Tag: Defesa Civil

  • Explosão em prédio de Copacabana deixa quatro feridos e causa interdições parciais

    Explosão em prédio de Copacabana deixa quatro feridos e causa interdições parciais

    O Corpo de Bombeiros foi acionado no final da tarde de quarta-feira (19) após uma explosão em um prédio residencial na Rua Sá Ferreira, 44, em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro. Equipes do Quartel de Copacabana atenderam a ocorrência e conduziram a retirada dos moradores do edifício.

    Evacuação e socorro às vítimas

    Segundo informações divulgadas pela corporação e pela Defesa Civil, todo o prédio, que tem 13 pavimentos além do subsolo, foi evacuado para garantir a segurança dos moradores. Ao todo, foram esvaziados 150 apartamentos enquanto as equipes faziam a checagem estrutural.

    Quatro pessoas foram socorridas pelos bombeiros com ferimentos classificados entre leves e moderados. Duas das vítimas foram encaminhadas ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, zona sul do Rio, para atendimento médico. O estado de saúde detalhado dos feridos não foi divulgado pela corporação na nota original da Agência Brasil.

    Avaliação da estrutura e interdições

    A Defesa Civil do município foi acionada para inspecionar o imóvel após a explosão. Após a vistoria, os técnicos concluíram que o edifício não apresenta risco de desabamento, mas mantiveram interdições em áreas afetadas pelo incidente.

    Foram interditados parcialmente a garagem e dois apartamentos que sofreram abalos no segundo andar. Essas restrições foram aplicadas para permitir novos levantamentos e garantir a segurança dos moradores enquanto se apuram as circunstâncias do episódio.

    Apuração das causas

    De acordo com a Agência Brasil, a Polícia Civil foi acionada para investigar as causas da explosão. Até o momento, não foram divulgadas conclusões preliminares sobre o que provocou o evento, nem informações sobre possíveis responsabilidades.

    O tenente-coronel Fábio Contreras, porta-voz do Corpo de Bombeiros, informou que a evacuação de todos os apartamentos foi necessária para que as equipes tivessem certeza de que não havia risco de colapso estrutural. Ele informou também que a Defesa Civil realizou a avaliação e liberou o local com interdições parciais.

    Medidas adotadas e próximos passos

    As ações imediatas incluíram a retirada dos moradores, o atendimento às vítimas e a avaliação técnica da edificação pela Defesa Civil. A investigação da Polícia Civil deverá esclarecer a origem da explosão e se haverá necessidade de novas medidas de segurança ou responsabilizações.

    Informações adicionais, como laudos técnicos, relatórios médicos das vítimas ou data para eventual liberação total das áreas interditadas, não foram divulgadas na matéria original da Agência Brasil no momento da publicação.

    Fonte

    Reportagem baseada em informações da Agência Brasil.

  • Rio Grande do Sul inicia semana sob alerta vermelho de tempestade

    Rio Grande do Sul inicia semana sob alerta vermelho de tempestade

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que a faixa do litoral-sul até o sudoeste do Rio Grande do Sul começa a semana sob alerta vermelho de grande perigo para tempestade. O comunicado aponta risco de alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de encostas nas áreas afetadas.

    Alerta vermelho no Rio Grande do Sul

    Segundo o Inmet, a intensidade do alerta é maior na porção meridional do estado, enquanto o restante do território gaúcho permanece sob alertas de menor gravidade que diminuem ao norte. A Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul registrou, na madrugada, ocorrência de granizo em três municípios, com um total de 92 pessoas afetadas, conforme informado à imprensa.

    Ocorrências e situação nas cidades

    Na capital, Porto Alegre, a temperatura mínima registrada foi de 18 °C. A previsão para cidades próximas e regiões do Sul segue com variação de nebulosidade: no leste do Paraná e de Santa Catarina a manhã começou com nevoeiro, mas a previsão aponta dissipação da névoa e evolução para um dia de sol e calor.

    Previsão para o Sudeste e demais regiões

    No Sudeste, o dia amanheceu com nevoeiro no leste de São Paulo, no Rio de Janeiro e no sul do Espírito Santo, com predominância de muitas nuvens na faixa litorânea. Já no interior de São Paulo e Minas Gerais, a previsão é de céu ensolarado, temperaturas elevadas e umidade relativa do ar baixa. Em Belo Horizonte a mínima prevista para a segunda-feira é de 15 °C, e no Rio de Janeiro a máxima pode chegar a 32 °C.

    Na Região Norte, há previsão de instabilidade no noroeste do Amazonas e em Roraima, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Também podem ocorrer chuvas isoladas no norte do Amazonas e na faixa litorânea entre Amapá e Pará. Parte da região Norte, no entanto, segue com baixa umidade e temperaturas elevadas; a mínima prevista é 22 °C em Rio Branco e a máxima 38 °C em Palmas.

    O Nordeste apresenta contraste entre calor e poucas nuvens em áreas como oeste da Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí e grande parte do Maranhão, enquanto o leste da Bahia, Sergipe e Alagoas têm previsão de aumento de instabilidades e pancadas de chuva. Há também possibilidade de chuva isolada no litoral de Pernambuco e do Maranhão.

    Centro-Oeste: clima seco e alerta de baixa umidade

    No Centro-Oeste, o tempo segue firme, ensolarado e com poucas nuvens, mantendo o calor. Grande parte da região está sob alerta laranja de perigo por umidade relativa do ar entre 20% e 12%, condição que representa risco à saúde por ressecamento da pele e desconforto em olhos, boca e nariz. A previsão indica mínima de 17 °C em Brasília e máxima de até 40 °C em Cuiabá.

    As informações sobre os alertas e as ocorrências divulgadas nesta segunda-feira (17) foram divulgadas à imprensa pela Agência Brasil com base em dados do Instituto Nacional de Meteorologia e da Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul.

    O que está em destaque

    • Alerta vermelho para tempestade no litoral-sul ao sudoeste do Rio Grande do Sul (Inmet).
    • Riscos apontados: alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de encostas.
    • Três municípios registraram ocorrências por granizo durante a madrugada; 92 pessoas foram afetadas (Defesa Civil do RS).
    • Condições variadas no país: nevoeiro no litoral Sul e Sudeste, calor e baixa umidade no Centro-Oeste, instabilidades isoladas no Norte e no Nordeste.
  • Governo federal reconhece situação de emergência em 19 municípios do Rio Grande do Sul após temporais de julho

    Governo federal reconhece situação de emergência em 19 municípios do Rio Grande do Sul após temporais de julho

    A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil reconheceu, por meio da Portaria nº 2.579, a situação de emergência em 19 municípios do Rio Grande do Sul atingidos por eventos climáticos extremos ocorridos no mês de julho. A informação foi divulgada pela Agência Brasil.

    Municípios e tipos de eventos registrados

    O reconhecimento federal cobre cidades que sofreram diferentes formas de impacto meteorológico. Entre os locais citados pela fonte estão Arroio do Tigre, Campina das Missões e Cerro Grande do Sul, afetados por chuvas intensas. A prefeitura de Boqueirão do Leão teve a medida justificada por enxurradas.

    Ocorrências de outros tipos também constam na portaria: Giruá foi atingida por um tornado; Itaqui registrou danos provocados por vendaval; e Ubiretama teve prejuízos relacionados à queda de granizo. A portaria, segundo a Agência Brasil, lista ainda outras cidades contempladas — ao todo, 19 municípios tiveram a situação de emergência reconhecida.

    Impactos no território e nas pessoas

    Os temporais que atingiram o estado desde julho provocaram uma série de transtornos. Conforme dados fornecidos pela Defesa Civil do Rio Grande do Sul, mais de 2,6 mil pessoas ficaram desalojadas em 118 municípios. Entre os danos relatados estão destelhamentos, quedas de árvores e postes de energia e enchentes em diversos rios, com destaque para o Guaíba.

    A passagem de um ciclone bomba pela região também foi associada a efeitos severos: a Defesa Civil estadual registrou uma morte e cinco pessoas feridas em consequência do evento. Essas informações constam no levantamento citado pela Agência Brasil.

    O que o reconhecimento federal permite

    Com o reconhecimento da situação de emergência pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, as prefeituras dos municípios atingidos passam a ter autorização para solicitar recursos da União. Esses recursos destinam-se a ações imediatas de assistência à população, incluindo a distribuição de alimentos, água potável e kits de higiene e limpeza.

    Além disso, os pedidos podem englobar apoio para restabelecimento de serviços essenciais e para a recuperação de áreas danificadas. A medida, conforme a portaria citada pela Agência Brasil, visa reduzir os impactos humanitários e acelerar a resposta a danos materiais e de infraestrutura.

    Contexto recente e abrangência dos temporais

    Os temporais que atingiram o Rio Grande do Sul tiveram caráter abrangente e prolongado ao longo de julho, mobilizando equipes de atendimento e monitoramento. A soma de eventos — chuvas intensas, enxurradas, tornados, vendavais e granizo — explica a multiplicidade de frentes de assistência necessárias às populações afetadas.

    A portaria federal reconhecendo a emergência é um passo administrativo que busca facilitar a chegada de recursos e ações coordenadas entre esferas de governo para enfrentar os efeitos acumulados desses fenômenos.

    Próximos passos e acompanhamento

    Com o reconhecimento, as prefeituras interessadas devem encaminhar pedidos formais à União para acessar os recursos previstos. A fonte da informação, Agência Brasil, indica que a portaria especifica os municípios contemplados, mas não traz, na matéria consultada, a lista completa no texto reproduzido aqui.

    Cabe às administrações locais e às defesas civis municipais informar as demandas concretas e priorizar ações imediatas de socorro e medidas para proteger populações vulneráveis até a execução das obras de recuperação.

    As informações sobre os municípios afetados e os números de desalojados e vítimas foram obtidas junto à Agência Brasil e à Defesa Civil do Rio Grande do Sul, conforme divulgado pela reportagem original.

  • Rio Grande do Sul contabiliza 2.686 desalojados após tempestades; 117 municípios registraram danos

    Rio Grande do Sul contabiliza 2.686 desalojados após tempestades; 117 municípios registraram danos

    A Defesa Civil do Rio Grande do Sul atualizou, na manhã de domingo (9), o número de pessoas desalojadas por tempestades decorrentes de uma linha de instabilidade associada a uma frente fria. O balanço aponta 2.686 desalojados e danos em 117 municípios, entre destelhamentos, quedas de árvores e de postes de energia.

    Balanço geral e definição de desalojados

    Segundo o levantamento, os estragos foram provocados por fortes chuvas e ventos formados pela frente fria que atingiu o estado. A Defesa Civil esclareceu que o termo “desalojados” refere-se às pessoas que tiveram de sair de suas casas e foram para a residência de amigos ou parentes. Apenas uma pessoa ficou desabrigada — ou seja, necessitou de acolhimento pelo poder público —, registrada no município de Montenegro.

    Vítimas e feridos

    O balanço da Defesa Civil registra, desde a sexta-feira (7), um óbito e cinco feridos relacionados aos eventos meteorológicos. A vítima fatal foi um homem que sofreu um acidente na rodovia estadual RS-124, em Montenegro, enquanto trafegava de moto; não há informações adicionais sobre sua identificação divulgadas pela corporação.

    Dos cinco feridos, um em Novo Hamburgo ficou em situação que “exige mais atenção”, após se enroscar em fios durante o vendaval enquanto estava em trânsito. Em Osório, um militar foi atingido por um estilhaço enquanto estava dentro de uma viatura em atendimento. Em Dom Feliciano, outras três pessoas tiveram ferimentos leves, conforme relatado pela Defesa Civil.

    Municípios mais afetados

    Entre os locais com maior número de desalojados está Minas do Leão, com 500 pessoas que precisaram deixar suas residências e buscar abrigo em casas de conhecidos. Novo Hamburgo aparece em seguida, com 480 desalojados, e Sapiranga com 360. O balanço geral aponta impactos em 117 municípios gaúchos, espalhando-se por diferentes regiões do estado.

    Fenômeno meteorológico: frente fria e ciclone bomba

    A Defesa Civil atribuiu os danos à frente fria que formou uma linha de instabilidade e provocou as tempestades no Rio Grande do Sul. A nota oficial também informa que outro fenômeno meteorológico, identificado como ciclone bomba, se formou entre a Argentina e o Uruguai e deslocou-se pelo oceano, produzindo ventos na costa gaúcha, mas sem maiores impactos sobre o continente.

    Em comunicado divulgado à imprensa, a Defesa Civil diferenciou os efeitos dos dois sistemas: enquanto a frente fria foi apontada como causa direta das ocorrências no interior e áreas costeiras, o ciclone bomba teria atuado principalmente no mar, com influência limitada sobre o território estadual.

    Impactos observados e incertezas

    Os danos relatados incluem principalmente destelhamentos e quedas de árvores e postes, o que resultou em riscos para a circulação e fornecimento de energia em pontos diversos. O relatório divulgado não detalha ainda os custos ou a extensão total dos prejuízos materiais, tampouco indica ações específicas de recuperação além do registro das ocorrências.

    A Defesa Civil atualizou os números em 9 de agosto, com referência aos acontecimentos iniciados na sexta-feira (7). O órgão ainda não divulgou identificação da vítima que morreu em Montenegro, nem houve detalhamento sobre o atendimento médico aos feridos além das informações já prestadas.

    As informações deste texto foram compiladas a partir de balanço divulgado pela Defesa Civil do Rio Grande do Sul e reportado pela Agência Brasil.

  • Rio de Janeiro tem alerta para ventos de até 75,9 km/h neste domingo, diz Defesa Civil

    Rio de Janeiro tem alerta para ventos de até 75,9 km/h neste domingo, diz Defesa Civil

    A Defesa Civil emitiu, neste domingo (9), um alerta para a população da cidade do Rio de Janeiro devido à possibilidade de rajadas de vento pontuais de até 75,9 quilômetros por hora (km/h). A mudança no tempo é atribuída à aproximação e à passagem de uma nova frente fria.

    Previsão do tempo para o dia

    Segundo a previsão citada pela Agência Brasil, o dia deve começar com céu parcialmente nublado e passar a nublado ao longo do período. Há expectativa de chuvas fracas e isoladas durante a tarde e a noite.

    A temperatura máxima prevista para o domingo é de 35 graus Celsius (°C), com queda esperada a partir de segunda-feira (10) em decorrência da massa de ar associada à frente fria.

    Orientações da Defesa Civil

    Durante episódios de ventania, a Defesa Civil recomenda medidas para reduzir riscos de acidentes e danos à população. Entre as principais orientações estão:

    • Não se abrigar sob árvores ou coberturas metálicas;
    • Evitar estacionar veículos próximos a torres de transmissão;
    • Não permanecer em locais altos e sem proteção nem se deslocar durante rajadas fortes;
    • Fechar portas, janelas, persianas e cortinas dentro de casa para prevenir que estilhaços se espalhem caso haja quebra de vidros.

    Cuidados em ambientes internos e risco de quedas de objetos

    A Defesa Civil alerta ainda que objetos colocados em locais altos podem ser derrubados pelas rajadas. Em caso de falta de energia elétrica, as autoridades recomendam cautela no uso de velas para reduzir o risco de incêndio.

    Essas orientações visam diminuir lesões por impactos, quedas e cortes provocados por detritos ou vidros quebrados durante ventos fortes.

    O que fazer se encontrar situações de risco

    O posicionamento divulgado pela Defesa Civil enfatiza a prevenção: evitar movimentações desnecessárias durante os vendavais e se resguardar em locais protegidos quando possível. A agência de notícias que divulgou as recomendações foi a Agência Brasil.

    Embora o alerta seja localizado na cidade do Rio de Janeiro, as recomendações valem para moradores e visitantes que estiverem em áreas expostas, onde a combinação de vento e estruturas soltas pode aumentar perigos imediatos.

    A situação deve ser monitorada nas próximas horas conforme a frente fria avança; a queda de temperatura mencionada deve ter efeito a partir de segunda-feira (10), conforme a previsão citada pela reportagem original.

  • Santos registra rajada de 109 km/h; Defesa Civil monitora ventania em São Paulo

    Santos registra rajada de 109 km/h; Defesa Civil monitora ventania em São Paulo

    Na manhã desta sexta-feira (7), a cidade de Santos, no litoral do estado de São Paulo, registrou a maior rajada de vento informada no boletim: 109 quilômetros por hora (km/h). O episódio provocou a queda de uma árvore na cidade, mas as autoridades confirmaram que não houve feridos, segundo reportagem da Agência Brasil.

    Rajada mais forte em Santos

    O registro de 109 km/h em Santos foi o dado mais expressivo divulgado pelas autoridades no acompanhamento da ventania. A queda de uma árvore no município chegou a ser informada, porém sem registro de danos pessoais. O boletim com esses dados foi produzido pela Agência Brasil com base em monitoramento das autoridades estaduais.

    Outras cidades com ventania no estado

    Além de Santos, diversas localidades do estado de São Paulo também registraram ventos fortes na manhã de sexta-feira. A lista de cidades e as velocidades registradas incluem:

    • Presidente Prudente: 70,4 km/h
    • Itatinga: 51,2 km/h
    • Sandovalina: 49,9 km/h
    • Caraguatatuba: 49,3 km/h
    • Presidente Epitácio: 49,3 km/h

    O boletim também indica que outras regiões do estado ficam sujeitas a ventos fortes a moderados, entre elas o Vale do Paraíba, a região de Campinas e o litoral norte.

    Resposta das autoridades e previsão

    A Defesa Civil estadual instalou um gabinete de crise para monitorar os impactos da ventania ao longo do dia, informou a reportagem da Agência Brasil. Em áreas como a capital e a região metropolitana de São Paulo não foram registrados danos significativos até o momento, mas as autoridades alertaram para a possibilidade de ventania no período da tarde.

    Segundo a mesma apuração, a previsão é de que as rajadas de vento continuem pelo estado de São Paulo no sábado (8). A notícia não detalha medidas específicas recomendadas pela Defesa Civil nem indica novas ocorrências após a manhã de sexta-feira.

    O que se sabe e o que permanece em monitoramento

    Os fatos confirmados pela Agência Brasil são a medição de rajadas em diferentes pontos do estado, a queda de uma árvore em Santos sem feridos, a montagem de um gabinete de crise pela Defesa Civil estadual e o aviso de que as rajadas podem persistir no sábado. Informações adicionais sobre danos materiais em outras cidades, causas do fenômeno ou orientações detalhadas das autoridades não foram fornecidas na reportagem consultada.

    Fonte: Agência Brasil.

  • Principais pontos turísticos do Rio de Janeiro fecham por ventania

    Principais pontos turísticos do Rio de Janeiro fecham por ventania

    As principais atrações turísticas do Rio de Janeiro tiveram funcionamento interrompido nesta sexta-feira (7) diante da previsão e da ocorrência de ventos fortes na cidade e na região. A medida foi determinada por órgãos responsáveis pela gestão dos espaços e por concessionárias que operam o transporte para monumentos, visando a proteção de visitantes e equipes.

    Fechamentos e suspensão de transportes

    O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) informou que, desde as 13h, as concessionárias Paineiras-Corcovado e Trem do Corcovado suspenderam o transporte de turistas ao Cristo Redentor, no Parque Nacional da Tijuca. Quem já estava no mirante foi retirado de forma progressiva.

    Outras áreas do parque também foram fechadas: o Parque Lage, o Setor Floresta da Tijuca, a Vista Chinesa, a Mesa do Imperador, a Pedra da Gávea e a Pedra Bonita deixaram de receber visitantes.

    No mesmo horário, a concessionária Parque Bondinho encerrou o acesso por bondinho ao Pão de Açúcar. O fechamento incluiu a Pista Cláudio Coutinho e a trilha do Morro da Urca, segundo comunicado da empresa, que citou a necessidade de preservar a segurança de funcionários e público.

    Parques, museus e orientações das autoridades

    A Prefeitura do Rio informou que todos os parques naturais e urbanos da cidade encerraram as atividades às 12h. Diversos museus suspenderam visitas e atividades programadas: Museu Nacional (Quinta da Boa Vista), Museu do Amanhã, Museu de Arte do Rio, Museu Histórico Nacional e o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) interromperam o atendimento ao público. As administrações anunciaram a possibilidade de reagendamento de ingressos adquiridos previamente online.

    O governo do estado e a prefeitura recomendaram que instituições sem serviços essenciais adiantassem o fechamento do expediente, para permitir que trabalhadores e frequentadores retornassem para suas residências antes do agravamento dos ventos.

    Ventos registrados, impactos e situação operacional

    As medições meteorológicas indicaram ventos significativos em diferentes pontos do estado. Na Costa Verde, foi registrado vento de 74 km/h no fim da manhã. Na capital, o Serviço de Meteorologia da prefeitura apontou rajadas de 66,6 km/h no Aeroporto do Galeão entre 11h e 12h e 64,8 km/h no Santos Dumont entre 12h e 13h.

    Apesar das medições, as concessionárias dos dois aeroportos informaram, até o começo da tarde, que as operações seguiam sem alterações. A assessoria da empresa que administra o aeroporto internacional declarou à Agência Brasil que as atividades prosseguiam “no visual e sem impactos”.

    Com a ventania, as equipes de resposta registraram ao menos sete ocorrências de queda de árvore em vias da cidade até o período informado pela reportagem. O registro mais intenso de rajada no estado ocorreu em Angra dos Reis, onde foi medida velocidade de 84,7 km/h às 10h33.

    Às 13h, o município do Rio entrou em Estágio 3 na escala de atenção, que tem cinco níveis; essa classificação indica que uma ou mais ocorrências já afetam parte da rotina da população.

    Próximos passos e recomendações

    As autoridades mantêm alertas e monitoramento das condições meteorológicas e orientam a população a seguir as instruções da Defesa Civil e das administrações locais. Instituições responsáveis por espaços públicos e privados foram chamadas a priorizar a segurança e a comunicação clara sobre reagendamento de serviços e visitas.

    As informações desta matéria foram obtidas junto à Agência Brasil.

  • Inmet e Defesa Civil emitiram alertas por tempestades com ventos de até 100 km/h no Rio Grande do Sul

    Inmet e Defesa Civil emitiram alertas por tempestades com ventos de até 100 km/h no Rio Grande do Sul

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e a Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiram alertas sobre a possibilidade de tempestades severas no estado entre quinta-feira, 6 de agosto, e sexta-feira, 7 de agosto. As informações divulgadas apontam para risco elevado de ventos fortes, chuva intensa e queda de granizo que devem afetar grande parte do território gaúcho.

    Alerta do Inmet

    O Inmet colocou grande parte do Rio Grande do Sul em alerta vermelho — o grau máximo do sistema de avisos do instituto — com exceção das regiões norte e nordeste. Esse nível é acionado em cenários que preveem chuva superior a 60 milímetros por hora ou acima de 100 milímetros em 24 horas, ventos com velocidade superior a 100 km/h e ocorrência de granizo.

    Segundo o instituto, condições como essas elevam o risco de danos a edificações, interrupção no fornecimento de energia elétrica, prejuízos em plantações, queda de árvores, alagamentos e transtornos para o transporte rodoviário.

    Alerta da Defesa Civil do RS

    A Defesa Civil estadual emitiu aviso laranja para quase todo o Rio Grande do Sul, exceto uma pequena área ao norte localizada entre os municípios de Erechim, Vacaria e São José dos Ausentes. O nível laranja indica alerta para tempestades severas e risco de tornados.

    O órgão detalhou que, entre a tarde e a noite de quinta-feira, há probabilidade de tempestades severas em grande parte do estado, com rajadas que podem superar 100 km/h, queda acentuada de granizo e chuva muito intensa em pontos isolados. A previsão de acumulados foi estimada entre 10 mm e 60 mm por dia, com locais específicos chegando a 100 mm.

    Por que isso está ocorrendo

    As mudanças no tempo foram atribuídas à passagem de uma frente fria vinda do Sul combinada com a formação de um ciclone bomba sobre o oceano, na altura do Uruguai. O fenômeno — também chamado de ciclogênese explosiva — envolve uma queda de pressão muito rápida e acentuada em até 24 horas quando massas de ar frio e quente interagem.

    Riscos previstos

    • Danos em edificações e estruturas;
    • Interrupção no fornecimento de energia elétrica;
    • Prejuízos em lavouras e plantações;
    • Queda de árvores e galhos;
    • Alagamentos e transtornos no transporte rodoviário;
    • Possibilidade de tornados e queda de granizo em áreas pontuais.

    Como receber alertas e recomendações

    O Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional orientou a população a acompanhar os sistemas de aviso de emergência da Defesa Civil por meio de noticiários na internet, rádio e televisão. Para receber mensagens diretamente no celular, o ministério informou que é possível enviar um SMS com o CEP para 40199 ou mandar mensagem via WhatsApp para o número (61) 2034-4611.

    As autoridades responsáveis pedem atenção aos comunicados oficiais e às orientações das equipes de Defesa Civil locais para reduzir riscos e adotar medidas de proteção em frente a possíveis danos materiais e riscos à segurança.

    As informações deste texto são baseadas em comunicado da Agência Brasil, com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), da Defesa Civil do Rio Grande do Sul e do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional.

  • Rio Guaíba se aproxima da cota de alerta em Porto Alegre

    Rio Guaíba se aproxima da cota de alerta em Porto Alegre

    O Rio Guaíba, em Porto Alegre (RS), apresenta elevação contínua e está sob monitoramento da Defesa Civil municipal por risco de inundação nos próximos dias. O Centro de Monitoramento e Alertas (Cemadec) informou que o rio entrou na cota de atenção na quarta-feira, 29 de julho, após alcançar 1,90 metro no ponto de observação do Cais Mauá C6.

    Nível atual e proximidade da cota de alerta

    Conforme os dados divulgados pela Defesa Civil e registrados pela Agência Brasil, o acúmulo de água no Guaíba seguiu aumentando e, na última atualização anterior ao fechamento desta matéria, o nível chegou a 2,54 metros. A cota de alerta para inundação está fixada em 2,60 metros; portanto, uma elevação acima desse patamar nas horas seguintes acionaria o status de alerta para a cidade.

    Áreas com maior potencial de impacto

    A Defesa Civil aponta que, caso a cota de alerta seja alcançada, algumas áreas de Porto Alegre podem sofrer impactos. Entre elas está o Bairro Arquipélago, formado pelas ilhas da Pintada, Grande dos Marinheiros, Flores e Pavão. Também podem ocorrer danos nas áreas ribeirinhas das regiões Sul e Extremo Sul da capital, conforme os pontos de monitoramento e a avaliação técnica do órgão.

    Avisos e vigência do alerta

    Após atualização dos modelos hidrológicos e confirmação da tendência de elevação do nível do Guaíba, a Defesa Civil elevou o aviso hidrológico para alerta nível laranja. A vigência desse aviso foi determinada das 15h de quinta-feira (30) até as 18h da próxima segunda-feira (3), conforme informado pela autoridade municipal e noticiado pela Agência Brasil.

    Outros rios em situação de inundação no estado

    Além do Guaíba, o monitoramento apontou que outros cursos d’água do Rio Grande do Sul já ultrapassaram suas cotas de inundação nos respectivos pontos de observação. Entre eles estão os rios Taquari, Caí, Gravataí e dos Sinos. A ocorrência desses eventos indica que há áreas com alagamentos em diferentes bacias do estado, segundo o comunicado da Defesa Civil regional repercutido pela Agência Brasil.

    As informações divulgadas ressaltam que a situação é dinâmica e depende das próximas horas de precipitação, do comportamento das descargas nas bacias e das atualizações dos modelos de previsão hidrológica. A Defesa Civil tem acompanhado os níveis e emitido avisos conforme as medições e projeções técnicas.

    Moradores das zonas ribeirinhas e usuários de áreas baixas devem observar comunicados oficiais e orientações das autoridades locais. Em caso de necessidade, a Defesa Civil costuma indicar medidas de autoproteção, deslocamento para áreas mais altas e atenção às orientações das equipes de emergência; essas recomendações são parte das rotinas adotadas em situações de alerta hidrológico.

    Os dados e avisos citados nesta matéria foram divulgados pelo Centro de Monitoramento e Alertas da Defesa Civil de Porto Alegre (Cemadec) e reportados pela Agência Brasil.

  • Subiu para três o número de mortes em São Paulo após ventania causada por frente fria

    Subiu para três o número de mortes em São Paulo após ventania causada por frente fria

    A Defesa Civil de São Paulo informou que subiu para três o número de mortes provocadas pelas fortes ventanias que atingiram o estado no final da tarde de quarta-feira (29). As informações foram divulgadas pela Agência Brasil.

    Vítimas e feridos

    Duas mortes foram registradas no litoral paulista: uma em Santos e outra em São Sebastião. A terceira vítima era residente de Cesário Lange, município no interior de São Paulo. Além dos óbitos, foram relatados feridos em diferentes pontos do litoral paulista: São Sebastião registrou dois feridos após o naufrágio de uma embarcação e Ubatuba, no litoral Norte, teve sete pessoas feridas.

    Registros de velocidade dos ventos

    A frente fria que atingiu o estado provocou rajadas que chegaram a 124,9 km/h e afetou grande parte do território paulista. As velocidades mais altas foram observadas nos municípios de Itaporanga e Itaí, com 124,9 km/h; Taquarituba, 117 km/h; Arandu, 113,1 km/h; Paranapanema, 113 km/h; e Itanhaém, 111 km/h. Em Santos, houve registro de 83,7 km/h e em Cesário Lange, 65,5 km/h. Na capital, os ventos chegaram a 75,3 km/h, segundo a Defesa Civil.

    Impactos imediatos

    Os ventos derrubaram árvores em diversas áreas e causaram corte de energia em algumas regiões. No Aeroporto de Congonhas, na cidade de São Paulo, foram cancelados 30 voos em razão das condições meteorológicas. A Defesa Civil também comunicou a possibilidade de novas rajadas para a quinta-feira (30), mas com intensidade inferior às observadas na quarta-feira.

    Serviços e infraestrutura

    Além dos cancelamentos de voos, os relatos oficiais apontaram interrupções no fornecimento de energia e danos causados pela queda de árvores. A Defesa Civil recomendou atenção às orientações dos órgãos locais, especialmente nas áreas litorâneas, onde ocorrem parte dos registros de feridos e do naufrágio citado.

    Cenário curto prazo e recomendações

    Para esta quinta-feira (30), a Defesa Civil informou que são esperadas rajadas, porém com intensidade mais fraca do que as registradas no dia anterior. O litoral paulista deve ter rajadas de intensidade moderada. A orientação dos órgãos é manter-se atento a comunicados oficiais e evitar deslocamentos em áreas atingidas por destroços ou árvores caídas.

    As informações desta matéria baseiam-se em boletim divulgado pela Defesa Civil de São Paulo e reportadas pela Agência Brasil.