Tag: Brasil

  • Durigan defende ampliação do comércio exterior e prevê respostas a medidas unilaterais

    Durigan defende ampliação do comércio exterior e prevê respostas a medidas unilaterais

    O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira a estratégia de ampliar o comércio exterior brasileiro por meio da abertura negociada de mercados, durante participação em evento na capital paulista, informou a Agência Brasil. Segundo o ministro, é necessário projetar segurança e previsibilidade para que investidores e outros governos enxerguem o país como um destino confiável.

    Abertura comercial baseada em negociações

    Durigan enfatizou que a ampliação das exportações não deve resultar em dependência de um único parceiro comercial, seja na Ásia, na América do Norte ou em outra região. Para ele, a estratégia ideal passa por negociações que considerem as fragilidades e os pontos fortes do Brasil, permitindo diversificar mercados e reduzir riscos associados a laços econômicos concentrados.

    O ministro afirmou que, diante de um cenário global marcado por incertezas, o país precisa construir uma imagem de estabilidade. Essa projeção, disse Durigan, é fundamental para atrair capital externo e ampliar o espaço do Brasil no comércio internacional, segundo a Agência Brasil.

    Tensão com os Estados Unidos e Lei da Reciprocidade Econômica

    A fala de Durigan ocorreu em meio a um momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana anterior, o governo federal abriu formalmente um processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas pelos EUA contra exportações brasileiras deve ser respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica.

    Aprovada no ano passado, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspender concessões comerciais como resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que afetem a competitividade do Brasil. A avaliação do governo sobre eventuais medidas de retaliação foi citada como parte do contexto em que o ministro discorreu sobre a necessidade de negociar e proteger os interesses econômicos do país.

    Estabilidade fiscal, reforma tributária e a questão dos juros

    Além do tema comercial, Durigan abordou medidas domésticas para garantir a estabilidade macroeconômica. Entre as ações citadas estão o bloqueio de orçamento e limites para gastos obrigatórios, instrumentos que, segundo o ministro, contribuem para manter uma trajetória fiscal responsável e evitar desestabilização.

    O ministro também comentou a reforma tributária, reconhecendo que a mudança pode causar apreensão por introduzir muitas alterações ao sistema. Durigan vê 2027 como um ano relevante para a transição e afirmou que a expectativa é de que, ao final do processo, o país disponha de um sistema tributário melhor a médio e longo prazo.

    Sobre a taxa de juros, Durigan afirmou que não é possível discutir ampliação de crédito sem “juros civilizados”, expressão usada por ele para indicar a necessidade de taxas mais compatíveis com o desenvolvimento. Segundo o ministro, juros mais baixos representam a etapa final de uma série de ajustes de médio prazo necessários para promover o crescimento sustentável.

    Próximos passos e cenários

    O conjunto de declarações do ministro foi apresentado em um contexto de atenção ao ambiente externo e à gestão das contas públicas. A adoção de instrumentos orçamentários e a discussão sobre a Lei da Reciprocidade Econômica sinalizam que o governo pretende combinar abertura comercial com mecanismos de defesa de interesse nacional, conforme detalhou a Agência Brasil.

    Durigan indicou que o debate sobre comércio exterior será feito reconhecendo limitações e pontos fortes do país, o que sugere uma abordagem pragmática nas negociações comerciais futuras. A articulação entre medidas de política externa e instrumentos fiscais e monetários será determinante para a evolução dessas propostas.

    As informações básicas e as citações do ministro foram apuradas a partir de reportagem da Agência Brasil.

  • Brasil conquista dois ouros inéditos no Mundial de ginástica rítmica em Frankfurt

    Brasil conquista dois ouros inéditos no Mundial de ginástica rítmica em Frankfurt

    O Brasil fez historia na ginástica rítmica ao conquistar dois ouros inéditos no Campeonato Mundial da modalidade, disputado em Frankfurt, na Alemanha, conforme reportagem da Agência Brasil. A dupla de vitórias veio nas finais por aparelhos: a primeira na apresentação com cinco bolas e a segunda na série mista, composta por três arcos e duas maças.

    Dobradinha histórica em Frankfurt

    As brasileiras alcançaram a marca de 29,450 tanto na rotina com cinco bolas quanto na série mista, resultado suficiente para colocá-las no lugar mais alto do pódio em ambas as provas. Na final das cinco bolas, o conjunto brasileiro superou a China, que ficou com a prata ao somar 28,900, e a Bulgária, com 28,400, segundo a cobertura da Agência Brasil.

    Como foram as rotinas e as notas

    Na apresentação de cinco bolas, as brasileiras executaram uma série sem erros ao som de Feeling Good, interpretada por Michael Bublé, e obtiveram 29,450 — pontuação que supera a marca de 29,250 registrada no Campeonato Pan-Americano, realizado em junho no Rio de Janeiro, que até então era a maior do ano.

    Horas depois, o sexteto voltou ao tablado para a final da série mista (três arcos e duas maças). Ao som de Abracadabra, de Lady Gaga, as Leoas — apelido da equipe — repetiram o desempenho impecável e novamente receberam 29,450. Na série mista, a Espanha terminou em segundo com 29,050, enquanto a Bulgária ficou em terceiro com 28,750.

    Composição da equipe e trajectória

    O conjunto brasileiro é formado por Nicole Pírcio (SP), Sofia Madeira (ES), Julia Kurunczi (PR), Mariana Gonçalves (PR), Maria Paula Caminha (AM) e a capitã Maria Eduarda Arakaki (AL). Das seis atletas, cinco entram em cena em cada apresentação e uma atua como reserva, conforme detalhado pela Agência Brasil.

    A conquista em Frankfurt representa um avanço histórico para a ginástica rítmica brasileira: é a primeira vez que um país das Américas alcança o ouro em prova desse tipo no Mundial. O resultado reflete uma trajetória de evolução técnica e competitiva do conjunto, que vinha crescendo no circuito internacional.

    Reações e significado

    A técnica Camila Ferezin comentou a vitória em declaração divulgada pela Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), lembrando o processo longo de preparação da equipe. Ela destacou que a equipe aprendeu a acreditar na possibilidade de competir no mesmo nível das principais potências da modalidade e ressaltou os anos de trabalho, incluindo momentos difíceis e renúncias, até a realização do sonho.

    Além do valor simbólico, os resultados em Frankfurt confirmam a elevação do padrão técnico do conjunto brasileiro, já evidenciada por pontuações anteriores como a do Pan-Americano no Rio de Janeiro. No Mundial anterior, no Rio, a equipe brasileira havia conquistado a prata na série mista, segundo a Agência Brasil, e agora converteu esse desempenho em ouro nesta edição.

    O que ficou registrado

    • Local: Campeonato Mundial de ginástica rítmica, Frankfurt (Alemanha).
    • Medalhas de ouro: cinco bolas e série mista (três arcos e duas maças) — Brasil.
    • Notas: 29,450 em ambas as finais para o Brasil.
    • Outros países no pódio das finais: China e Bulgária (cinco bolas); Espanha e Bulgária (série mista).
    • Fonte das informações: reportagem da Agência Brasil e declarações reproduzidas pela Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).

    O feito em Frankfurt marca um novo patamar para a ginástica rítmica brasileira no cenário internacional, segundo a cobertura jornalística da Agência Brasil, e consolida a equipe nacional entre as principais referências da modalidade.

  • Governo abre processo de reciprocidade por tarifas dos EUA contra exportações brasileiras

    O governo federal anunciou em 13 de agosto de 2026 a abertura formal de um processo para avaliar se as tarifas impostas unilateralmente pelos Estados Unidos sobre exportações brasileiras justificam respostas previstas na Lei da Reciprocidade Econômica. A informação foi divulgada em nota do Palácio do Planalto distribuída à imprensa.

    Início do procedimento e atos administrativos

    Segundo a nota oficial, o procedimento foi desencadeado a partir do compartilhamento de um pedido pela Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) com os demais integrantes do seu Comitê-Executivo de Gestão. Em paralelo, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) notificará o governo dos Estados Unidos e solicitará a abertura de consultas diplomáticas.

    O governo destacou que as consultas diplomáticas têm como objetivo mitigar ou anular os efeitos das medidas adotadas pelos EUA e das contramedidas previstas na legislação brasileira, e que privilegiará o diálogo e a negociação nas relações internacionais.

    O que prevê a Lei da Reciprocidade Econômica

    Aprovada no ano anterior à decisão anunciada pelo Planalto, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para a suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que prejudiquem a competitividade econômica do Brasil. A legislação lista alternativas que podem ser adotadas pelo governo brasileiro.

    Entre as medidas previstas estão a imposição de tributos ou taxas, o fim de isenções ou reduções de tarifas de importação e a restrição de importações de bens ou serviços. A lei determina, quando possível, que as contramedidas tenham proporcionalidade em relação ao prejuízo econômico causado por outro país ou bloco.

    Medidas dos EUA e impacto sobre as exportações brasileiras

    Em julho, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) impôs uma sobretaxa de 25% sobre diversos produtos brasileiros, após aproximadamente um ano de análise, afirmou a nota do Planalto. Foram afetados setores como ferro e aço, vestuário, calçados, açúcar, etanol, produtos farmacêuticos, maquinário agrícola, máquinas elétricas não ligadas ao setor de aviação e outros produtos manufaturados.

    Posteriormente, foi aplicada uma sobretaxa adicional de 12,5% sobre outros itens, com a justificativa de que o Brasil não adotaria mecanismos eficazes para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. De acordo com levantamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) citado pelo governo, as tarifas em vigor desde o fim do mês anterior atingem cerca de US$ 6,6 bilhões em exportações brasileiras ao mercado norte-americano.

    Procedimentos paralelos: OMC e diplomacia

    O governo federal já havia solicitado consultas no sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC), argumentando que as medidas aplicadas pelos EUA seriam inconsistentes com as regras da entidade. O anúncio do Planalto informa que os Estados Unidos aceitaram participar dessas consultas no âmbito da OMC.

    Ao mesmo tempo, a abertura do processo de reciprocidade não implica automaticamente a adoção de medidas retaliatórias. Trata-se, conforme a nota, do início de uma análise formal para verificar se as práticas norte-americanas justificam respostas previstas na legislação brasileira.

    Posição do governo e medidas de proteção internas

    Na nota, o Palácio do Planalto classificou as tarifas norte-americanas como “injustificadas e arbitrárias” e afirmou que o Brasil continuará defendendo sua posição em todas as instâncias cabíveis. O governo anunciou ainda que manterá ações para reduzir os danos causados pelas tarifas à economia e à renda dos brasileiros.

    Entre essas ações, o texto oficial cita a defesa do multilateralismo e da reforma da OMC, a diversificação de parcerias comerciais, a abertura de novos mercados para produtos nacionais e medidas de proteção setorial por meio do Plano Brasil Soberano, com objetivo declarado de preservar empregos e capacidade produtiva.

    As informações deste texto são baseadas em nota divulgada pelo Palácio do Planalto e em dados citados na mesma nota, reproduzidos pela Agência Brasil.

  • Estudo aponta subdiagnóstico da doença renal crônica no Brasil e baixa solicitação de exames

    Estudo aponta subdiagnóstico da doença renal crônica no Brasil e baixa solicitação de exames

    Um levantamento publicado no Brazilian Journal of Nephrology e divulgado pela Agência Brasil aponta que a doença renal crônica (DRC) pode estar subdiagnosticada no Brasil devido à baixa frequência de solicitação de exames essenciais na rotina clínica. A pesquisa, realizada com colaboração de universidades e institutos de saúde, reforça a preocupação de que muitos casos não sejam detectados em estágio inicial.

    Amplitude do problema e dados nacionais

    A Sociedade Brasileira de Nefrologia estima que a DRC afeta mais de 20 milhões de brasileiros, equivalente a cerca de 10% da população. Deste total, mais de 170 mil pessoas dependem de terapia renal substitutiva, segundo o Censo Brasileiro de Diálise 2024. Entretanto, o estudo sugere que o número real de pacientes em diálise pode ser ainda maior se houver falhas no diagnóstico precoce.

    Subdiagnóstico entre pacientes de alto risco

    Os pesquisadores avaliaram a frequência com que dois exames considerados centrais para o rastreamento e o diagnóstico da DRC — dosagem de creatinina no sangue e pesquisa de proteína na urina (albuminúria) — são solicitados entre pacientes com fatores de risco, em especial diabetes e hipertensão. A amostra incluiu mais de 14 mil pessoas.

    O levantamento revelou que a combinação desses exames é raramente pedida: menos de 5% dos participantes que realizaram creatinina tiveram também a albuminúria solicitada. Mesmo após a realização de uma campanha nacional de rastreamento, a proporção permaneceu crítica, abaixo de 7%.

    Testes pouco solicitados e reação à campanha de rastreamento

    O baixo índice de solicitação da albuminúria, mesmo entre aqueles que já fizeram o exame de creatinina, indica uma lacuna na prática clínica que pode impedir a detecção precoce da doença. A pesquisa destaca que essa resistência ou falta de hábito em pedir o rastreamento completo compromete a identificação de pacientes nos estágios iniciais, quando a DRC costuma ser assintomática.

    Consequências clínicas e importância do diagnóstico precoce

    Segundo os autores do estudo, identificar a DRC de forma precoce tem impacto direto no manejo do paciente: permite medidas que preservam a função renal, reduzem eventos cardiovasculares e podem melhorar qualidade e expectativa de vida, além de possibilitar atrasar ou evitar a necessidade de diálise. A Organização Mundial da Saúde projeta que a DRC será a quinta principal causa de morte no mundo até 2040, reforçando a relevância do tema.

    Colaborações e fontes

    A pesquisa contou com a colaboração de especialistas vinculados a instituições como a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Escola Bahiana de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia e Arbor Research Collaborative for Health. Os dados gerais sobre prevalência e pacientes em terapia substitutiva foram citados a partir da Sociedade Brasileira de Nefrologia e do Censo Brasileiro de Diálise 2024.

    Fatores de risco e prevenção conforme o Ministério da Saúde

    O Ministério da Saúde indica que os principais fatores de risco para a DRC incluem histórico de doenças do aparelho circulatório, histórico familiar de DRC e uso de agentes nefrotóxicos que exigem ajuste em caso de função renal alterada. A pasta ressalta que a prevenção está ligada ao estilo e às condições de vida: controle do diabetes, da hipertensão, obesidade, doenças cardiovasculares e cessação do tabagismo são apontados como medidas centrais.

    O estudo e os dados oficiais chamam atenção para a necessidade de ampliar a atenção ao rastreamento em populações de risco e para a revisão de práticas clínicas que negligenciam exames complementares simples, mas essenciais, ao diagnóstico precoce da doença renal crônica.

  • EUA aceitam pedido de consultas do Brasil na OMC sobre tarifas adicionais

    EUA aceitam pedido de consultas do Brasil na OMC sobre tarifas adicionais

    Os Estados Unidos comunicaram à Organização Mundial do Comércio (OMC), nesta segunda-feira, 10 de agosto de 2026, que aceitam o pedido de consultas apresentado pelo Brasil sobre tarifas adicionais aplicadas a produtos brasileiros. A resposta americana declarou disposição para dialogar e agendar encontros em data acordada entre as partes.

    O que motivou o pedido de consultas

    O governo brasileiro apresentou, em 27 de julho, uma manifestação formal no sistema de solução de controvérsias da OMC. No documento, o Brasil sustenta que as tarifas extras impostas pelos Estados Unidos parecem violar compromissos previstos no Acordo Geral de Tarifas e Comércio (GATT) de 1994, que fornece a base normativa para a aplicação de tributos pelos membros da organização.

    Além de apontar possíveis inconsistências com o GATT, o Brasil também afirmou que está sendo preterido pelos Estados Unidos em relação a outros países membros da OMC, configurando, segundo Brasília, tratamento discriminatório nas relações comerciais.

    Resposta dos EUA e próximos passos no processo da OMC

    Na mensagem recebida pela OMC, o governo dos EUA deixou claro que aceita participar das consultas solicitadas pelo Brasil e manifestou prontidão para dialogar com autoridades brasileiras em uma data que seja conveniente para ambos. No sistema da OMC, o pedido de consultas representa a etapa inicial formal de solução de controvérsias, cujo objetivo é permitir que os países tentem negociar uma solução antes de se recorrer à instalação de um painel para exame do caso.

    Assim, o próximo passo imediato previsto na prática da organização é a realização das consultas bilaterais entre Brasil e Estados Unidos. Essas reuniões podem resultar em um acordo negociado ou, se não houver consenso, levar à solicitação de criação de um painel que analisará tecnicamente a conformidade das medidas com as regras da OMC.

    Interesse da China na disputa

    A China também se manifestou no mesmo pedido de consultas e solicitou permissão para participar das conversas. No documento apresentado à OMC, Pequim afirmou ter “interesse comercial substancial” na disputa e apontou que algumas medidas adotadas pelos EUA incidem sobre produtos chineses destinados ao mercado estadunidense.

    Segundo a solicitação chinesa, as medidas em questão afetam todas as exportações da China aos Estados Unidos — salvo exceções previstas — e alteram as condições de competição no mercado norte-americano. Por esse motivo, a China pediu formalmente para ser incluída nas consultas como parte interessada.

    Importância institucional e implicações

    O uso do mecanismo de consultas da OMC sinaliza que o Brasil optou por buscar um caminho multilateral para resolver a divergência com os EUA, utilizando normas e procedimentos da própria organização. A aceitação dos Estados Unidos em participar das consultas abre espaço para negociações diretas, sem que se avance imediatamente para um painel de disputa.

    Ao mesmo tempo, o pedido de participação da China acrescenta complexidade ao processo, pois indica que o resultado das medidas dos EUA teria efeitos sobre outros exportadores e sobre as dinâmicas de competição no mercado estadunidense. As etapas seguintes dependerão das negociações entre os países envolvidos e das decisões tomadas na sequência no âmbito da OMC.

    Atribuição

    As informações desta reportagem são baseadas em relato da Agência Brasil publicado em 10 de agosto de 2026.

  • Ex-padre do Rio é condenado a 48 anos por tortura, estupro de vulnerável e instigação ao suicídio de enteados

    Ex-padre do Rio é condenado a 48 anos por tortura, estupro de vulnerável e instigação ao suicídio de enteados

    Segundo reportagem da Agência Brasil, a Justiça do Rio de Janeiro condenou o ex-padre Eric Araujo Siqueira Pereira a 48 anos, 1 mês e 10 dias de reclusão por crimes cometidos contra dois enteados. A sentença foi proferida pela 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, na região metropolitana, após o Conselho de Sentença aceitar por inteiro a tese apresentada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).

    Condenação e pena

    O conjunto de penas aplicadas ao réu totalizou 48 anos, 1 mês e 10 dias de prisão. A condenação abrange diversos tipos penais: tortura, instigação ao suicídio, fornecimento de material pornográfico a criança para fins libidinosos e estupro de vulnerável. As informações sobre a decisão judicial e a composição das acusações constam na cobertura da Agência Brasil.

    Detalhes das acusações e fatos apurados

    De acordo com a denúncia acolhida pelo Conselho de Sentença, os crimes ocorreram entre outubro de 2020 e maio de 2021. No período, o réu vivia na mesma residência que a companheira, os dois enteados e uma filha do casal. As crianças teriam sido submetidas, de forma reiterada, a agressões físicas, violência psicológica e a abusos sexuais praticados pelo então padrasto.

    Um episódio enfatizado pelo júri foi a instigação ao suicídio de uma das vítimas. Conforme sustentado pela 1ª Promotoria de Justiça que atua junto à 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, o condenado colocava a criança de castigo em um terraço sem proteção e a incentivava a se jogar, dizendo que encontraria “papai do céu” e seria feliz. Os jurados concluíram que o réu se aproveitou da vulnerabilidade da criança para induzi-la a atentar contra a própria vida.

    Investigações e identificação das vítimas

    As apurações tiveram início após mudanças acentuadas no comportamento de uma das crianças, que foi encaminhada a atendimento especializado. Inicialmente, essa criança recebeu um diagnóstico de esquizofrenia; posteriormente, uma equipe multidisciplinar avaliou o caso e concluiu que os sintomas estavam relacionados às violências sofridas.

    Com base nessas constatações clínicas e nos elementos coletados durante a investigação, o Ministério Público aditou a denúncia para incluir as acusações de abusos sexuais, fornecimento de material pornográfico e instigação ao suicídio. A modificação da peça acusatória está prevista na atuação do MPRJ, conforme mencionado pela Agência Brasil.

    Decisão do júri e fundamentação

    O Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese do Ministério Público, conforme informado pela reportagem. Essa decisão reflete o entendimento dos jurados sobre a materialidade e a autoria dos crimes imputados ao réu, incluindo o reconhecimento de que ele explorou a situação de fragilidade das crianças para praticar atos de violência física, psicológica e sexual.

    Contexto e atribuição

    As informações deste texto foram apuradas a partir da cobertura da Agência Brasil sobre a sentença proferida pela 4ª Vara Criminal de São Gonçalo. A matéria respeita os fatos divulgados pela reportagem e evita extrapolações além dos elementos nela apresentados.

    Observações finais

    O caso reúne aspectos penais graves — tortura, estupro de vulnerável, instigação ao suicídio e circulação de material pornográfico envolvendo criança — e envolve avaliação clínica que associou sintomas psiquiátricos às violências sofridas. A condenação foi proferida na madrugada de 5 de agosto de 2026, segundo a data mencionada na notícia.

  • BID aumenta para US$ 4 bilhões fundo para segurança na América Latina

    BID aumenta para US$ 4 bilhões fundo para segurança na América Latina

    O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) decidiu ampliar o volume de financiamento voltado a projetos de segurança pública na América Latina e no Caribe, passando de US$ 2,5 bilhões para US$ 4 bilhões para o triênio 2026–2028. A mudança foi anunciada em 5 de agosto, na abertura da Cúpula da Aliança para a Segurança, a Justiça e o Desenvolvimento, realizada no Ministério da Justiça e Segurança Pública, em Brasília.

    Motivos da ampliação

    Segundo o presidente do BID, Ilan Goldfajn, a elevação dos recursos decorre da demanda expressiva dos países da região e dos resultados iniciais da iniciativa. Goldfajn informou que quase 60% das metas previstas para três anos já foram alcançadas em apenas um ano, o que justificou o aumento do volume disponível para financiar medidas contra a violência e o crime organizado.

    O presidente do BID também ressaltou uma disparidade que motiva a atenção internacional: embora a América Latina concentre cerca de 8% da população mundial, a região corresponde a aproximadamente 33% dos homicídios registrados globalmente, segundo declaração atribuída por ele durante o evento.

    Cooperação internacional e papel da Interpol

    Na cúpula, foi anunciada a inclusão da Interpol na Força-Tarefa de Resposta Rápida Contra a Violência e o Crime Organizado, estrutura criada para oferecer assistência técnica e apoio a países diante de crises ou ameaças emergenciais. O secretário-geral da Interpol, Valdecy Urquiza, afirmou que segurança, justiça e desenvolvimento devem ser tratados de forma integrada.

    Urquiza destacou que a nova parceria deve ampliar a capacidade de resposta dos países da região por meio de missões técnicas, intercâmbio de conhecimento e reforço operacional, o que pode incluir ações conjuntas de investigação e suporte às forças nacionais, conforme informado na cúpula.

    Acordo com o Brasil e prioridades de investimento

    Durante o encontro, o BID e o governo brasileiro assinaram um memorando de entendimento para fortalecer a cooperação no enfrentamento ao crime organizado. O acordo prevê até R$ 5 bilhões em recursos destinados a apoio técnico e financeiro ao Programa Brasil contra o Crime Organizado.

    Os recursos previstos serão direcionados a quatro frentes principais, conforme o memorando anunciado: qualificação da investigação de homicídios, fortalecimento da segurança em unidades prisionais, combate financeiro às organizações criminosas e enfrentamento ao tráfico de armas, munições e explosivos.

    Enfoque estratégico

    O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, defendeu que o combate ao crime não deve restringir-se aos episódios de violência demonstrados publicamente, mas também deve mirar as estruturas financeiras que sustentam facções criminosas. Ele argumentou que as organizações criminosas se adaptaram à globalização, operando em rede e usando sistemas financeiros internacionais para movimentar recursos com rapidez.

    Aliança regional e presidência brasileira

    Criada para coordenar respostas aos desafios de segurança na região, a Aliança para a Segurança, a Justiça e o Desenvolvimento reúne 23 países-membros e 14 parceiros estratégicos. A iniciativa tem como objetivos impulsionar investimentos e apoiar políticas voltadas à prevenção da violência, ao fortalecimento institucional, à modernização dos sistemas de justiça e ao combate a mercados ilícitos.

    Na cúpula realizada em Brasília, o Brasil assumiu a presidência temporária da Aliança pelos próximos 12 meses, conforme anunciado durante o evento.

    As informações deste texto são baseadas em relatos e declarações divulgadas pela Agência Brasil durante a cúpula em 5 de agosto de 2026.

  • Brasil vence Alemanha por 5 a 1 e conquista título do Desafio Internacional de Judô em Blumenau

    Brasil vence Alemanha por 5 a 1 e conquista título do Desafio Internacional de Judô em Blumenau

    Brasil supera Alemanha e conquista o título em Blumenau

    A seleção brasileira de judô garantiu o título do Desafio Internacional de Judô ao vencer a Alemanha por 5 a 1, em confronto realizado na noite de quinta-feira (30) na cidade de Blumenau (SC). O torneio marcou o retorno da competição ao calendário da Confederação Brasileira de Judô (CBJ) após oito anos de ausência.

    O triunfo também representou a quebra de um jejum de três anos sem vitórias brasileiras diante da Alemanha em competições mistas. No total, desde 2013 as duas equipes se enfrentaram dez vezes na categoria sênior, com a Alemanha somando seis vitórias e o Brasil quatro.

    Detalhes das lutas e performances individuais

    A primeira vitória brasileira foi obtida por Shirlen Nascimento, atual campeã mundial, que superou Seja Ballhaus ao aplicar um ippon no início do golden score, tempo extra da luta, na disputa abaixo dos 57 kg. Em seguida, Daniel Cargnin, na categoria até 73 kg, derrotou Kevin Abeltshauser com um yuko e um ippon por imobilização, ampliando a vantagem brasileira.

    Na terceira luta, a medalhista olímpica Rafaela Silva entrou no tatame contra Mirian Butkereit. Mesmo competindo em uma categoria acima da sua — nos 70 kg — Rafaela reverteu uma tentativa da adversária, marcou um waza-ari e, em seguida, finalizou o combate com um ippon, dando ao Brasil vantagem de 3 a 0.

    Resultados individualizados

    • Shirlen Nascimento: vitória por ippon (categoria abaixo de 57 kg);
    • Daniel Cargnin: vitória por yuko e ippon por imobilização (até 73 kg);
    • Rafaela Silva: waza-ari e ippon (categoria dos 70 kg, acima de sua faixa usual);
    • Rafael Macedo: finalização por chave de braço (até 90 kg);
    • Beatriz Freitas: derrota para Alina Boehm por waza-ari (acima de 70 kg) — ponto da Alemanha;
    • Leonardo Gonçalves: vitória por chave de braço (90 kg), que selou o placar em 5 a 1.

    Análises, reações e preparação para o Mundial

    Daniel Cargnin avaliou que os confrontos entre Brasil e Alemanha costumam ser decididos nos detalhes, destacando o equilíbrio entre as equipes. Segundo declaração reproduzida pela CBJ, ele afirmou que o foco agora será aproveitar o período de preparação para chegar ao Mundial em Baku (Azerbaijão), com início previsto para 4 de outubro, em busca da medalha por equipes.

    Rafaela Silva também comentou sobre a importância de competir em casa e afirmou — em depoimento ao site da CBJ — que lutar diante do público brasileiro motiva a equipe e permite ajustar erros de disputas anteriores, citando a derrota sofrida para a mesma adversária na edição passada do Mundial em Budapeste.

    Contexto histórico e próximos compromissos

    Apesar do êxito no Desafio Internacional, o histórico recente de confrontos entre as duas seleções ainda é favorável à Alemanha. Desde 2013, em dez encontros na classe sênior, a equipe europeia venceu seis vezes, enquanto o Brasil obteve quatro triunfos.

    O próximo compromisso informado para a seleção brasileira é o Grand Prix de Lima, no Peru, competição que contabiliza pontos para o ranking de classificação olímpica rumo aos Jogos de Los Angeles 2028. A participação e o desempenho neste evento serão relevantes para o posicionamento dos atletas no ranking olímpico.

    Fonte: Agência Brasil, com informações da Confederação Brasileira de Judô (CBJ).

  • Novas infecções e mortes por HIV atingem mínimo em 2025, mas cortes de financiamento põem avanços em risco

    Novas infecções e mortes por HIV atingem mínimo em 2025, mas cortes de financiamento põem avanços em risco

    Relatórios do Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids), divulgados nesta segunda-feira (27) e noticiados pela Agência Brasil, mostram que em 2025 as novas infecções por HIV e as mortes por aids caíram para os menores níveis registrados globalmente.

    Números-chave da epidemia em 2025

    Em 2025 foram contabilizadas 1,2 milhão de novas infecções por HIV — uma redução de cerca de 40% em relação a 2010 — e 570 mil mortes relacionadas à aids. Apesar desses progressos, a Unaids identificou aumento dos novos casos em 21 países e em três regiões do mundo. O Brasil figura entre os países com crescimento de novas infecções.

    No caso brasileiro, a agência informou que houve uma resposta ampliando o acesso a medicamentos de prevenção (PrEP) em 41% para enfrentar o aumento local dos casos.

    Cortes de financiamento e impacto nos programas

    A Unaids advertiu que os avanços estão ameaçados pela redução de recursos destinados à prevenção e ao tratamento. O relatório registra queda de 23% nos recursos do principal programa de assistência a países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), em 2025. Muitos programas de HIV em países africanos dependem em grande parte desses fundos, chegando a mais de 90% das ações em algumas nações.

    O enfraquecimento do financiamento afeta tanto a oferta de novas tecnologias de prevenção quanto o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma em cada cinco pessoas vivendo com HIV não estava em tratamento. Entre crianças, essa proporção se aproxima de metade.

    Tecnologia promissora, mas com barreiras de acesso

    A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, destacou as inovações científicas recentes como um elemento que torna o fim da epidemia alcançável. Em especial, a agência apontou a profilaxia pré-exposição (PrEP) injetável de longa duração, que pode prevenir a infecção por até seis meses.

    Segundo a Unaids, é necessário que 20 milhões de pessoas tenham acesso à PrEP injetável para que o mundo conquiste a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030, compromisso assumido recentemente pelos países-membros das Nações Unidas. Para alcançar esse objetivo, a agência defende preços acessíveis, competição via genéricos, produção regional, transferência de tecnologia e rápida introdução nos programas nacionais.

    A agência afirmou que, se a tecnologia e as políticas forem efetivamente implementadas, seria possível evitar 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids — estimativas contidas nos relatórios.

    Direitos humanos e criminalização como barreiras

    Além do financiamento, a Unaids chama atenção para o recrudescimento da discriminação e da criminalização contra populações-chave para a resposta ao HIV. Em 2025, o número de países que criminalizam relações entre pessoas do mesmo sexo aumentou, alcançando 66 nações. A agência identificou ainda 14 países que criminalizam pessoas trans, 168 que proíbem aspectos do trabalho sexual e 152 que punem a posse de pequenas quantidades de drogas.

    “Quando as pessoas temem a prisão, a violência, a discriminação, o estigma, elas evitam os serviços de saúde. O HIV se espalha quando direitos são negados”, afirmou a diretora-executiva da Unaids, conforme o relatório.

    Agenda internacional e próximos passos

    Os relatórios foram divulgados antes do início da 26ª Conferência Internacional de Aids, maior evento global sobre a doença, que começou em 27 de julho de 2026 no Rio de Janeiro — a primeira edição realizada no Brasil. A Unaids defende que o primeiro passo para preservar e ampliar os ganhos na resposta ao HIV é a recomposição dos investimentos globais em prevenção e tratamento.

    A agência também ressalta que a inovação científica precisa ser combinada com políticas que assegurem acesso amplo e equitativo às novas ferramentas de prevenção e tratamento, sob pena de aprofundar desigualdades e manter a epidemia entre populações vulneráveis.

  • Brasil cria grupo de trabalho para avançar negociações entre Mercosul e Coreia do Sul

    Brasil cria grupo de trabalho para avançar negociações entre Mercosul e Coreia do Sul

    O governo brasileiro, em articulação com a Coreia do Sul, anunciou a criação de um grupo de trabalho destinado a destravar a negociação de um acordo entre o Mercosul e o país asiático. A iniciativa foi divulgada após encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente sul-coreano Lee Jae-Myung, realizado no Palácio da Alvorada, e reportada pela Agência Brasil.

    Objetivo do grupo de trabalho e coordenação

    Segundo a Presidência, a finalidade do grupo é mapear e identificar as “sensibilidades” de cada lado que possam dificultar a retomada das conversações comerciais. O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, foi anunciado como o coordenador do esforço, que busca evitar que entraves técnicos ou políticos se tornem obstáculos ao avanço das negociações entre o Mercosul e a Coreia do Sul.

    Motivações e contexto comercial

    O presidente Lee Jae-Myung defendeu que a assinatura de um acordo entre o Mercosul e a Coreia do Sul é urgente, especialmente diante de um cenário global com “incertezas no âmbito comercial”. A Agência Brasil registrou também menção às tensões comerciais entre o Brasil e os Estados Unidos, em referência a tarifas aplicadas pelos EUA, como parte do pano de fundo que torna estratégica a diversificação de parcerias.

    Para o líder sul-coreano, um pacto com o Mercosul ampliaria oportunidades para empresas coreanas na América do Sul e abriria novas perspectivas para o Brasil no mercado asiático, por meio da Coreia.

    Acordos assinados e áreas de cooperação

    Durante a visita, Brasil e Coreia do Sul firmaram diversos instrumentos de cooperação. Entre os temas tratados estão minerais críticos — com promessa de expandir a colaboração ao longo de toda a cadeia de suprimentos —, educação, ciência e tecnologia, atividades espaciais, defesa, energia e intercâmbio esportivo. A Agência Brasil informou que os países assinaram acordos para intercâmbio de experiências em políticas educacionais e aproximação entre instituições de ensino.

    Na área espacial, foi assinado um memorando de entendimento para cooperação entre agências voltado a empreendimentos e explorações pacíficas. No campo da pesquisa industrial, os dois governos pactuaram medidas para impulsionar pesquisa, desenvolvimento e inovação aplicados ao setor produtivo. Em esporte, há acordos sobre intercâmbio de atletas e especialistas e troca de experiências em políticas públicas.

    Minerais críticos e segurança de oferta

    O presidente sul-coreano destacou o papel do Brasil como fornecedor relevante de minerais críticos e a intenção de criar uma base estável de oferta por meio de cooperação bilateral. A proposta, conforme relatada pela Agência Brasil, prevê parceria ao longo do ciclo de vida desses minerais, com o objetivo de fortalecer a cadeia de suprimentos de forma mútua e benéfica.

    Declarações sobre democracia, paz e próximos passos

    Em suas declarações públicas, os dois presidentes ressaltaram compromisso com a defesa da democracia e a busca por soluções pacíficas para conflitos. Lula mencionou a necessidade de defender a democracia diante de ataques de setores extremistas, enquanto Lee Jae-Myung enfatizou a prioridade da paz para garantir segurança sem recorrer à guerra, conforme relato da Agência Brasil.

    Após as conversas em Brasília, o presidente sul-coreano seguirá para São Paulo, onde está prevista visita a um sindicato de metalúrgicos. A Agência Brasil também informou que o Brasil é o país latino-americano que mais recebe coreanos e que a cidade de São Paulo concentra a maior comunidade coreana do país, com mais de 50 mil pessoas.

    Os anúncios e assinaturas de acordos marcam um esforço bilateral para aprofundar laços econômicos e de cooperação técnica, além de dar um impulso político à retomada das negociações entre o Mercosul e a Coreia do Sul. A origem das informações relatadas nesta matéria é a Agência Brasil.