Tag: chuva

  • Dez estados e o Distrito Federal entram em alerta laranja por baixa umidade, informa Inmet

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou nesta sexta-feira que uma extensa área, que se inicia no sul do Pará e alcança o leste do estado de São Paulo, encontra-se sob alerta laranja de perigo devido à baixa umidade relativa do ar. O aviso abrange dez estados e o Distrito Federal, com estimativa de umidade chegando a cerca de 12% em pontos da região, segundo o próprio Inmet.

    Centro-Oeste: calor e chance de pancadas isoladas

    No Centro-Oeste, a condição predominante é de tempo mais estável, embora o Inmet aponte possibilidade de pancadas de chuva e trovoadas pontuais no Mato Grosso do Sul e no Paraná. A nebulosidade tende a diminuir ao longo do dia nesses locais, reduzindo a probabilidade de chuva isolada durante a noite.

    As temperaturas na região podem atingir valores elevados no interior: a máxima prevista chega a 37 °C em cidades como Cuiabá e Goiânia. A menor temperatura indicada para a região é de 18 °C, prevista para Brasília.

    Norte e Nordeste: chuva localizada e calor interiorano

    Na Região Norte, o Inmet aponta possibilidade de pancadas de chuva com trovoadas isoladas no centro-oeste e no norte do Amazonas, em Roraima e no noroeste do Pará. Há ainda previsão de chuva isolada no oeste do Acre, no litoral do Amapá e do Pará, na divisa entre Rondônia e Acre e no sudoeste do Amazonas.

    Os termômetros também registram elevação nas temperaturas do Norte: a mínima prevista é de 22 °C em Rio Branco, enquanto a máxima pode alcançar 38 °C em Palmas, conforme o Inmet.

    No Nordeste, a faixa litorânea permanece com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada pela manhã em trechos do litoral leste do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, litoral norte da Bahia e noroeste do Maranhão. À noite, pode ocorrer chuva isolada no noroeste do Maranhão, incluindo a capital São Luís. O calor predomina, especialmente no interior, com mínima prevista de 21 °C em Salvador e Maceió e máxima de 37 °C em Teresina.

    Sudeste e Sul: litoral com chuvas isoladas e risco de tempestades

    No Sudeste, o litoral paulista e o litoral sul do Rio de Janeiro apresentam possibilidade de chuva isolada pela manhã. À tarde, Rio de Janeiro, Espírito Santo e sudeste de Minas Gerais, incluindo a região de Juiz de Fora (MG), podem registrar chuva isolada. À noite, há chance de precipitação no litoral de São Paulo, no litoral do Rio de Janeiro, no sul do Espírito Santo e no sudeste de Minas Gerais.

    Na divisa entre o sul de São Paulo e o Paraná foi emitido um alerta amarelo de perigo potencial para tempestade.

    O Sul do país tem a influência de sistemas depressivos localizados entre o norte da Argentina, Paraguai e sul da Bolívia, que, combinados com uma área de baixa pressão sobre a própria região, favorecem instabilidades. Paraná e Santa Catarina estão sob alerta laranja de perigo para tempestades, com possibilidade de tempo severo.

    O Inmet destaca risco de eventos meteorológicos mais intensos no Sul, como fortes rajadas de vento, microexplosões (correntes frias muito fortes que caem de nuvens de tempestade) e tornados. A previsão ressalta, porém, que a posição exata desses fenômenos não pode ser determinada com precisão devido à escala espacial e temporal reduzida desses eventos.

    Temperaturas no Sul

    • Temperatura mínima prevista de 14 °C em Curitiba e Porto Alegre.
    • Temperatura máxima prevista de 18 °C em Porto Alegre.

    As informações sobre os alertas, previsões de chuva e faixas de temperatura são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), conforme divulgadas na nota meteorológica de 14 de agosto.

  • Tufão Dolphin provoca chuvas intensas e inundações em Pequim

    Tufão Dolphin provoca chuvas intensas e inundações em Pequim

    O tufão Dolphin, qualificado como o tufão mais forte a afetar a China neste ano, deixou marcas significativas em Pequim na forma de chuvas intensas e alagamentos que impediram a circulação em vias importantes da capital. Imagens divulgadas pela imprensa chinesa mostraram ruas alagadas com carros e ônibus parcialmente submersos.

    Impacto direto em Pequim

    Autoridades da capital declararam o segundo nível mais alto de alerta de tempestade diante da chegada das precipitações. Como medida preventiva, foram suspensas 250 linhas de ônibus e fechadas 150 atrações turísticas, segundo reportou a agência oficial Xinhua. Além disso, 10 linhas de metrô passaram a operar em velocidade reduzida para garantir a segurança dos passageiros.

    O distrito de Changping, na zona norte de Pequim, foi um dos pontos mais afetados: a estação pluviométrica local registrou 90,7 mm de chuva em apenas uma hora a partir das 9h da manhã, indicando intensidade excepcional em curto período. Em vários trechos da cidade, vias de várias faixas viraram verdadeiros rios, provocando paradas de veículos e obstruções no tráfego urbano, conforme imagens divulgadas pelo site local Rednote.

    Percurso do tufão e situação meteorológica

    O tufão Dolphin enfraqueceu após percorrer mais de 6.000 km e tocar a costa na província de Zhejiang no domingo (9). Apesar do enfraquecimento, os remanescentes do sistema continuam a transportar umidade tropical para o interior do país, com risco de desencadear novos episódios de chuva intensa e, consequentemente, inundações em áreas afastadas do litoral.

    Relatos oficiais e imagens apontam que o fenômeno não se limitou a Pequim: províncias do centro e do leste da China registraram precipitações que bateram novos recordes locais, conforme informações reunidas pela cobertura jornalística.

    Consequências para a vida cotidiana e economia local

    Moradores relataram impactos diretos na rotina. Em Luohe, na província central de Henan, a moradora Zhao Junxia afirmou que a chuva tem atrapalhado trabalho e deslocamentos, além de causar dificuldades no acesso a alimentos e transporte, segundo a reportagem da Agência Brasil.

    O fechamento de pontos turísticos e a suspensão de centenas de linhas de ônibus mostram como as medidas administrativas visam reduzir danos e riscos, mas também refletem interrupções na mobilidade urbana e no funcionamento de serviços da cidade. A paralisação parcial do transporte público tem potencial para afetar tanto residentes quanto visitantes enquanto durar o alerta.

    Contexto climático e tendências

    Cientistas citados pela matéria associam a maior frequência e intensidade desses fenômenos às mudanças climáticas, apontando que o padrão emergente do El Niño contribui para elevação das temperaturas e para a formação de tufões mais frequentes e vigorosos. Essa combinação de efeitos climáticos tem sido observada como um fator que agrava eventos extremos, conforme observado nas recentes precipitações que atingiram várias províncias.

    Fontes, imagens e cobertura

    As informações sobre o alerta em Pequim, as medidas de transporte e os dados pluviométricos foram divulgadas pela agência oficial Xinhua e repercutidas pela Agência Brasil. Imagens que mostram trechos alagados foram publicadas pelo site chinês Rednote, enquanto relatos de moradores vieram de cidades como Luohe, em Henan. A reportagem original contou com a colaboração de corresponsais internacionais e agências mencionadas na cobertura.

    À medida que os remanescentes do tufão avançam pelo interior, autoridades locais e serviços de emergência monitoram a evolução das chuvas para mitigar riscos de inundações e preservar a segurança da população.

  • Inmet coloca centro do Rio Grande do Sul e centro-sul de Santa Catarina em alerta laranja por chuva e ventos

    Inmet coloca centro do Rio Grande do Sul e centro-sul de Santa Catarina em alerta laranja por chuva e ventos

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas meteorológicos válidos para diferentes regiões do país nesta quarta-feira (12). A área de maior preocupação abrange a faixa que vai do centro do Rio Grande do Sul até o centro-sul de Santa Catarina, onde o instituto classificou o risco como alerta laranja de perigo, por possibilidade de grandes volumes de chuva e ventos intensos de até 100 km/h, segundo noticiou a Agência Brasil.

    Sul do país: áreas em alerta e previsão de vento forte

    No Rio Grande do Sul, além da área central em alerta laranja, o litoral sul e o sudoeste do estado também têm previsão de chuva, porém com menor intensidade. Em Santa Catarina, a porção centro-sul integra a área de alerta laranja; o oeste catarinense aparece sob alerta amarelo de perigo potencial.

    O Inmet destaca o risco de rajadas fortes na área sob alerta laranja, que podem provocar efeitos localizados. As autoridades estaduais e municipais costumam acompanhar essas emissões para avaliar necessidade de medidas de proteção à população e infraestrutura.

    Temperaturas previstas no Sul e demais regiões

    Além das condições de chuva e vento, a região Sul segue com temperaturas amenas. A previsão aponta que, nesta quarta-feira (12), a máxima em Florianópolis não deve passar de 19°C, enquanto Porto Alegre pode registrar mínima de 12°C.

    Em outras partes do país, o padrão térmico muda bastante: o Norte e o Nordeste seguem com calor significativo, o Sudeste apresenta elevação de nuvens na faixa litorânea e o Centro-Oeste tem temperaturas elevadas, conforme descrito a seguir.

    Demais regiões: Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste

    Na Região Norte, o Inmet prevê muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas entre o oeste e o norte do Amazonas e o noroeste de Roraima. O instituto também aponta possibilidade de chuva forte nas demais áreas de Roraima e no oeste do Acre. Em parte do Acre, no extremo norte de Rondônia, no leste do Amapá e no nordeste do Pará, especialmente na faixa litorânea, o tempo deve permanecer mais firme.

    No Nordeste, são esperadas pancadas de chuva no litoral leste da Bahia e de Sergipe, além de chuva isolada ao longo da faixa litorânea. No interior da região, predomina poucas nuvens, calor intenso e baixa umidade do ar. As máximas previstas incluem 36°C em Teresina, com mínimas de 22°C em Maceió e Recife; em Fortaleza, a mínima noturna não deve ficar abaixo de 26°C.

    O Sudeste terá muitas nuvens na faixa leste, com chance de chuva isolada no litoral norte de São Paulo, litoral do Rio de Janeiro e litoral do Espírito Santo; em Minas Gerais, as nuvens ficam concentradas também na faixa leste. As temperaturas sobem no interior da região, com máxima prevista de 29°C em Belo Horizonte e mínima de 14°C em São Paulo.

    No Centro-Oeste, persiste alerta laranja de perigo por baixa umidade relativa do ar até as 18h desta quarta. A área de maior preocupação inclui Goiás, Distrito Federal, leste de Mato Grosso, centro-sul do Tocantins, sul do Maranhão, parte do Piauí e oeste da Bahia, estendendo-se pelo oeste de Minas Gerais até o extremo norte de Mato Grosso do Sul. As temperaturas seguem elevadas na região: mínimas de 16°C em Brasília e Goiânia, e máxima de até 35°C em Cuiabá.

    Fontes e recomendações

    As informações desta matéria foram divulgadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e reproduzidas pela Agência Brasil. Em caso de dúvidas sobre implicações locais dos alertas, recomenda-se acompanhar os comunicados oficiais do Inmet e das defesas civis estaduais e municipais.

  • Centro-Oeste em alerta laranja por baixa umidade; Inmet recomenda cuidados

    Centro-Oeste em alerta laranja por baixa umidade; Inmet recomenda cuidados

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) colocou em alerta laranja, grau de perigo, partes da Região Centro-Oeste por expectativa de queda da umidade relativa do ar entre 20% e 12%. O aviso foi divulgado para a manhã desta segunda-feira (10 de agosto de 2026) e cobre áreas que vão do sudeste de Mato Grosso, passando por grande parte de Goiás e o Distrito Federal, até o sul do Tocantins, noroeste de Minas Gerais e o Vale do São Francisco na Bahia, segundo a Agência Brasil.

    Riscos e orientações do Inmet

    Com níveis tão baixos de umidade, o Inmet orienta medidas destinadas a reduzir riscos à saúde: beber bastante líquido, evitar a realização de atividades físicas e a exposição direta ao sol nas horas mais quentes do dia, usar hidratante para a pele e umidificar ambientes internos. Para informações e suporte em situações de emergência, o órgão indicou os contatos da defesa civil (telefone 199) e do corpo de bombeiros (telefone 193).

    Temperaturas e comportamento do tempo no Centro-Oeste

    O boletim do Inmet também traz previsões de temperatura para capitais da região: Brasília teve mínima prevista de 15°C, enquanto Cuiabá pode alcançar máxima de 38°C. Essas variações contribuem para o quadro seco e para a sensação de ar mais quente durante o dia, acentuando a necessidade de hidratação e cuidados com a pele e as vias respiratórias.

    Alertas e previsão para o Sudeste

    Além do alerta de baixa umidade no Centro-Oeste, o Inmet emitiu alerta amarelo para risco de chuvas intensas, queda de granizo e ventos de até 60 km/h no sudeste de Mato Grosso do Sul, no leste de São Paulo e em grande parte do Paraná. O órgão informou que há baixo risco de cortes de energia elétrica, danos a plantações, queda de galhos e alagamentos, mas reforçou cuidados em caso de rajadas de vento: não se abrigar sob árvores, evitar estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda, e evitar o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

    Condições no Sul, Norte e Nordeste

    Na Região Sul, a previsão é de muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas no Paraná, Santa Catarina e no norte do Rio Grande do Sul. O Inmet registrou possibilidade de geada no extremo sul gaúcho. Em Curitiba, a expectativa é de frio intenso, com mínima de 3°C e máxima que não deve passar de 11°C; em Porto Alegre, a máxima permanece abaixo de 16°C.

    Na Região Norte, há previsão de muitas nuvens com chuva no Acre e no oeste do Amazonas, e possibilidade de precipitação isolada em Rondônia, leste do Amazonas, Roraima, norte do Pará e Amapá. As mínimas previstas são de 22°C em Rio Branco e em Palmas, e Palmas pode registrar máxima de 38°C.

    No Nordeste, o dia terá muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada em áreas do centro-norte do Maranhão, Piauí, Ceará, norte e leste do Rio Grande do Norte, leste da Paraíba, Pernambuco, Alagoas e nordeste de Sergipe. Em Teresina, a mínima prevista é de 21°C e a máxima pode chegar a 37°C.

    Como se prevenir

    • Manter ingestão adequada de líquidos e evitar exercícios físicos nos períodos mais quentes;
    • Proteger a pele com hidratantes e, quando possível, umidificar ambientes internos;
    • Em caso de ventos fortes, não se abrigar sob árvores, evitar estacionar próximos a estruturas altas e desligar aparelhos eletrônicos conectados à tomada;
    • Em emergências, acionar a defesa civil pelo 199 ou o corpo de bombeiros pelo 193, conforme indicado pelo Inmet.

    As informações e alertas citados neste texto foram divulgados pelo Instituto Nacional de Meteorologia e reportados pela Agência Brasil.

  • Frente fria e baixa pressão trazem risco de ventania de até 50 km/h a São Paulo no fim de semana

    Frente fria e baixa pressão trazem risco de ventania de até 50 km/h a São Paulo no fim de semana

    Uma mudança nas condições atmosféricas deve afetar o estado de São Paulo entre sexta-feira (8) e sábado (9). Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas de São Paulo (CGE) e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a combinação de uma frente fria no oceano e uma área de baixa pressão atmosférica favorecerá pancadas de chuva acompanhadas de rajadas de vento.

    Previsão para sexta e sábado

    Para ambos os dias, as previsões do CGE e do Inmet indicam a possibilidade de ventos com velocidade de até 50 km/h. As instituições classificam essa intensidade como moderada a forte; ventos nessa faixa podem provocar danos localizados, como queda de galhos, destelhamentos e falhas no fornecimento de energia elétrica.

    Condições nos dias anteriores

    Antes da chegada da frente fria, a previsão para quarta-feira (5) aponta predominância de sol e nebulosidade variável, sem expectativa de chuva. As temperaturas devem oscilar entre mínima de 15°C, registrada na madrugada, e máxima de 27°C ao longo do dia, com a umidade relativa do ar alcançando valores próximos a 35%.

    Na quinta-feira, a cobertura de nuvens deve ser maior pela manhã, mantendo os termômetros perto de 15°C nas primeiras horas. Com a dispersão das nuvens durante o período matutino, a temperatura tende a subir até cerca de 27°C à tarde, enquanto a umidade relativa mínima prevista fica em torno de 40%.

    O que representa ventos de 50 km/h

    De acordo com as fontes citadas, ventos de aproximadamente 50 km/h estão dentro da classificação de velocidade moderada a forte. Entre os impactos apontados estão a queda de galhos, possíveis danos em coberturas de telhados e intercorrências na rede elétrica, que podem levar a interrupções temporárias no fornecimento.

    As previsões citadas foram divulgadas pelo Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas de São Paulo e confirmadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia, conforme reportagem da Agência Brasil.

    Riscos e atenção

    Embora a reportagem não detalhe medidas preventivas ou orientações de órgãos públicos, os efeitos mencionados — queda de galhos, destelhamentos e falhas na rede elétrica — ressaltam a importância de cautela por parte da população durante episódios de ventania. Eventos desse tipo costumam exigir monitoramento por parte de serviços públicos e empresas de manutenção, segundo o contexto apresentado pelas agências meteorológicas citadas.

    Fonte: Agência Brasil, com informações do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas de São Paulo (CGE) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

  • Serviço Geológico alerta: Rio Guaíba pode atingir cota de alerta em Porto Alegre até sexta-feira

    Serviço Geológico alerta: Rio Guaíba pode atingir cota de alerta em Porto Alegre até sexta-feira

    O Serviço Geológico do Brasil (SGB) informou que o rio Guaíba pode atingir a cota de alerta de 2,60 metros em Porto Alegre até sexta-feira (31). O mesmo boletim aponta ainda a possibilidade de o nível chegar à cota de inundação de 3 metros, caso se confirme o montante de precipitação previsto nas cabeceiras dos rios afluentes.

    Motivo da elevação dos níveis

    Segundo o relatório de monitoramento e previsão hidrológica, a água decorrente das chuvas nas cabeceiras dos afluentes já está descendo em direção à região metropolitana, o que tem impulsionado a elevação dos níveis do Guaíba e do Delta do Jacuí. As simulações feitas para os rios Jacuí, dos Sinos e Gravataí sinalizam aumento dos níveis nesses cursos d’água.

    Previsões sujeitas a mudança

    O boletim ressalta que as projeções dependem da confirmação do volume de chuva nos próximos dias. Por isso, os cenários podem ser alterados a qualquer momento caso novas precipitações ocorram e modifiquem a evolução dos níveis hídricos na bacia. Para acompanhar essas variações, o SGB passará a emitir boletins diários com reavaliações baseadas em observações recentes e atualizações meteorológicas.

    Comparação com evento anterior

    O texto do SGB também destaca que, até o momento, não há indicação de um evento extremo de magnitude semelhante à enchente registrada em maio de 2024. Essa avaliação, no entanto, está condicionada às informações de chuva que forem ocorrendo, razão pela qual o monitoramento constante foi reforçado.

    As previsões do Boletim de Monitoramento e Previsão Hidrológica da Bacia do Guaíba são elaboradas pelo Serviço Geológico do Brasil em parceria com o Grupo de Pesquisas em Hidrologia de Grande Escala do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). A cooperação técnica envolve a integração de dados observados e modelos hidrológicos para projetar a resposta dos rios às chuvas nas áreas de cabeceira.

    Durante o período de atenção, as equipes do SGB acompanharão a situação nas áreas monitoradas e atualizarão as informações diariamente. A instituição recomenda atenção às comunicações oficiais e relata que as análises seguem normas técnicas para reavaliações, sem assegurar previsões definitivas enquanto houver incerteza sobre a precipitação futura.

    O que está sendo monitorado

    • Altimetria do rio Guaíba em Porto Alegre e variações no Delta do Jacuí;
    • Níveis e simulações para os rios Jacuí, dos Sinos e Gravataí;
    • Volume de chuva nas cabeceiras dos afluentes e atualizações meteorológicas;
    • Emissão diária de boletins com reavaliação conforme novos dados observados.

    A população e órgãos de defesa civil devem manter atenção às orientações oficiais e aos boletins diários para decisões sobre prevenção e medidas de segurança. As mudanças no quadro hidrológico dependerão diretamente do comportamento das chuvas nos próximos dias.

    Fonte: Agência Brasil, com dados do Boletim de Monitoramento e Previsão Hidrológica do Serviço Geológico do Brasil (SGB) e contribuições do Grupo de Pesquisas em Hidrologia de Grande Escala do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Ufrgs.

  • Novas tempestades no Rio Grande do Sul provocam destelhamentos e deixam famílias desalojadas

    Novas tempestades no Rio Grande do Sul provocam destelhamentos e deixam famílias desalojadas

    Uma nova onda de tempestades atingiu o Rio Grande do Sul desde o último domingo (25), trazendo granizo, fortes rajadas de vento e chuvas intensas. O episódio provocou destelhamento de centenas de casas, quedas de árvores, cortes no fornecimento de energia elétrica e alagamentos em diversos municípios do estado.

    Municípios atingidos e impacto humano

    Segundo o balanço mais recente da Defesa Civil estadual, ao menos seis municípios foram afetados pelas intempéries: Boa Vista do Cadeado, Cachoeira do Sul, Cruz Alta, Dom Pedrito, Não me Toque e Santo Antônio das Missões. Em Cachoeira do Sul, 20 pessoas ficaram desalojadas.

    Além dos desalojados, as ocorrências registradas incluem interrupções de energia, árvores caídas sobre vias e propriedades e centenas de imóveis com telhados comprometidos pelo vento e pelo granizo. O relato das ocorrências foi divulgado pelas autoridades responsáveis pelo levantamento inicial dos danos.

    Previsão meteorológica e avisos do Inmet

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que a situação é influenciada por uma frente fria prevista para se deslocar pelo Oceano Atlântico nas proximidades da Região Sul na terça-feira (28). Esse sistema favorece a redução da pressão atmosférica e a formação de nuvens carregadas, potencializando chuvas e tempestades desde o Paraguai até o Rio Grande do Sul.

    O Inmet emitiu avisos em praticamente todo o estado: aviso vermelho de grande perigo para acumulados de chuva que podem superar 100 milímetros em 24 horas; aviso laranja de perigo para tempestades, incluindo a possibilidade de queda de granizo; e previsão de aumento dos ventos sobre o Sul do Brasil.

    Deslocamento das áreas de instabilidade

    De acordo com o Inmet, as áreas de instabilidade continuam a se movimentar ao longo da semana. Na quarta-feira (29), os sistemas devem avançar para o norte, alcançando o Paraná e o sul de Mato Grosso do Sul. Santa Catarina e o próprio Rio Grande do Sul permanecem sob condições para chuva e trovoadas, com aviso amarelo de perigo potencial para tempestades nessas regiões.

    Esses deslocamentos indicam que, embora a intensidade dos eventos possa variar localmente, o quadro de tempo severo não está restrito a um único dia e pode afetar uma faixa mais ampla do Sul do Brasil nos próximos dias.

    Contexto e limites das informações disponíveis

    As informações sobre os impactos no terreno e o número de desalojados constam do levantamento divulgado pela Defesa Civil estadual; os dados sobre a evolução dos sistemas atmosféricos e os avisos de perigo foram repassados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Até o momento, não há detalhamento público sobre medidas de socorro, pontos de atendimento ou estimativa consolidada de prejuízos materiais por parte das autoridades citadas.

    Por se tratar de um evento em curso, os números e o alcance dos danos podem ser atualizados pelas equipes de resposta e monitoramento nas próximas horas e dias.

    Onde houve registros de maiores impactos

    As ocorrências reportadas concentraram-se nas cidades mencionadas pela Defesa Civil: Boa Vista do Cadeado, Cachoeira do Sul, Cruz Alta, Dom Pedrito, Não me Toque e Santo Antônio das Missões. Em Cachoeira do Sul foram contabilizadas 20 pessoas desalojadas; em outros municípios houve relatos de destelhamentos, ao todo na ordem de centenas de residências segundo o levantamento inicial.

  • Defesa Civil alerta: tempestades severas e risco de inundações atingem Rio Grande do Sul

    Defesa Civil alerta: tempestades severas e risco de inundações atingem Rio Grande do Sul

    A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um alerta de risco meteorológico e hidrológico elevado para o estado entre segunda-feira (27) e quarta-feira (29). Segundo o órgão, a instabilidade atmosférica deve se intensificar entre os dias 27 e 28, trazendo tempestades severas com potencial para causar danos e provocar cheias em diversos pontos.

    Previsão e fenômenos esperados

    De acordo com a Defesa Civil, as tempestades previstas podem vir acompanhadas de chuva intensa e volumosa, granizo de grande porte e rajadas de vento que podem superar os 90 km/h. O órgão também mantém a possibilidade de ocorrência de tornados em parte do estado durante o período de instabilidade.

    Os acumulados de precipitação apontados no alerta são significativos: em algumas localidades, a chuva pode ultrapassar 100 milímetros em apenas 12 horas e exceder 200 milímetros no período de 48 horas, especialmente ao longo do dia 28 de julho.

    Quando e onde as condições se agravam

    Segundo a previsão, a instabilidade aumenta entre segunda (27) e terça (28) e ainda atua na madrugada de quarta-feira (29). As regiões com maior vulnerabilidade, conforme o comunicado da Defesa Civil, incluem o norte, noroeste, nordeste, a serra, os vales e o litoral norte do estado.

    Durante esse intervalo, a combinação de volumes elevados de chuva e ventos intensos mantém risco para impactos localizados por queda de granizo e situações de violência do vento, que podem afetar estruturas, áreas agrícolas e a rede de distribuição elétrica e de comunicações.

    Risco hidrológico e rios com maior atenção

    A Defesa Civil alerta também para o risco hidrológico decorrente dos grandes volumes de chuva, que, somados aos níveis já elevados em alguns cursos d’água, aumentam a possibilidade de cheias e extravasamento de arroios e pequenos cursos d’água. Alagamentos urbanos e inundações são citados como consequências prováveis em áreas vulneráveis.

    O órgão aponta como foco de atenção as bacias dos rios Uruguai, Quaraí, Ibirapuitã, Santa Maria, Ibicuí, Jacuí e Sinos. Atualmente, há monitoramento que registra pontos do Uruguai, do Jacuí e do Sinos acima da cota de inundação, condição que pode persistir conforme a continuidade das precipitações.

    Municípios com potencial de inundação

    A Defesa Civil especificou trechos e municípios onde a possibilidade de inundação merece atenção: o rio Ibirapuitã em Alegrete; o rio Santa Maria em Dom Pedrito e Rosário do Sul; o rio Ibicuí em Manoel Viana; e o rio Quaraí no município de Quaraí. Essas localidades foram citadas com base na projeção de elevação dos níveis hídricos diante da chuva prevista.

    Além das áreas ribeirinhas, a combinação de chuva intensa e solo já úmido pode agravar alagamentos urbanos em centros com drenagem comprometida.

    Fonte e monitoramento

    As informações e projeções citadas foram divulgadas pela Defesa Civil do Rio Grande do Sul e reportadas pela Agência Brasil. O acompanhamento das condições meteorológicas e hidrológicas seguirá nos próximos dias por órgãos estaduais responsáveis pelo monitoramento, conforme indicado no comunicado do órgão.

    Em razão da natureza dinâmica dos eventos, a defesa civil mantêm o monitoramento e a emissão de alertas de acordo com a evolução das condições atmosféricas e dos níveis dos rios.

    Fonte: Defesa Civil do Rio Grande do Sul / Agência Brasil.

  • Inmet emite alerta amarelo para tempestades em todo o Rio Grande do Sul; áreas seguem em risco de enchentes

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta amarelo para tempestades que podem alcançar todo o estado do Rio Grande do Sul no início desta semana, com maior intensidade prevista para a segunda-feira (27).

    O que o alerta indica

    O Inmet sinaliza possibilidade de chuva intensa — estimada entre 20 e 30 mm por hora ou até 50 mm no acumulado diário — ventos fortes de 40 a 60 km/h e queda de granizo. O instituto classifica o amarelo como perigo potencial, o primeiro dentre os três níveis de aviso que utiliza (amarelo, laranja e vermelho).

    Possíveis impactos

    • Baixo risco de corte de energia elétrica;
    • Possibilidade de danos em plantações;
    • Queda de galhos de árvores;
    • Risco de alagamentos em pontos vulneráveis.

    Risco de inundações e áreas mais afetadas

    A Defesa Civil do Rio Grande do Sul mantém o estado em alerta laranja para risco de inundações até quarta-feira (29). Duas regiões tiveram aviso vermelho; o perímetro citado inclui as áreas de Uruguaiana, Alegrete, São Gabriel, Rio Pardo e Canoas.

    Rios com risco de cheia (trechos indicados)

    • Baixo rio Uruguai (de São Borja a Uruguaiana);
    • Rio Jacuí (a partir de Dona Francisca até o Delta);
    • Rio dos Sinos (São Leopoldo);
    • Rio Ibirapuitã (Alegrete);
    • Rio Santa Maria (Dom Pedrito e Rosário do Sul);
    • Rio Ibicuí (Manoel Viana);
    • Rio Quaraí (Quaraí).

    Escalas de aviso da Defesa Civil do RS

    A Defesa Civil estadual adota cinco níveis de aviso: verde (normal), amarelo (atenção), laranja (alerta), vermelho (inundação) e roxo (inundação extrema).

    Fonte: Agência Brasil, com informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e da Defesa Civil do RS.