado: cerca de US$ 1 milhão por dia;
    • Participação: Petrobras é operadora e possui 100% do bloco, adquirido na 11ª Rodada da ANP (2013);
    • Próximos procedimentos: conclusão da perfuração em 15 a 20 dias e realização de estudos para estimar volumes e viabilidade econômica;
    • Licenciamento: pedidos protocolados no Ibama para novas perfurações na Margem Equatorial.

    As informações acima foram divulgadas pela Petrobras e registradas em reportagem da Agência Brasil.

  • Petrobras identifica presença de hidrocarbonetos em poço na Foz do Amazonas

    Petrobras identifica presença de hidrocarbonetos em poço na Foz do Amazonas

    A Petrobras anunciou à imprensa, em 14 de agosto de 2026, a identificação de hidrocarbonetos em um poço exploratório em perfuração no bloco FZA-M-59, situado na bacia sedimentar da Foz do Amazonas, na margem equatorial brasileira. A informação foi divulgada por meio de nota da própria empresa à Agência Brasil.

    Localização e características do poço

    O poço em questão, denominado Morpho (1-BRSA-1405-APS), encontra-se a cerca de 175 km da costa do estado do Amapá, em lâmina d’água de 2.886 metros. Trata-se de uma perfuração em águas profundas na margem equatorial brasileira, na área operada pela Petrobras.

    Como foi feita a identificação

    Segundo a Petrobras, o intervalo portador de hidrocarbonetos foi identificado por meio de perfis elétricos e por indicativos em rocha durante as operações de perfuração. A nota da empresa explica que tais sinais apontaram para a presença de hidrocarbonetos, que abrangem petróleo e gás natural.

    Próximos passos e cuidados operacionais

    A estatal informou que as operações de perfuração continuam em curso com o objetivo de dar sequência à avaliação exploratória do poço. A empresa ressaltou que essas atividades seguem protocolos que priorizam a segurança e o respeito ao meio ambiente e às populações locais.

    Contexto estratégico

    De acordo com a Petrobras, a atuação no bloco FZA-M-59 está alinhada à estratégia da companhia de recomposição das reservas de petróleo e gás por meio de exploração em áreas de fronteira. A estatal afirmou ainda que essa estratégia visa contribuir para o atendimento à demanda energética do país durante o processo de transição energética.

    Participação e origem do bloco

    A Petrobras é operadora do bloco FZA-M-59 e detém 100% de participação na área, que foi adquirida na 11ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em 2013, sob o regime de concessão. A informação sobre a aquisição do bloco foi mencionada pela empresa na divulgação à Agência Brasil.

    A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, comentando o achado, disse que o resultado confirma o otimismo da companhia em relação à margem equatorial brasileira e destacou a dedicação da equipe. Em suas palavras, a descoberta na costa do Amapá seria a primeira da empresa nessa faixa costeira — um ponto apresentado pela executiva na nota publicada.

    A Petrobras reforçou que a continuidade das operações terá foco na avaliação exploratória, sem fazer anúncios sobre volumes ou estimativas de reservas por enquanto. A estatal também enfatizou o compromisso com práticas seguras e com o respeito ao meio ambiente e às pessoas envolvidas ou afetadas pelas atividades.

  • Refinaria de Mataripe reduz preço da gasolina A em 11,3%, diz Agência Brasil

    Refinaria de Mataripe reduz preço da gasolina A em 11,3%, diz Agência Brasil

    Segundo reportagem da Agência Brasil, a Refinaria de Mataripe, segunda maior do país, reduziu o preço da gasolina A em aproximadamente 11,3%. A unidade, situada em São Francisco do Conde, na Região Metropolitana de Salvador, informou que o novo preço de venda às distribuidoras passou de R$ 3,93 para R$ 3,49 por litro após aplicação do desconto previsto na Medida Provisória (MP) 1.358.

    Desconto federal e impacto no preço

    A refinaria esclareceu que os novos valores incorporam os descontos decorrentes da MP 1.358, editada pelo governo federal para viabilizar a subvenção ao custo do combustível. A MP prevê subsídio de R$ 0,44 por litro de gasolina, medida destinada a compensar elevações de preço associadas, segundo o texto citado, à escalada de custos provocada pela guerra do Irã.

    Mesmo com o desconto aplicável na saída da refinaria, o valor informado por Mataripe permanece acima do preço praticado pela Petrobras para venda de gasolina, que a reportagem registra em R$ 2,61 por litro. A diferença ressalta que o preço de venda da refinaria não corresponde ao preço final nas bombas.

    Da gasolina A ao abastecimento nas bombas

    A refinaria comercializa gasolina A para as distribuidoras. Essas empresas são responsáveis pela mistura obrigatória de etanol anidro, procedimento que gera a gasolina C, o combustível efetivamente comercializado em postos de combustíveis. Além disso, o preço na bomba incorpora tributos, custos de transporte e as margens de distribuidoras e revendedores, elementos que não estão incluídos no preço de venda às distribuidoras.

    Capacidade e participação no mercado

    Mataripe representa 14% da capacidade de refino do Brasil e responde por 42% do abastecimento da Região Nordeste, segundo a Agência Brasil. No âmbito estadual, a unidade abastece cerca de 80% do consumo da Bahia. A estrutura tem capacidade de refinar cerca de 302 mil barris de petróleo por dia, conforme informado pela reportagem.

    A refinaria, adquirida da Petrobras em 2021, operava até então com o nome Landulpho Alves. Atualmente pertence à Acelen, companhia controlada pelo fundo Mubadala Capital, dos Emirados Árabes Unidos.

    Contexto entre as grandes refinarias

    Entre as dez maiores refinarias do país, Mataripe é a única que não pertence à Petrobras. A estatal, acrescenta a reportagem, já manifestou interesse em recomprar a unidade. A maior refinaria do Brasil permanece sendo a Replan, em Paulínia (SP), que pertence à Petrobras.

    O que muda para o consumidor

    A redução anunciada refere-se ao preço praticado na venda da gasolina A às distribuidoras. O efeito sobre o preço final nas bombas dependerá da composição dos custos ao longo da cadeia (tributação, frete, margens e mistura com etanol), fatores que não foram alterados automaticamente pela atualização do valor de venda da refinaria. A Agência Brasil é a fonte das informações aqui resumidas.

    Próximos passos e esclarecimentos

    • Mataripe implementou o novo preço de venda às distribuidoras já com o desconto da MP 1.358.
    • Os motoristas e consumidores devem aguardar a incorporação desses preços pelos elos seguintes da cadeia de distribuição para verificar eventual queda no preço das bombas.
    • A Petrobras já declarou interesse em recomprar a refinaria, segundo a mesma reportagem, mas não há, no texto consultado, detalhes sobre prazos ou negociações em curso.
  • Ativo Tupi, pioneiro do pré-sal, alcança recorde de 4 bilhões de barris de óleo equivalente

    Ativo Tupi, pioneiro do pré-sal, alcança recorde de 4 bilhões de barris de óleo equivalente

    A Petrobras comunicou que o ativo Tupi, localizado no pré-sal da Bacia de Santos, atingiu 4 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), um marco sem precedentes para a companhia. A informação foi divulgada pela própria estatal e registrada pela Agência Brasil. Trata-se do primeiro ativo da empresa a alcançar esse volume acumulado.

    O que significa 4 bilhões de boe

    Boe, ou barril de óleo equivalente, é a unidade usada para agregar volumes de petróleo e gás convertidos para o equivalente em barris de petróleo. O registro de 4 bilhões de boe refere-se ao somatório do volume produzido e acumulado no ativo formado pelos campos Tupi e Cernambi.

    Histórico e produção

    O sistema Tupi-Cernambi foi o primeiro do pré-sal a entrar em produção comercial, em 2010. Desde então, a área consolidou-se como um dos principais centros de extração da Petrobras. Em 2026, conforme informou a estatal, a média de produção do ativo superou 1 milhão de barris de óleo por dia em mais de uma ocasião, um indicador relevante da capacidade de produção do campo.

    Participação na produção da Petrobras

    Segundo a Petrobras, o ativo Tupi representa 36% de toda a produção da estatal. Esse peso evidencia a importância estratégica do campo para o balanço produtivo da empresa e para a produção nacional, sobretudo considerando a predominância do pré-sal na carteira da companhia.

    Localização, profundidade e dimensão

    O conjunto Tupi-Cernambi está situado a aproximadamente 250 quilômetros da costa do estado do Rio de Janeiro, uma distância equivalente a pouco mais da metade do trajeto entre Rio de Janeiro e São Paulo (430 km). A lâmina d’água na região é de cerca de 2 mil metros e a profundidade total alcança 7 mil metros, medida que inclui subsuperfície e coluna de água. A extensão da jazida é de aproximadamente 1,6 mil km², área comparável ao tamanho da cidade de São Paulo, conforme dados divulgados pela Petrobras.

    Infraestrutura e operação

    O campo conta com nove plataformas instaladas para produção e apoio às operações. As unidades listadas pela empresa são: P-66, P-67, P-69, Cidade de Itaguaí, Cidade de Angra dos Reis, Cidade de Maricá, Cidade de Paraty, Cidade de Mangaratiba e Cidade de Saquarema.

    Tupi é operado pela Petrobras em consórcio com empresas internacionais e entidades brasileiras. Entre as parceiras estão a Shell (anglo-holandesa) e a Petrogal (de Portugal), além da Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), que atua como representante da União nos contratos do pré-sal, conforme informou a estatal.

    Importância do pré-sal para a produção nacional

    O pré-sal, no litoral do Sudeste, é a principal região produtora de petróleo no Brasil. De acordo com números divulgados pela Petrobras, 82% de cada 100 barris prospectados pela companhia vêm do pré-sal. Do total de 57 plataformas operadas pela Petrobras, 28 estão exclusivamente na região do pré-sal, demonstrando o papel central dessa província petrolífera para a empresa.

    Avaliação institucional

    Em declaração citada pela Petrobras, a diretora de Exploração e Produção, Sylvia Anjos, afirmou que a produção em Tupi “inaugurou uma nova era para a indústria petrolífera mundial”. A fala enfatiza a relevância do desenvolvimento do pré-sal e o impacto tecnológico e econômico associado à exploração em águas ultraprofundas.

    As informações desta reportagem baseiam-se nos comunicados da Petrobras e na cobertura da Agência Brasil.

  • Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas abre votação popular para eleger Craque da Torcida

    Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas abre votação popular para eleger Craque da Torcida

    A votação popular para a categoria Craque da Torcida do Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas foi aberta em 12 de agosto e segue até 31 de outubro. A disputa é parte da primeira edição do prêmio, criado em parceria entre a TV Brasil e a Petrobras para reconhecer o desempenho e a relevância de protagonistas do futebol feminino no país.

    Como funciona a votação

    Cada clube da elite do futebol feminino brasileiro indicou uma atleta para representar sua torcida na categoria Craque da Torcida. O público pode acessar a plataforma oficial do prêmio e votar gratuitamente, sem necessidade de cadastro, e com possibilidade de registro de votos ilimitados durante o período de votação.

    A dinâmica da categoria difere das demais do prêmio: enquanto a Craque da Torcida é definida exclusivamente pelos votos populares, as outras categorias terão processos técnicos de escolha, conforme regulamento divulgado pela organização.

    Categorias, júri técnico e exceções

    Além da votação pública para a Craque da Torcida, o Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas prevê premiar atletas, treinadores, dirigentes, departamentos de futebol feminino e clubes que se destacarem ao longo da temporada de 2026. A maioria das categorias será definida por votação técnica.

    O colégio eleitoral das categorias técnicas será composto por três representantes de cada clube da elite feminina: a capitã,(o) treinador(a) e um(a) dirigente responsável pelo departamento de futebol feminino. Cada um votará individualmente, observando critérios específicos previstos no regulamento.

    Há duas exceções no processo: a própria Craque da Torcida, escolhida pelo público, e o Prêmio Especial Futebol Feminino Contra o Feminicídio, que será avaliado por um júri técnico formado por especialistas, segundo a organização.

    Cerimônia, calendário e transmissão

    Os votos poderão ser registrados até 31 de outubro. As três finalistas da categoria Craque da Torcida serão anunciadas no início de novembro; a revelação da vencedora ocorrerá na cerimônia de entrega do prêmio, marcada para 15 de novembro de 2026 no Museu do Futebol, em São Paulo.

    A cerimônia terá transmissão pela TV Brasil, emissoira pública que, segundo a direção da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), tem ampliado sua presença na cobertura do futebol feminino ao exibir campeonatos da modalidade e competições de base.

    Objetivos e contexto da iniciativa

    O Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas surge com a proposta de preencher uma lacuna histórica: a inexistência de uma premiação exclusiva dedicada ao futebol feminino no Brasil. A iniciativa pretende valorizar tanto o desempenho esportivo quanto as boas práticas de gestão, a responsabilidade social e a visibilidade das protagonistas do futebol feminino dentro e fora de campo.

    Antonia Pellegrino, presidente da EBC, destacou o papel da emissora pública na consolidação da presença do futebol feminino na mídia e afirmou que o prêmio reforça esse compromisso em um momento considerado decisivo para o esporte, ante a realização da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil (declarações conforme Agência Brasil).

    Próximos passos e participação das torcidas

    A organização do prêmio anunciou uma campanha com o mote “Celebrando quem faz história no futebol feminino”, que prevê ações ao longo da temporada para aproximar atletas e público, aumentar a identificação com a modalidade e incentivar a participação das torcidas.

    Com a votação aberta ao público para a categoria Craque da Torcida e os processos técnicos definidos para as demais categorias, a iniciativa busca combinar reconhecimento simbólico e técnico para destacar contribuições dentro e fora do gramado.

  • Transpetro abre concurso com 281 vagas imediatas e salários de até R$ 15.034,81

    Transpetro abre concurso com 281 vagas imediatas e salários de até R$ 15.034,81

    A Transpetro, subsidiária de logística da Petrobras, abriu inscrições para concurso público que oferta 281 vagas imediatas e 3.890 vagas para cadastro de reserva, conforme divulgação da Agência Brasil. O processo seletivo é organizado pela Fundação Cesgranrio e contempla cargos de níveis médio, técnico e superior distribuídos em editais separados.

    Vagas, cargos e remuneração

    O concurso está dividido em quatro editais: dois destinados ao quadro de mar (um para oficiais e outro para suboficiais e guarnição) e dois voltados ao quadro de terra (um para nível médio/técnico e outro para nível superior). No total, os editais do quadro mar somam 180 vagas, enquanto o quadro terra oferece 101 vagas.

    Os salários iniciais informados variam de R$ 5.464 até R$ 15.034,81. Além da remuneração, a empresa lista benefícios como previdência complementar, benefício educacional e plano de saúde, segundo a publicação oficial citada.

    Inscrições, taxas e isenção

    As inscrições estão abertas no site da Fundação Cesgranrio e vão até 14 de setembro, conforme o comunicado. A Cesgranrio também disponibiliza os editais completos do processo seletivo com os detalhes de cargos, requisitos e etapas.

    A taxa de inscrição difere conforme o cargo: cargos de mar para funções como auxiliar de saúde, cozinheiro, moços e condutores, além das carreiras de terra de nível médio/técnico, têm taxa de R$ 81,50. Para os cargos de mar destinados a oficiais e para as carreiras de terra de nível superior, a taxa é de R$ 117.

    Os editais preveem isenção da taxa para candidatos que comprovem baixa renda por meio do Cadastro Único (CadÚnico) e para doadores de medula óssea cadastrados em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde.

    Provas, locais de trabalho e cronograma

    As provas do concurso estão agendadas para 29 de novembro e serão aplicadas em todas as capitais, independentemente do polo de trabalho escolhido pelo candidato, conforme o edital. Os locais de trabalho para o quadro terra estão distribuídos entre os polos Norte/Nordeste, Rio de Janeiro, São Paulo e Sul.

    Já as oportunidades do quadro de mar têm abrangência nacional, o que indica possibilidade de lotação em diferentes regiões do país, segundo a Agência Brasil.

    Políticas de cotas e validade do concurso

    O certame prevê mecanismos de ação afirmativa: 30% das vagas são reservadas para pessoas pretas e pardas (com desdobramento em 25% para pretos/pardos, 3% para indígenas e 2% para quilombolas). Para pessoas com deficiência (PCD) está prevista reserva de 10% das vagas e do cadastro de reserva.

    O concurso tem validade inicialmente fixada em 1,5 ano e pode ser prorrogado por igual período, conforme estabelecido no edital divulgado pela organizadora.

    Sobre a Transpetro

    Segundo a Agência Brasil, a Transpetro é a maior empresa de logística multimodal do país para petróleo, derivados, gás natural e biocombustíveis e conta com cerca de 5,7 mil empregados. A publicação vinculada ao certame é a referência das informações apresentadas neste texto.

    Quem tiver interesse deve consultar os editais completos no site da Fundação Cesgranrio para verificar requisitos específicos de cada cargo, etapas de avaliação, conteúdo programático e documentação necessária para isenção ou matrícula no concurso.

  • FUP propõe maior controle estatal da Petrobras, reestatização de refinarias e redução de dividendos

    FUP propõe maior controle estatal da Petrobras, reestatização de refinarias e redução de dividendos

    A Federação Única dos Petroleiros (FUP) divulgou, em 11 de agosto de 2026, uma plataforma com 50 propostas para o setor de óleo e gás e para a transição energética no Brasil. O documento, produzido em parceria com o Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), defende maior controle do Estado sobre a Petrobras, reestatização de refinarias e a redução dos dividendos destinados a acionistas.

    Propostas centrais para Petrobras e pré-sal

    Entre as medidas apresentadas, a FUP recomenda o retorno à obrigatoriedade de a Petrobras atuar como operadora única no regime de partilha nas áreas do pré-sal, conforme a redação original da Lei nº 12.351/2010. Segundo a legislação de 2010, a empresa deveria deter ao menos 30% de cada campo e conduzir os consórcios formados com outras companhias privadas. A FUP aponta que essa obrigação foi eliminada pela Lei nº 13.365, aprovada após o impedimento de 2016.

    Além disso, a entidade propõe ampliar o controle acionário estatal sobre a petrolífera e rever regras de governança que, na visão dos petroleiros, teriam orientado a companhia para a maximização e distribuição de lucros de curto prazo, em detrimento do interesse público. O documento sugere revisão do Estatuto Social da Petrobras e adequação da política de remuneração a limites previstos na Lei das Sociedades Anônimas para explicitar a primazia do interesse público.

    Reestatização de ativos e ampliação do refino

    O texto também propõe reestatizar ativos privatizados nos últimos anos, citando refinarias e empresas de distribuição. Entre os alvos mencionados pela FUP estão as refinarias de Mataripe (BA), Clara Camarão (RN), SIX (PR) e Ream (AM), além da BR Distribuidora e da Liquigás. A recuperação desses ativos, segundo a proposta, teria como objetivos aumentar a capacidade de refino nacional e reduzir margens consideradas excessivas em segmentos da cadeia.

    Na avaliação apresentada, o país precisa ampliar a capacidade de refino para diminuir dependência de importações de derivados. O documento critica ainda a Lei do Novo Mercado de Gás (14.134/2021), afirmando que o atual modelo priorizou a liberalização e a desverticalização, resultando em fragmentação da cadeia, dificuldades de expansão da infraestrutura e aumento das tarifas.

    Financiamento da transição energética e mecanismos propostos

    A plataforma estrutura propostas de financiamento da transição por meio de instrumentos fiscais e fundos. Propõe a criação do Fundo Estabiliza Brasil para mitigar a volatilidade do mercado internacional do petróleo e do Fundo para Transição Energética para financiar medidas de adaptação e investimentos em novas fontes.

    Entre as medidas tributárias sugeridas, a FUP recomenda a criação de um imposto permanente sobre exportação de petróleo cru — destinado a favorecer o refino nacional — e a instituição de tributos sobre lucros extraordinários das empresas do setor para financiar a transição. O documento também propõe um comitê de gestão da renda petrolífera para definir objetivos de fundos como o do Pré-sal e do Clima.

    Desenvolvimento nacional, empregos e participação social

    A FUP reforça que a transição energética deve priorizar o desenvolvimento nacional e evitar a eliminação abrupta dos combustíveis fósseis. O setor de óleo e gás, lembra o documento, representa 45% da demanda interna de energia, cerca de 13% do Produto Interno Bruto (PIB), lidera a pauta de exportações e emprega mais de 600 mil pessoas direta e indiretamente.

    A plataforma defende também políticas para incentivar indústrias nacionais ligadas ao setor, promover integração produtiva regional na América Latina e fortalecer a presença da Petrobras na produção de fertilizantes. No eixo relativo à participação social, a proposta prevê maior inclusão de organizações sindicais e sociais na formulação e implementação das políticas de transição, além da criação de um Programa Nacional de Adaptação às Mudanças do Clima.

    Segundo a coordenadora-geral da FUP, Cibele Vieira, as propostas foram elaboradas a partir do Congresso Nacional da federação, que contou com cerca de 400 participantes, e têm objetivo de influenciar o debate público durante as eleições de 2026. A diretora técnica do Ineep, Ticiana Alvares, destacou no documento que a segurança energética está ligada à capacidade do Estado de se apropriar de seus recursos para o desenvolvimento nacional.

    O documento da FUP está estruturado em quatro eixos: Soberania Nacional e Distribuição Justa da Riqueza; Política Industrial e Integração Produtiva; um eixo dedicado à Petrobras e à reestruturação do setor; e Participação Social e Adaptabilidade às Mudanças Climáticas. As propostas constam na Plataforma de Políticas Públicas do Setor de Óleo e Gás 2027–2030: Soberania Energética e Transição Energética Justa, divulgada pela Federação Única dos Petroleiros em parceria com o Ineep e reportada pela Agência Brasil.

  • Petrobras registra lucro líquido de R$ 52,4 bilhões no 2º trimestre de 2026

    Petrobras registra lucro líquido de R$ 52,4 bilhões no 2º trimestre de 2026

    A Petrobras reportou lucro líquido de R$ 52,4 bilhões no segundo trimestre de 2026, o equivalente a US$ 10,4 bilhões, um avanço de 97% em relação ao mesmo intervalo de 2025. A empresa descreveu esse resultado como um dos maiores trimestrais de sua série histórica, atribuindo-o a marcos operacionais atingidos no período.

    Lucro e base do resultado

    O crescimento do lucro no trimestre foi associado, segundo a própria Petrobras, a uma combinação de maior volume de produção de óleo e derivados, preços internacionais mais elevados e melhor geração de caixa. A companhia destacou que a conjunção desses fatores contribuiu para elevar significativamente o resultado financeiro registrado entre abril e junho de 2026.

    Produção de óleo e desempenho operacional

    Em termos operacionais, a Petrobras informou recorde na produção de óleo, com média de 2,7 milhões de barris por dia no trimestre. Esse patamar representa um marco para a companhia e foi citado pela empresa como um dos elementos centrais do desempenho financeiro.

    Refino, derivados e exportações

    A utilização do parque de refino alcançou 101% no segundo trimestre, nível considerado recorde pela petroleira. Essa alta ocupação permitiu aumento na fabricação de combustíveis e outros derivados, com a produção de 509 mil barris por dia de diesel S10 e 109 mil barris por dia de querosene de aviação.

    Ao todo, a produção de derivados chegou a 1,9 milhão de barris por dia, o que representa um avanço de 5,6% em comparação ao primeiro trimestre de 2026. Com maior oferta doméstica de derivados, a Petrobras afirmou que as importações caíram 40% em relação ao trimestre anterior.

    Exportações

    Outro ponto destacado pela companhia foi o crescimento das exportações, que chegaram a quase um milhão de barris por dia no período. O aumento das vendas externas foi listado como um vetor de receita no trimestre.

    Investimentos e projetos em andamento

    No segundo trimestre de 2026, os investimentos da Petrobras somaram R$ 26,7 bilhões (US$ 5,3 bilhões). A maior parte desse montante — 82% — foi aplicada no segmento de exploração e produção, conforme informou a empresa.

    Entre os projetos citados no relatório do trimestre estão as obras das unidades P-80, P-82 e P-83, que, de acordo com a companhia, têm previsão de entrada em operação em 2027. A construção dessas plataformas foi destacada como item relevante do programa de investimentos do período.

    Declaração da direção

    A diretoria financeira da Petrobras ressaltou que os recordes operacionais alcançados no segundo trimestre foram determinantes para o resultado financeiro. A companhia enfatizou que o aumento dos volumes de óleo e derivados, aliado ao patamar do Brent, fortaleceu a geração de caixa no período.

    As informações sobre lucro, produção, refino, exportações e investimentos foram divulgadas pela Petrobras e reportadas à imprensa, conforme registro junto à Agência Brasil.

    • Lucro líquido: R$ 52,4 bilhões (US$ 10,4 bilhões) no 2º trimestre de 2026.
    • Produção de óleo: 2,7 milhões de barris por dia.
    • Utilização do parque de refino: 101%.
    • Produção de derivados: 1,9 milhão de barris por dia (+5,6% em relação ao 1º tri/2026).
    • Diesel S10: 509 mil bpd; querosene de aviação: 109 mil bpd.
    • Exportações: quase 1 milhão de barris por dia.
    • Redução de importações: 40% em relação ao trimestre anterior.
    • Investimentos no trimestre: R$ 26,7 bilhões (US$ 5,3 bilhões); 82% em exploração e produção.
    • Projetos destacados: unidades P-80, P-82 e P-83, com entrada prevista em 2027.
  • CNJ afasta juíza Gabriela Hardt por dois anos por homologar acordo da Lava Jato com a Petrobras

    CNJ afasta juíza Gabriela Hardt por dois anos por homologar acordo da Lava Jato com a Petrobras

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, em sessão plenária realizada em 4 de agosto de 2026, aplicar à juíza Gabriela Hardt a pena de disponibilidade pelo prazo de dois anos, com vencimentos proporcionais. Hardt era responsável por homologar, em 2019, um acordo entre a força-tarefa da Operação Lava Jato e a Petrobras para devolução de recursos desviados que estavam nos Estados Unidos.

    Motivação da punição e voto do relator

    O plenário acompanhou, por maioria, o voto do conselheiro-relator Rodrigo Badaró. Em seu entendimento, consignado no processo administrativo disciplinar, a magistrada não adotou cuidados mínimos ao autorizar que parte dos recursos fossem repassados a uma fundação privada encarregada da gestão dos valores.

    Posição do presidente do CNJ

    O último a votar foi o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin. Embora tenha destacado a relevância das investigações da Lava Jato no enfrentamento da corrupção, Fachin ressaltou que os fins não justificam os meios, ressaltando que irregularidades não podem ser combatidas por práticas igualmente irregulares.

    Defesa e argumentos apresentados

    A defesa de Gabriela Hardt, representada pela advogada Ana Luísa Vogado de Oliveira, sustentou durante o julgamento que a juíza não praticou irregularidade ao homologar o acordo. Segundo a defesa, Gabriela considerou que o Ministério Público Federal de Curitiba e a Petrobras tinham legitimidade para celebrar o pacto, e não atuou por interesses ou motivada por vieses.

    Ao justificarem a atuação da magistrada, os defensores apontaram que eventuais erros nos autos deveriam ser corrigidos por meios processuais adequados, sem caracterizar conduta extra-autos que ensejasse punição disciplinar.

    Conteúdo do acordo e contexto histórico

    O acordo homologado em 2019 previa o repasse de R$ 2 bilhões para uma fundação de interesse social com objetivo declarado de combater a corrupção. A gestão do fundo estava prevista para integrantes da força-tarefa da Lava Jato, fato que deu origem à identificação popular do caso como “Fundação Dallagnol”, em referência ao ex-procurador Deltan Dallagnol, então à frente do grupo de investigação.

    Naquele mesmo ano, a homologação foi suspensa pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, após a Procuradoria-Geral da República apresentar recurso contra o acordo.

    Consequências imediatas para a magistrada

    Com a decisão, Gabriela Hardt ficará afastada do exercício do cargo por dois anos, em regime de disponibilidade, o que implica redução proporcional de vencimentos durante o período de afastamento. Atualmente, ela exerce função de juíza substituta na 23ª Vara Federal em Curitiba.

    Os autos que originaram a punição dizem respeito especificamente à homologação do acordo entre a força-tarefa da Lava Jato e a Petrobras, sem que o CNJ tenha, na comunicação pública do julgamento, estendido a decisão a outras práticas da magistrada.

    Fonte

    Informações com base em reportagem da Agência Brasil.

  • Inscrições para a Seleção Petrobras Cultural 2026 se encerram nesta sexta-feira

    Inscrições para a Seleção Petrobras Cultural 2026 se encerram nesta sexta-feira

    Termina às 18h desta sexta-feira (31) o período de inscrição para a Seleção Petrobras Cultural 2026. As candidaturas são gratuitas e devem ser feitas pela plataforma digital da seleção, onde também está disponível o regulamento com os critérios e as orientações para participação, segundo reportagem da Agência Brasil.

    Valor e instrumento de financiamento

    O programa destinará R$ 270 milhões a projetos culturais de diferentes formatos e localidades do país. Os recursos serão aplicados por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (conhecida como Lei Rouanet) e da Lei do Audiovisual, conforme informado pela Petrobras à imprensa.

    O regulamento da seleção foi lançado em 1º de julho pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard, trazendo definições sobre modalidades, critérios de pontuação e formas de envio das propostas.

    Modalidades e novidades

    A edição 2026 da seleção prevê 11 modalidades de patrocínio. Nesta chamada foram incorporadas duas novas categorias: Produção de games e Incubação e desenvolvimento cultural. As informações constam do regulamento disponível na plataforma da seleção, que detalha exigências técnicas e de documentação para cada modalidade.

    Além das modalidades específicas, o programa destaca a promoção de iniciativas que gerem valor econômico a partir da cultura. As propostas obrigatoriamente devem contemplar ações voltadas à mobilização de redes de realizadores, empreendedorismo cultural, capacitação e outras atividades que favoreçam a economia criativa nas cidades onde ocorrerão os projetos.

    Distribuição regional e critérios de pontuação

    Para assegurar cobertura nacional, 15% do valor total — o equivalente a R$ 40,5 milhões — está reservado para cada uma das cinco regiões brasileiras. A seleção exige que cada estado seja local de realização de atividades de pelo menos dois projetos aprovados.

    Haverá pontuação adicional para proponentes sediados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, para aqueles do estado do Espírito Santo e para projetos que ocorram em três ou mais regiões do país. Essas regras constam do regulamento divulgado pela Petrobras.

    O gerenciamento técnico da seleção é realizado pela área de Patrocínio Cultural da Petrobras; Milton Bittencourt, gerente do setor, afirmou que esta é a maior seleção pública já promovida pela companhia e também a maior do país, conforme noticiado pela Agência Brasil.

    Critério de diversidade e execução

    A seleção estabelece que pelo menos 25% do total de projetos aprovados tenham realizadores ou tenham como temática principal origem vinculada a grupos historicamente pouco representados nas artes. O regulamento define essa exigência como forma de promover inclusão, segundo a publicação da Agência Brasil.

    Além de metas de diversidade, o edital orienta que as propostas incluam ações que incentivem a sustentabilidade econômica dos agentes culturais locais, por meio de formação, redes e iniciativas empreendedoras.

    Cronograma divulgado

    De acordo com o gerente Milton Bittencourt, o resultado da seleção será divulgado em novembro. A partir de dezembro terá início o processo de contratação dos projetos vencedores e as ações apoiadas deverão ser realizadas a partir de maio de 2027, conforme informações comunicadas pela Petrobras e repercutidas pela Agência Brasil.

    Interessados devem consultar o regulamento e submeter seus projetos pela plataforma digital antes do encerramento do prazo. A plataforma também centraliza documentos e orientações sobre as regras de elegibilidade e as exigências aplicáveis a cada modalidade.