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  • Pelo PT, Lula busca reeleição mantendo foco em pautas sociais

    Pelo PT, Lula busca reeleição mantendo foco em pautas sociais

    Luiz Inácio Lula da Silva, nascido em Garanhuns (PE) e com 80 anos, é candidato à reeleição à Presidência da República pelo Partido dos Trabalhadores (PT). A chapa mantém como vice o médico Geraldo Alckmin, filiado ao PSB, conforme reportagem da Agência Brasil.

    Trajetória e formação

    Antes de ingressar na vida pública, Lula trabalhou como metalúrgico e se qualificou como torneiro mecânico pelo Senai. Sem curso superior, obteve visibilidade nacional ao presidir o sindicato dos metalúrgicos do ABC paulista em momentos decisivos da redemocratização do Brasil.

    O protagonismo nos grandes movimentos grevistas da década de 1970 e a atuação em defesa da democracia durante o período da ditadura militar contribuíram para sua participação na fundação do Partido dos Trabalhadores (PT) em 1980.

    Atuação política e prioridades

    A trajetória pública de Lula tem sido marcada por pautas sociais e prioridades claras: a defesa dos direitos dos trabalhadores, a ampliação de políticas sociais, o combate à miséria e à fome e a defesa de um papel ativo do Estado no desenvolvimento econômico. Essas prioridades permeiam sua carreira desde os primeiros passos no movimento sindical até os mandatos como chefe do Executivo.

    Segundo a fonte, sua atuação também incluiu participação na mobilização pelas Diretas Já, movimento que reivindicou eleições diretas para a Presidência, e a eleição para a Câmara dos Deputados em 1986 pelo PT.

    Mandatos e recordes

    Lula venceu a eleição presidencial de 2002 e governou o país entre 2003 e 2010. Voltou ao cargo em 2023. De acordo com a reportagem da Agência Brasil, ele se tornou o primeiro presidente da República eleito para o cargo por três vezes, fato destacado na cobertura.

    Ao longo desses mandatos, sua imagem se consolidou como uma das principais lideranças da esquerda e do campo progressista no Brasil, com ênfase em políticas voltadas à inclusão social e ao fortalecimento das condições de trabalho.

    Aliança e candidatura atual

    A candidatura à reeleição é apresentada pelo PT com a manutenção da aliança que coloca Geraldo Alckmin como vice. A escolha do vice e a continuidade do projeto político do candidato mantêm a ênfase nas pautas sociais que marcaram a trajetória pública de Lula.

    A Agência Brasil é a fonte das informações sobre a formação, a trajetória sindical e política, os mandatos presidenciais e a composição da chapa.

    Principais marcos citados pela fonte

    • Nascimento em Garanhuns (PE) e idade: 80 anos.
    • Origem profissional como metalúrgico e formação como torneiro mecânico pelo Senai.
    • Atuação sindical no ABC paulista e papel na redemocratização.
    • Fundação do PT em 1980 e eleição a deputado federal em 1986.
    • Mandatos presidenciais: eleito em 2002, governou 2003–2010, retornou em 2023; eleito para o cargo por três vezes, segundo a fonte.
    • Candidatura à reeleição pelo PT com Geraldo Alckmin (PSB) como vice.
  • PT oficializa candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência em convenção em São Paulo

    PT oficializa candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência em convenção em São Paulo

    O Partido dos Trabalhadores (PT) formalizou neste domingo (2) a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República durante convenção realizada no Expo Center Norte, na zona norte de São Paulo. A cerimônia teve início por volta das 11h e contou com a presença de lideranças e parceiros políticos do ex-presidente, conforme noticiou a Agência Brasil.

    Chapa e aliança

    Geraldo Alckmin, do PSB, foi oficializado como candidato a vice na chapa de Lula. A composição repete a parceria que foi vitoriosa nas eleições de 2022. Para a disputa de 2026, o PT informou que terá ao seu lado os partidos PSB, PCdoB, PV, PDT, PSOL e Rede, formando uma frente de aliados em apoio à candidatura.

    Convenção e participação

    O evento de convenção nacional do PT no Expo Center Norte reuniu figuras do partido e de siglas aliadas. A programação incluiu a abertura com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, seguida por falas de outros dirigentes e aliados, entre eles o ex-ministro Fernando Haddad, o próprio vice e candidato à Vice-Presidência Geraldo Alckmin, e a primeira-dama Janja Silva.

    Discursos e mensagens

    No discurso de abertura, o presidente do PT, Edinho Silva, ressaltou a importância das próximas eleições para além das fronteiras do Brasil, afirmando que a disputa terá impacto significativo na América Latina e no mundo. Ele também mencionou que o pleito definirá a soberania nacional frente a possíveis “intervencionismos”, termo usado na cobertura da Agência Brasil.

    Para encerrar a convenção, Lula falou por mais de uma hora. Em trecho destacado da sua fala, ele afirmou que o mérito de um governo se mede pelo legado que merece confiança e respeito, acrescentando que “quem fez pode prometer mais” enquanto “quem não fez não tem o que prometer”. Essas declarações foram registradas pela Agência Brasil durante o evento.

    Consequências formais e dados sobre a candidatura

    Com a oficialização na convenção, o registro da candidatura do PT segue agora o rito político da campanha, com a chapa liderada por Lula e Alckmin confirmada na convenção do partido. A aliança com as siglas mencionadas consolida o arco de apoio anunciado pelo PT para a disputa eleitoral de 2026.

    Segundo a reportagem da Agência Brasil, caso seja eleito, Luiz Inácio Lula da Silva cumprirá um quarto mandato. Aos 81 anos, ele também seria o presidente mais velho a assumir o cargo, conforme informação divulgada na cobertura do evento.

    Presença de lideranças

    • Edinho Silva abriu a convenção e fez elogios à relevância internacional das eleições.
    • Fernando Haddad, Geraldo Alckmin e a primeira-dama Janja Silva também discursaram.
    • Lula encerrou o evento com um discurso que teve duração superior a uma hora.

    As informações desta matéria têm como fonte a cobertura da Agência Brasil sobre a convenção realizada pelo PT em 2 de agosto de 2026.

  • Brasil cria grupo de trabalho para avançar negociações entre Mercosul e Coreia do Sul

    Brasil cria grupo de trabalho para avançar negociações entre Mercosul e Coreia do Sul

    O governo brasileiro, em articulação com a Coreia do Sul, anunciou a criação de um grupo de trabalho destinado a destravar a negociação de um acordo entre o Mercosul e o país asiático. A iniciativa foi divulgada após encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente sul-coreano Lee Jae-Myung, realizado no Palácio da Alvorada, e reportada pela Agência Brasil.

    Objetivo do grupo de trabalho e coordenação

    Segundo a Presidência, a finalidade do grupo é mapear e identificar as “sensibilidades” de cada lado que possam dificultar a retomada das conversações comerciais. O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, foi anunciado como o coordenador do esforço, que busca evitar que entraves técnicos ou políticos se tornem obstáculos ao avanço das negociações entre o Mercosul e a Coreia do Sul.

    Motivações e contexto comercial

    O presidente Lee Jae-Myung defendeu que a assinatura de um acordo entre o Mercosul e a Coreia do Sul é urgente, especialmente diante de um cenário global com “incertezas no âmbito comercial”. A Agência Brasil registrou também menção às tensões comerciais entre o Brasil e os Estados Unidos, em referência a tarifas aplicadas pelos EUA, como parte do pano de fundo que torna estratégica a diversificação de parcerias.

    Para o líder sul-coreano, um pacto com o Mercosul ampliaria oportunidades para empresas coreanas na América do Sul e abriria novas perspectivas para o Brasil no mercado asiático, por meio da Coreia.

    Acordos assinados e áreas de cooperação

    Durante a visita, Brasil e Coreia do Sul firmaram diversos instrumentos de cooperação. Entre os temas tratados estão minerais críticos — com promessa de expandir a colaboração ao longo de toda a cadeia de suprimentos —, educação, ciência e tecnologia, atividades espaciais, defesa, energia e intercâmbio esportivo. A Agência Brasil informou que os países assinaram acordos para intercâmbio de experiências em políticas educacionais e aproximação entre instituições de ensino.

    Na área espacial, foi assinado um memorando de entendimento para cooperação entre agências voltado a empreendimentos e explorações pacíficas. No campo da pesquisa industrial, os dois governos pactuaram medidas para impulsionar pesquisa, desenvolvimento e inovação aplicados ao setor produtivo. Em esporte, há acordos sobre intercâmbio de atletas e especialistas e troca de experiências em políticas públicas.

    Minerais críticos e segurança de oferta

    O presidente sul-coreano destacou o papel do Brasil como fornecedor relevante de minerais críticos e a intenção de criar uma base estável de oferta por meio de cooperação bilateral. A proposta, conforme relatada pela Agência Brasil, prevê parceria ao longo do ciclo de vida desses minerais, com o objetivo de fortalecer a cadeia de suprimentos de forma mútua e benéfica.

    Declarações sobre democracia, paz e próximos passos

    Em suas declarações públicas, os dois presidentes ressaltaram compromisso com a defesa da democracia e a busca por soluções pacíficas para conflitos. Lula mencionou a necessidade de defender a democracia diante de ataques de setores extremistas, enquanto Lee Jae-Myung enfatizou a prioridade da paz para garantir segurança sem recorrer à guerra, conforme relato da Agência Brasil.

    Após as conversas em Brasília, o presidente sul-coreano seguirá para São Paulo, onde está prevista visita a um sindicato de metalúrgicos. A Agência Brasil também informou que o Brasil é o país latino-americano que mais recebe coreanos e que a cidade de São Paulo concentra a maior comunidade coreana do país, com mais de 50 mil pessoas.

    Os anúncios e assinaturas de acordos marcam um esforço bilateral para aprofundar laços econômicos e de cooperação técnica, além de dar um impulso político à retomada das negociações entre o Mercosul e a Coreia do Sul. A origem das informações relatadas nesta matéria é a Agência Brasil.