Tag: IBGE

  • Taxa de desemprego cai para 5,4% no 2º trimestre de 2026; 11 estados ficaram abaixo da média nacional

    Taxa de desemprego cai para 5,4% no 2º trimestre de 2026; 11 estados ficaram abaixo da média nacional

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que a taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,4% no segundo trimestre de 2026. A cifra representa queda em relação ao primeiro trimestre do ano, quando a taxa havia sido de 6,1%.

    Desemprego abaixo da média em 11 estados

    Das 27 unidades da Federação, 11 encerraram o segundo trimestre com taxa de desocupação abaixo da média nacional de 5,4%. Em cinco desses estados, o percentual de desemprego sequer alcançou 3%. A reportagem da Agência Brasil, com base nos dados do IBGE, não especificou a lista completa dos estados que se enquadram nesses indicadores.

    Diferenças regionais e perfil demográfico

    O analista da pesquisa do IBGE, William Kratochwill, explicou que as variações entre estados estão relacionadas a fatores como níveis de industrialização, evolução da atividade econômica e grau de instrução da população. Segundo ele, Santa Catarina e a região Sul apresentam desempenho mais forte em comparação com unidades da região Norte e Nordeste.

    A Pnad também revela desigualdades por sexo e por cor ou raça. A taxa de desemprego entre homens foi de 4,6%, abaixo da média nacional, enquanto entre mulheres ficou em 6,4%, acima da média. Quando analisada por cor, a desocupação foi maior entre pessoas que se autodeclararam pretas (6,9%) e pardas (6,1%), e menor entre as que se autodeclararam brancas (4,2%).

    Redução do desemprego de longa duração e comportamento por estados

    O levantamento aponta que 1,06 milhão de pessoas estavam em situação de desemprego de longa duração — definidas como pessoas que buscam uma vaga há dois anos ou mais. Esse contingente é o menor desde o início da série histórica da Pnad, em 2012, e registrou queda de 15,6% em relação ao segundo trimestre de 2025.

    Entre as unidades federativas, o desemprego diminuiu em 13 estados no período, enquanto as demais permaneceram estáveis, conforme os critérios adotados pela pesquisa.

    Metodologia e alcance da Pnad Contínua

    A Pnad Contínua considera pessoas com 14 anos ou mais e inclui todas as formas de ocupação — empregos formais, informais, temporários e por conta própria. Para o IBGE, só é classificada como desocupada a pessoa que efetivamente procurou trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa. A edição do segundo trimestre foi baseada em visitas a 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

    O instituto não usa o termo “negro” na classificação de cor ou raça; no entanto, o Estatuto da Igualdade Racial define como população negra o conjunto de pessoas que se autodeterminam pretas e pardas, ressalta a divulgação da pesquisa.

    Os resultados apontam avanços pontuais no mercado de trabalho brasileiro no segundo trimestre de 2026, com queda da taxa média de desocupação e redução do número de pessoas em desemprego prolongado. As diferenças regionais e demográficas evidenciam, entretanto, que desafios persistem em função das distintas condições econômicas e sociais entre estados.

    As informações desta matéria foram obtidas a partir da Pnad Contínua divulgada pelo IBGE e reportadas pela Agência Brasil.

  • Vendas no comércio avançam 0,5% em junho e fecham 1º semestre com alta de 1,9%, diz IBGE

    Vendas no comércio avançam 0,5% em junho e fecham 1º semestre com alta de 1,9%, diz IBGE

    As vendas no comércio brasileiro registraram crescimento de 0,5% na passagem de maio para junho de 2026, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado do primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2025, o setor avançou 1,9%.

    Panorama geral dos indicadores

    Além do resultado mensal, a PMC mostrou que as vendas em junho de 2026 ficaram 2,9% acima do nível observado em junho de 2025. No acumulado dos últimos 12 meses, a variação positiva foi de 1,6%. Por outro lado, o segundo trimestre do ano teve retração de 0,4% em comparação com o primeiro trimestre de 2026.

    Posição relativa e limitações do crescimento

    O nível de vendas recente permanece ligeiramente abaixo do recorde alcançado em março de 2026: o setor estava 0,8% abaixo desse ponto máximo. Cristiano Santos, analista responsável pela pesquisa no IBGE, destacou que esse resultado configura o segundo maior patamar da série histórica, iniciada em janeiro de 2000, e apontou um efeito estatístico que dificulta a continuidade da expansão quando se parte de um pico.

    Desempenho por grupos de atividade

    Dos oito grupos pesquisados pelo IBGE, metade apresentou alta na passagem de maio para junho. Entre as informações detalhadas, o comércio varejista ampliado — que inclui atividades de atacado e segmentos como veículos e motos, material de construção e produtos alimentícios, bebidas e fumo — teve queda de 1% entre maio e junho. Apesar do recuo no mês, esse segmento registrou avanço de 1,9% no acumulado do semestre e variação positiva de 0,8% em doze meses.

    Em relação ao ponto mais alto da série, o varejo ampliado estava 2,1% abaixo do pico alcançado em fevereiro de 2026.

    Fatores que impulsionaram as vendas em junho

    O IBGE atribuiu parte do impulso nas vendas de junho a dois elementos apontados pela pesquisa: a desaceleração da inflação, que passou de 0,58% em maio para 0,16% em junho, e o aumento do número de pessoas ocupadas, com alta de 1,1% na comparação mensal. Esses fatores, segundo o analista da PMC, contribuíram para o comportamento positivo do comércio no mês.

    Contexto conjuntural: indústria e serviços

    A PMC integra o conjunto de três levantamentos conjunturais mensais divulgados pelo IBGE. Nos dias anteriores à divulgação do comércio, o instituto informou que a produção industrial recuou 1,8% de maio para junho de 2026, embora tenha avançado 1,5% no primeiro semestre frente ao mesmo período de 2025. O setor de serviços, por sua vez, ficou estável em junho (0%) e cresceu 2% no primeiro semestre.

    O IBGE também observou que, ao longo de 2026, apenas um mês registrou queda nas vendas em relação ao mês imediatamente anterior, o que reforça a predominância de resultados positivos envolvendo a série recente, apesar das oscilações trimestrais e dos limites impostos pelo nível histórico dos últimos meses.

    Fonte dos dados: Agência Brasil, com base na Pesquisa Mensal de Comércio (IBGE).

  • Setor de serviços fica estável em junho e avança 2% no primeiro semestre de 2026

    Setor de serviços fica estável em junho e avança 2% no primeiro semestre de 2026

    O setor de serviços brasileiro encerrou o primeiro semestre de 2026 com expansão de 2% em relação aos primeiros seis meses de 2025, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 12 de agosto de 2026.

    Desempenho de junho e variações recentes

    Em junho, o setor não registrou variação na comparação com maio, permanecendo estável. Na comparação interanual, junho de 2026 cresceu 2% sobre junho de 2025. No acumulado dos últimos 12 meses, o volume de serviços avançou 2,6%.

    O segundo trimestre de 2026 apresentou crescimento de 0,4% em relação ao primeiro trimestre do ano. Segundo a divulgação do IBGE, ao longo de 2026 apenas dois meses mostraram crescimento na comparação com o mês imediatamente anterior, sem especificar quais.

    Posição em relação ao período pré-pandemia e ao pico histórico

    Com os resultados de junho, o setor de serviços está 19,9% acima do nível registrado antes da pandemia de covid-19 (fevereiro de 2020). Em relação ao maior patamar já observado, alcançado em outubro de 2025, o setor permanece 0,3% abaixo.

    O gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, avaliou que o setor opera muito próximo do ponto mais alto observado, mas de forma acomodada, sem sinais claros de aceleração nem de queda acentuada, conforme informado pelo IBGE.

    Desempenho por atividades e abrangência da pesquisa

    No confronto do primeiro semestre de 2026 com igual período de 2025, três das cinco atividades de maior agregação acompanhadas pelo IBGE apresentaram crescimento. Entre os recortes divulgados, os serviços profissionais, administrativos e complementares registraram alta de 2,4% no semestre. Por outro lado, o grupo que reúne transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio apontou queda de 1,2% na mesma comparação.

    Do total de 166 tipos de serviços pesquisados, 47,6% tiveram desempenho positivo no semestre. O IBGE também observa que, em relação aos semestres anteriores, a taxa de crescimento acumulada no primeiro semestre de 2026 é menos intensa — nos primeiros seis meses de 2025 a expansão acumulada havia sido de 2,7%, segundo a comparação trazida pela pesquisa.

    Atividades turísticas (Iatur)

    A PMS inclui o Índice de Atividades Turísticas (Iatur), formado por 22 dos 166 serviços investigados, como hotéis, agências de viagem, bufê e transporte aéreo de passageiros. O Iatur recuou 3,4% em junho ante maio. No acumulado do ano há redução de 0,9%, enquanto em 12 meses as atividades turísticas apresentam alta de 1%.

    Em relação ao nível pré-pandemia, as atividades turísticas estão 6,6% acima; em comparação com o maior nível já registrado, alcançado em dezembro de 2024, permanecem 6,2% abaixo.

    Informações regionais e cobertura

    A Pesquisa Mensal de Serviços divulgou informações de 17 unidades da federação, abrangendo regiões do Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste. As unidades listadas pelo IBGE foram: Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Distrito Federal, Amazonas, Pará, Mato Grosso, Alagoas e Rio Grande do Norte.

    Vale destacar que, embora os bancos sejam classificados como atividade de serviços, as instituições financeiras não integram a PMS do IBGE.

    Os dados publicados pelo IBGE e divulgados pela Agência Brasil permitem acompanhar tanto a evolução recente quanto os recuos e avanços setoriais, fornecendo subsídios para análise da dinâmica do mercado de trabalho e da atividade econômica relacionada a transporte, turismo, alimentação, beleza, internet e tecnologia da informação, entre outros segmentos que compõem o setor de serviços.

  • INPC tem deflação de 0,01% em julho e acumula alta de 4,10% em 12 meses, informa IBGE

    INPC tem deflação de 0,01% em julho e acumula alta de 4,10% em 12 meses, informa IBGE

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou em 11 de agosto de 2026 os resultados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) referentes a julho. O indicador, que serve de referência para a correção de salários de parcela importante da população, registrou deflação de 0,01% no mês e acumula alta de 4,10% em 12 meses.

    Resultado de julho e comparação com meses anteriores

    O INPC teve variação negativa de 0,01% em julho, marcando o primeiro recuo mensal desde agosto de 2025, quando o índice havia registrado deflação de 0,21%. No acumulado do ano de 2026, o INPC soma alta de 3,5%, segundo os dados divulgados pelo IBGE.

    Também divulgado pelo IBGE, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), conhecido como inflação oficial, registrou variação positiva de 0,07% em julho e acumulou 4,44% nos últimos 12 meses. O órgão apontou que o comportamento do IPCA no mês foi puxado pelo recuo nos preços dos alimentos.

    Por que INPC e IPCA mostram números diferentes

    Embora ambos mensurem variações de preços, o INPC e o IPCA têm objetivos e coberturas distintas. O INPC apura a variação de preços para famílias com rendimentos entre um e cinco salários mínimos, enquanto o IPCA considera domicílios com renda entre um e 40 salários mínimos. O valor do salário mínimo considerado atualmente é R$ 1.621, conforme o IBGE.

    Além da diferença na faixa de renda, os dois índices pesquisam quantidades ligeiramente distintas de itens: o INPC abrange 367 subitens, dez a menos que o IPCA. O peso atribuído a grupos de despesa também varia: no INPC, os alimentos respondem por cerca de 25% do índice — participação maior do que no IPCA, onde a alimentação representa aproximadamente 21% — refletindo o peso relativo maior do gasto com comida nas famílias de menor renda.

    Uso do INPC para reajustes e benefícios

    O INPC tem papel direto na vida de muitos trabalhadores e beneficiários, pois o acumulado móvel de 12 meses costuma ser utilizado para calcular reajustes salariais de várias categorias ao longo do ano. O IBGE destaca exemplos específicos do uso do INPC no processo de correção de benefícios e rendimentos:

    • O salário mínimo considera o resultado do INPC de novembro no seu cálculo.
    • O seguro-desemprego, o teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e benefícios pagos a quem recebe acima do salário mínimo são reajustados com base no INPC acumulado até dezembro.

    Segundo o IBGE, a apuração do INPC tem por objetivo medir variações de preços da cesta de consumo da população assalariada de menor rendimento, visando a correção do poder de compra dos salários.

    Metodologia e abrangência da coleta

    A pesquisa do INPC coleta preços em várias capitais e regiões metropolitanas para compor o índice. As coletas ocorrem nas seguintes 16 localidades indicadas pelo IBGE:

    • Belém
    • Fortaleza
    • Recife
    • Salvador
    • Belo Horizonte
    • Vitória
    • Rio de Janeiro
    • São Paulo
    • Curitiba
    • Porto Alegre
    • Brasília
    • Goiânia
    • Campo Grande
    • Rio Branco
    • São Luís
    • Aracaju

    Essas localidades fornecem os preços dos produtos e serviços que compõem a cesta do INPC. O peso relativo de cada item é ajustado pelo IBGE para refletir o padrão de consumo das famílias na faixa de renda coberta pelo índice.

    O que os números significam na prática

    A leve deflação em julho indica que, no mês, a média dos preços pesquisados pelo INPC teve uma retração muito pequena. No entanto, o acumulado de 12 meses em 4,10% mostra que, em doze meses, o poder de compra dos salários corrigidos por esse índice sofreu variação positiva, ou seja, houve aumento geral de preços nesse intervalo.

    Os dados divulgados pelo IBGE em 11 de agosto de 2026 fornecem informações usadas por empregadores, sindicatos e órgãos públicos ao negociar reajustes salariais e revisar valores de benefícios. O comportamento futuro do índice dependerá da evolução dos preços nos próximos meses e das dinâmicas de consumo nas faixas de renda pesquisadas.

    Fontes: dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) compilados e divulgados pela Agência Brasil em 11 de agosto de 2026.

  • Formalização na terceira idade eleva renda e melhora escolaridade, mostra estudo do Sebrae

    Formalização na terceira idade eleva renda e melhora escolaridade, mostra estudo do Sebrae

    Um estudo do Sebrae, realizado a partir dos microdados da PNAD Contínua do IBGE, aponta que empreender de forma formal na terceira idade está associado a rendimentos médios consideravelmente maiores. No quarto trimestre de 2025, o rendimento médio dos empreendedores com 60 anos ou mais formalizados chegou a R$ 7.458, o maior valor registrado na série que tem início em 2012.

    Renda e formalização

    Os dados mostram uma diferença expressiva entre empreendedores sêniores formalizados e informais. Enquanto os formalizados alcançaram, em média, R$ 7.458 no período citado, os empreendedores informais da mesma faixa etária tinham rendimento médio de R$ 2.152. O Sebrae interpreta esses números como um indicativo de que a formalização não só aumenta a renda no curto prazo, mas também potencialmente amplia os retornos ao longo do ciclo de vida do negócio.

    Segundo o presidente do Sebrae, Rodrigo Soares, o Brasil tinha 4,5 milhões de empreendedores sêniores no quarto trimestre de 2025, número que representa um aumento de 59% em relação a 2012. Apesar do crescimento no número absoluto, os sêniores continuavam a representar apenas 15% do total de donos de negócios, enquanto correspondem a 20% da população em idade ativa do país.

    Mudanças na escolaridade e na composição familiar

    O estudo também documenta avanços na escolaridade entre os empreendedores acima de 60 anos. Entre 2012 e 2025, a parcela daqueles sem instrução ou com ensino fundamental incompleto recuou de 68% para 46 pontos percentuais. No mesmo intervalo, a proporção de sêniores com ensino médio completo ou mais subiu de 24% para 42%.

    Essas melhorias educacionais ocorrem paralelamente a mudanças na estrutura familiar desses empreendedores. A participação dos sêniores na condição de chefe de domicílio aumentou em comparação com os jovens: no quarto trimestre de 2025, 67% dos empreendedores sêniores eram chefes de domicílio, frente a 37% entre os mais jovens. A condição de filho no domicílio, muito presente entre jovens empreendedores (35,5%), praticamente desaparece entre os idosos (0,7%).

    No entanto, ao considerar a série histórica, a participação dos sêniores como chefes de domicílio diminuiu, passando de 78% em 2012 para 67% em 2025, enquanto a condição de cônjuge subiu de 18% para 27% no mesmo período.

    Desafios na formalização e proteção previdenciária

    Apesar dos ganhos em renda e escolaridade, o Sebrae destaca que empreendedores com 60 anos ou mais tiveram o menor avanço em termos de formalização e cobertura previdenciária na última década. Entre 2015 e 2025, a formalização nesse grupo cresceu pouco mais de 2 pontos percentuais.

    Para efeito de comparação, a formalização avançou 7,5 pontos percentuais entre os jovens empreendedores e aproximadamente 7 pontos percentuais entre os adultos no mesmo período. O resultado evidencia um ritmo mais lento de integração formal e de acesso a proteção social entre os sêniores empreendedores, segundo a análise do Sebrae.

    Implicações e apontamentos do estudo

    O levantamento sugere que políticas e ações voltadas à facilitação da formalização e ao aprimoramento da proteção previdenciária poderiam ampliar os benefícios econômicos da atividade empreendedora na terceira idade. O próprio Sebrae ressalta que os ganhos de rendimento e escolaridade observados entre os sêniores formalizados reforçam a relevância de iniciativas que reduzam barreiras para a formalização.

    Os resultados e as estatísticas citadas nesta reportagem foram extraídos do estudo “Empreendedorismo Sênior Sob a Ótica da PNAD Contínua”, do Sebrae, com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).