Tag: Chuvas

  • Rio Grande do Sul inicia semana sob alerta vermelho de tempestade

    Rio Grande do Sul inicia semana sob alerta vermelho de tempestade

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que a faixa do litoral-sul até o sudoeste do Rio Grande do Sul começa a semana sob alerta vermelho de grande perigo para tempestade. O comunicado aponta risco de alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de encostas nas áreas afetadas.

    Alerta vermelho no Rio Grande do Sul

    Segundo o Inmet, a intensidade do alerta é maior na porção meridional do estado, enquanto o restante do território gaúcho permanece sob alertas de menor gravidade que diminuem ao norte. A Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul registrou, na madrugada, ocorrência de granizo em três municípios, com um total de 92 pessoas afetadas, conforme informado à imprensa.

    Ocorrências e situação nas cidades

    Na capital, Porto Alegre, a temperatura mínima registrada foi de 18 °C. A previsão para cidades próximas e regiões do Sul segue com variação de nebulosidade: no leste do Paraná e de Santa Catarina a manhã começou com nevoeiro, mas a previsão aponta dissipação da névoa e evolução para um dia de sol e calor.

    Previsão para o Sudeste e demais regiões

    No Sudeste, o dia amanheceu com nevoeiro no leste de São Paulo, no Rio de Janeiro e no sul do Espírito Santo, com predominância de muitas nuvens na faixa litorânea. Já no interior de São Paulo e Minas Gerais, a previsão é de céu ensolarado, temperaturas elevadas e umidade relativa do ar baixa. Em Belo Horizonte a mínima prevista para a segunda-feira é de 15 °C, e no Rio de Janeiro a máxima pode chegar a 32 °C.

    Na Região Norte, há previsão de instabilidade no noroeste do Amazonas e em Roraima, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Também podem ocorrer chuvas isoladas no norte do Amazonas e na faixa litorânea entre Amapá e Pará. Parte da região Norte, no entanto, segue com baixa umidade e temperaturas elevadas; a mínima prevista é 22 °C em Rio Branco e a máxima 38 °C em Palmas.

    O Nordeste apresenta contraste entre calor e poucas nuvens em áreas como oeste da Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí e grande parte do Maranhão, enquanto o leste da Bahia, Sergipe e Alagoas têm previsão de aumento de instabilidades e pancadas de chuva. Há também possibilidade de chuva isolada no litoral de Pernambuco e do Maranhão.

    Centro-Oeste: clima seco e alerta de baixa umidade

    No Centro-Oeste, o tempo segue firme, ensolarado e com poucas nuvens, mantendo o calor. Grande parte da região está sob alerta laranja de perigo por umidade relativa do ar entre 20% e 12%, condição que representa risco à saúde por ressecamento da pele e desconforto em olhos, boca e nariz. A previsão indica mínima de 17 °C em Brasília e máxima de até 40 °C em Cuiabá.

    As informações sobre os alertas e as ocorrências divulgadas nesta segunda-feira (17) foram divulgadas à imprensa pela Agência Brasil com base em dados do Instituto Nacional de Meteorologia e da Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul.

    O que está em destaque

    • Alerta vermelho para tempestade no litoral-sul ao sudoeste do Rio Grande do Sul (Inmet).
    • Riscos apontados: alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de encostas.
    • Três municípios registraram ocorrências por granizo durante a madrugada; 92 pessoas foram afetadas (Defesa Civil do RS).
    • Condições variadas no país: nevoeiro no litoral Sul e Sudeste, calor e baixa umidade no Centro-Oeste, instabilidades isoladas no Norte e no Nordeste.
  • Governo federal reconhece situação de emergência em 19 municípios do Rio Grande do Sul após temporais de julho

    Governo federal reconhece situação de emergência em 19 municípios do Rio Grande do Sul após temporais de julho

    A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil reconheceu, por meio da Portaria nº 2.579, a situação de emergência em 19 municípios do Rio Grande do Sul atingidos por eventos climáticos extremos ocorridos no mês de julho. A informação foi divulgada pela Agência Brasil.

    Municípios e tipos de eventos registrados

    O reconhecimento federal cobre cidades que sofreram diferentes formas de impacto meteorológico. Entre os locais citados pela fonte estão Arroio do Tigre, Campina das Missões e Cerro Grande do Sul, afetados por chuvas intensas. A prefeitura de Boqueirão do Leão teve a medida justificada por enxurradas.

    Ocorrências de outros tipos também constam na portaria: Giruá foi atingida por um tornado; Itaqui registrou danos provocados por vendaval; e Ubiretama teve prejuízos relacionados à queda de granizo. A portaria, segundo a Agência Brasil, lista ainda outras cidades contempladas — ao todo, 19 municípios tiveram a situação de emergência reconhecida.

    Impactos no território e nas pessoas

    Os temporais que atingiram o estado desde julho provocaram uma série de transtornos. Conforme dados fornecidos pela Defesa Civil do Rio Grande do Sul, mais de 2,6 mil pessoas ficaram desalojadas em 118 municípios. Entre os danos relatados estão destelhamentos, quedas de árvores e postes de energia e enchentes em diversos rios, com destaque para o Guaíba.

    A passagem de um ciclone bomba pela região também foi associada a efeitos severos: a Defesa Civil estadual registrou uma morte e cinco pessoas feridas em consequência do evento. Essas informações constam no levantamento citado pela Agência Brasil.

    O que o reconhecimento federal permite

    Com o reconhecimento da situação de emergência pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, as prefeituras dos municípios atingidos passam a ter autorização para solicitar recursos da União. Esses recursos destinam-se a ações imediatas de assistência à população, incluindo a distribuição de alimentos, água potável e kits de higiene e limpeza.

    Além disso, os pedidos podem englobar apoio para restabelecimento de serviços essenciais e para a recuperação de áreas danificadas. A medida, conforme a portaria citada pela Agência Brasil, visa reduzir os impactos humanitários e acelerar a resposta a danos materiais e de infraestrutura.

    Contexto recente e abrangência dos temporais

    Os temporais que atingiram o Rio Grande do Sul tiveram caráter abrangente e prolongado ao longo de julho, mobilizando equipes de atendimento e monitoramento. A soma de eventos — chuvas intensas, enxurradas, tornados, vendavais e granizo — explica a multiplicidade de frentes de assistência necessárias às populações afetadas.

    A portaria federal reconhecendo a emergência é um passo administrativo que busca facilitar a chegada de recursos e ações coordenadas entre esferas de governo para enfrentar os efeitos acumulados desses fenômenos.

    Próximos passos e acompanhamento

    Com o reconhecimento, as prefeituras interessadas devem encaminhar pedidos formais à União para acessar os recursos previstos. A fonte da informação, Agência Brasil, indica que a portaria especifica os municípios contemplados, mas não traz, na matéria consultada, a lista completa no texto reproduzido aqui.

    Cabe às administrações locais e às defesas civis municipais informar as demandas concretas e priorizar ações imediatas de socorro e medidas para proteger populações vulneráveis até a execução das obras de recuperação.

    As informações sobre os municípios afetados e os números de desalojados e vítimas foram obtidas junto à Agência Brasil e à Defesa Civil do Rio Grande do Sul, conforme divulgado pela reportagem original.

  • Rio Grande do Sul contabiliza 2.686 desalojados após tempestades; 117 municípios registraram danos

    Rio Grande do Sul contabiliza 2.686 desalojados após tempestades; 117 municípios registraram danos

    A Defesa Civil do Rio Grande do Sul atualizou, na manhã de domingo (9), o número de pessoas desalojadas por tempestades decorrentes de uma linha de instabilidade associada a uma frente fria. O balanço aponta 2.686 desalojados e danos em 117 municípios, entre destelhamentos, quedas de árvores e de postes de energia.

    Balanço geral e definição de desalojados

    Segundo o levantamento, os estragos foram provocados por fortes chuvas e ventos formados pela frente fria que atingiu o estado. A Defesa Civil esclareceu que o termo “desalojados” refere-se às pessoas que tiveram de sair de suas casas e foram para a residência de amigos ou parentes. Apenas uma pessoa ficou desabrigada — ou seja, necessitou de acolhimento pelo poder público —, registrada no município de Montenegro.

    Vítimas e feridos

    O balanço da Defesa Civil registra, desde a sexta-feira (7), um óbito e cinco feridos relacionados aos eventos meteorológicos. A vítima fatal foi um homem que sofreu um acidente na rodovia estadual RS-124, em Montenegro, enquanto trafegava de moto; não há informações adicionais sobre sua identificação divulgadas pela corporação.

    Dos cinco feridos, um em Novo Hamburgo ficou em situação que “exige mais atenção”, após se enroscar em fios durante o vendaval enquanto estava em trânsito. Em Osório, um militar foi atingido por um estilhaço enquanto estava dentro de uma viatura em atendimento. Em Dom Feliciano, outras três pessoas tiveram ferimentos leves, conforme relatado pela Defesa Civil.

    Municípios mais afetados

    Entre os locais com maior número de desalojados está Minas do Leão, com 500 pessoas que precisaram deixar suas residências e buscar abrigo em casas de conhecidos. Novo Hamburgo aparece em seguida, com 480 desalojados, e Sapiranga com 360. O balanço geral aponta impactos em 117 municípios gaúchos, espalhando-se por diferentes regiões do estado.

    Fenômeno meteorológico: frente fria e ciclone bomba

    A Defesa Civil atribuiu os danos à frente fria que formou uma linha de instabilidade e provocou as tempestades no Rio Grande do Sul. A nota oficial também informa que outro fenômeno meteorológico, identificado como ciclone bomba, se formou entre a Argentina e o Uruguai e deslocou-se pelo oceano, produzindo ventos na costa gaúcha, mas sem maiores impactos sobre o continente.

    Em comunicado divulgado à imprensa, a Defesa Civil diferenciou os efeitos dos dois sistemas: enquanto a frente fria foi apontada como causa direta das ocorrências no interior e áreas costeiras, o ciclone bomba teria atuado principalmente no mar, com influência limitada sobre o território estadual.

    Impactos observados e incertezas

    Os danos relatados incluem principalmente destelhamentos e quedas de árvores e postes, o que resultou em riscos para a circulação e fornecimento de energia em pontos diversos. O relatório divulgado não detalha ainda os custos ou a extensão total dos prejuízos materiais, tampouco indica ações específicas de recuperação além do registro das ocorrências.

    A Defesa Civil atualizou os números em 9 de agosto, com referência aos acontecimentos iniciados na sexta-feira (7). O órgão ainda não divulgou identificação da vítima que morreu em Montenegro, nem houve detalhamento sobre o atendimento médico aos feridos além das informações já prestadas.

    As informações deste texto foram compiladas a partir de balanço divulgado pela Defesa Civil do Rio Grande do Sul e reportado pela Agência Brasil.

  • Sul, Sudeste e Centro-Oeste em alerta por tempestades e vendavais, diz INMET

    Sul, Sudeste e Centro-Oeste em alerta por tempestades e vendavais, diz INMET

    O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu alertas para temporais e ventos fortes que devem atingir parte do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste nesta primeira semana de agosto. A previsão foi divulgada em boletim com indicações de evolução da instabilidade ao longo dos próximos dias e de uma frente fria que mudará o cenário meteorológico na sexta-feira (7).

    Onde e quando há risco de tempestades

    Segundo o INMET, tempestades são esperadas inicialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina no dia 4 de agosto. A instabilidade deve se ampliar nos dias seguintes — 5 e 6 de agosto — alcançando o Paraná, a porção sul e o centro-sul do Mato Grosso do Sul e o sul e oeste do estado de São Paulo.

    O boletim destaca maior intensidade dos fenômenos no oeste do Paraná, no oeste de Santa Catarina e em todo o território do Rio Grande do Sul durante o período citado. A continuidade das chuvas e sua distribuição variam conforme o deslocamento dos sistemas atmosféricos monitorados pelo órgão.

    Ventos fortes e queda de temperatura

    Há alertas específicos para vendavais em grande parte da região Sul e em áreas de Mato Grosso do Sul, São Paulo, no restante do Paraná e no sul de Minas Gerais. Nos litorais de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o INMET aponta risco de ventos severos entre 60 e 100 quilômetros por hora (km/h), com possibilidade de alcançar as capitais desses estados.

    A chegada de uma frente fria prevista para sexta-feira (7) deverá reduzir as precipitações, mas também provocar queda nas temperaturas. O instituto indica que os termômetros podem chegar entre 3 ºC e 5 ºC em trechos do oeste paranaense e na campanha gaúcha após a passagem do sistema.

    Situação no Nordeste e trechos litorâneos

    No Nordeste, o alerta do INMET aponta tempo excessivamente seco entre os dias 4 e 5 de agosto em áreas da região. Ao mesmo tempo, o litoral entre o Maranhão e o Rio Grande do Norte, bem como setores do agreste e de planaltos entre Pernambuco e Piauí, pode registrar vendavais moderados, com ventos de até 60 km/h.

    O boletim também menciona alerta para chuvas intensas no litoral leste da região Nordeste entre a noite de terça-feira (4) e a quarta-feira (5), em faixa que vai de Natal a Maceió. Embora o risco de danos grave seja classificado como baixo em alguns pontos, o INMET recomenda atenção em locais mais vulneráveis.

    Riscos e recomendações

    O comunicado do INMET indica que, apesar de alguns alertas apresentarem perigo classificado como baixo, há recomendação de cautela em áreas com risco de queda de galhos e possíveis impactos de ventos fortes. Em trechos litorâneos e regiões a leste das serras gaúcha e catarinense, a probabilidade de ventos fortes é enfatizada.

    As informações e alertas publicadas pelo INMET servem como referência para órgãos locais e população. A agência que divulgou os dados foi a Agência Brasil, com base no boletim do Instituto Nacional de Meteorologia.

    Fonte: Agência Brasil, com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).

  • Região Sul tem previsão de chuva e risco de granizo nesta terça; instabilidade volta na quarta

    Região Sul tem previsão de chuva e risco de granizo nesta terça; instabilidade volta na quarta

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que o Rio Grande do Sul está sob alerta de perigo potencial para chuvas, ventos intensos e ocorrência de granizo nesta terça-feira (4). Santa Catarina e Paraná têm previsão de precipitações mais isoladas ao longo do dia, segundo o instituto.

    Região Sul: instabilidade e previsão para os próximos dias

    De acordo com o Inmet, as condições de instabilidade na Região Sul tendem a perder força durante a noite desta terça-feira, quando a previsão indica que as chuvas ficarão restritas a áreas pontuais do Rio Grande do Sul e à faixa de divisa com Santa Catarina. Contudo, a instabilidade retorna já na quarta-feira (5).

    Para a quarta, o instituto aponta que as chuvas e trovoadas devem ganhar intensidade nos três estados sulinos. Há, especificamente, possibilidade de queda de granizo entre o oeste e o sudoeste do Paraná, no centro-oeste de Santa Catarina e no norte do Rio Grande do Sul.

    Quanto às temperaturas previstas para a Região Sul, o Inmet estima mínima de 15°C em Florianópolis e máxima de 26°C em Curitiba.

    Faixa litorânea do Nordeste: chuvas intensas e risco de ventos fortes

    O litoral da Região Nordeste também tem previsão de chuva intensa e foi alvo de alerta amarelo de perigo potencial. A faixa apontada pelo Inmet vai do litoral sul do Rio Grande do Norte, passando pela Paraíba e Pernambuco, até Alagoas.

    Além disso, o instituto registrou perigo potencial para ocorrência de vendaval em vários trechos do Nordeste: Ceará, Rio Grande do Norte, centro-oeste da Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, norte da Bahia, grande parte do Piauí e sul do Maranhão. No interior da região, entretanto, o tempo permanece seco.

    Interior do Nordeste e Centro-Oeste: baixa umidade e temperaturas

    O Inmet emitiu aviso laranja de perigo por baixa umidade relativa do ar para áreas do oeste da Bahia, incluindo a região de Luís Eduardo Magalhães, onde os índices podem ficar abaixo de 20% na tarde desta terça-feira. Essa condição aumenta o risco de desconforto respiratório e deve ser acompanhada pelas autoridades locais.

    Para o conjunto da Região Nordeste, a previsão para a quarta-feira indica que a maior parte das precipitações ficará concentrada na faixa litorânea. O instituto prevê mínimas de 21°C em cidades como Salvador, Maceió e Aracaju, e máxima de até 35°C em Teresina.

    Região Norte: chuvas isoladas e intensificação à tarde

    No Norte do país, o Inmet aponta chuva isolada em Rondônia, Acre, Roraima, Amapá e no norte do Pará. As instabilidades devem se acentuar durante a tarde, com maior intensidade prevista sobre o oeste do Amazonas.

    Para a quarta-feira, Amazonas e Roraima mantêm previsão de chuva e trovoadas isoladas, com possibilidade de chuvas também em Rondônia, Acre, norte do Pará e Amapá.

    Em Palmas, a capital do Tocantins, o instituto prevê ampla amplitude térmica para o período, com mínima de 20°C e máxima de 36°C.

    Demais regiões: tempo seco e avisos por baixa umidade

    Nas demais áreas do país, grande parte do interior deve observar tempo seco ao longo dos próximos dias. O Sudeste e o Centro-Oeste apresentam baixos índices de umidade relativa do ar, conforme o Inmet.

    Há ainda aviso laranja de perigo para baixa umidade no nordeste de Mato Grosso e no norte de Goiás, com índices que podem cair abaixo de 20% durante a tarde de terça-feira.

    As informações desta reportagem foram compiladas a partir de boletim do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), conforme divulgado pela Agência Brasil.