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  • Inter sofre empate nos acréscimos com o Remo e deixa zona de rebaixamento do Brasileirão

    Inter sofre empate nos acréscimos com o Remo e deixa zona de rebaixamento do Brasileirão

    A partida que encerrou a 23ª rodada do Campeonato Brasileiro terminou com polêmica e mudanças na parte de baixo da tabela. No Beira-Rio, em Porto Alegre, Internacional e Remo empataram por 1 a 1 na segunda-feira (17), em jogo marcado por alterações no placar nos primeiros e nos últimos minutos da partida.

    Resumo do jogo

    O Inter abriu o marcador logo aos dois minutos do primeiro tempo. O lateral Matheus Bahia foi lançado pelo lado esquerdo e cruzou para a área; o atacante Johan Carbonero finalizou de primeira e acertou o canto esquerdo do goleiro Marcelo Rangel, colocando o Colorado em vantagem. A reação do Remo só viria muito mais tarde, já nos acréscimos da etapa final.

    A etapa complementar teve muitas falhas de passe de ambos os times e com o Remo se lançando ao ataque após recuos do Inter. A igualdade foi obtida no último lance da partida, aos 49 minutos do segundo tempo, quando o meia Vitor Bueno cobrou falta da intermediária; a bola desviou no atacante Alerrandro e morreu na rede, impedindo a derrota dos visitantes.

    Gols e lances decisivos

    O primeiro gol saiu de uma jogada pela esquerda: Matheus Bahia avançou e cruzou na medida para Carbonero. O tento aos dois minutos deu vantagem ao time da casa, que passou a administrar o jogo e sofreu com a improdutividade ofensiva ao longo dos 90 minutos.

    O empate, já nos acréscimos, teve origem em bola parada. Vitor Bueno cobrou falta da intermediária e, com desvio em Alerrandro, a bola enganou o goleiro Marcelo Rangel e entrou. O tento final evitou a derrota do Remo e confirmou o 1 a 1 no placar.

    Impacto na tabela

    Com o ponto somado diante do Remo, o Internacional chegou a 24 pontos e subiu para a 16ª posição na classificação do Campeonato Brasileiro, saindo do grupo das quatro piores campanhas (Z-4). O clube gaúcho não vencia no Brasileirão desde 16 de maio, segundo a cobertura da Agência Brasil.

    O Mirassol, por sua vez, caiu para a zona de rebaixamento: o time paulista tem 23 pontos e figura na 17ª colocação. O Remo também soma 23 pontos, mas permanece em 18º lugar porque possui uma vitória a menos que o Mirassol, conforme os critérios de desempate apontados na apuração.

    Reação da torcida e cenário imediato

    A torcida colorada deixou o Beira-Rio frustrada e vaiou o elenco ao final do jogo. Apesar de o resultado ter tirado o Inter do Z-4, a apresentação e o empate nos acréscimos não foram suficientes para aplacar a insatisfação dos torcedores presentes.

    Ambas as equipes têm compromisso pela 24ª rodada no próximo sábado (22). O Remo vai ao Rio de Janeiro enfrentar o Fluminense no Maracanã, às 16h (horário de Brasília). Em seguida, o Inter recebe o Atlético-MG no Beira-Rio, às 18h30.

    Fonte

    Informações: Agência Brasil.

    • Placar: Internacional 1 x 1 Remo.
    • Gols: Johan Carbonero (Inter) aos 2 minutos; Vitor Bueno (Remo) aos 49 minutos do 2º tempo, com desvio de Alerrandro.
    • Classificação imediata: Inter a 24 pontos (16º); Mirassol 23 pontos (17º); Remo 23 pontos (18º).
    • Próximos jogos (24ª rodada): Fluminense x Remo (Maracanã, 16h); Internacional x Atlético-MG (Beira-Rio, 18h30), ambos no sábado (22).
  • Banco Central estuda conectar Pix a sistemas de pagamentos internacionais e reforçar segurança

    Banco Central estuda conectar Pix a sistemas de pagamentos internacionais e reforçar segurança

    O Banco Central (BC) do Brasil está avaliando a interligação do Pix com sistemas de pagamentos de outros países e com mecanismos multilaterais de pagamentos instantâneos, segundo o Relatório de Gestão do Pix 2023-2025 divulgado em 10 de agosto de 2026. A autoridade monetária afirma que essas conexões podem reduzir tarifas e ampliar o acesso a transações internacionais.

    Interligações internacionais e hubs multilaterais

    De acordo com o relatório, estão em discussão interligações bilaterais e a participação em hubs multilaterais. O BC explica que essas conexões possibilitariam remessas internacionais e transações de compra com disponibilização dos recursos em moeda local em poucos segundos. O banco também informou que monitora modelos de transações internacionais com o uso do Pix que vêm sendo implementados por empresas nacionais e estrangeiras.

    Novas funcionalidades e uso do Pix no crédito

    Além da internacionalização, o documento traz uma agenda de novos produtos e funcionalidades. Entre as inovações previstas estão a realização de transações por aproximação offline — ou seja, sem necessidade de internet — e o uso do chamado Pix automático, potencial substituto do débito em conta em determinados fluxos.

    O BC também estuda a integração do Pix ao mercado de crédito, visando permitir a utilização dos “fluxos futuros de Pix” como garantias para financiamentos. Segundo o relatório, essa solução pode melhorar a qualidade das garantias e reduzir o custo do crédito, especialmente para empresas com forte uso do Pix.

    Segurança, mensagens e combate a fraudes

    O relatório identifica problemas de segurança e usos indevidos do Pix. O BC tem observado o uso abusivo do campo de mensagens em transações para ofensas, ameaças ou intimidações, frequentemente associado a transferências de valor muito baixo. Originalmente, o campo de mensagens destinava-se a registrar informações sobre a operação; diante do uso distorcido, o BC criou um grupo de trabalho para avaliar alternativas e, se necessário, instituir medidas regulamentares.

    Na agenda de segurança, o Banco Central prevê oito medidas para aprimorar a proteção das transações via Pix. Entre elas está a criação de critérios objetivos mínimos para definir transações suspeitas de fraude — hoje deixados às políticas de cada instituição — e o desenvolvimento de um indicador de “probabilidade de fraude no Pix” calculado pelo BC em tempo real. O documento informa que esse indicador será construído com base em modelo de machine learning e disponibilizado às instituições participantes para alimentar seus sistemas antifraude.

    Outras ações previstas incluem a padronização obrigatória dos alertas de fraude já existentes em algumas instituições, o aprimoramento do fluxo de informações para bloqueios cautelares e a ampliação do rol de medidas cautelares, como a restrição de cadastro de novas chaves Pix para instituições que coloquem em risco o funcionamento do sistema.

    Repercussões internacionais

    O relatório também registra que o Pix tornou-se alvo de medidas dos Estados Unidos: a ferramenta foi citada como uma das justificativas para a aplicação de tarifa de 25% sobre parte dos produtos americanos. A Casa Branca afirmou que o Pix constitui uma “prática desleal” do Brasil no mercado financeiro — posição que, segundo o texto, é refutada pelo governo brasileiro.

    Especialistas consultados pela Agência Brasil avaliam que a ação do governo dos EUA, mencionada no relatório, está relacionada ao desafio que o modelo nacional de pagamentos representa ao controle financeiro de Washington sobre a infraestrutura eletrônica de pagamentos no Brasil. Ao criar estruturas de pagamento fora do controle dos EUA, argumentam esses especialistas, o país reduz a capacidade de uso de sanções financeiras como instrumento de pressão.

    O Relatório de Gestão do Pix 2023-2025 reúne essas iniciativas e fornece base para que o Banco Central continue monitorando modelos internacionais, testando funcionalidades e adotando medidas de segurança e regulação conforme as conclusões dos trabalhos internos.

    Fonte: Agência Brasil.

  • Festival Comidas e Músicas do Mundo reúne culinária de 60 países no Pacaembu

    Festival Comidas e Músicas do Mundo reúne culinária de 60 países no Pacaembu

    O centro de São Paulo transforma-se em um ponto de encontro de sabores e culturas com o Festival Comidas e Músicas do Mundo, que ocorre neste sábado (1) e domingo (2) na Praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu. Promovido pela Cola em Sampa, o evento é gratuito e reúne chefs, cozinheiros e grupos culturais que apresentam tradições alimentares de 60 países.

    Programação e sabores

    Segundo os organizadores, o festival coloca à disposição do público mais de 400 pratos típicos originários de diversas partes do globo, passando por todas as regiões continentais. Entre as cozinhas representadas estão a jamaicana, a tunisiana, a malaia, a indiana e a nepalesa, além de outros países americanos, europeus, africanos e asiáticos. Cada estande procura contar a história por trás das receitas, preservando técnicas e ingredientes que definem a identidade culinária de cada povo.

    O evento foi concebido com a intenção de ampliar o conhecimento dos visitantes sobre sabores pouco conhecidos no Brasil, aproximando pessoas por meio da gastronomia. Segundo a cofundadora da Cola em Sampa, Priscila Arantes, a iniciativa oferece uma espécie de viagem cultural sem sair da cidade, em que a comida funciona como elo entre diferentes tradições.

    Atividades culturais e artesanato

    Além da oferta gastronômica, a programação inclui apresentações musicais e culturais inspiradas nas diversas regiões do mundo. O público poderá assistir a performances que refletem ritmos e expressões populares de cada país representado, conforme a curadoria do festival. Também haverá exposição e venda de peças de artesanato internacional, promovendo trocas culturais e comerciais entre visitantes e expositores.

    Essas atividades têm o objetivo de complementar a experiência sensorial fornecida pela comida, contextualizando sabores por meio de música, dança e objetos produzidos segundo tradições locais. Os estandes, além de servir pratos, servem como pontos de informação sobre costumes e modos de vida de diferentes comunidades.

    Informações práticas

    O festival abre diariamente às 11h e encerra às 21h, ocupando a Praça Charles Miller, localizada na Zona Oeste de São Paulo. A entrada é franca, de acordo com os organizadores, e o público está autorizado a comparecer acompanhado de animais de estimação. A realização do evento pela Cola em Sampa busca facilitar o acesso da população a manifestações culturais e gastronômicas internacionais no espaço público.

    Organizadores e expositores apresentam o encontro como uma oportunidade para moradores e visitantes experimentarem pratos pouco frequentes na oferta gastronômica local e conhecerem histórias e práticas culturais associadas a esses alimentos. A cobertura jornalística da informação foi realizada pela Agência Brasil, com supervisão do jornalista Odair Braz Junior.

    Os interessados em participar devem dirigir-se à Praça Charles Miller no dia indicado e verificar no local a distribuição dos estandes e a ordem das apresentações culturais. Como se trata de um evento ao ar livre e com entrada gratuita, recomenda-se chegar com antecedência para aproveitar a diversidade de opções disponíveis.

    O festival oferece uma alternativa de lazer urbano que combina consumo, aprendizagem cultural e convivência comunitária, reunindo representantes de diferentes países em um mesmo espaço público na capital paulista.