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  • TV Brasil transmite Botafogo x São Paulo pelo Brasileirão Feminino A1 neste domingo

    A TV Brasil exibe neste domingo (16), a partir das 10h45, o jogo entre Botafogo e São Paulo, válido pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro Feminino Série A1. A partida será realizada no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, e a informação sobre a transmissão foi divulgada pela Agência Brasil.

    Situação das equipes

    O Botafogo chega ao duelo na última posição da tabela e tenta interromper um período sem vitórias: segundo a Agência Brasil, a equipe carioca não vence desde fevereiro, quando superou o Juventude-RS. Em casa, busca reencontrar os três pontos diante de um adversário que tem desempenho superior na competição.

    O São Paulo, por sua vez, aparece como vice-líder do torneio com 35 pontos, acumulando 11 vitórias em 15 partidas até a 16ª rodada. O Tricolor está a dois pontos do primeiro colocado, o Corinthians, e entra em campo com chances de subir na classificação, conforme reportagem da Agência Brasil.

    Transmissão e equipe

    A cobertura da TV Brasil integra a estratégia do canal público de ampliar a visibilidade do futebol feminino no país. Pelo terceiro ano seguido, a emissora transmite jogos da elite da modalidade, além de partidas decisivas das Séries A2 e A3 a partir das semifinais, e as finais das categorias de base Sub-17 e Sub-20, segundo a Agência Brasil.

    A equipe responsável pelas transmissões do Brasileirão Feminino é formada por profissionais mulheres: a narradora Luciana Zogaib; as comentaristas Brenda Balbi e Rachel Motta; e as repórteres Marília Arrigoni e Verônica Dalcanal, conforme informado pela Agência Brasil.

    Alcance e como acompanhar

    Além da exibição na TV aberta, a programação da TV Brasil pode ser retransmitida pelos integrantes da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) em seus estados, ampliando o alcance das partidas. O público pode sintonizar o canal pelo sinal aberto, por assinatura ou via parabólica; instruções sobre como sintonizar estão disponíveis no site da emissora, segundo a mesma fonte.

    Quem prefere plataformas digitais pode assistir pelo TV Brasil Play, acessível tanto via site quanto por aplicativo para dispositivos Android e iOS, ou pela WebTV da emissora, conforme comunicado da Agência Brasil.

    Formato do campeonato e participantes

    A edição 2026 do Brasileirão Feminino Série A1 reúne 18 clubes. Na fase de classificação, os times se enfrentam em turno único; os oito primeiros colocados avançam à fase seguinte. A partir das quartas de final, as disputas são em formato mata-mata, com jogos de ida e volta, conforme detalha a Agência Brasil.

    As 18 equipes que compõem a Série A1 são: América (MG), Atlético Mineiro, Bahia, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Ferroviária, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Juventude, Mixto (MT), Palmeiras, Red Bull Bragantino, Santos, São Paulo e Vitória.

    Prêmio e participação do público

    A TV Brasil mantém também o Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas, que reconhece atletas, treinadores, dirigentes, departamentos e clubes de destaque na temporada. A emissora informa que a categoria Craque da Torcida conta com votação popular gratuita e sem limite de votos; o processo de escolha está aberto até 31 de outubro no endereço ebc.com.br/premiotvbrasilpetrobrasparaelas.

    Como serviço, a emissora disponibiliza links para orientar o público sobre como sintonizar a transmissão e acessar os conteúdos pelo aplicativo ou pela WebTV.

    Fonte: Agência Brasil.

  • Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas abre votação popular para eleger Craque da Torcida

    Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas abre votação popular para eleger Craque da Torcida

    A votação popular para a categoria Craque da Torcida do Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas foi aberta em 12 de agosto e segue até 31 de outubro. A disputa é parte da primeira edição do prêmio, criado em parceria entre a TV Brasil e a Petrobras para reconhecer o desempenho e a relevância de protagonistas do futebol feminino no país.

    Como funciona a votação

    Cada clube da elite do futebol feminino brasileiro indicou uma atleta para representar sua torcida na categoria Craque da Torcida. O público pode acessar a plataforma oficial do prêmio e votar gratuitamente, sem necessidade de cadastro, e com possibilidade de registro de votos ilimitados durante o período de votação.

    A dinâmica da categoria difere das demais do prêmio: enquanto a Craque da Torcida é definida exclusivamente pelos votos populares, as outras categorias terão processos técnicos de escolha, conforme regulamento divulgado pela organização.

    Categorias, júri técnico e exceções

    Além da votação pública para a Craque da Torcida, o Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas prevê premiar atletas, treinadores, dirigentes, departamentos de futebol feminino e clubes que se destacarem ao longo da temporada de 2026. A maioria das categorias será definida por votação técnica.

    O colégio eleitoral das categorias técnicas será composto por três representantes de cada clube da elite feminina: a capitã,(o) treinador(a) e um(a) dirigente responsável pelo departamento de futebol feminino. Cada um votará individualmente, observando critérios específicos previstos no regulamento.

    Há duas exceções no processo: a própria Craque da Torcida, escolhida pelo público, e o Prêmio Especial Futebol Feminino Contra o Feminicídio, que será avaliado por um júri técnico formado por especialistas, segundo a organização.

    Cerimônia, calendário e transmissão

    Os votos poderão ser registrados até 31 de outubro. As três finalistas da categoria Craque da Torcida serão anunciadas no início de novembro; a revelação da vencedora ocorrerá na cerimônia de entrega do prêmio, marcada para 15 de novembro de 2026 no Museu do Futebol, em São Paulo.

    A cerimônia terá transmissão pela TV Brasil, emissoira pública que, segundo a direção da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), tem ampliado sua presença na cobertura do futebol feminino ao exibir campeonatos da modalidade e competições de base.

    Objetivos e contexto da iniciativa

    O Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas surge com a proposta de preencher uma lacuna histórica: a inexistência de uma premiação exclusiva dedicada ao futebol feminino no Brasil. A iniciativa pretende valorizar tanto o desempenho esportivo quanto as boas práticas de gestão, a responsabilidade social e a visibilidade das protagonistas do futebol feminino dentro e fora de campo.

    Antonia Pellegrino, presidente da EBC, destacou o papel da emissora pública na consolidação da presença do futebol feminino na mídia e afirmou que o prêmio reforça esse compromisso em um momento considerado decisivo para o esporte, ante a realização da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil (declarações conforme Agência Brasil).

    Próximos passos e participação das torcidas

    A organização do prêmio anunciou uma campanha com o mote “Celebrando quem faz história no futebol feminino”, que prevê ações ao longo da temporada para aproximar atletas e público, aumentar a identificação com a modalidade e incentivar a participação das torcidas.

    Com a votação aberta ao público para a categoria Craque da Torcida e os processos técnicos definidos para as demais categorias, a iniciativa busca combinar reconhecimento simbólico e técnico para destacar contribuições dentro e fora do gramado.

  • Série Rádio Memória destaca sofrência e acervos históricos nos 90 anos da Rádio Nacional

    Série Rádio Memória destaca sofrência e acervos históricos nos 90 anos da Rádio Nacional

    A série Rádio Memória da Rádio Nacional lançou o episódio “Sofrência nas ondas do Rádio” em formato videocast no canal oficial da emissora no YouTube em 11 de agosto de 2026. A produção recupera o papel do rádio na divulgação de canções sobre amores impossíveis, despedidas e corações partidos, ressaltando que esse repertório já fazia parte da programação muito antes de se tornar um fenômeno nas plataformas digitais.

    Exibição e calendário de transmissões

    Além da estreia em videocast, o episódio foi veiculado no dial da Rádio Nacional dentro do programa Revista Rio em 11 de agosto de 2026, com nova exibição prevista para 18 de agosto de 2026, às 14h30. Nas demais praças da rede, a transmissão ocorrerá nas quartas-feiras seguintes, em 12 e 19 de agosto de 2026, às 15h, conforme informou a emissora à Agência Brasil.

    Conteúdo e fontes históricas

    O episódio apresenta conversas do jornalista e apresentador Dylan Araújo com a cantora e atriz Mona Vilardo e com a jornalista e radialista Fabiane Pereira. Para contextualizar o fenômeno musical, a produção inclui três registros históricos: um depoimento de Dalva de Oliveira ao Museu da Imagem e do Som (MIS) datado de 1970; uma referência à viagem de Dalva e do maestro Vicente Paiva à Venezuela em 1949, associada à separação da cantora de Herivelto Martins; e uma gravação de Dircinha Batista interpretando “Nunca”, de Chocolate e Ricardo Galeno, de 1952.

    O episódio também incorpora a fala do jornalista Ruy Castro sobre o gênero romântico samba-canção, registrada em 2016, para situar a evolução desses repertórios no panorama da música popular brasileira, segundo a reportagem da Agência Brasil.

    Objetivo da série e programação comemorativa

    A série semanal Rádio Memória reúne materiais de arquivo, entrevistas e relatos para contar a trajetória da Rádio Nacional ao longo de suas nove décadas. A iniciativa homenageia profissionais que passaram pela emissora e valoriza quem mantém o legado vivo, de acordo com a Agência Brasil. Essa ação faz parte da agenda de comemorações dos 90 anos da Rádio Nacional, cuja data aniversária é 12 de setembro de 2026, e integra a programação da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

    Com o slogan “Do passado ao futuro. Sem Fronteiras”, a emissora pública reafirma sua presença em diferentes regiões do país. Atualmente, a marca Rádio Nacional reúne oito emissoras próprias: Rádio Nacional do Rio de Janeiro; Rádio Nacional de São Paulo; Rádio Nacional de Brasília AM e FM; Rádio Nacional de Recife; Rádio Nacional de São Luís; Rádio Nacional da Amazônia; e Rádio Nacional do Alto Solimões, conforme informação da fonte.

    Acervo e preservação

    O episódio usa material de arquivo e entrevistas para resgatar episódios relevantes da trajetória da música popular brasileira no rádio. Entre os registros citados estão documentos sonoros e depoimentos que ajudam a mapear como determinados temas e gêneros, como o samba-canção romântico, foram tratados pelas emissoras e artistas ao longo do século XX.

    Próximos passos e disponibilidade

    O videocast já está disponível no canal da Rádio Nacional no YouTube desde 11 de agosto de 2026, e o conteúdo seguirá sendo veiculado no dial conforme a programação anunciada. A série continuará semana a semana, apresentando outros fatos e curiosidades da história da emissora como parte das ações comemorativas do aniversário de 90 anos, segundo a Agência Brasil.

    Fonte: Agência Brasil.

  • Familiares celebram legado da primeira medalha paralímpica do Brasil, conquistada em 1976

    Familiares celebram legado da primeira medalha paralímpica do Brasil, conquistada em 1976

    O Brasil iniciou sua trajetória de medalhas nas Paralimpíadas em 6 de agosto de 1976, quando a dupla formada por Robson Sampaio de Almeida e Luiz Carlos da Costa conquistou a prata no lawn bowls, em Toronto (Canadá). A lembrança dessa conquista foi tema de uma homenagem realizada com a exposição das medalhas no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, segundo reportagem da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

    A medalha histórica de Toronto (1976)

    Naquele torneio, Robson e Luiz Carlos competiram inicialmente no basquete em cadeira de rodas e foram convidados a disputar também o lawn bowls — modalidade hoje extinta entre as Paralimpíadas e descrita como semelhante à bocha. A dupla brasileira terminou em segundo lugar no Etobicoke Lawn Bowling Club, atrás dos australianos Eric Magennis e Bruce Thwaite; os britânicos David Avis e Michael McCreadie ocuparam o terceiro lugar.

    Momento de homenagem no CT Paralímpico

    As medalhas foram exibidas em uma cerimônia simbólica no CT Paralímpico, espaço inaugurado em 2016 e considerado um dos legados dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro. A homenagem marcou o resgate de uma história que, segundo integrantes da família, vinha sendo pouco contada apesar da importância para a evolução do paradesporto no país.

    Robson Sampaio de Almeida e o Clube do Otimismo

    Robson fundou o Clube do Otimismo no Rio de Janeiro em 1958, instituição voltada a abrigar e reabilitar pessoas com deficiência sem recursos. De acordo com relatos familiares citados pela EBC, ele ficou paraplégico após um acidente enquanto trabalhava em uma fábrica de papéis nos Estados Unidos, episódio que gerou indenização usada para criar o clube. Robson faleceu em 1987.

    O Clube do Otimismo passou a ser ponto de encontro e apoio para atletas como Luiz Carlos da Costa, conhecido como “Curtinho”, que se tornou parceiro de Robson nas competições. Familiares descreveram Luiz Carlos, atualmente em tratamento de Alzheimer e com 79 anos, como presença técnica nas equipes — ajudando inclusive na recuperação de rodas de cadeiras durante viagens e provas internacionais.

    Evolução institucional e financiamento do paradesporto

    A trajetória do paradesporto brasileiro mudou ao longo das décadas seguintes. O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) foi criado em 1995 e, em 1998, passou a integrar o Sistema Nacional do Desporto por meio da Lei 9.615 (Lei Pelé), conforme registro da EBC. Em 2001, a Lei Agnelo Piva (Lei 10.264) vinculou recursos de loterias federais ao financiamento do esporte: originalmente 2% — atualmente 2,7% — desse montante é destinado a ações esportivas, com 15% desse total reservado ao paradesporto e o restante ao Comitê Olímpico do Brasil (COB), segundo a mesma reportagem.

    Essas alterações legais e a criação de estruturas como o CT Paralímpico são citadas por familiares e por especialistas como fatores que transformaram o panorama competitivo do país. A instalação do centro permitiu programas gratuitos de iniciação em modalidades adaptadas para crianças e adolescentes de 7 a 17 anos com deficiência física, visual e intelectual, contribuindo para o aumento do quadro de atletas e melhores resultados em edições recentes das Paralimpíadas.

    Relatos da família e legado social

    Integrantes da família de Robson destacaram, em entrevistas à EBC, o esforço pessoal do medalhista pioneiro para assegurar recursos e oportunidades no início da trajetória do paradesporto. Noêmia Almeida, sobrinha e filha adotiva de Robson, afirmou que o momento atual — com maior visibilidade, televisão e entrevistas — é resultado da luta de pioneiros que bateram em muitas portas para viabilizar uniformes, passagens e a participação em competições internacionais.

    Para os parentes, a conquista de 1976 representa mais do que um resultado esportivo: simboliza um movimento de inclusão e a consolidação de políticas e estruturas que permitiram ao Brasil crescer entre as principais potências do esporte adaptado nas últimas décadas.

    As informações desta matéria foram retiradas de reportagem veiculada pela Agência Brasil / Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

  • Caminhos da Reportagem mostra vida e legado de Tia Ciata em episódio na TV Brasil

    Caminhos da Reportagem mostra vida e legado de Tia Ciata em episódio na TV Brasil

    O programa Caminhos da Reportagem apresenta a edição ‘Tia Ciata: a matriarca do samba’ na segunda-feira (27), às 23h, na TV Brasil, emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). A atração procura reconstituir a trajetória de Hilária Batista de Almeida — conhecida como Tia Ciata — e avaliar a marca que deixou na cultura negra e na música popular do país.

    Quem foi Tia Ciata

    Originária do Recôncavo baiano, Hilária mudou-se para o Rio de Janeiro aos 22 anos, em 1876, e viveu na capital até sua morte, em 1924. No Rio, tornou-se referência religiosa, humanitária e cultural, integrando o movimento conhecido como ‘diáspora baiana’. O episódio do programa destaca a atuação de Ciata como ialorixá e anfitriã de rodas e encontros musicais que influenciaram o crescimento do samba urbano.

    Disputas sobre a imagem e a memória

    Uma das linhas investigativas do episódio trata da autenticidade de imagens atribuídas a Tia Ciata. A historiadora e pesquisadora Angélica Ferrarez, que estuda as chamadas ‘tias do samba’, questiona se o retrato feito pelo fotógrafo alemão Rodolpho Lindemann realmente representa Hilária, com base na data em que a foto teria sido produzida. Em contrapartida, a bisneta e presidente da Casa de Tia Ciata, Gracy Mary Moreira, afirma que a matriarca viajava com frequência à Bahia e relata que houve estudo antropológico-forense para comparação de imagens familiares com a fotografia de Lindemann.

    Casa na Praça Onze, samba e patrimônio

    A casa de Tia Ciata, situada na extinta Rua Visconde de Itaúna, na Praça Onze, é apresentada no programa como um núcleo de relevância para a combinação de religiosidade e música. Segundo o roteiro, no quintal dessa residência se realizavam tanto manifestações religiosas no terreiro nos fundos quanto rodas de samba na frente do galpão, palco de encontros e composições.

    Pesquisadores ouvidos na reportagem apontam que a casa pode ter sido local de nascimento do que ficou conhecido como ‘Pelo Telefone’, samba registrado em 1916 por Donga e Mauro de Almeida. O escritor e historiador Luiz Antônio Simas avalia que o imóvel teve papel central na formação da música popular urbana carioca.

    Para entender a estrutura do terreno, a arquiteta Luciana Mayrink reconstituiu a planta do imóvel a partir de modelos de layout e fachadas da época. A matéria descreve o terreiro nos fundos e o quintal protegido em frente como espaços distintos e complementares — um dedicado às práticas religiosas, outro aos encontros musicais.

    O inventário de Hilária, preservado em acervo do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e consultado pela reportagem, menciona que quatro filhos dividiram o montante de três contos de réis após o falecimento. Jéssica Costa, pesquisadora do Arquivo do Tribunal, observa que esse patrimônio conferiu certa estabilidade econômica à família.

    Continuidade do legado e referências atuais

    O documentário também estabelece paralelos entre a atuação de Ciata e a continuidade de manifestações que mantêm a tradição do samba viva. Em visita ao Cafofo da Tia Surica, em Madureira, a reportagem aponta semelhanças entre as rodas de samba de quintal e as festas que marcaram a casa de Ciata. A cantora e matriarca da Portela reflete sobre a necessidade de transmissão intergeracional para que o samba continue.

    Exibição e produção

    Com produção de Luciana Góes, Thaís Chaves e Vitor Abdala, reportagem cinematográfica de Marcio de Andrade e artes de Aleixo Leite, Caroline Ramos e Wagner Maia, o programa chega ao público pela TV Brasil. Caminhos da Reportagem está no ar desde 2008 e, segundo a emissora, ultrapassou a marca de 100 prêmios até o final de 2025, reconhecimento que a produção utiliza para reforçar seu histórico editorial.

    A edição ficará disponível no site e no canal no YouTube da TV Brasil, além do aplicativo TV Brasil Play (Android e iOS) e da WebTV. A emissora informa opções de sintonia pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica; a página oficial traz instruções de como sintonizar.

    Fonte: Agência Brasil / EBC.